Ela Implorou: ‘Por Favor… Não Levante Minha Saia’, Mas O Pai Solteiro Fez… E A Vida Deles Nunca Mais Foi a Mesma!

Era uma manhã de sábado fria, o vento carregava o cheiro doce de castanhas assadas de um vendedor próximo, e o som abafado das risadas das crianças brincando na carrossel do parque. Ethan Price, um homem de 36 anos e pai solteiro, tinha trazido sua filha de 8 anos, Lily, para mais um dia de aventuras. Esses passeios se tornaram uma tradição sagrada desde que a mãe de Lily falecera, há dois anos. Era apenas eles dois, andando de mãos dadas, em busca de pequenas maravilhas no mundo.

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Enquanto Lily puxava seu braço e apontava para o carrinho de sorvetes, Ethan percebeu algo estranho no canto do olho. Uma jovem estava sentada sozinha em um banco de madeira, seu corpo tenso e o cabelo escuro e bagunçado escondendo seu rosto. Ela segurava o final de uma saia azul clara com as duas mãos, as unhas brancas de tanto esforço. Não era incomum ver pessoas descansando no parque, mas havia algo na sua imobilidade, como se estivesse segurando a respiração, que fez Ethan parar no meio do caminho.

“Papá, você está bem?” Lily perguntou, seguindo o olhar do pai. Ele não respondeu imediatamente. Naquele momento, a mulher levantou um pouco a cabeça, revelando suas bochechas molhadas de lágrimas e seus olhos que se moviam rapidamente, como se fosse uma presa acuada. Seus lábios tremeram, e então, com uma voz tão baixa que parecia ter sido roubada pelo vento, ela disse: “Por favor, não levante minha saia.”

A pequena mão de Lily apertou o braço de Ethan. Ele não entendeu as palavras da mulher, mas sentiu a angústia no tom. As pessoas que passavam davam olhares rápidos e desconfortáveis, mas ninguém parou. Ninguém perguntou por que uma jovem falaria algo assim em plena luz do dia. Ethan se aproximou lentamente, abaixando-se alguns metros de distância para não assustá-la.

“Ei,” ele disse suavemente. “Você parece precisar de ajuda.” Ela balançou a cabeça rapidamente, os olhos arregalados. “Não, por favor, não faça isso.” Seus dedos apertaram ainda mais o tecido, como se estivesse se mantendo firme.

Ethan, que já havia trabalhado por anos como mecânico e sempre foi o tipo de homem que consertava o que estava quebrado, sentiu uma onda de confusão. Ele sabia que precisava ajudá-la, mas não sabia como. “Meu nome é Ethan”, disse ele, sua voz firme apesar das perguntas em sua mente. “Essa é minha filha, Lily. Não estamos aqui para machucar você, mas pode me dizer por que você não quer que alguém toque sua saia?”

O lábio inferior da mulher tremeu. “Porque, se você fizer isso, vai ver.”

“Ver o quê?” Ele perguntou, baixando a voz. Ela olhou para o chão, depois para o lado, como se estivesse envergonhada.

Foi então que Ethan percebeu algo. As pernas dela tremiam. O pé direito estava torcido em um ângulo estranho sob a saia, e um pedaço de tecido mais escuro na barra sugeria algo pior. Seu estômago se apertou.

“Você está machucada, não está?” Ethan disse, abaixando-se ainda mais perto dela, para que Lily não ouvisse.

Os olhos da mulher se encheram de lágrimas, mas ela balançou a cabeça. “Eu não posso ir ao hospital.”

“Por quê?” Ethan perguntou, seu tom de voz agora mais suave. “Eles vão fazer perguntas, e eu não posso respondê-las.”

Ethan não sabia que tipo de problema ela estava enfrentando, se estava fugindo de alguém ou se tinha medo do que as pessoas pensariam. Mas ele sabia que ficar ali, machucada, só pioraria as coisas.

“Eu sei que você não quer que eu levante sua saia, mas se eu não olhar para sua perna, você pode não conseguir mais andar”, disse Ethan com suavidade. “Eu prometo. Eu só estou tentando ajudar. Ninguém mais precisa saber.”

Ela hesitou por um longo momento, sem se mover. Então, lentamente, seus dedos relaxaram sobre o tecido. O coração de Ethan disparou enquanto ele levantava delicadamente a barra da saia o suficiente para ver o ferimento. O que viu fez ele respirar profundamente. A canela dela estava horrivelmente inchada e roxa. A pele esticada. Uma linha fina de sangue escorria de um corte próximo ao joelho, manchando o tecido azul claro.

“Eu vi o suficiente”, disse Ethan, puxando a saia de volta para o lugar. “Nós precisamos levar você a um médico.”

“Não hospitais”, ela repetiu, desta vez mais firme, embora sua voz ainda tremesse.

“Então, pelo menos me deixe levar você para um lugar seguro. Minha casa fica a 10 minutos daqui. Eu tenho um kit de primeiros socorros e posso ligar para uma amiga minha que é enfermeira.”

Ela hesitou, mordendo o lábio. “Por que você faria isso por mim? Você nem me conhece.”

Ethan deu um pequeno sorriso triste. “Porque eu já estive onde você está. Não na mesma situação, talvez, mas eu sei como é sentir que ninguém está ao seu lado.”

Algo no tom de Ethan pareceu alcançar a mulher, porque ela finalmente deu um pequeno aceno com a cabeça.

Com Ethan apoiando-a e Lily segurando a outra mão dela, conseguiram colocá-la no velho caminhão de Ethan. Ela gemia toda vez que o pé tocava o chão, mas não reclamou. Durante a curta viagem até sua casa, Ethan olhou para ela pelo espelho retrovisor.

“Qual é o seu nome?”

“Clara,” ela respondeu baixinho.

“Bem, Clara”, ele disse, “você está segura agora. O que quer que tenha acontecido, vamos descobrir juntos.”

Mas lá no fundo, Ethan sabia que “juntos” significava entrar em um mundo de problemas que ele não havia previsto. Ele ainda não sabia que ao levantar a saia dela naquele dia, ele revelaria mais do que uma lesão. Descobriria segredos que mudariam para sempre as vidas deles.

Ethan preparava-se para uma jornada que o levaria a enfrentar segredos sombrios, e ao lado de Clara, ele faria tudo para ajudá-la a superar o pesadelo do qual ela tentava fugir.

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