Ex-Malhação muda nome artístico: ‘Sentia vergonha’

Ex-Malhação muda nome artístico: ‘Sentia vergonha’

Cynthia Aparecida muda o nome artísticoCynthia Aparecida mudou o nome artístico – Foto: Reprodução/ Instagram @cynthiasenek

Cynthia Aparecida, atriz que entre 2015 e 2016 interpretou a Krica em “Malhação”, decidiu transformar sua identidade artística. Aos 34 anos, ela aposentou o sobrenome Senek e resgatou o “Aparecida” como símbolo de pertencimento, fé e reconexão com sua essência.

De acordo com a atriz, a mudança surgiu após um processo profundo de reflexão. “Sentia vergonha porque tinha uma referência da minha infância e do quanto esse nome estava em mim ligado à religiosidade”, contou à Heloisa Topilan.

O desconforto, no entanto, foi substituído por orgulho, após um reencontro simbólico com sua origem. “Assumir o ‘Aparecida’ foi uma cerimônia de conexão com a minha própria brasilidade.”

Aos poucos, ela entendeu que o nome carrega mais que uma tradição familiar. “Nome é frequência, ‘Aparecida’ vibra a minha verdade.” Ao compreender esse peso simbólico, ela resgatou o nome original com confiança: “Devolvi esse nome para o palco da minha carreira com orgulho.”

Cinema, espiritualidade e conexão com a arte

Além da mudança no nome, Cynthia Aparecida revelou que enfrentou fases difíceis ao longo da carreira. Ela relatou episódios em que não se sentia compreendida.

“Me sentia sozinha, desamparada. Sentia como se eu fosse um problema”, recordou. Com o tempo, percebeu que o problema não era interno, mas sim o contexto ao seu redor. “Eu nunca fui o problema, só estava inserida no ambiente errado.”

Natural de Curitiba, ela também participou de “A Dona do Pedaço”, da Globo, da série “3%”, da Netflix, e da produção “Tá Tudo Certo”, do Disney+. Atualmente, grava a sequência do longa espírita “Nosso Lar” e já traça metas futuras. “Meus próximos passos são em Los Angeles, onde vou estudar atuação e cinema.”

Entre os planos, ela mencionou a intenção de facilitar oficinas voltadas à autoexpressão artística e colaborar com um festival indígena na Amazônia. O momento marca uma nova fase pessoal e profissional, em que ela se apresenta como atriz, diretora e mulher em busca de autenticidade.

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