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  • MALAFAIA SURTA CONTRA FLÁVIO BOLSONARO APÓS AVISO DE PRlSÃO E PLANO DE ANISTIA AFUNDA!! VEXAME TOTAL

    MALAFAIA SURTA CONTRA FLÁVIO BOLSONARO APÓS AVISO DE PRlSÃO E PLANO DE ANISTIA AFUNDA!! VEXAME TOTAL

    E falhou, hein? Fracassou o plano mirabolante aí do Bolsonaro para tentar não ser preso. Bom, preso ele já tá, mas para tentar ser solto, que é o plano aí de anistia. Que que aconteceu? Olha, quem assistiu aqui o último vídeo, eu mostrei como a Polícia Federal tá chegando no senhor Flávio Bolsonaro. Inclusive, nos despachos aí do Alexandre de Moraes, no âmbito das investigações contra facções criminosas, ele começou a citar vários aliados do Flávio Bolsonaro.

    Um deles, que é um advogado, já tá preso por ligações com comando vermelho. Então, a batata do Flávio Bolsonaro tá assando muito rapidamente. Eis que logo depois aí da Polícia Federal fazer mais uma operação e pegar um monte de gente, o Jair Bolsonaro anunciou o Flávio Bolsonaro como seu candidato a presidência. Quem me segue lá no Twitter, eu também publiquei no stories do Instagram, ficou sabendo o que eu falei, que foi: “Olha, já vi a extrema direita utilizar essa tática”.

    A tática é a seguinte, eles vem que a Polícia Federal tá chegando no Flávio Bolsonaro e anunciam o Flávio como candidato à presidência, porque aí quando a polícia fizer uma operação e pegar o Flávio e pegar gente no entorno dele e com talvez até tornozeleira, prisão, etc, etc, eles vão falar: “Olha, é porque o Alexandre de Moraes e a esquerda estão com medo do Flávio Bolsonaro e agora estão perseguindo o Flávio Bolsonaro.

    Bolsonaristas criticam exposição de conversas entre o ex-presidente e  Eduardo, e saem em defesa de Malafaia

    ” Não cheguei a falar no Twitch, deixei aqui pro Plantão Brasil, mas essa estratégia já foi usada, inclusive algumas vezes, tá? Vou te dar aqui exemplos. O Ramagem teve uma operação de busca apreensão que prendeu, isso foi em 2023, que prendeu ali o número dois e o número três da BI indicados pelo Ramagem. Aquela operação tava clara que ia chegar no Ramagem e no Carlos Bolsonaro.

    Que que fez Jair Messias Bolsonaro? Ele no dia seguinte ele peitou o Valdemar Costa Neto. Valdemar tava querendo ali ver quem seria o candidato à prefeitura eh bolsonarista do Rio de Janeiro. O Bolsonaro peitou, passou por cima, não discutiu com não não discutiu, não não dialogou com ninguém e falou: “Nosso candidato é o Ramagem”.

    Por quê? Três meses depois, quando teve uma operação de busca apreensão contra o Ramagem, a narrativa do Bolsonaro foi: “Estão aí perseguindo o nosso candidato à prefeitura do Rio de Janeiro”. Hum. Que coisa também em 2024, no dia 9 de janeiro de 2024, teve uma operação de busca apreensão contra o Carlos Jordi. Carlos Jordi era o então líder da oposição na Câmara dos Deputados e o Carlos Jordi, dois dias depois foi ali também o Bolsonaro, passando por cima de todo mundo, foi escolhido pelo Bolsonaro como candidato à prefeitura de Niterói,

     

    no Rio de Janeiro. Por quê? Porque aí quando tivesse alguma operação contra ele, eles falariam o quê? Olha, estão perseguindo o nosso candidato. São dois exemplos aí claros da última eleição, mas tem vários outros. OK. Agora é a mesma coisa. Polícia tá chegando no Flávio, prendeu um amigo dele. Eh, no último despacho, o Alexandre de Morais citou amigos do Flávio, inclusive um um ex-árbitro de futebol que o Flávio Bolsonaro indicou para ser secretário de esporte do Cláudio Castro.

    O Cláudio Castro foi citado também na decisão do Alexandre de Moraes que prendeu o Rodrigo Bacelar. E aí de repente o Flávio é o candidato do Bolsonaro, porém tinha um que de plano nisso aí, que foi o seguinte, o plano era Flávio seria candidato, a direita e o chamado sistema, que é aquele que é aquele pessoal que odeia o PT e que quer o Tarcísio presidente.

    E eles estão usando. Eu tô falando isso aqui desde 2023, né? Você plantonista, você já tá sabendo de cor e salteado. Você sabe aí das coisas antes de acontecer, porque eu aviso aqui, o plano deles era manter o Bolsonaro preso só por golpe de estado, não por roubo de joias, nem por roubo de dinheiro público do cartão corporativo, nem por genocídio na pandemia, nem por ó qualquer outro dos inúmeros crimes que ele cometeu. Não.

    Só por golpe de estado. Bolsonaro preso obrigado a apoiar o Tarcísio. Se o Tarciso ganhar a eleição, aí dão um jeito aí fazem um acordão pro Bolsonaro ser solto. Seja vi indulto do Tarcísio ou só um acordão. Vi acordão, até melhor que o Tarciso não precisa para eles, né? Que o Tarciso não precisa se comprometer a nada.

    O Eduardo Bolsonaro, o Flávio Bolsonaro, etc. Já estão falando disso há muito tempo. O Eduardo Bolsonaro já falou abertamente que ele sabe que tem um acordo aí e que o candidato do sistema é o tal Tarciso. OK. Eis que eles lançam o Flávio Bolsonaro como candidato à presidência e esperavam o quê? Uma reação forte aí, eh, mas não tão forte como teve do chamado sistema, que é o mercado financeiro, direita, Rede Globo, etc, etc.

    Que que aconteceu? O plano era manter o Flávio candidato um tempo e aí falar: “Olha, votem a anistia, que se vocês votarem anistia, o Flávio retira a candidatura e o Bolsonaro ele vai indicar quem vocês quiserem”. Então votem a NIS, soltem o Bolsonaro e ele vai apoiar 100% quem vocês quiserem. Pois bem, o plano começou a dar errado já ontem, no domingo, começou já no na sexta, quando foi anunciada a candidatura, começou que a bolsa de valores caiu, tava em alta, teve aí tava batendo o recorde, tava em 167.000

    pontos, recorde da bolsa de valores, caiu mais de 10.000 pontos, o dólar subiu 4%. Você fala: “Caramba, por quê?” Porque o mercado financeiro reagiu assim bem negativamente ao Flávio como candidato. Não porque eles têm medo de uma presidência do Flávio, não. Eh, ainda me dei o trabalho de ler, né, só para confirmar o que eu já sabia, o que você também deve imaginar.

     

    Eh, li ali eh, no poder 360, depois na CNN Brasil, análises de barões aí do mercado financeiro, inclusive gente ali eh de empresas bem famosas e bancos famosos, economistas, que disseram: “Olha, o mercado vê que o Tarcis é um candidato que iria impor políticas de austeridade, que são as políticas que o mercado financeiro precisa, eh, e que apoia.

    E ele é o único que tinha chance de ganhar do Lula. E o Flávio Bolsonaro não tem chance nenhuma de ganhar do Lula. Então o mercado precificou aí a eles chamam precificar que quer dizer fez cair a bolsa eh o fato de que o o Flávio é o Bolsonaro, o Flávio é o candidato. Ou seja, a bolsa caiu porque eles dizeram: “Pô, o Lula vai o Lula vai ser tetra, o Lula vai ganhar a eleição de novo e agora muito mais facilmente, porque contra o Flávio tá fácil demais”.

    Teve até saíram matérias dizendo que lá no Planalto teve comemoração, não comemoração de estourar champanhe e tal, mas assim, ão dando gargalhada com esse anúncio. OK? Aí no sábado a pressão pro Flávio Bolsonaro foi muito grande de setores à direita dizendo: “Olha, não pode ser você, não dá”. E aí começou a pressão de de setores fortes aí da imprensa batendo forte no Flávio Bolsonaro.

    E no domingo saiu aí uma pesquisa mostrando que o Flávio Bolsonaro está 16 pontos atrás do Lula numa simulação de segundo turno. Ele é o que pior vai contra o Lula, exceto o Eduardo. O Eduardo vai um pouquinho pior. O Eduardo tá 20 pontos atrás. 19. Aí o 523 19. Aí o o o melhor é o Tarcíio que perde do Lula com apenas cinco pontos. apenas cinco pontos.

    Então você já viu, o mercado financeiro não quer o Flávio, quer o Tarciso, etc, etc. Só que a reação foi tão negativa, a pressão ficou tão grande que até o Malafaia entrou no meio. Malafaia entrou no meio para detonar o que aconteceu. Malafaia soltou uma nota, dessa vez ele não fez videozinho não, tá? Ele soltou uma nota a quem interessar.

    O amadorismo da direita faz a esquerda dar gargalhadas. Exatamente o que eu tô falando. Não estou falando nem contra e nem a favor de ninguém, somente isso. Bom, bom entendedor, meia palavra basta, né? Ele tá tá contra aí a candidatura do Flávio. Para ele é amadorismo total. O plano obviamente vai falhar. Eh, e e outra, alguém acha que vão soltar o Bolsonaro para que o Flávio desista, tal? Pois bem, eles começaram a ficar desesperados porque eles perceberam o seguinte, a resposta do chamado sistema não vai ser aprovar nichelar o Bolsonaro, não vai

    ser. Talvez ele consiga convencer aí alguns deputados do do chamado centrão, né, que são todos de direita e adoravam o Bolsonaro que deixava eles roubarem muito dinheiro público, né? Agora não estão podendo. Eh, talvez consiga aí convencer alguma coisa. Porém, a resposta do chamado sistema, sempre que eles são confrontados, é o quê? é dobrar a aposta.

    E aí, que que seria dobrar a aposta? Vamos lembrar quem é o relator da investigação contra facções criminosas que meteu medo no Bolsonaro é o Alexandre de Moraes. Quem é o relator das investigações contra o Eduardo Bolsonaro em que o Eduardo Bolsonaro falava: “Eu sei que você vai dobrar posse, então aí só se ferrou em tudo que fez.

    Alexandre de Moraes, quem é o relator das investigações que culminaram no Bolsonaro condenado apenas por golpe de estado, como eu tô adiantando aqui desde 2023, tô falando isso aqui há 2 anos e meio, pelo menos. É o Alexandre de Moraes. Aí você vê que que coisa, né? Que coisa. Coincidência, será? Bom, a coincidência ele ser relator aí da investigação da eh das facções criminosas é, mas ele é.

    Muito provavelmente a resposta virá o quê? As investigações vão arrochar para cima do Flávio Bolsonaro. Se você não entende o termo, eu vou dizer. Vão para cima com tudo do Flávio Bolsonaro. Vão apertar o Flávio Bolsonaro e espremer até sair suco. Se espremer sai, viu? E aí o o Flávio Bolsonaro percebeu a família Bolsonaro que tá o Jair não, porque eles não visitaram o Jair desde sexta, mas eles perceberam o seguinte, putz, foi um tiro no pé, porque se se isso foi anunciado porque estão com medo da Polícia Federal com Alexandre de

    Moraes relator, agora é que o Alexandre de Moraes vai para cima com tudo do Flávio porque ele tá peitando aí. Pois bem, eis que o desespero bateu e ontem Flávio Bolsonaro apareceu, vou mostrar aqui para você, mas é cada uma. Brasil 2025, tá? Flávio Bolsonaro apareceu em pleno domingo à tarde falando o seguinte, já quase desistindo da candidatura o Flávio, tá? Então vou mostrar aqui para você.

    Deixa eu tirar aqui o microfone. Vamos lá. 3 2 1. Vai até o fim com a candidatura. Olha, tem uma possibilidade de eu não ir até o fim. Eu tenho preço para isso. Eu vou eu vou negociar. Eu tenho preço para não ir até o fim. Só que eu vou falar para vocês amanhã. Vai até o Você vai até o fim com a candidatura? Não, olha, eu tenho um preço para isso.

    Eu vou anunciar, só que eu vou anunciar para vocês amanhã, que seria hoje. Só que a coisa ficou tão feia que o Flávio já anunciou ontem mesmo o preço, tá? Ele falou aí para repórteres que o preço é Adivinha qual é o preço para ele não ir até o fim com a candidatura? Adivinha. 3 2 1 Anistia. Oh, nossa, surpreendeu um total de zero pessoas.

    Então eles e colocaram o Flávio como candidato para quando a Polícia Federal chegar nele, eles terem a narrativa de que, olha, tá sendo perseguido. Só que a resposta foi tão bruta e aproveitar isso para também nas próximas semanas galgar ali uma anistia para ser aprovada no começo do ano que vem ou ainda aí eh no final desse ano, tá? Só que no meio dessa aí, vamos lembrar, tem sessão até dia 19 de dezembro, tá? Então ele tem, ele tem aí duas semanas para fazer isso.

    Só que no meio dessa aí a reação foi tão brutal até da extrema direita que ó, você vê o Malafai, o Malafai não foi o único, vários ali detonaram e tal. A Michele Bolsonaro é um dos bastidores tá uma fera, uma fera. Ela chegou a dizer, ela quando foi anunciado o Flávio na sexta-feira, ela chegou a dizer: “Eu não fui avisada”.

    Aí depois ela fez um post dizendo que Deus te abençoe e tá tá tá tá tá tá. Mas deu para perceber que ela não tava nem um pouco contente com isso. E aí o negócio é o quê? Vamos trocar então, ó. Eu retiro a minha candidatura se vocês votarem a anistia. Qual a chance disso aí dar certo? Eu vou te adiantar. É bem pequena. E ele inclusive, olha, o muito provavelmente o plano deles era manter ele falando que ia manter a candidatura até o fim por alguns dias, principalmente no mínimo até terça-feira.

    Por que terça-feira, Thiago? Por estamos nas últimas semanas aí do Congresso Nacional aberto que dia 18, 19 entram em recesso e só voltam no dia primeiro de fevereiro. Vão ter um mês e meio de férias aí os parlamentares. E aí não dá para votar neste ano no recesso. Então ele tinha que manter até terça-feira que a Brasília tá bombando, fervendo com todo mundo falando: “E agora? E agora? Nossa, vai o Flávio não vai não sei o quê”.

    E aí ele poderia ali pessoalmente em reuniões de líderes falar: “Ó, se votar nisso, eu vejo, a gente negocia aqui e tudo mais”. Só que não deu, que a reação foi muito brutal. Então ele já foi desesperado em pleno domingo falar: “Ó, eu tenho um preço, hein?” Já recuou. Aí depois falar: “Não, se voltar nesse dia, essa é aquela que o cara tá num jogo de cartas e ele mostra as cartas antes da hora.

    Aí todo mundo fala: “Pô, essa era a sua carta que você tinha na manga?” O pior é, imagine aí um jogo de pôker ou de qualquer carta aí que você sabe jogar um jogo de carta. Imagina o cara tem uma carta ali virada, na hora que ele mostra a carta, joga na mesa, é uma das piores de todas, cara. Vem todo pimpão, todo bonzão. Olha, tem uma carta na manga aqui, ó.

    Olha só. Aí ele já mostra a carta antes do que deveria. Já ferrou. E a carta dele é uma porcaria. Aí todo mundo fala: “Pô, cara, todo mundo ganha de você nesse jogo aí, cara. Você é o pior de todos. Para você ter ideia, o esculacho foi tanto que o o Eduardo Bolsonaro postou essa entrevista aqui do Flávio foi mais ou menos às 4 da tarde, tá? Às 5, mais ou menos.

    O Eduardo Bolsonaro publicou isso aqui nas redes sociais. Cruzo éé, candidatura de Flávio Bolsonaro alcança 117 milhões nas redes. Todo mundo fazendo piada. Aí a esquerda pira, meu presidente estourou. Isso foi publicado pelo Eduardo Bolsonaro, tá? A esquerda pira. Não derrotaram o bolsonarismo, apenas o estimularam ao destilar seu ódio nos perseguir. Nosso movimento é imparável.

    Tá todo mundo dando risada do do que a esquerda pira. Olha só se a esquerda pirade de tanto da risada. Obrigado, Flávio. Lula no primeiro turno agora. Você tinha dúvida. Agora não temos mais. é Lula no primeiro turno. Inclusive, quando foi anunciado o comentário lá no no post do Eduardo, do Eduardo Bolsonaro que teve mais likes e não tenha dúvidas que ele lê os comentários com mais curtidas, foi o meu que eu falei Flávio Bolson.

    Bolsonaro, Eduardo e Malafaia: entenda próximos passos de investigações |  CNN Brasil

    A candidatura do Flávio Bolsonaro tem todo o meu apoio. Espero que vocês levem até o fim essa candidatura. Eu já tava prevendo que ele ia desistir. Eu só não imaginava que menos de 48 horas depois ele já ia tá falando que tem preço, que é só aprovar nisto aquele dia. Eu falei: “Poque você não consegue virar 48 horas do seu plano?” Aí veremos agora, eh, hoje, segunda-feira, é dia de visitas na Polícia Federal.

    Polícia Federal, que aliás, segundo aí policiais, está tranquila a superintendência da Polícia Federal de Brasília. Não tem nada, não tem um bolsominion lá indo lá. protestar, indo lá, que seja prestar apoio. Nada, nada, nada. O Bolsonaro tá completamente isolado. É isso que tá acontecendo. Então, o plano aí falhou. Até o Malafaia falou que isso é amadorismo, que que olha que plano ruim.

    A própria extrema direita ficou assim: “Pô, pera aí, mas com o Flávio?” Muita gente não gosta do Flávio. Muitos bolsonaristas não gostam do Flávio. Os bolsonaristas sabem que o Flávio Bolsonaro é ladrão de dinheiro público. Eles sabem. O pior tá por vir, porque agora prepara que vai ter resposta aí da Polícia Federal, tá? Vai ser via polícia federal que estão chegando no Flávio e eles não vão parar a investigação porque ele é é porque ele é presidenciável, entre aspas.

    Nem dá para chamar ele disso aí porque a gente sabe que ele não vai se manter. Porque tem uma coisa, essa é a pior parte da carta dele, é a pior parte, ó. Esse essa é a cereja do bolo que eu deixei pro final do vídeo. O mandato do Flávio Senador acaba agora em 2026. Se ele for candidato à presidência e perder, ele fica sem mandato.

    Ele vai ir preso imediatamente. Imediatamente ele cai nas mãos da primeira instância. O juiz já já mandou prender Queiros mandou prender. Não vai prender o Flávio. Alguém acha que o Flávio vai arriscar ficar sem furo privilegiado um dia? Mas não vai mesmo e ainda mais 4 anos. só daqui 4 anos ele poderia ter furo de novo.

    Quer dizer, todo mundo sabe que ele não vai levar isso a cabo. Ele não tem nem mesmo se ele mantivesse o plano de ficar, não, vou ficar uma, duas semanas ali insistindo que eu serei candidato até o fim. Foi, foi esse o problema aí dele no fim de semana. Todo mundo em Brasília que que ligou, que se comunicou com ele, com seus pares, falaram falaram para ele pelos aliados: “Pô, a gente sabe que você não vai ficar sem furo privilegiado.

    A gente sabe que você vai ser candidato ao Senado. Todo mundo sabe. Não tem uma pessoa em Brasília que não sabe que o Flávio Bolsonaro não vai arriscar ser candidato à presidência e perder e ficar sem foro privilegiado. Quer dizer, você joga a pior carta de todas, sendo que todo mundo já sabia qual era a sua carta antes e à vezes um, ah, nossa, agora vai, não sei o e não é.

    Veremos mais um plano aí, mirabolante que deu completamente errado. Seguimos aí dando risada. Eu peço aí a sua inscrição no canal. Seguimos aqui na luta contra essa corita. Vão acabar todos presos, viu? Anota isso aí. Falou. Yeah.

  • “Flávio Bolsonaro em apuros? Rejeições começam a aparecer, e a pauta de indulto não convence! O que está por trás das pesquisas e os números misteriosos? Não perca os detalhes que ninguém está falando!”

    “Flávio Bolsonaro em apuros? Rejeições começam a aparecer, e a pauta de indulto não convence! O que está por trás das pesquisas e os números misteriosos? Não perca os detalhes que ninguém está falando!”

    Flávio Bolsonaro Enfrenta Desafios Crescentes: Rejeição e o Conturbado Caminho para 2026

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    Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem enfrentado uma série de desafios políticos enquanto tenta se consolidar como uma figura chave nas próximas eleições presidenciais de 2026. Embora tenha sido inicialmente visto como um forte candidato, o atual cenário político e as pesquisas têm mostrado sinais de rejeição crescente, complicando sua trajetória rumo ao Palácio do Planalto. À medida que novos escândalos e divisões dentro de seu partido surgem, as perspectivas para Flávio tornam-se cada vez mais incertas.

    O Início de uma Candidatura Controversa

    Flávio Bolsonaro se lançou na corrida presidencial com a ambição de suceder seu pai, mantendo vivo o legado da família Bolsonaro. Entretanto, as primeiras pesquisas de intenção de voto indicam que sua candidatura pode não ser tão imbatível quanto se imaginava. Em uma pesquisa recente, Lula lidera com uma vantagem de 15 pontos sobre Flávio, enquanto Tarcísio, outro nome forte na direita, tem uma diferença de apenas cinco pontos em um eventual segundo turno. Esses números, embora reveladores, foram coletados antes do lançamento oficial da candidatura de Flávio, o que pode indicar que sua ascensão nas pesquisas não será tão simples quanto parecia.

    A Rejeição da “Pauta de Indulto” e o Caminho Incerto

    Um dos principais pontos de rejeição à candidatura de Flávio Bolsonaro está relacionado à sua ligação com a “pauta de indulto”. Ele está sendo pressionado a se comprometer com uma possível anistia a seu pai, Jair Bolsonaro, caso vença as eleições. Embora ele tente se distanciar dessa questão, há uma pressão crescente para que ele se posicione claramente a favor do indulto. Essa pauta, que envolve o perdão de crimes cometidos durante o governo Bolsonaro, está sendo vista como uma tentativa de proteger sua família, mas também pode afastar eleitores que esperam um novo rumo para o país.

    As críticas aumentam à medida que a candidatura de Flávio avança, com muitos apontando que ele ainda não possui um plano de governo sólido, sendo acusado de falta de estratégia e improviso. Mesmo aliados da família Bolsonaro, como Ciro Nogueira, expressam preocupações sobre sua capacidade de liderar, o que só aumenta a tensão dentro do campo político.

    Se for presidente, Tarcísio dará indulto a Bolsonaro? - Estadão

    O Improvável Apoio do Centrão e a Influência das Igrejas Neopentecostais

    Flávio Bolsonaro conta com o apoio do Centrão, um bloco de partidos tradicionalmente pragmático e aliado ao governo, que tem forte presença no Congresso Nacional. Esse apoio pode ser crucial para sua candidatura, pois o Centrão tem grande influência nas decisões políticas do país, além de um forte vínculo com as igrejas neopentecostais e evangélicas, que desempenham um papel importante no apoio a candidatos de direita. No entanto, o fato de ele não contar com uma base sólida de apoio em sua própria família política é um reflexo das divisões internas e da falta de uma agenda clara.

    O apoio das igrejas é considerado uma estratégia eficaz, mas também carrega riscos. O eleitorado evangélico, que foi essencial para a eleição de Bolsonaro, ainda permanece leal à família, mas isso não significa que Flávio tenha garantido essa base de forma definitiva. O desafio de lidar com esse grupo tão importante é uma das muitas incógnitas de sua candidatura.

    Pesquisas Contraditórias e o Jogo de Imagem

    As pesquisas de intenção de voto têm sido amplamente analisadas e comentadas, mas a interpretação dos dados é um jogo complexo. Em um cenário onde o Brasil vive uma polarização crescente, as pesquisas são muitas vezes usadas para moldar a narrativa política. Flávio Bolsonaro, consciente do poder das pesquisas, sabe que sua imagem será construída e desconstruída conforme a abordagem dos analistas e dos meios de comunicação. A batalha pela imagem de Flávio é uma guerra de narrativas, onde ele tenta se distanciar dos erros de seu pai e apresentar uma nova face para o eleitorado.

    No entanto, os números não mentem. A rejeição a ele continua crescendo, especialmente entre eleitores de centro e de esquerda, que veem sua figura como mais uma continuidade da polarização política iniciada durante o governo de Jair Bolsonaro. Além disso, a falta de um discurso coeso sobre temas fundamentais para o Brasil, como saúde, educação e segurança, faz com que sua candidatura seja vista como uma promessa vazia por muitos analistas.

    Desafio de Flávio é parecer Tarcísio e não Bolsonaro

    O Papel das Big Techs e a Guerra Digital

    Um dos aspectos mais críticos da candidatura de Flávio Bolsonaro é a guerra digital, que tem sido usada como uma ferramenta poderosa para influenciar a opinião pública. Com o apoio das big techs e dos algoritmos das redes sociais, os Bolsonaro têm conseguido uma exposição massiva, o que coloca em desvantagem os candidatos progressistas. No entanto, essa manipulação digital pode ser um tiro no pé, pois também fomenta o ressentimento e a polarização entre os eleitores.

    As plataformas digitais, ao amplificar o discurso de direita e extrema-direita, têm contribuído para a disseminação de informações distorcidas, o que gera ainda mais divisão no país. Flávio Bolsonaro, portanto, não apenas enfrenta a resistência de seus opositores, mas também lida com uma complexa batalha virtual que pode determinar o rumo das eleições.

    Conclusão: O Futuro de Flávio Bolsonaro

    O futuro de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial de 2026 está longe de ser claro. Embora ele tenha uma base fiel de apoio, especialmente entre os setores mais conservadores e evangélicos, ele também enfrenta uma rejeição crescente, tanto dentro de sua própria família política quanto na sociedade em geral. A falta de um discurso coeso e a insistência em pautas como o indulto podem enfraquecer ainda mais sua candidatura.

    Flávio Bolsonaro critica STF por ferir autonomia do Legislativo | Jovem Pan

    Além disso, as pesquisas indicam que ele tem um longo caminho a percorrer, especialmente diante de rivais como Lula, que ainda lidera a maioria das pesquisas. Flávio Bolsonaro precisará de mais do que apenas o apoio das igrejas e da extrema-direita para conquistar o Brasil. Ele terá que apresentar um projeto de país convincente, algo que até agora tem sido incerto e pouco claro.

    O tempo dirá se ele conseguirá superar os obstáculos e se estabelecer como uma verdadeira alternativa política ou se sua candidatura se perderá nas brumas da rejeição e da falta de estratégias sólidas. Uma coisa é certa: a eleição de 2026 será uma das mais disputadas da história recente do Brasil, e Flávio Bolsonaro terá que provar que está à altura desse desafio.

  • CLIMÃO NA CNN: HADDAD DÁ SHOW E EXPÕE O CAOS E O DESASTRE ECONÔMICO HERDADO DE BOLSONARO E TEMER!

    CLIMÃO NA CNN: HADDAD DÁ SHOW E EXPÕE O CAOS E O DESASTRE ECONÔMICO HERDADO DE BOLSONARO E TEMER!

     

    Dados econômicos são de fato muito bons. Isso os economistas concordam sempre. Ministro, o senhor falou de ajuste de contas. Aqueles que concordam com a manutenção da taxa de juros em 15% ao ano dizem justamente que a situação fiscal do país é preocupante, não é favorável. O senhor concorda ou discorda deles? Eu vou te explicar porque que eu discordo.

    A situação fiscal do país já teve muito pior num período recente no Gutemer, no governo do Bolsonaro. A situação fiscal é só pegar os dados. né? Eh, fiscais do país. Você tava lá com um déficit primário na casa de 2% do PIB. Hoje nós estamos falando em equilíbrio das contas públicas e eventualmente um pequeno superá o ano que vem.

    Então, mudou muito para melhora a situação fiscal do país. Você sabe que o gasto tributário do Brasil chegou a patamares absurdos e tem três ou quatro coisas que vão acontecer o ano que vem que melhoram muito essa perspectiva e para os quais os analistas, vamos dizer, de jornal e tão pouco atentos, né? Nós vamos praticamente liquidar o fundo de variação eh de compensação salarial, né? Nós vamos integralizar se 100% do FUNDEB, que é uma despesa que foi contratada no governo anterior, sem fonte de financiamento. Nós estamos

    normalizando a curva do BPC, que também foi uma mudança na legislação em 2021, que flexibilizou os critérios de elegibilidade e isso impactou em quase R bilhões deais por ano. E nós estamos nós estamos também concluindo a tarefa de encontrar fonte de financiamento para que o o programa não seja descontinuado.

    Análise: Para Haddad, o inferno são os outros | Blogs | CNN Brasil

    Nós temos a tese do século que foi um colapso das finanças públicas no governo Temer, que fez com que a União tivesse que compensar eh mais de R bilhões de reais, né, eh para as empresas. Só o ano passado foi mais de 60 bilhões, termina provavelmente também o ano que vem. Então, eu tô citando alguns exemplos de problemas gravíssimos, herdados dos governos anteriores e que nós estamos conseguindo equacionar de maneira muito eh consistente.

    E é curioso que assim, muitos eh economistas que escrevem jornal, não sei se estão familiarizados com esses números, mas nós demos conta de uma herança muito complexa de administrar. E nós vamos terminar 2026 com esses quatro temas muito bem endereçados. Em 2027 entra em vigor a reforma tributária, que todos reconhecem que vai ter um impacto forte no PIB, né? Ah, os mais pessimistas falam num crescimento adicional de 12% em 10 anos do PIB.

    Quer dizer, como se o Brasil fosse crescer 1% a mais, só por ano, só por conta da reforma tributária. A reforma no crédito que nós fizemos, a reforma no mercado de seguros, tem muita coisa acontecendo, né, que não tá na conta dos mais pessimistas. Agora, o pessimismo também é bom, porque ele deixa o alerta de que tem coisas para serem feitas, nós precisamos continuar com as reformas que estão sendo feitas e isso tudo vai robustecendo a economia brasileira.

    Mas eu não temo pelo futuro, porque eu acredito que se nós continuarmos a fazer h o que estamos fazendo há 3 anos, eu acredito que nós vamos ter eh um espaço ainda maior para crescer eh em termos de não só em termos de PIB, mas em termos de bem-estar, porque esse governo tá preocupado não só com o crescimento do PIB, mas tá preocupado também com a questão da desigualdade, né? Eu sei que daqui a pouco vou me perguntar sobre o imposto de renda, mas é um grande feito do esse governo pela primeira vez na história colocar o dedo numa questão

    central que é a questão da desigualdade. A a desigualdade de renda no Brasil é muito grande, é uma das 10 piores do mundo. Então nós, se a gente não quer ter um voo de galinha, nós precisamos fortalecer, né, o trabalho, eh, para que o os trabalhadores consigam prosperar junto com o país. Nós queremos um um país próspero para todo mundo, não só pro andar de cima, né? A gente a gente já vai falar melhor sobre o imposto de renda.

    Mercado está mais tenso do que no passado, diz Haddad | CNN Brasil

    Antes eu convido o Daniel Rit, o diretor da CNN aqui em Brasília, para fazer uma pergunta. Ministro, ministro, boa tarde. Vamos só liquidar esse assunto dos juros e da questão fiscal antes da gente passar para imposto de renda, que esse assunto obviamente merece muito a nossa atenção. No que se refere à taxa de juros, ministro, a gente já começa a perceber no debate econômico aqui e a colá alguns participantes mencionarem a meta de inflação de 3% ao ano como muito desafiadora.

    Obviamente essa situação foi herdada de governos anteriores, mas o governo Lula decidiu manter essa mesma meta. O Banco Central tá fazendo um esforço gigantesco, muito rigor na taxa de juros e tá conseguindo trazer a a inflação para um pouco mais perto da meta, mesmo assim pro teto da meta 4,5% ao ano.

    Agora, o que eu lhe pergunto é, será que a gente e não terá uma discussão mais intensa e o senhor pretende participar dessa discussão de uma flexibilização dos 3% como meta de inflação? Se me permite só acrescentar, ministro, pra gente já passar pro imposto de renda na pergunta seguinte. Iria lhe perguntar sobre a meta fiscal de 2026.

    Agora, em 2025, o governo conseguiu aprovar no Congresso uma flexibilização para continuar mirando à margem de baixo da meta, ao contrário do que vinha pressionando o TCU. Em 2026, o governo vai mirar o centro da meta ou terá a intenção também de perseguir e ou ter a possibilidade de perseguir a meta inferior do ponto de vista fiscal? Olha, obrigado pela pergunta.

    Eu vou começar de trás para frente porque eu acho muito importante o debate que você colocou do TCU. Hã, quem tem familiaridade com a execução orçamentária sabe que existe uma coisa chamada empoçamento, né, que não tá na legislação, não tá em nenhum lugar, mas todo mundo que é familiarizado com a execução orçamentária sabe que é o seguinte, você nunca consegue executar 100% do orçamento.

    Por quê? Porque no final do ano tem alguma frustração, né? Uma licitação que não sai, um empenho que não é liquidado. Tem uma série de questões que fazem com que você no final do ano você tem entre 15 e 25 bilhões de reais que você não consegue executar. Alguém vai perguntar: “Mas eh, mas é muito dinheiro? Mas você tá falando de um orçamento 100 vezes maior.

    Você tá falando de uma execução de 99%, 99,1 9,2% do orçamento. Quando você eh tá dizendo que você tá mirando na banda, que você não tá mirando no centro, na verdade é uma imprecisão técnica, porque na verdade quando você considera o empoamento, você traz isso naturalmente para mais perto do centro da menta. Eu vou te dar o exemplo do ano passado, né? Porque às vezes as pessoas falam: “Pô, mas será que é assim?” O ano passado isso, eu tinha uma banda de 0,25% do PIB que me permitia, vamos dizer, eh, gastar ou investir alguma coisa perto de

    R$ 28 bilhões deais, né? A mais do que o centro da meta. No entanto, o déficit ficou em 0,09%. Ficou 16.16 16 abaixo do do piso, né? O que significa dizer o seguinte: nós poderíamos ter gastado alguma coisa em torno de de 15 a 20 bilhões de reais a mais no ano passado e isso não aconteceu.

    Por que que não aconteceu? por conta desse fenômeno que é tradicional na execução orçamentária de qualquer estado, município e do país, de que por mais que você queira executar 100% do orçamento, como a contabilidade pública, ela do ponto de vista do déficit primário, conta o o o regime de caixa é o quanto você gastou naquele ano, nem tudo que é empenhado é liquidado.

    Então é, eu sei que é do debate chato e técnico, mas é a primeira vez que eu tô esclarecendo isso de uma maneira técnica, porque toda vez que eu falo nós estamos mirando o centro, a pessoa me pergunta: “Então, por que que você tá mudando o o que tava escrito na LDO?” É para deixar eh o Tesouro Nacional confortável de trabalhar na banda, mas buscando o centro.

    Então, vai acontecer esse ano, se Deus quiser, né? essa arrecadação continuar vindo bem, eh, apesar da taxa de juro tá alto, a atividade econômica tá eh mantendo o nível de atividade que permite com que o orçamento do ponto de vista da receita se mantenha, né? Eh, nós vamos vai acontecer esse ano o mesmo fenômeno que aconteceu o ano passado, que em virtude do empoçamento você acaba trazendo para bastante perto da do centro da meta o resultado medido pelo Banco Central.

    Quem mede o resultado é o Banco Central. Então, as ideias vão ser discutidas, né? Ah, nós no G20 nós propusemos uma coisa diferente. Nós propusemos a taxação de super ricos. Você há de lembrar que durante o G20, presigido pelo Brasil o ano passado, nós identificamos que apenas 3.000 famílias, 3.000 famílias, né, detém 15 trilhões de dólares de riqueza.

    E nós imaginávamos durante o G20 que poderia haver na forma proposta pelo economista Gabriel Zukman, né, um francês que nos deu suporte técnico com também com a Ester do Flor, prêmio Nobel de economia, uma mulher prêmio Nobel de economia que poderia ser angareado recursos eh dessas 3.000 famílias, o incremento de riqueza delas é muito menor do que esses 2%.

    Confesso preocupação com a atuação da família Bolsonaro nos EUA, diz Haddad  | CNN Brasil

    e você conseguiria e a partir daí gerar um fluxo de receitas eh que seria muito significativo. Nós prevíamos naquela ocasião um fluxo de 300 bilhões de dólares por ano, só com esse imposto sobre super ricos em escala global. Então era uma das propostas brasileiras pro G20, mas surgirão outras, né? Eh, e a operacionalização, eh, tem que ser pensada também, porque propostas como essa exige uma coordenação entre os países muito grande, né? Muito grande.

    Você desenvolver o mercado internacional de carbono, você taxar os super ricos, todas essas ideias envolvem uma articulação muito grande. Então, é preciso também não vender a ilusão de que essas coisas vão sair do do papel muito rapidamente, né? O que eu acho mais viável no curto prazo é a o fundo de florestas.

    Eu acredito que é viável num prazo mais curto e eu acredito que o mercado internacional de carbono, com o apoio da China e da União Europeia são coisas viáveis num prazo exíguo, num prazo curto. Ideias mais elaboradas, né, eh, vão exigir mais tempo de estudo do ponto de vista da sua operacionalização. Desigualdade imensa, né, ministro? 3.

    000 famílias, 15 trilhões de dólares. Ministro, vamos mudar nossos assuntos. Vamos falar de juros, principalmente agora, porque a gente teve uma entrevista na semana passada da ministra Gley Hoffman de relações institucionais. Ela disse que Gabriel Galípalo deixou a desejar, depois da decisão do Banco Central de manter a taxa de juros em 15% ao ano.

    O senhor concorda com a GZ Hoffman ou discorda? Considera que Gabriel Galípulo deixou ou não a desejar? Não, eu não vou usar esse termo, até porque eh eu tenho uma proximidade muito grande, como você sabe, com com o Gabriel, foi meu secretário executivo, foi indicado por mim para diretor do Banco Central e eu acredito que ele tá fazendo um bom trabalho no Banco Central, né? Eh, do ponto de vista eh de uma série de procedimentos que estão sendo adotados pelo Banco Central para coibir uma série de abusos no sistema financeiro, que na verdade ele erdou, né? Eu falo

    especificamente, por exemplo, da regulação das fintecs, né, que tá sendo feita pelo pelo Banco Central com muito zelo, sem inibir a concorrência, mas mantendo robusto o sistema financeiro. Então, tem muito trabalho. A mudança do crédito imobiliário, eh, que foi avalizada pelo Conselho Monetário Nacional, foi uma proposta do Banco Central, aperfeiçoada pela Fazenda e pelo Planejamento, que também foi muito bem recebida pelo mercado.

    Então, o Banco Central é mais do que a Selic, né? O Banco Central eh envolve muitas outras coisas. O que eu posso dizer, porque todo mundo conhece a minha opinião, é de que eu acho que uma a taxa de juros e não é uma opinião isolada minha. Setores da sociedade, hoje eu mesmo eu tive reunido com a Febraban, passei amanhã eh reunido com a Febraban para discutir 10 temas.

    Nenhum deles ligado a CELIC, mas 10 temas de caráter regulatório, de encaminhamento, de lei, uma série de providências que eu tenho que tomar a cada três, 4 meses, eu faço uma reunião com a Febraban para colocar a agenda em dia. e sempre uma conversa eh bastante franca, tentando superar divergências, construir convergências e assim essa opinião também é é avalizada, por assim dizer, eh pelos bancos que se reuniram comigo hoje pela manhã, de que efetivamente a taxa de juro tem espaço eh paraa corte.

    E isso não é uma questão pessoal, eh percebe? Não, é uma questão institucional. As pessoas manifestam as suas opiniões, eh o mercado financeiro manifesta as suas opiniões, o setor produtivo manifesta suas opiniões, a classe política manifesta sua suas opiniões, os analistas, né, dos jornais, das revistas, das TVs manifestam suas opiniões. Quem decide é o Banco Central.

    Tem nove diretores lá, um presidente, nove diretores, que é quem decide o patamar da SELIC. uma parte desses eh players, vamos dizer assim, concordam com a tese de que talvez já tenha chegado a hora de começar o ciclo de corte. Ah, começa quando com com que eh como começa? Isso é uma discussão, mas ninguém aí eh deveria se afligir com um debate eh honesto sobre essas questões.

    Ninguém tá querendo eh nada que não seja pro bem do país. Quando a gente discute, a gente discute sempre o bem do país, o que que é melhor pro Brasil. Agora, eu tô eh celebrando no final aqui do meu terceiro ano de ministro da Fazenda uma série de indicadores econômicos que nem sempre eh são objeto de reflexão pública.

    Mas olha, vai ser o maior crescimento médio da economia desde 2010, quando o presidente Lula deixou a presidência. Vai ser a menor taxa de inflação acumulada em 4 anos da história do Brasil. vai ser a melhor eh o menor índice de desigualdade da nossa história, né? O chamado índice de Gine, eh menor taxa de desemprego da história, da série histórica do IBGE e o o melhor resultado primário desde 2015 acumulado.

    Então, para onde quer que você olhe, nós estamos aí com a bolsa batendo recorde. Eu entrei aqui, tava quase 155.000 pontos. O dólar comportado no patamar hoje de 5:30, 5:35, as perspectivas de um ciclo de corte de juro, já fazendo com que as empresas anunciem investimentos. Você veja lá o último relatório eh de um banco grande aqui do Brasil revelava um recorde de anúncio de investimentos.

    Nós estamos batendo recorde de investimento em infraestrutura no país. Há muitos anos não se vê tanto investimento em infraestrutura. Queria cumprimentar o meu colega Renan Filho, que à frente do Ministério dos Transportes está dando um show, superando e em 300% o que foi feito pelo seu antecessor. Ou seja, nós temos aí muita coisa a comemorar e muitos pontos de atenção, porque o mundo ele não tá numa situação eh simples.

    Você vê a América Latina aqui, sobretudo Argentina, Venezuela, nossos vizinhos, né? pega a Europa, né, numa situação difícil, desacelerando fortemente o tarifácio nos Estados Unidos, as dificuldades do governo Trump, ou seja, é um mundo que inspira cuidados, mas eu eu acredito que nós temos eh um em que o Brasil pode efetivamente a continuar eh fazendo o que tem que ser feito, ajustando suas contas, eh combatendo gasto tributário, desperdícios.

    Nós vamos criar um ambiente econômico muito favorável ao investimento. Eu acredito sinceramente que isso vai acontecer. Isso já tá acontecendo e nós temos muita coisa para colher no futuro próximo.

  • 💥 Escândalo! Ex-delegado acusado de agredir juíza durante audiência! O que motivou esse ataque brutal? 🤯 Descubra todos os detalhes de um caso que está dando o que falar nos bastidores da justiça! Não perca!

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    Escândalos e Revelações: O Caso Sérgio Moro e os Bastidores Políticos que Abalaram o Brasil

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    O Brasil foi pego de surpresa com uma série de revelações bombásticas que envolvem o nome de Sérgio Moro, ex-juiz federal, ex-ministro da Justiça e atualmente político em ascensão. Após a triste notícia da morte de Nadja Abd el Farra, Moro foi diretamente associado a novos escândalos que incluem acusações graves de abuso de poder, espionagem ilegal e até mesmo agressão física, de acordo com depoimentos feitos por pessoas próximas e ex-integrantes do sistema judiciário. O caso tem tomado proporções gigantescas e, à medida que mais informações vão sendo divulgadas, o público começa a questionar: até onde vai a verdadeira história por trás de Sérgio Moro?

    O Caso da Agressão à Ex-Juíza e o “Escândalo da Festa da Cueca”

    O caso que tomou a mídia de assalto envolveu uma acusação muito séria de agressão feita por uma ex-juíza, Luciana Bauer, contra Sérgio Moro. Segundo a juíza, Moro teria atacado fisicamente seu pescoço durante uma discussão, em um incidente que teria ocorrido no elevador reservado para magistrados na vara de Curitiba. Luciana, que agora vive nos Estados Unidos, revelou que o ataque ocorreu após ela ter resistido a uma pressão que Moro fez, possivelmente relacionada a uma investigação ou decisão judicial. A ex-juíza afirmou que se sentiu intimidada e que esse episódio foi um dos muitos abusos de poder que Moro teria praticado durante sua carreira.

    Este não foi o único ponto de escândalo. A Polícia Federal, durante investigações relacionadas a Moro, descobriu uma gravação chamada “Festa da Cueca”. O vídeo mostra magistrados de Curitiba em encontros privados com acompanhantes, em um hotel de luxo na cidade. Essas festas, segundo fontes, seriam usadas para chantagear e intimidar pessoas do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o que envolve uma rede de corrupção e influência dentro do sistema judiciário. Essa descoberta chocou ainda mais o público, pois levantou questões sobre a ética e a moralidade dos envolvidos, incluindo o próprio Sérgio Moro.

    A Queda de Moro e a Defesa de Sua Imagem

    Sérgio Moro, conhecido por sua atuação na operação Lava Jato, sempre se apresentou como uma figura de moralidade, justiça e combate à corrupção. No entanto, à medida que novas informações surgiram, a sua imagem começou a ruir. A descoberta dos vídeos e as acusações de abuso de poder e agressão física a colegas e subordinados, especialmente no período em que era juiz em Curitiba, mostram um lado sombrio que até então não havia sido exposto ao público. O ex-juiz, que ganhou fama como o “Moro Justiceiro”, agora se vê em um turbilhão de escândalos que ameaçam abalar sua carreira política.

    Moro na Justiça foi 'gol de placa' de Bolsonaro e 'jogo arriscado' para o  juiz, avalia cientista político - BBC News Brasil

    Após a morte de Nadja Abd el Farra, um outro fato impactante aconteceu: Dieter Bohlen, ex-companheiro de Nadja e figura chave na vida dela, também se pronunciou publicamente. Sua declaração, em que lamenta profundamente a morte de Nadja e fala sobre o passado deles, surpreendeu o público, gerando reações mistas. A especulação em torno do silêncio de Bohlen, especialmente por ele nunca ter falado sobre a relação antes, gerou uma onda de perguntas sobre o que realmente aconteceu entre eles e se isso poderia ser comparado a outros casos envolvendo figuras públicas.

    As Movimentações Políticas e a Possível Intervenção de Ciro Nogueira

    Em paralelo a essas revelações sobre o passado de Moro, a política brasileira também foi afetada. Ciro Nogueira, presidente da Federação União Brasil e do PP, foi até o Paraná em uma tentativa de barrar a candidatura de Moro ao governo do estado, mesmo o ex-juiz liderando as pesquisas. Nogueira, aliado do presidente Bolsonaro e com um histórico de controvérsias políticas, é uma figura central nesse jogo de poder. A preocupação de Nogueira é clara: garantir que a candidatura de Moro não interfira na aliança política em vigor, especialmente com Ratinho Júnior, atual governador do Paraná, que não vê Moro com bons olhos.

    A interferência de Ciro Nogueira, aliado ao Partido Progressista, sugere que o futuro político de Moro está longe de ser garantido. As movimentações de bastidores envolvendo a elite política de Brasília são complexas, com muitas alianças e traições silenciosas. A questão que fica é: o que está por trás dessas tentativas de sabotar a candidatura de Moro? E qual é o verdadeiro objetivo dessas movimentações?

    O Mistério do “Futuro de Moro” e a Reação do Público

    A grande questão agora é o futuro de Sérgio Moro. Ele pode ser preso se as acusações contra ele forem comprovadas? Ou será que ele conseguirá se reerguer mais uma vez, como já fez em outras fases de sua vida? A população brasileira está dividida. Muitos defendem que ele deve ser responsabilizado por seus atos, enquanto outros ainda acreditam que Moro é um herói da luta contra a corrupção, e suas ações passadas devem ser analisadas de forma mais contextualizada.

    No entanto, as investigações continuam, e novas evidências podem surgir. O vídeo da “Festa da Cueca” e os depoimentos das testemunhas, como Luciana Bauer, podem ser a chave para esclarecer se Sérgio Moro realmente usou sua posição de poder para manipular situações e prejudicar a vida de outras pessoas.

    As razões de Moro para aceitar ser ministro da Justiça de Bolsonaro - BBC  News Brasil

    Conclusão: O Legado de Sérgio Moro e a Busca por Justiça

    O caso de Sérgio Moro, assim como muitos outros escândalos no Brasil, mostra a complexidade das figuras públicas e a linha tênue entre heroísmo e vilania. À medida que as investigações continuam, o público será desafiado a questionar tudo o que achava saber sobre ele. E, enquanto isso, a política brasileira continua a ser moldada por movimentos de poder, alianças e traições silenciosas.

    Será que a verdade sobre Sérgio Moro virá à tona, ou ele conseguirá escapar das consequências de seus atos passados? O que podemos afirmar com certeza é que, no Brasil, a verdade é muitas vezes mais difícil de alcançar do que parece, e o futuro de Moro continua envolto em mistério e incerteza.

  • PÂNICO NO CÁRCERE! LÍDER PRESO REJEITA COMIDA, ESPOSA É CERCADA PELO PRÓPRIO CLÃ E MALA MISTERIOSA DESAPARECE!

    PÂNICO NO CÁRCERE! LÍDER PRESO REJEITA COMIDA, ESPOSA É CERCADA PELO PRÓPRIO CLÃ E MALA MISTERIOSA DESAPARECE!

    A manhã de terça-feira começou como qualquer outra no Complexo Federal de Alta Segurança de Santa Esperança, mas rapidamente se transformou em um dos episódios mais caóticos já registrados desde a criação da penitenciária. O ex-líder político Rafael Borlani, condenado por corrupção massiva e atentado à ordem democrática, protagonizou uma cena que deixou agentes penitenciários em choque: ele recusou a bandeja de comida, arremessou o prato contra a parede da cela e declarou estar sendo envenenado. A partir desse momento, um colapso em cadeia começou a se formar dentro e fora do presídio.

    Segundo relatos exclusivos obtidos por nossa equipe, Borlani passou a madrugada inteira gritando, exigindo exames, acusando funcionários e até mesmo seus próprios aliados políticos de conspirarem para “silenciá-lo para sempre”. O episódio começou por volta das 5h32 da manhã, quando ele bateu com força na grade de metal e chamou dois agentes, alegando que “a cor da sopa estava diferente”. Os agentes tentaram acalmá-lo, mas o ex-líder continuou em estado de absoluto descontrole.

    As autoridades, já acostumadas com o temperamento explosivo de Borlani, inicialmente trataram o incidente como mais um surto comum. Entretanto, o que ocorreu logo depois provou que algo muito maior estava em curso. Sua esposa, Mirella Borlani, que vinha mantendo uma postura firme diante das investigações e das divisões internas de sua família, foi surpreendida ao chegar em sua própria casa: seu clã político, antes tão unido, a cercou e exigiu respostas sobre uma mala desaparecida.

    Essa mala, segundo fontes próximas, teria sumido exatamente na noite anterior ao episódio no presídio. Continha documentos que poderiam comprometer figuras poderosas — documentos que, curiosamente, Mirella afirmou não saber onde estavam. Integrantes da família Borlani, no entanto, não acreditaram. Para eles, a mala não desapareceu por acaso: ou havia sido roubada, ou Mirella estava escondendo algo.

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    A tensão dentro do clã se tornou tão grande que vizinhos relatam ter ouvido discussões até altas horas da madrugada. Gritos, portas batendo, ordens contraditórias e frases como “você vai destruir tudo!” ecoaram pelas paredes da mansão. Quando uma viatura passou em frente ao local, vários familiares correram para dentro, como se temessem serem vistos.

    Ao mesmo tempo, agentes penitenciários lidavam com o comportamento cada vez mais errático de Rafael Borlani. Ele se recusava a beber água, rejeitava até comprimidos de rotina e afirmava que os médicos estavam “a serviço dos traidores”. Um enfermeiro relatou, sob anonimato, que Borlani chegou a acusá-lo de trocar sua medicação por um sedativo ilegal. Nada disso se comprovou, mas a tensão aumentava a cada minuto.

    A situação tomou um rumo ainda mais surpreendente quando, no meio da tarde, um vigarista profissional, conhecido no submundo como “O Minguado”, entrou em cena. Preso no mesmo complexo, ele teria dito a outros detentos que sabia exatamente onde estava a mala desaparecida — e que pretendia usá-la como moeda de troca para reduzir sua própria pena. A informação se espalhou como fogo dentro da prisão.

    “O Minguado” nunca perdeu a chance de lucrar com o caos. Mais tarde, circulou o boato de que ele havia mandado recados cifrados para comparsas do lado de fora, afirmando que agora “tinha o jogo nas mãos”. Agentes fizeram várias revistas em sua cela, mas nada foi encontrado. Ainda assim, o nome do vigarista entrou no centro da crise, adicionando um elemento explosivo que ninguém esperava.

    Enquanto isso, os advogados de Rafael Borlani tentavam desesperadamente retomar o controle da narrativa. Convocaram uma entrevista coletiva, acusaram o sistema carcerário de tratamento desumano e sugeriram que seu cliente estava sofrendo “perseguição psicológica”. Para completar o drama, Mirella não compareceu ao evento — algo extremamente raro. Sua ausência alimentou ainda mais rumores de que a família estava rachada ao meio.

    De acordo com pessoas próximas à primeira-dama deposta, Mirella estaria sofrendo pressão de todos os lados: de aliados políticos, da imprensa, dos próprios familiares e até de antigos apoiadores que agora exigiam “explicações”. A maior parte dessa pressão girava em torno da mala desaparecida — um objeto simples, de couro marrom escuro, mas que parecia carregar segredos capazes de derrubar carreiras inteiras.

    Fontes afirmam que Mirella passou a manhã trancada em seu quarto, deixando seu celular desligado e recusando contato até mesmo com sua assessora mais próxima. Quando finalmente saiu, estava pálida, com os olhos vermelhos de tanto chorar. Ela teria dito apenas uma frase: “Eu não posso proteger todos vocês ao mesmo tempo.” A frase, vazada posteriormente à imprensa, tornou-se combustível para ainda mais especulação.

    No final da tarde, o caos já era completo. Borlani continuava sem comer, “O Minguado” continuava se vangloriando de possuir informações secretas, e Mirella lutava para manter sua casa — e sua vida — de pé. A polícia federal passou a monitorar movimentações suspeitas em diferentes estados, temendo que o desaparecimento da mala pudesse desencadear uma corrida por queima de arquivos, chantagens e até atentados internos.

    Apesar de todos os esforços, até o fechamento desta edição, a mala continuava desaparecida, Borlani seguia em estado de paranoia extrema e Mirella permanecia isolada. O país assistia a tudo como se fosse uma novela de tensão contínua, mas a verdade é que ninguém — nem mesmo os envolvidos — parecia entender onde aquela espiral de loucura ia terminar.

    Foto: Bolsonaro 'em pânico' e Michelle dispensando ...

    A única certeza é que o caso Borlani está longe de acabar. Cada nova testemunha adiciona uma peça conflitante ao quebra-cabeça, cada vazamento surge com ainda mais mistério, e cada gesto dos personagens centrais alimenta teorias cada vez mais perigosas. De dentro da cela, Borlani segue proclamando que é vítima de uma conspiração monumental. De fora, Mirella tenta sobreviver ao cerco de amigos e inimigos que se misturam sem aviso.

    E, no meio disso tudo, a pergunta que ecoa é a mesma:
    Onde está a mala desaparecida?
    E mais importante — o que ela esconde?

     

  • PF PEGA PROVA-CHAVE PRA PRENDER FLÁVIO BOLSONARO POR LIGAÇÃO COM FACÇÕES!! THIAGO É PERSEGUIDO!!!

    PF PEGA PROVA-CHAVE PRA PRENDER FLÁVIO BOLSONARO POR LIGAÇÃO COM FACÇÕES!! THIAGO É PERSEGUIDO!!!

    Ó, primeiro eu vou falar aqui de uma perseguição que eu tô sofrendo, coisa até meio pessoal. Quem não quiser ver, pula aí um ou dois minutos do vídeo, aí depois, no final do vídeo, eu falo um pouquinho mais. Eh, teve um processo aí em que várias matérias aí na imprensa saíram ali, ó, tem mandado de prisão contra o Thiago dos Reis.

    Era um processo de pensão alimentícia que o meu pai, meu pai, se você não sabe, ele já tentou assassinar a minha mãe, a minha irmã, uma pessoa bem tóxica. E ele moveu contra mim, contra a minha irmã. No processo, a gente mostrou ali que ele não precisa de pensão alimentícia. Quem não sabe, pensão alimentícia não é só de pai ter que pagar pros filhos também.

    Eh, também filhos pagar pros pais caso eles não tenham nada. Só que a gente mostrou na justiça que ele não precisa, que ele tem casa, ele tem emprego, ele inclusive é empresário, ele não precisa. Porém, o juiz não quer saber. O juiz vê lá o nome Thago dos Reis. E o juiz me ferrou em absolutamente tudo.

    Flávio e Carlos Bolsonaro visitam o pai na PF - 25/11/2025 - Brasília Hoje  - Folha

    Todos os advogados que viram esse processo falaram que olha, é inacreditável o que tá nesse processo. É perseguição pura. OK? Aí conseguimos aí reverter isso. Matérias aí em vários veículos, até veículos que se dizem de esquerda, eles se recusam a tirar a matéria dizendo que tem mandado de prisão contra mim, porque não tem.

    E aí o juiz soltou uma decisão que não tá em segredo de justiça. É por isso que eu posso falar aqui, que diz o seguinte: “Penhora aí todas as minhas contas, penhora até a monetização aqui dos canais de YouTube, de outras redes sociais, penhora um monte de coisa da minha irmã também em detrimento do meu pai”.

    Só que a gente mostrou pro juiz que o meu pai ele falsificou documentos meus para abrir uma conta no Nubank para pedir empréstimo no meu nome para roubar dinheiro meu e coisas do tipo. Isso foi comprovado. Tem uma sentença contra os bancos que deixaram que isso acontecesse mostrando isso. O isso causa, se você não sabe, no poder judiciário, algo chamado indignidade.

     

    Se o pai é indigno, o filho, não importa a circunstância, não é obrigado a pagar pensão para ele. O juiz simplesmente ignorou. Por quê? Porque ele vê o nominho retiago dos Reis. E aí ele vai lá e vai para cima de mim. Esse é o tipo, é só uma das perseguições que nós enfrentamos aqui no Plantão Brasil, tá? Só uma, fora as várias e várias e várias outras.

    Depois lá pro fim do vídeo eu falo um pouquinho mais sobre isso. Agora vamos falar aqui sobre Flávio Bolsonaro. Deu ruim aí pro Flávio Bolsonaro, viu? A Polícia Federal na decisão do Alexandre de Moraes em que ele prendeu o aliado do Flávio Bolsonaro, que é o Rodrigo Bacilar, vou até mostrar que não não apenas uma, eles têm centenas de fotos juntos porque um frequentava a casa do outro, inclusive quando ia pra Brasília, às vezes ele se hospedavam ali, eh, no mesmo local.

    E aí você fala: “Que coisa, hein? Que coisa!” O Rodrigo Barcelar foi preso na decisão. O Alexandre de Moraes cita o Cláudio Castro, mas ele também cita ali outros operadores ali do Comando Vermelho. Uma das pessoas citadas é um secretário do Cláudio Castro. Vou te mostrar aqui. Ah, aqui o bacelário Flávio Bolsonaro, ó, na casa deles. Felizes aí, ó.

    Tem várias fotos esse dia. Estavam bem felizes os dois juntos nesse dia. Tem várias fotos de várias e várias e vários dias em que os dois estavam juntos. Porém, tem um secretário que é o Gutemberg Fonseca, secretário do esporte do Cláudio Castro. amigo do Flávio Bolsonaro e que foi indicado a pedido do Flávio Bolsonaro, tá? Isso aqui, se esse é o Gutemberberg Fonseca, atual secretário de esporte do Rio de Janeiro.

    Segundo aí a Polícia Federal descobriu, ele teve um encontro com um dos membros do comando vermelho para tratar aí de dar apoio político ao comando vermelho em tal local. O membro do Comando Vermelho chegou a pedir ali para que ele tirasse o BOPE de determinada área, que eles tinham ali uma boca, alguma coisa ali que eles tinham naquela região e eles pediram para tirar o BOPE, o que depois teve um agradecimento do membro do CV dizendo obrigado.

    Então tiraram o BOP e colocaram ali a polícia militar normal. O BOP tem fuzis, tudo mais. Polícia militar que tem revolvinho assim pequeno, eh, fica mais difícil pra polícia lutar com os traficantes. Aí você fala: “Caramba, esse cara não foi demitido, atual secretário.” Você vai achar várias matérias na imprensa mostrando que ele foi indicado como secretário do esporte a pedido do Flávio Bolsonaro.

    O Gutemberg Fonseca não é da confiança total do Cláudio Castro, aquele que ele colocou porque ele confia, não. secretário do esporte, como a extrema direita não liga muito para esporte, essas coisas, então ele colocou ali um dos cargos ali que para um aliado indicado, OK? Só que o Gutemberg Fonseca, ele foi indicado pelo Flávio Bolsonaro porque tinha um outro secretário do Cláudio Castro que teve que ser exonerado.

    Por quê? Porque esse outro secretário do Cláudio Castro tava com a Polícia Federal na cola dele. Sabe quem é? Vou mostrar aqui. Tá aqui no evento ao lado do governador. Esse aqui é Alessandro Carracena. Ele era secretário de direitos do consumidor. Outra coisa que essa direita não tá nem aí, são direitos do consumidor. O Carracena, advogado.

    O Carracena, ele foi indicado ali pelo Cláudio Castro em 2022 para ser secretário de de defesa do consumidor. E isso saíram matérias na época dizendo isso foi amando do Flávio Bolsonaro. Fala, hum, tá? Então esse cara é da confiança do Flávio Bolsonaro. Sim. E o Gutemberg, eh, que Fonseca, ex-árbitro, que, eh, se encontrou com membro do Comando Vermelho e ajudou ali de alguma maneira o Comando Vermelho também é da confiança do Flávio Bolsonaro.

    Sim, segundo conversas da que a polícia tem, né, ele ele teria ajudado. OK. E aí o que aconteceu com esse Carracena? O Carracena foi preso, ele está preso nesse exato momento e as autoridades estão buscando com ele uma delação premiada. Imagine que o Flávio Bolsonaro tá se tremendo todo nesse exato momento. Delação premiada. Por quê? Thiago foi preso.

    Por quê? porque ele também vazava operações para membros do comando vermelho. E aí ele instruía a facção sobre como eles poderiam ali se beneficiar e não apenas eh fugir, mas até se beneficiar ali de operações. Esse falou o quê? É, tá preso ele e ele aí movimentava muito dinheiro da facção e ajudava a facção dessas maneiras, sendo que ele era secretário do Cláudio Castro.

    Aí quando você lembra, você já vai ver que já são três secretários no mínimo do Cláudio Castro, dois indicados pelo Flávio Bolsonaro diretamente, que tem ligações com Comando Vermelho, que você tem ali o Gutemberg que se encontrou de acordo com conversas, você estav se perguntando: “Mas por que que não prenderam ainda esse secretário do esporte?” Eu vou te dizer porque se aprender com base em conversas, não, a polícia não faz isso hoje.

     

    Não é Lava-Jato que eles pegavam uma coisinha ali e tal, já aprendia, não. Então estão deixando, até porque o cara que tá solto vai acabar produzindo provas contra si mesmo. Por quê? Porque se muita gente graúda tá sendo presa, que que acontece com os outros que não estão presos? Eles precisam de alguma maneira manter a roda do negócio girando.

    Por e eles continuam, vamos lembrar, o tráfico de drogas continua, então continua entrando dinheiro, eles continuam tendo dinheiro que eles têm que lavar. Então eles continuam tendo que cometer o crime. Só que agora eles não têm muitas maneiras de lavar dinheiro porque a Polícia Federal tá indo para cima. Fechou a refinaria que o Cláudio Castro tentou reabrir, fechou ali postos de gasolina, fechou usina, fechou um monte de coisa que o PCC usava para lavar dinheiro, bloqueou bens, bloqueou ativos, aí ficou ruim. Então os o os membros da da

    organização criminosa acabam tendo ali que cometer o crime de novo. Pera aí que eu vou colocar aqui a bandeira do Brasil atrás de novo. Voltou a bela bandeira do Brasil. Pois bem, e aí você pensa, o quê? Então você tem três, eu tenho o Gutemberg, tem esse aí, Carracena, que tá preso e o outro secretário do Cláudio Castro era o secretário de presídios.

    Eu nunca imaginei que um governo estadual teria secretário de presídios. Você consegue imaginar se o Lula tivesse um ministro dos presídios? Pois bem, o Cláudio Castro tinha o secretário de presídios do Cláudio Castro, ele foi pego saindo ali, ajudando um membro do Comando Vermelho a sair pela prisão pela porta da frente.

    Você vai falar: “Ah, mas Thiago, quando a justiça manda soltar o cara, pode sair pela porta da frente”. Não, não tinha ordem de soltura. Não tinha ordem de prisão contra o cara. Com vocês aí a matéria da Globo da época, tá? Dia 27 de julho, deixou o presídio Vicente Pirajibe, do complexo de Bangu, pela porta da frente. Essas imagens mostram a abelha deixando a cadeia.

    Durante a caminhada até a portaria principal, um carro para para cumprimentá-lo. O carro é oficial, tem escolta e estava à disposição do secretário Rafael Montenegro. O problema é que Wilton Carlos deixou a cadeia com o mandado de prisão em aberto. O RJ2 teve acesso a esse e-mail enviado no dia 15 de julho, ou seja, 12 dias antes da soltura de abelha.

    Nele, a terceira vara criminal da capital encaminhou pro gabinete do secretário de administração penitenciária o novo mandado de prisão expedido contra o traficante. A Políter, a divisão de capturas da Polícia Civil também foi consultada e também informou do mandado de prisão em aberto. Mesmo assim a abelha foi solto. Fala, soltaram o cara pela porta da frente com mandado de prisão em aberto, sendo que tinha um ofício pro pro cara que foi lá apertar a mão dele dizendo: “É, é para prender esse traficante”.

    e soltaram o traficante pela porta da frente. Ainda foi lá, ele foi lá, quer dizer, de todos os locais em que ele poderia estar na vida dele, ele estava ali dentro do presídio, no momento em que o cara estava fugindo pela porta da frente. Para quê? Para ele apertar a mão do traficante e falar: “Ó, você foi solto graças a mim”.

    Aí você v o quê? Rio de Janeiro, isso foi em 2021, tá? O Cláudio Castro já era governador. Exonerou o cara? Não exonerou. Só exonerou meses depois por coisas políticas, né? Não por por conta disso. Eles falar o quê? Então são três aí já ligados diretamente, só que dois deles são indicações diretas do Flávio Bolsonaro.

    Aí você fala: “Ih, a coisa vai ficar feia pro Flávio Bolsonaro”. O Flávio Bolsonaro, ele tem uma uma ligação bem íntima com o Carracena que tá preso. Por quê? Porque segundo aí matérias na imprensa, quando o Carracena vai à Brasília, ele se ia, né? agora tá preso. Ele se hospedava na mansão do Flávio Bolsonaro. E o Flávio Bolsonaro, apesar de ter comprado inúmeros imóveis do Rio de Janeiro, quando ele ia o Rio de Janeiro, ele se hospedava na mansão do Carracena.

    El fala o quê? O Flávio Bolsonaro, senador da República, ele não se hospeda em casa própria, não? na mansão do cara, advogado, amigo dele, secretário de estado, fala o que agora preso por ter ligação com facção criminosa. Qual é a chance de um político ele fazer duas indicações num governo? E as duas indicações que ele fez ao governo tem ligações diretas com traficantes, mas esse político não tem.

    Ou esse político ele é muito ingênuo e aí não serve para ser político, né? que é o caso aí, caso o Flávio Bolsonaro seja 100% inocente, porque olha só, tá cercado de criminosos, você não vê que os caras são criminosos. E e você pode indicar qualquer pessoa do mundo pro cargo, porque você ajudou o governador a se eleger, porque você tinha votos que você é filho do Bolsonaro.

    E aí você indica justo alguém que tem ligação com facção criminosa. É muito estranho. Mas aí a faz isso duas vezes. Hum. Então, prepara aí que a Polícia Federal tá indo para cima de todo esse pessoal aí, tá? Então, a mesma investigação aí que tá com o Alexandre de Moraes tá pegando. Alexandre de Moraes já citou o Cláudio Castro, citou o secretário dele, citou o TH Joias na decisão que prendeu o Rodrigo Barcelar.

    E agora, segundo aí saiu, saiu matéria na Globo, não se sabe se o Rodrigo Barcelar vai ser solto. Como assim, Thaago? Tem chance dele ser solto? Infelizmente tem. Por quê? Porque para prender uma autoridade no Brasil, um deputado federal, as excelências quando são presos ou presas, eh, tem que ter uma votação no Congresso, no caso na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, para ver se mantém ou não a prisão dele.

    Só que essa votação é aberta. Quem é que vai querer se expor para soltar o Rodrigo Bacelar, o cara que tem ligação com facção criminosa? Quem é que vai querer se expor? Vamos falar aqui, estamos a 10 meses da eleição. O o deputado vai querer se expor, pô, tava ajudando a soltar o faccionado ali, não vai, né? Mas não vai mesmo.

    Então, veja, então aí só que por outro lado tem deputado com rabo preso, que se não ajudar o amiguinho, o amiguinho quanto quanto mais tempo ele ficar preso, maior a chance dele fechar uma delação. Porque o amiguinho com eu falo amiguinho comparsa de crime, que é o bacilar, sabe? Pô, pera aí, não vão prender só a mim, não. Eu vou abrir o bico e vou delatar todo mundo.

    O que acontece é o seguinte, vai a a assembleia tem 45 dias para tomar essa decisão e aí saberemos quem é quem. Então, segundo aí saiu matéria na na Globo também e tal de gente que consultou parlamentares em off e eles falou: “O placar vai ser bem apertado, não dá para cravar que ele vai ser solto.

    ” Assim que foi preso o bacelar, o que se falava lá, não vai ser solto, foi preso, mas vai ser solto. Agora não. Agora os parlamentares são com medo dos desdobramentos, porque cada parlamentar que voltar para soltar esse cara, é um parlamentar que tá colocando um alvo na própria testa. Por qu, Thago? Porque o Alexandre de Moraes e a Polícia Federal vão olhar, pô, pera aí, que que você tá querendo soltar esse cara? Não tem motivo, porque se você pensar o motivo na Constituição para que deputados quando são presos tenha que ter uma votação para definir se eles ficam

    presos ou não, é para poder ali para poder que os parlamentares tirem qualquer dúvida de que, ah, tá tendo perseguição contra fulano. Quem imagina eh na época da ditadura, por exemplo, a ditadura ia lá, se alguém quisesse fazer uma ditadura novamente, vai lá e prende um deputado porque não gosta dele, tá? Aí o Congresso Nacional que é são eleitos pelo povo, vai ver, pô, pera aí, mas essa prisão foi injusta, essa prisão foi irregular, vamos soltar esse cara porque não é assim que funciona, tá? Agora esse é diferente de, olha, eu vou

    soltar porque é meu amigo, aí não não dá não, que é o que a extrema direita faz geralmente. Só que a extrema direita faz isso quando parlamentares são presos por crimes ali que eles estão ameaçando as instituições, tudo mais, que para extrema direito isso não é nem não é nem crime, né? Eles gostam disso.

    Aí é outra coisa, e o Congresso Nacional sabe que boa parte da população, até gente que não é de extrema direita, até gente aí que é de centro, que é moderada, releva ataques às instituições. Tanto é que eu falei aqui, acertadamente a a equipe do Lula acabou tomando esse caminho. Eu falei: “Olha, o Lula não pode ir pelo caminho de ficar falando: “Olha, goste de mim porque eu defendo a democracia.

    Olha, vamos fazer nessa eleição uma eleição de democracia contra autoritárias. Você vai perder. A pessoa não tá nem aí paraa democracia. Essa é a verdade. As pessoas não estão nem aí. As pessoas relevam. Tanto é que o plano Tarciso ali, eu falei desde o comecinho que era aí, ó, você viu que tudo que eu falei aconteceu e era manter o Bolsonaro preso só por golpe de estado, porque eles sabem, eles têm pesquisas mostrando isso, que a população moderada, até muitos que votaram no Lula, relevam acusação de golpe de estado. Releva

    assim, ah, não gosto, mas o Tarciso prometer indulto pro Bolsonaro, por isso para mim não tem problema. já roubo de dinheiro público e outras coisas aí não, a população não perdoa. Ligação com facção criminosa, a população não perdoa mesmo. Então ficou assim pros deputados, pô, pera aí, ligação, facção criminosa e é pesado, hein? Então, no primeiro momento veio aquela, ah, tá, vamos minimizar.

    Aí depois veio o BAC que foi pô, 45 dias vão ser achincalhadas nas redes sociais e pior, a Polícia Federal vai olhar voto por voto. Por que que esse cara votou para ajudar o cara? A prisão dele não foi ilegal, a prisão dele não tem perseguição. A prisão dele tem todos os elementos que precisam para uma prisão preventiva.

    Flávio diz que Bolsonaro está “inconformado” com a prisão por suposta fuga

    Tem provas de que ele ajudou ali o TH Joias a fugir. Tem provas de que ele vazou a operação. Então, se você tem prova de que o cara vazou operação e não estamos falando aqui de uma operação, novamente quando se trata da extrema direita, ah, uma operação contra um golpista que para eles não é nem crime, vamos relevar, finge que não, né? Não, não é prova nenhuma, porque ajudar o cara a fugir de uma perseguição, não é assim que é o discurso deles, a gente sabe, não é esse esse caso. Esse discurso não cabe.

    Aí e você ajudou um faccionado que ia fugir, ficou difícil aí, amiguinho, bacelar. É assim que os deputados vão eh tão tão aí mandando pros advogados dele, provavelmente via advogados, via quem vai visitá-la na lá na prisão os recados que, ó, tá difícil te ajudar, viu? Só que o problema, o Barcelinho para todo mundo, ó.

    A casa vai cair, mas não vai cair só para mim, não, vai cair para todo mundo. Então tá muita gente aí se se tremendo, porque o Alexandre de Moraes falou que ia atrás do núcleo político e nós tivemos desdobramentos muito antes esperado. Olha, quando teve a aquela operação lá contra o comando vermelho do Cláudio Castro, a gente não imaginava que um mês depois o presidente da Assembleia Legislativa estaria preso por ligação com aquela mesma facção criminosa e que o Cláudio Castro seria citado na na negócio. Tá ruim, tá bem

    ruim. Veremos o que vai acontecer. Eu peço sua inscrição no canal. Eh, peço aí para quem se incomodou, desculpa aí pelo meu desaba desabafo no começo, mas é importante os plantonistas saberem que tem muita perseguição. Essa perseguição que eu tô citando é desde 2020, tá? Desde a pandemia. E, e olha, é o processo que a gente provou tudo tudo tim por tim. Eh, eu vou falar.

    E o juiz não quer saber não. O juiz é lá o nome Thago e ele não quer saber. E aí vai pra segunda instância, reverte, só que aí depois muda quem é o desembargador. A mesma coisa acontece. mudam os desembargadores. Desembargador não quer saber, ignora tudo, tudo, tudo, tudo que você põe lá. Por quê? Porque é perseguição pura e crua.

    Peço aí sua sua inscrição no canal. Seguimos aqui na luta. Falou. M.

  • O sorriso que conquistou o Brasil esconde um lado sombrio e doloroso que ninguém ousou contar. Aos 22 anos, Maisa Silva, a eterna menina prodígio do SBT, carrega cicatrizes emocionais invisíveis que nasceram da pressão insuportável de crescer sob os holofotes. As revelações são de partir o coração: a ansiedade paralisante que a consumiu, a cobrança estética brutal na adolescência e a perda gradual da privacidade, transformando sua infância em um evento monitorado pelo país. Descubra agora o preço chocante da fama precoce e por que essa história vai mudar completamente sua visão sobre o sucesso. Clique no link nos comentários para ler a investigação completa e o impacto real da TV na vida da nossa estrela.

    O sorriso que conquistou o Brasil esconde um lado sombrio e doloroso que ninguém ousou contar. Aos 22 anos, Maisa Silva, a eterna menina prodígio do SBT, carrega cicatrizes emocionais invisíveis que nasceram da pressão insuportável de crescer sob os holofotes. As revelações são de partir o coração: a ansiedade paralisante que a consumiu, a cobrança estética brutal na adolescência e a perda gradual da privacidade, transformando sua infância em um evento monitorado pelo país. Descubra agora o preço chocante da fama precoce e por que essa história vai mudar completamente sua visão sobre o sucesso. Clique no link nos comentários para ler a investigação completa e o impacto real da TV na vida da nossa estrela.

    O Preço Insuportável da Fama: Aos 22 Anos, Maisa Silva Revela as Cicatrizes Invisíveis, a Ansiedade e a Pressão Brutal que Quase Partiram Seu Coração

     

    O Brasil a viu crescer. Do carisma inconfundível no palco de Silvio Santos aos sucessos como atriz e apresentadora, Maisa Silva sempre foi sinônimo de talento precoce, espontaneidade e sucesso. No entanto, por trás daquele sorriso marcante que cativou milhões, existe uma narrativa muito mais complexa e dolorosa, repleta de pressões insuportáveis, perdas profundas e batalhas emocionais que a maioria do público jamais imaginou. Aos 22 anos, a trajetória de Maisa não é apenas uma história de glória na televisão, mas um testemunho pungente sobre o preço altíssimo da fama na infância e o peso de carregar cicatrizes invisíveis desde muito jovem.

    Esta é uma investigação detalhada sobre o lado obscuro e pouco conhecido da vida de uma das maiores estrelas infantis do Brasil. É um mergulho na trajetória que moldou a mulher independente e determinada que vemos hoje, mas que revela o impacto da ansiedade, da cobrança estética e do afastamento doloroso do que se pensava ser seu lar profissional.

    A Menina Prodígio Sob os Holofotes

    A história de Maisa Silva no entretenimento começa em um momento em que a maioria das crianças está apenas descobrindo o mundo: aos três anos de idade. Nascida em São Paulo, ela demonstrou uma combinação rara de carisma e inteligência emocional, capturando a atenção de todos ao seu redor. Aos cinco anos, sua vida mudou radicalmente com a participação icônica no programa Silvio Santos, que a transformou em uma estrela nacional.

    A espontaneidade de Maisa era seu maior diferencial. Ela conseguia equilibrar a naturalidade de uma criança com uma perspicácia inesperada, respondendo às brincadeiras do “Patrão” de maneira rápida e inesperada, o que gerava momentos de pura magia televisiva. Essa habilidade de improviso e a maturidade incomum para sua idade fizeram com que Silvio Santos apostasse firmemente em seu potencial, oferecendo-lhe oportunidades cada vez maiores e mais desafiadoras.

    De 2007 em diante, o público brasileiro passou a acompanhar cada passo de seu desenvolvimento, desde os primeiros gestos da infância até as manifestações de opinião sobre o mundo. Maisa deixou de ser apenas uma criança talentosa para se tornar um verdadeiro ícone cultural, uma figura capaz de unir diferentes gerações em torno de sua imagem. A infância, vivida sob as lentes das câmeras, foi um período de aprendizado intenso e exposição constante, que exigiu dela uma adaptação precoce a uma rotina diferenciada, repleta de gravações e interações com adultos, moldando seu caráter e sua forma de encarar desafios desde muito cedo.

    O Peso da Coroa: Transição e Expansão de Carreira

    A consolidação de Maisa como artista multifacetada veio com sua transição da apresentação para a atuação. Após se destacar nos quadros de Silvio Santos, ela recebeu o papel de Valéria Ferreira na novela Carrossel. O sucesso da novela foi estrondoso, gerando produtos, shows e filmes. Maisa não só mostrou versatilidade ao interpretar uma menina mimada e travessa de forma autêntica, como também expandiu seu repertório artístico, aprendendo a se portar diante de diferentes formatos de produção.

    Paralelamente, sua carreira se expandiu para o cinema, participando de títulos como Tudo por um Popstar e Cinderella Pop. Esses papéis exigiam interpretação, música e dança, permitindo que ela mostrasse um amadurecimento artístico consistente.

    De volta à televisão, ela se consolidou também como apresentadora com o Programa da Maisa, onde conduzia entrevistas e desafios, fortalecendo uma relação direta e afetiva com o público. No entanto, esse sucesso precoce e constante não veio sem um custo emocional profundo, que se manifestou de formas que o público não tinha acesso.

    O Preço Oculto: A Batalha Contra a Ansiedade e o Julgamento Estético

    O que poucas pessoas conseguem imaginar é o cenário de pressão psicológica que se formou ao redor de Maisa. Desde muito jovem, ela precisou lidar com a responsabilidade de ser constantemente observada, avaliada e admirada por milhões de pessoas, uma pressão que se torna um peso psicológico quase insuportável para uma criança ou adolescente.

    As expectativas eram elevadas, vindo da emissora, do público e da sociedade em geral. Cada gesto ou atitude tinha o potencial de gerar elogios e, principalmente, críticas imediatas, afetando sua confiança e percepção de si mesma. Foi nesse ambiente que Maisa enfrentou a ansiedade em diversos momentos, uma sensação que se tornou quase paralisante, interferindo em suas atividades diárias, estudos e até mesmo em sua segurança.

    O ambiente digital e as redes sociais amplificaram essa dor. Comentários negativos, críticas sobre sua aparência ou performance se acumulavam constantemente, gerando uma pressão invisível, mas muito real, que exigia dela resiliência e autocontrole desde cedo.

    A cobrança estética se tornou um desafio contínuo e brutal. Crescer diante das câmeras significava que cada mudança natural de seu corpo, voz ou expressão facial era observada, comparada e, muitas vezes, criticada. Isso forçou Maisa a desenvolver uma consciência precoce de que sua aparência não poderia definir seu valor. A luta para construir autoestima e o apoio familiar e profissional foram essenciais para ajudá-la a não internalizar julgamentos e manter o equilíbrio emocional.

    Além disso, ela precisou se tornar um modelo para outras crianças e adolescentes, equilibrando a própria autenticidade com a expectativa externa de ser uma figura que inspira e ensina. Essa responsabilidade a obrigou a amadurecer rapidamente, enfrentando dilemas e prioridades que a maioria só encara na vida adulta. Contudo, essa vivência precoce também lhe proporcionou sabedoria e empatia, permitindo-lhe se tornar uma voz importante ao falar sobre vulnerabilidades e saúde mental.

    A Perda da Liberdade e a Infância Monitorada

    Com apenas 22 anos, Maisa possui fortuna milionária. Saiba o valor! - CARAS  Brasil

    Crescer sob os holofotes representou para Maisa uma experiência única, mas com a marca indelével da perda de privacidade. Desde a infância, cada gesto e fase de seu crescimento eram registrados e comentados por milhões, transformando situações cotidianas e naturais em eventos públicos.

    Experiências comuns, como brincar com amigos, passear ou explorar hobbies, eram constantemente monitoradas e analisadas, limitando a espontaneidade e a sensação de liberdade que uma criança normalmente teria. A confiança nas relações pessoais precisava ser calibrada, com o risco constante de que fofocas ou o interesse de terceiros interferissem na dinâmica de amizade e convivência.

    Cada mudança física ou estilo de roupa era potencialmente comentada publicamente, gerando ansiedade e insegurança. A necessidade de desenvolver mecanismos de proteção psicológica, como a autoconsciência e a capacidade de filtrar críticas, tornou-se um aprendizado fundamental para lidar com a fama de forma equilibrada. A infância e a adolescência de Maisa foram vividas por lentes diferentes, constantemente sob avaliação, o que tornou suas experiências mais intensas e, em muitos aspectos, diferentes daquelas vivenciadas por crianças comuns. Essa realidade a ensinou sobre preservação da intimidade e a importância de delimitar fronteiras entre a vida pública e a privada, habilidades que foram vitais para sua estabilidade emocional futura.

    A Grande Virada: O Adeus ao SBT e a Reinvenção

    Em 2020, Maisa Silva tomou uma das decisões mais corajosas e significativas de sua carreira: a saída do SBT. Depois de mais de 15 anos na emissora que foi sua casa desde a infância, ela optou por encerrar esse ciclo em busca de novos caminhos que lhe garantissem maior autonomia e liberdade criativa.

    Deixar para trás o ambiente que a lançou ao sucesso e as relações afetivas construídas ao longo de anos exigiu coragem e reflexão profunda. No entanto, a transição abriu um novo e vasto espaço para a reinvenção. Maisa passou a explorar com mais intensidade o universo digital, utilizando redes sociais como Instagram e TikTok para expressar opiniões e interagir diretamente com os fãs, construindo uma relação mais genuína e menos mediada por roteiros televisivos.

    Essa nova fase também lhe permitiu escolher projetos mais maduros, distanciando-se da imagem de atriz adolescente que a acompanhava desde Carrossel. Ela buscou papéis complexos no cinema, em séries e produções digitais que exigiam mais profundidade emocional e estudo de personagem, consolidando sua reputação como uma atriz séria e comprometida, e não apenas como um ícone popular. Ao longo desse processo, ela assumiu o controle de sua própria narrativa artística, escolhendo cuidadosamente os trabalhos que refletem seus valores e fortalecendo sua imagem como uma profissional madura e independente.

    A Mulher Completa: Educação, Empreendedorismo e Autocuidado

    A Maisa que emerge hoje aos 22 anos demonstra uma consciência notável da importância de construir uma base sólida que transcende a fama conquistada na infância. Sua busca pelo conhecimento e pelos estudos reflete maturidade, disciplina e uma visão de futuro essencial para quem deseja se consolidar como uma profissional completa.

    Paralelamente, ela explora o empreendedorismo de forma estratégica, firmando parcerias e trabalhando em projetos próprios que ampliam sua influência e independência financeira. Ela transformou sua notoriedade em oportunidades de negócios, fortalecendo sua posição no mercado de forma consciente e planejada.

    No âmbito pessoal, a busca pelo equilíbrio entre vida pública e privada se tornou uma prioridade. Maisa aprendeu a estabelecer limites saudáveis e a proteger sua intimidade, experiências que foram extremamente difíceis de manter durante a infância e adolescência devido à exposição constante.

    Esse cuidado com sua saúde emocional e mental a consolida como uma referência entre os jovens que a acompanham, não apenas pelo talento, mas pela postura consciente e madura diante da vida. Combinando educação, carreira artística, empreendedorismo e autocuidado, Maisa construiu uma trajetória que demonstra total controle sobre sua própria história. Ela transformou a experiência de crescer sob os holofotes em uma base sólida para uma vida adulta equilibrada, criativa e independente, posicionando-se como uma artista completa, inspiradora e um exemplo de que talento e responsabilidade podem coexistir com autenticidade. Seu coração, que esteve à beira da exaustão pela pressão, hoje pulsa forte e consciente, pronto para escrever os próximos capítulos.

  • Filme do Bolsonaro promete ser o mais ridículo da história! Prepare-se para um roteiro cheio de surpresas. Será que ele vai conquistar a crítica ou será lembrado como o maior erro da indústria? Não perca os detalhes, tudo pode acontecer!

    Filme do Bolsonaro promete ser o mais ridículo da história! Prepare-se para um roteiro cheio de surpresas. Será que ele vai conquistar a crítica ou será lembrado como o maior erro da indústria? Não perca os detalhes, tudo pode acontecer!

    O Filme Sobre Bolsonaro Que Promete Ser O Mais Polêmico da História: O Que Está Por Trás De “Dark Horse”?

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    Nos últimos dias, uma avalanche de imagens e vídeos sobre o filme “Dark Horse”, que promete contar a história de Jair Bolsonaro, tem circulado pelas redes sociais. O filme, que retrata a vida e a ascensão política do ex-presidente brasileiro, está gerando muitas discussões. Desde o momento que as primeiras cenas foram reveladas, uma coisa ficou clara: o filme promete ser um dos mais polêmicos e, segundo muitos, um dos mais ridículos já feitos.

    A produção do filme está sendo dirigida por Cyrus Nouraté, um cineasta que, apesar de ser conhecido por alguns trabalhos de sucesso, tem se envolvido em polêmicas. Seu filme anterior, “O Apedrejamento de Soraia M.”, foi amplamente discutido por sua abordagem crua e direta sobre um evento trágico. Porém, ao contrário de outros projetos de Nouraté, “Dark Horse” tem gerado críticas pesadas, principalmente devido à sua tentativa de transformar Bolsonaro em uma figura heroica, algo que muitos consideram uma grande distorção da realidade.

    A História De Bolsonaro: Herói Ou Vilão?

    “Dark Horse” promete contar a história de Bolsonaro como um “herói real”, uma figura central na política brasileira. O trailer que circula pela internet já mostra algumas cenas dramáticas, como o momento da facada que quase tirou a vida do então candidato à presidência. O filme promete retratar sua luta pela sobrevivência no hospital, sua recuperação e, claro, sua vitória nas urnas. Mas será que tudo isso realmente aconteceu dessa maneira?

    No trailer, vemos cenas da facada sendo retratada de forma cinematográfica. Bolsonaro, interpretado por Jin Cavidel, está gravemente ferido e sendo levado ao hospital, com imagens dramáticas de seu corpo sendo tratado. A recuperação no hospital também é mostrada com uma carga emocional pesada, mas alguns detalhes, como o fato de não ter havido sangue visível na cena da facada, são alterados para aumentar o impacto visual.

    O que muitos críticos estão questionando é a maneira como o filme tenta transformar um incidente de violência em um espetáculo cinematográfico. “Eles querem vender uma narrativa, uma espécie de mito em torno de Bolsonaro”, afirmam alguns dos comentaristas. E essa é uma das questões centrais: Bolsonaro foi realmente um herói que lutou pela democracia, ou sua ascensão foi apenas uma manipulação midiática para criar um messias político?

    É possível governar sem ideologia, como promete Bolsonaro? - BBC News Brasil

    A Produção e os Bastidores

    Por trás da produção de “Dark Horse”, há também relatos de condições de trabalho questionáveis. Segundo a coluna de Fábia Oliveira no Portal Metrópolis, houve denúncias de agressões físicas e condições precárias para os figurantes e extras durante as gravações. Essas acusações só aumentam a controvérsia sobre o filme, que já está sendo visto como um projeto de propaganda política disfarçada de filme de ação.

    A produção enfrenta ainda a difícil tarefa de retratar a figura de Bolsonaro sem distorcer demais a história real. No entanto, a maneira como a narrativa é construída – quase como um épico sobre o “cavalo negro” da política – sugere uma visão bastante apologética sobre o ex-presidente. Isso gerou uma onda de críticas não apenas à produção do filme, mas também à ideologia que ele representa.

    A Retórica De Bolsonaro E O Mito Da Facada

    Uma das principais razões pela qual Bolsonaro conquistou tantos seguidores durante sua campanha presidencial foi o mito criado em torno da facada que ele levou durante um comício. A história da “morte e ressurreição” de Bolsonaro se espalhou rapidamente, transformando-o em uma figura messiânica aos olhos de seus apoiadores. A facada, que deveria ser uma tragédia, foi usada como uma metáfora para a “luta pela sobrevivência” e a “vitória contra as forças do mal”. E agora, o filme parece querer ampliar ainda mais essa imagem de herói, em um momento onde as disputas políticas no Brasil continuam polarizadas.

    O que muitos se esquecem é que, apesar do filme e da propaganda, Bolsonaro continua sendo uma figura profundamente divisiva no Brasil. Sua ascensão ao poder não foi apenas uma história de superação, mas também um reflexo de uma série de decisões e atitudes controversas que marcaram seu governo. Por exemplo, suas falas sobre a tortura, o apoio ao regime militar e suas constantes declarações contra a democracia são questões que ainda pairam sobre sua imagem.

    A Liberdade de Expressão e a Manipulação da Narrativa

    Embora o filme esteja gerando uma grande repercussão, ele também levanta questões sobre a liberdade de expressão e a manipulação das narrativas. Todo artista tem o direito de contar sua versão dos fatos, e os cineastas têm o direito de retratar as figuras históricas como acharem conveniente. No entanto, o que preocupa é como uma história pode ser distorcida para servir a uma agenda ideológica, e como isso pode afetar a percepção pública.

    Por mais que o filme seja uma tentativa de criar uma história épica sobre Bolsonaro, ele também pode ser visto como uma forma de propaganda política disfarçada de arte. A maneira como o filme tenta humanizar Bolsonaro, apresentando-o como um herói que lutou e sobreviveu à violência, pode ser uma maneira eficaz de reescrever a história e aumentar sua popularidade entre os mais jovens, que talvez não tenham vivido os acontecimentos de 2018 de forma tão intensa.

    Filme do Bolsonaro: Veja elenco e tudo sobre produção com ator que já fez  Jesus | Minha Série

    O Impacto Na Percepção Pública

    Independentemente de como o filme será recebido, ele certamente terá um grande impacto na percepção pública de Bolsonaro e de sua presidência. O filme pode ser visto como uma tentativa de consolidar ainda mais a figura de Bolsonaro como um “mito”, um herói que “sangrou por nós”, como muitos de seus seguidores dizem. E, por outro lado, também pode ser uma forma de explorar e manipular os eventos que marcaram a ascensão dele ao poder.

    No entanto, o mais importante é que, mesmo que o filme seja amplamente rejeitado por alguns, ele serve como um exemplo claro de como as narrativas podem ser manipuladas e distorcidas para atender a interesses políticos e ideológicos. A história que será contada em “Dark Horse” pode não ser a história que realmente aconteceu, mas será uma versão que muitos vão querer acreditar.

  • EXPLOSÃO AGORA!!! O PLANO SOMBRIO QUE QUASE FEZ O BRASIL PARAR!

    EXPLOSÃO AGORA!!! O PLANO SOMBRIO QUE QUASE FEZ O BRASIL PARAR!

    Na madrugada silenciosa de uma terça-feira abafada em Brasília, quando até os corredores do Congresso pareciam cochilar, um arquivo criptografado começou a circular entre poucos — pouquíssimos — servidores. O remetente era desconhecido, o assunto dizia apenas: “URGENTE — ANTES QUE SEJA TARDE”, e o corpo do e-mail carregava um anexo com 280 páginas de documentos, mensagens interceptadas e fotos que ninguém, ao menos oficialmente, deveria possuir.

    O país inteiro ainda dormia, mas uma ameaça colossal já estava desperta.

    A história começa meses antes, quando a analista de dados Lara Guimarães, funcionária de carreira em um órgão federal fictício chamado Departamento de Infraestrutura Estratégica Nacional (DIEN), percebeu algo estranho. Planilhas que não se conectavam, verbas que se moviam para áreas inexistentes, comunicações internas que desapareciam dos servidores minutos depois de enviadas. Nada disso faria sentido para alguém desatento — mas Lara era famosa, dentro do departamento, por enxergar padrões onde ninguém via nada.

    E foi exatamente isso que a colocou em perigo.

    O PRIMEIRO SINAL DO CAOS

    Era uma tarde comum quando Lara recebeu um e-mail interno com anexos supostamente referentes a projetos de energia. Porém, ao abrir os arquivos, percebeu que estavam corrompidos. Não era comum — o DIEN tinha sistemas avançados de segurança, redundância e backups diários. Algo (ou alguém) havia adulterado aqueles documentos.

    Ela acionou o protocolo de recuperação e, ao reconstituir parte dos arquivos, descobriu trechos desconexos de mensagens internas mencionando uma tal “Operação Eclipse Total”. Não havia registro oficial de nenhuma operação com esse nome.

    Intrigada, Lara começou a investigar sem alarde. E foi aí que tropeçou na primeira pista concreta: um relatório incompleto descrevendo a intenção de redirecionar recursos de manutenção de redes elétricas nacionais para “infraestruturas alternativas de prioridade máxima”, cuja natureza não era especificada.

    Quanto mais ela avançava, mais claro ficava que alguém estava preparando algo grande — e obscuro.

    AS SOMBRAS COMEÇAM A SE MOVER

    Durante semanas, mensagens enigmáticas passaram a surgir no sistema interno. “Proteja o que sabe”, dizia uma. “Eles estão de olho”, dizia outra. Lara não sabia quem estava por trás daquilo. Seria uma tentativa de avisá-la… ou intimidá-la?

    Ela só descobriu a resposta quando, ao sair do trabalho certa noite, percebeu que estava sendo seguida.

    Três carros pretos, sem placas, revezavam discretamente o trajeto.

    Lara, assustada, acelerou o passo, entrou em um shopping movimentado e conseguiu despistá-los — por pouco. A partir daquele momento, entendeu que seu instinto estava correto: era grande demais para ser ignorado, e perigoso demais para continuar sozinha.

    Então, ela fez o impensável: copiou tudo que havia encontrado em um HD externo criptografado e buscou ajuda.

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    O JORNALISTA QUE NÃO TEMIA NINGUÉM

    Lara procurou Caio Arantes, um jornalista investigativo famoso por expor esquemas de corrupção e tramas escondidas. Caio vivia sob ameaça constante, mas isso nunca o parou. Ao receber os arquivos, sua expressão ficou séria — não era comum vê-lo tão impressionado.

    Lara, isso aqui não é apenas irregularidade administrativa… É uma tentativa coordenada de paralisar setores inteiros do país.
    Mas por quê? Quem estaria por trás disso? — ela perguntou, com a voz baixa.
    É isso que precisamos descobrir antes que eles percebam que você vazou o material.

    Eles não tinham muito tempo.

    O PLANO ECLIPSE TOTAL — O CENTRO DO MISTÉRIO

    Ao analisarem os dados, descobriram que a Operação Eclipse Total nada mais era do que um projeto clandestino para simular falhas críticas em múltiplos setores estratégicos brasileiros ao mesmo tempo — energia, transporte, abastecimento e comunicação.

    Aparentemente, o objetivo não era destruir o país, mas colocá-lo à beira do colapso, gerando instabilidade suficiente para justificar medidas de emergência e redirecionamento de poderes. Em outras palavras: um golpe sofisticado, limpo e disfarçado de “crise inevitável”.

    Documentos mostravam contratos secretos, empresas de fachada, consultorias falsas e viagens internacionais financiadas por verbas camufladas.

    Mas faltava a peça principal: quem estava liderando o plano?

    A resposta veio em forma de gravações anônimas entregues à caixa de entrada de Caio. Vozes distorcidas discutiam cronogramas, pagamentos e fases de execução. Lara reconheceu termos que havia visto nos arquivos adulterados.

    Era real. Era gigantesco. E estava prestes a acontecer.

    A CORRIDA CONTRA O TEMPO

    Enquanto investigavam, começaram a sofrer ataques cibernéticos. O computador de Caio travava sem explicação. O e-mail de Lara foi invadido. Arquivos desapareciam misteriosamente. Eles sabiam que haviam sido descobertos.

    Decidiram, então, ir além e buscar quem pudesse validar as informações. Um especialista independente em segurança de sistemas, Dr. Benjamin Nolasco, analisou o material e concluiu:

    Isso aqui é uma bomba-relógio. Está tudo sincronizado para daqui a menos de um mês. Se isso for para frente… vocês não fazem ideia do caos que virá.

    O plano era simples, cruel e eficiente: provocar uma sequência de falhas simultâneas que dariam a impressão de que o país estava se desintegrando por “incompetência técnica”, quando na verdade tudo seria cuidadosamente orquestrado.

    A VIRADA — QUANDO A VERDADE EXPLODIU

    Sabendo que não podiam confiar em ninguém, Caio e Lara decidiram divulgar tudo de uma vez — mas não da forma tradicional. Qualquer erro, qualquer vazamento antes da hora, e seriam silenciados.

    Por isso, criaram um dossiê digital que seria enviado automaticamente a centenas de jornalistas, universidades, organizações internacionais e influenciadores caso eles desaparecessem ou fossem impedidos de continuar.

    Na madrugada decisiva, publicaram o arquivo em um portal seguro. Em minutos, o link começou a se espalhar como fogo em capim seco.

    E então… tudo explodiu.

    Ministros foram questionados. Auditorias foram abertas. Contratos foram suspensos. Investigações emergenciais começaram.

    O plano Eclipse Total foi desmantelado antes de ser executado — e Lara e Caio, embora perseguidos, acabaram sendo vistos como heróis ocultos.

    Motta e Alcolumbre devem ficar de fora de ato do 8/1 no Planalto | Blogs |  CNN Brasil

    O QUE FICOU DEPOIS DA TEMPESTADE

    O país escapou por muito pouco. A tentativa de manipulação e colapso coordenado revelou brechas profundas no sistema e expôs como redes de poder podem agir nas sombras.

    Lara, exausta, pediu exoneração e se mudou para o interior, onde vive anonimamente. Caio continua escrevendo, denunciando e investigando. O Dr. Benjamin, por sua vez, tornou-se um dos responsáveis pela reforma dos protocolos de segurança nacional.

    Mas, até hoje, ninguém sabe quem enviou o primeiro e-mail misterioso com as pistas iniciais.

    E essa talvez seja a parte mais inquietante de toda a história.

     

  • BOMBA PRA MORO! Denunciado por agressão em juíza

    BOMBA PRA MORO! Denunciado por agressão em juíza

    Acusação muito forte e muito grave contra o Sérgio Moro. Depois daquela operação da Polícia Federal de buscas na 13ª vara de Curitiba para pegar documentos sobre espionagens do Sérgio Moro, uma ex-juíza chamada Luciana Bauer disse que ela foi atacada fisicamente pelo Sérgio Moro. Ele teria atacado no pescoço. Algo simplesmente gravíssimo.

    A situação onde Moro se complica e até mesmo o Hélio Gaspari da Folha de São Paulo disse que tudo que está acontecendo agora, levantando esses documentos do passado, pode ser só o começo. Inclusive a Polícia Federal encontrou uma fita, uma gravação, um vídeo, melhor dizendo, chamado de Festa da cueca, um encontro de magistrados de Curitiba com acompanhantes, pessoas que prestam serviços mais 18 em hotel de luxo em Curitiba.

    Isso teria sido usado por Sérgio Moro para ameaçar, proteger e chantagear pessoas do TRF4. É uma situação pesada. E o Ciro Nogueira, que é presidente da Federação União Brasil e PP, já foi para o Paraná para retirar a candidatura de Sérgio Moro ao governo do estado, mesmo ele liderando as pesquisas. Será que isso tem influência nessa operação que surgiu contra o Sérgio Moro? Quero que você coloque nos comentários qual vai ser o futuro de Moro.

    Moro na Justiça foi 'gol de placa' de Bolsonaro e 'jogo arriscado' para o  juiz, avalia cientista político - BBC News Brasil

    Você acha que o Sérgio Moro pode ser preso se tudo contra ele for comprovado? Moro atacou mesmo a ex-juíza. A ida do Sírio Nogueira para o Paraná tem a ver com todos esses episódios que estão sendo revelados agora? Coloca nos comentários, deixa o like no vídeo se você quer a prisão do Sérgio Moro e se inscreva no canal.

    Essa situação do Sérgio Moro, pessoal, é uma situação muito pesada, porque já existem algumas denúncias contra ele feitas pelo ex-deputado federal Tony Garcia. Esse Tony Garcia disse que ele foi, olha só a situação, que ele foi usado pelo Sérgio Moro e pressionado para espionar figuras ou autoridades com foro privilegiado, desembargadores, ministros do STJ, na época que o Moro era juiz em Curitiba.

    O Moro, na condição de juiz de Curitiba, não poderia ter investigado pessoas com foro privilegiado. E ele fez, ele usou o Tony Garcia para colocar um policial como assessor do Tony Garcia disfarçado e espionar figuras que tinham foro privilegiado. E ele teria, Sérgio Moro, grampeado todo o escritório do Tony Garcia. Uma situação assim muito pesada.

     

    O STF solicitou documentos do Sérgio Moro e do TRF. TRF não, perdão, da Vara de Curitiba. Eles não passaram e houve a busca na semana passada. Inclusive teve a caixa amarela. que segundo o Tony Garcia era o local onde todas essas gravações, sejam áudios ou vídeos, eram armazenados. O Hélio o Gaspari, não é Gaspari, é Gaspari da Folha de São Paulo, veio com uma conversa na segunda-feira, ou seja, hoje falando o seguinte: se tudo o que for falado sobre o Sérgio Moro, eh, na verdade falou o seguinte, que essa pode

    ser somente o começo de uma bomba pesada para o Sérgio Moro. E já começou a vir mais coisas. Em uma entrevista ao portal 247, uma ex-juíza da 13ª vara de Curitiba, chamada Luciana Bauer, que agora está morando nos Estados Unidos, disse que o Sérgio Moro a atacou fisicamente porque ela teria resistido a uma pressão que ele Moro fez.

    O portal 247 não é um portal de primeira grandeza, como F de São Paulo, Metrópoles, até mesmo a Veja, o Globo. Então nós temos que ficar sempre com o pé atrás, mas foi um relato da própria boca da pessoa que teria sido agredida pelo Sérgio Moro. Essa agressão aconteceu no ou teria acontecido no elevador reservado para magistrados da vara de Curitiba.

    Moro a teria atacado pelo pescoço, a teria estrangulado. Isso, segundo informações da própria ex-juíza que se sentiu muito intimidada, hoje mora nos Estados Unidos, livre das pressões de Sérgio Moro. Não sei como ela vai comprovar isso. Se foi no elevador, possivelmente tem câmeras de segurança ali. Ela poderia ter alguma prova, não saiu nenhum tipo de vídeo daquele momento.

    Como ela vai provar que aconteceu isso ou não? Aí já fica mais difícil de de ser realizado ou de ser comprovado. Se ela tiver alguma prova, podemos ver. E se de fato tiver um vídeo do Sérgio Moro atacando fisicamente uma pessoa, aí já fica mais ainda complicada a situação do Moro. O que foi descoberto foi o vídeo da festa da cueca.

    Isso a Polícia Federal encontrou. Segundo informações da Andresa Mata do Metrópolis, essa festa da cueca, essa gravação da festa da cueca era um rumor já bem antigo lá da 13ª vara de Curitiba. Só que agora esse rumor foi comprovado com a gravação encontrada. Nessa gravação tem é um vídeo de um encontro de magistrados com acompanhantes no hotel de luxo, hotel cinco estrelas em Curitiba.

    Esses encontros eles eram frequentes e o nome do vídeo é Festa da CEC. Coisa impressionante. Esses encontros eles eram frequentes e patrocinados por escritórios de advocacias. O objetivo dessa gravação, segundo a Andresa Matais, era proteger aliados e, principalmente intimidar pessoas do TRF4. Se Sérgio Moro usou ou não esse vídeo da festa da cueca, isso só o tempo e as investigações vão dizer, mas o vídeo existe e é mais um elemento que foi encontrado pela Polícia Federal.

    nessa buscas na ou nas buscas que foram feitas lá no Tribunal de Curitiba. Tudo isso antes da operação Lava-Jato, antes da Lava-Jato. E vendo todo o modos operando de Sérgio Moro na época da Lava-Jato, como foi divulgado pela Vazajato, não duvido que Moro tenha adotado métodos mais obscuros para realizar a sua vontade.

    Em 2016, Moro disse a jornal que 'jamais entraria para a política' -  01/11/2018 - Poder - Folha

    Eu estou louco para ver essa gravação, mas acho difícil que ela seja divulgada, o que é uma pena, tá? Mas enfim, vendo toda essa situação, eu começo a desconfiar da viagem do Círio Nogueira para o Paraná. Círio Nogueira, senador, envolvido com um monte de suspeitas de envolvimento com facções e afins. Mas o Círio Nogueira é do PP, o Moro é do União Brasil.

    Só que PP e União Brasil estão federados na União Progressista, que é aquela federação. Círio Nogueira é um dos presidentes dessa federação e ele teria ido para o Paraná para discutir e retirar a candidatura do Sérgio Moro, mesmo Moro liderando as pesquisas de intenção de votos para o Paraná. O objetivo seria garantir uma parceria da federação com o PSD do Ratinho Júnior, porque tá havendo uma debandada de de líderes do do União Brasil e do PP, então eles estariam querendo conter essa debandada.

    E o Ratinho Júnior é um desafeto do Sérgio Moro. Ratinho Júnior não gosta do Sérgio Moro e não quer dividir o protagonismo na sucessão, não queria passar o bastão para o Sérgio Moro, enfim, quer manter ali a sua zona de influência no Paraná. Mas também vendo toda essa situação, todos esses escândalos e às vezes Brasília até tem informações que nós não temos, pode ser que o Círio Nogueira esteja movendo os seus pauzinhos para evitar problemas para o partido lá em 2026.

    Será que o Moro participou da festa da cueca, hein? Seria divertido.