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  • PEDIDA A PRlSÃO DE NIKOLAS APÓS AJUDAR NA FUGA DE BOLSONARO!!! ADVOGADOS DE BOLSONARO O HUMlLHAM!!

    PEDIDA A PRlSÃO DE NIKOLAS APÓS AJUDAR NA FUGA DE BOLSONARO!!! ADVOGADOS DE BOLSONARO O HUMlLHAM!!

    Ai ai ai. Vamos aí para um dos vídeos mais engraçados aqui do canal. Primeiramente porque Bolsonaro está preso nesse exato momento e toda vez que você tiver aí tristinho ou tristinha, olha pro céu, mesmo que seja um dia chuvoso e fala: “Mas nossa, que dia lindo!” E tem gente que não vai poder ver esse dia.

    Até porque, ó, na cela do Bolsonaro só tem uma janelinha que é aquele vidro que ele é meio embaçadinho assim e ele não abre tudo, então ele nem vê o céu mais. Tá bom? a não ser que tenha banho de solto. Segundo, ó, a Globo soltou, esperou a prisão do Bolsonaro para soltar a prova cabal contra o Nicolas Ferreira. O Jornal Nacional colocou um drone e na frente da casa do Bolsonaro algumas horas antes da tentativa de fuga dele.

    Na frente não, né? Em cima da casa do Bolsonaro. E ali quem visitou o Bolsonaro naquele dia foi o Nicolas Ferreira. E o drone da Globo mostrou o seguinte, o Nicolas Ferreira descumprindo uma ordem do Supremo Tribunal Federal. Se você não sabe, o quando o Bolsonaro foi posto em prisão domiciliar, ele foi proibido de usar o celular e visitas que fossem a casa do Bolsonaro também estavam proibidas de usar o celular, até porque para ninguém ficar gravando o Bolsonaro e tudo mais.

    Eis que o Nicolas, eu vou mostrar já já o vídeo, ele usa o celular enquanto está com o Bolsonaro. Inclusive, parece que ele faz uma ligação tudo mais. Quer dizer, ele tava ali servindo de eh de linha ali pro Bolsonaro, de interlocutura do Bolsonaro com outra pessoa. Fala: “Epa, olha só o Nicolas”.

    Diante disso, a deputada Érica Hilton já pediu aí a prisão do Nicolas Ferreira por descumprir aí uma ordem judicial e ter uma prova cabal de que ele descumpriu a ordem, que é o vídeo aí. eh, filmado pela Globo, então já deu ruim aí pro Nicolas. Só que a coisa vai piorando porque agora o Bolsonaro passou aí pela audiência de custódia ontem e o Alexandre de Moraes foi quem conduziu a audiência de custódia.

    queria muito ter o vídeo da audiência para ver a carinha de bunda do Bolsonaro. O Alexandre de Moraes manteve a prisão do Bolsonaro e agora os advogados do Bolsonaro estão mudando aí a narrativa, a primeira narrativa, eh, que foi disseminada por todo o bolsonarismo era que o Bolsonaro ele tinha acabado a bateria da tornozeleira dele, que por isso, olha, foi um alerta pra Polícia Federal.

    Porém, a Polícia Federal confirmou que, olha, tem vários níveis de alerta para uma tornozeleira eletrônica. E o nível de alerta do Bolsonaro foi alerta máximo, que é quando a tornozeleira ela é danificada. Aqui vou mostrar primeiro o vídeo do Nicolas que foi mostrado aí pelo Jornal Nacional. Veja bem, Naro recebeu a visita do deputado federal Nicolas Ferreira do PL.

    Os dois conversaram sentados na área externa nos fundos da casa. O deputado Nicolas usava o celular. Na decisão de agosto, quando decretou a prisão domiciliar de Bolsonaro, Moraes determinou que visitantes não poderiam usar celular. Então tá aí já você já vê que vai dar ruim pro Nícolas, vai ser investigado aí, vai dar ruim pro Nicolas.

    E aí, outro vídeo que apareceu foi o vídeo ali do momento em que a Polícia Federal foi acionada porque recebeu o alerta de que estava ruim a tornozeleira do Bolsonaro. Aí muita gente vê esse vídeo porque, olha só o escândalo que é isso aqui. 916. Ela mostra aí a tornozeleira, você vê que está completamente danificada.

    Aí vem a pior parte que é quando ela começa a falar com Bolsonaro. Tornozeleiro ainda no tornozeleiro dele. Alguma coisa para queimar isso aqui? Ferro quente. Ferro quente. Curiosidade. Curiosidade. Que que ferro foi? Ferro de passar. Não, ferro de soldar. Solda. Ferro de solda, aquele que tem uma conta. Tá certo.

    Tentou puxar a pulseira também. Não, não tá. aparentemente intacta, mas o case violado. Hum. Por que será que ele violou o fazer isso, seu Jair? Final da tarde. Final da tarde? Tá certo. Essa tampa chegou a soltar ou não? Ele disse que não soltou. Será? Pois bem, o que acontece é que o Bolsonaro falou que desde o final da tarde ele tava tentando soldar aquilo ali com uma solda.

    Advogado de Bolsonaro busca desvinculá-lo dos atos golpistas de 8 de  janeiro e de plano para matar Lula, Alckmin e Moraes | Blog do Valdo Cruz |  G1

    Você consegue imaginar o cara com a perna dele ali e uma máquina de solda que se soldar um pouquinho errado perde a perna, né? Aí imagina ele horas fazendo isso. Segundo aí depois a advogado salário, ele ficou desde as 5 da tarde mais ou menos soldando aquilo. Não se sabe se alguém ajudou o Bolsonaro, até porque se alguém ajudou deveria ser preso junto.

    Pois bem, aí a Polícia Federal tá investigando o motivo de dele ter feito isso. Se você não sabe, quebrar a pulseira é muito fácil, tá? Com um alicate normal alguém quebra a pulseira. Só que quebrando a pulseira ia sair um alerta pra Polícia Federal. A pulseira foi quebrada. O Daniel Silveira, ele quebrou a pulseira dele inúmeras vezes, inúmeras.

    O Daniel Silveira não era preso porque ele era deputado. Aí ele violava, ele quebrava a pulseira, aí trocavam, colocavam uma tornozeleira nova, aí ele deixava descarregar, ele não tava nem aí. Aí quando acabou o mandato dele, foi imediatamente preso. Pois bem, o Bolsonaro ele podia ter quebrado a pulseira, mas não. Então o que tudo indica aí é que ele pode ter tentado soldar ali para tirar a tampinha e para tentar hackear o sistema da tornozeleira.

    Como assim, Thago? Imagina se ele tem, se tivesse alguém na casa dele, será que tinha ou não? Isso a polícia federal tem que começar a investigar que consegue ali hackear o sistema ou alguma coisa ali da tornozeleira para que ele possa tirar a tornozeleira, deixar a tornozeleira ali. Porém a tornozeleira não acuse que o lacre, que a no caso a pulseira foi violada.

    Imagina se ele consegue hackar ali o sistema, ele corta a pulseira, deixa a tronzeleira ali na mesa de casa e foge de alguma maneira. Pois bem, será que era isso? Não se sabe, mas tudo indica que era por isso que ele tava fazendo ali, porque se ele quisesse violar, não era para soldar da maneira que ele fez. Aí você vê que aquilo era desespero mesmo, baita desespero.

    Aí então a narrativa de que olha o Bolsonaro acabou a bateria foi pro espaço quando chegou esse saiu esse vídeo da Polícia Federal. Aí agora os advogados depois da audiência de custódia em que foi mantida a prisão dele, mudaram aí de plano. Eles estão falando que o Bolsonaro entrou em surto psicótico, que ele é louco.

    O tamanho da desmoralização. Primeiro, o Bolsonaro foi preso, até coloquei o meme aí na nas redes sociais, o Bolsonaro foi preso por um cabo, um cabo e um soldado, né? Ele falou tanto, ó, um um cabo e um soldado prender o Bolsonaro. Aí depois depois disso aí eh ele vai lá e os próprios advogados dizem que ele é louco, que ele tem problemas psiquiátricos.

    E aí ele mete aquela que todo mundo aí de direita quando faz alguma coisa errada mete a mesma, que é: “Ai, eu usei remédios, eu não sei o quê”. Olha, acredito que você plantonista conheça muitas pessoas ou você mesmo já tenha tomado muito remédio na vida. Eu também já tomei muito remédio na vida, mas nenhum deles nunca me fez teve vontade de pegar uma solda e apontar pra minha perna.

    Nanina não, até porque pô, se ele tava em surto psicótico e ele quisesse tirar o tirar, ele pegava um alicate, que é muito mais fácil do que uma solda e cortava ali a a o lacre ali e tirava a tornozeleira, mas não era esse o plano. Então, tá nisso aí. Aí, uma bolsonarista aí famosa, uma que já até me atacou aí com mentiras várias vezes.

    Ela publicou aqui um negócio que é o seguinte, vamos lá. ela um vídeo da CN, mas não tinha, vamos lá, mas que não tinha a intenção de fugir. Quando a gente acompanha o vídeo, inclusive da tornozeleira, o vídeo que foi feito eh sonoramente, de fato, a gente observa uma adversidade vocal em Jair Bolsonaro.

    Isso foi identificado como se tivesse havendo uma vulnerabilidade diferente, porque sonoramente a voz do ex-presidente da República de fato está um pouco diferente neste momento, no vídeo que foi feito, mas ele tá diferente, tá bem? Então o problema é que o Bolsonaro tá com problema, problemas mentais. Aí fala: “Ah, tá bom agora”.

    Então, o cara tá sendo desmoralizado até pelos próprios apoiadores e pelos advogados, que agora o problema é que ele é louco. Se ele é louco, eu recomendo ao Alexandre de Moraes que o coloque numa instituição psiquiátrica. Tem uma boa lá em Minas Gerais, que é onde está o Adélio. Põe ele lá. Tem inclusive um companheiro de de cela bom para ele que é o próprio Adélio. Aí põe ele lá.

    Aí a gente vê se ele tá realmente com problema. Lá vai lá tem vários psiquiatras e tudo mais. Eles vão ver aí qual é o problema que tem o Bolsonaro, se é que tem, que o Bolsonaro tem um parafuso, a menos a gente sabe faz muito tempo, mas nesse nível aí nunca tinha mostrado. O melhor é que a Globo ficou lá filmando o Bolsonaro Nicolas e você não vê em nenhum momento o Bolsonaro fazendo ou tendo soluço ou nada. Não, ele tava assim, ó, de boa.

    Foi filmado também na frente da casa dele por muito tempo e antes de ser preso e tava lá de boa, sem um soluço sequer. Tô curioso para quando saiu o vídeo da audiência de custódia dele, para ver quantos soluços deu Jair Bolsonaro na sua audiência de custódia. E olha que é um momento de estresse. A audiência de custódia é onde vai manter a prisão dele ou ele vai ser solto na frente do Alexandre de Moraes.

    Então o que falo que olha o soluço dele é induzido por estress. Pois bem, na audiência de custódia, então ele deveria estar assim, veremos se tá ou não. Na frente do Nicolas não tava, quando filmaram ele ali com outras visitas antes de ser preso também não tava. E o cara, eu vou falar: “Olha, se você já teve soluço na vida, acredito que todo mundo já teve algumas vezes, eu felizmente não tenho faz muito tempo, você não consegue manusear, manuseiar uma solda com solução, imagina na sua perna ainda que se você soldar, pronto,

    foi a perna”. Consegue imaginar o Bolsonaro assim apontando pra perna? Pronto, não ia ter mais perna, Jair Bolsonaro, ia est nesse momento no hospital. Não, ele soldou direitinho. Então, das duas uma, ou ele não tem nenhum soluço, ou outra pessoa soldou para ele, ou as duas coisas, que é o mais provável, que são as duas coisas.

    Agora, polícia tem que descobrir quem é que tava soldando eh o Bolsonaro. E o outra coisa, o que que o Nicolas fazia com o celular horas antes o Bolsonaro pegar uma solda e tentar soldar? Outra, como chegou lá um aparelho de solda que uma casa normal, assim, uma pessoa normal, ele mora lá numa mansão lá em Brasília, não é comum as pessoas terem aparelho de solda em casa.

    Uma coisa bem incomum, a não ser que, ah, tá tendo obra, acho difícil o cara que tá para ser preso fazer obra numa casa alugada, né? Bem difícil, né? Em casa alugada fazer obra já não é muito comum. Agora o cara que tá para ser preso não vai mais morar lá mesmo. Outra coisa aí que muita gente atentou o fato é que a Michele Bolsonaro zarpou.

    A Michele Bolsonaro viu aí que o Bolsonaro tava para ser preso nos próximos dias. Eu acho que ela falou: “Olha, vou vou já adiantar o meu livramento”. E foi lá no evento do Pele Mulher, inventou um evento do Pele Mulher bem longe de Brasília para ela ter desculpa aí para já na quinta-feira viajar de avião e só ia voltar no meio da outra semana. paraa Brasília.

    Por quê? Porque, pô, ela deve ter pensado, pô, o Bolsonaro vai ser preso entre segunda, terça e quarta, quando eu voltar, ele já não tá mais em casa. Excelente. Aí o Bolsonaro facilitou o trabalho dela sendo preso já no sábado de manhã, né? Aí, pronto, aí deu ruim mesmo. Agora é o seguinte, muita gente já falou o foi citada na decisão do Alexandre de Moraes que um dos motivos da prisão é o fato de que o Flávio Bolsonaro organizou ali uma vigília na frente da casa do Bolsonaro e al e ali o Bolsonaro poderia sair. Então, talvez o

    o que eles estavam fazendo ali, eles tenham realmente aberto a tornozeleira e eles tenham tentado ali hackear a tornozeleira para que ela eh ele pudesse tirar a tornozeleira e ela não apitasse ali que foi retirada. E aí eles taparam novamente com com faca quente ou coisa do tipo, até porque foi citado pela Polícia Federal que tinham facas ali que foram esquentadas ali com resquícios daquilo ali. Então pode ser.

    Aí tem uma coisa, o Flávio Bolsonaro ia chamar centenas de pessoas paraa frente da casa do Bolsonaro. Ele podia sair ali eh no meio dessas pessoas e a tornozeleira não ia apitar. E a polícia federal pensa: “Pô, ele tá na parte de dentro da casa e ele já não estaria mais. Olha só como é que era talvez o plano.

    Agora o estranho é o seguinte. Porque que o Nicolas tava lá pouco antes esse plano ser levado a cabo? E outra, deu errado, né? soldar ali errado e a tornozeleira acabou falhando. E pelo que você vê ali quando no vídeo, a tornozeleira tá com luzinhas piscando. Talvez ela tivesse em funcionamento de novo, mas ela talvez tenha falhado por algum momento e aí enviou o alerta, o alerta máximo ali pra Polícia Federal.

    Como os policiais já estavam ali na parte externa da casa dele, foi bem fácil chegarem ali e verem o que aconteceu. Aí naquela noite eles viram: “Ó, tem que prender aí porque o cara tá tentando fugir de todas as maneiras”. O pior é que ele teve tanta chance aí de fugir. Aí vem aquela. Será que a ida do Eduardo e do Flávio Bolsonaro é o Salvador? Era para que eles falassem ali com os ministros do ditador de lá para falar: “Ó, o Bolsonaro pode ir pra embaixada de El Salvador?” Será que a o encontro do Eduardo Bolsonaro com o presidente da

    Hungria era para falar: “Olha, talvez ele vá pra embaixada da Hungria aí nos próximos dias, porque dos Estados Unidos, hum, não dá mais”. Até foi citado aí pelo Flávio Bolsonaro o vídeo do Lindberg em que ele mostra ali a distância na embaixada do Brasil paraa embaixada dos Estados Unidos. Mas segundo aí o Jornal Nacional, o a Globo mostrou e aí qualquer um pode ver no Google Maps, há várias embaixadas que ficam mais próximas que a embaixada dos Estados Unidos da casa do Bolsonaro.

    A da Hungria é uma delas. E o Bolsonaro já ficou na embaixada da Hungria. Isso foi citado na decisão do Alexandre de Moraes também, ó. Ele já esteve ali, ele chegou a fugida pra embaixada da Hungria no momento em que ele achava que ia ser preso. Então, eh, ele, se o Bolsonaro some ali no meio de uma multidão, em 10 minutos ou menos, ele tá na embaixada da Hungria. E isso sem correr muito.

    Se um carro aí que sair em disparada, ele chega em 5 minutos na embaixada da Hungria. E aí, se o presidente da Hungria, a Hungria, praticamente não tem relações com o Brasil, se ele não libera o Bolsonaro, o Brasil vai fazer o quê? Ah, nossa, vou retalhar a Hungria economicamente muda zero para eles. Zero.

    Assim como se o Brasil cortar relações com a Hungria, muda zero pro Brasil e pra Hungria praticamente. Então você vê, pô, que coisa, né? Que coisa, pô. Será que tinha o plano? Não sabemos. Agora a Polícia Federal vai para cima e então temos aí, ó, mais um grande dia. O Brasil segue em festa e agora o o cara tá sendo chamado de louco até pelos próprios advogados.

    Grande dia. Peço sua inscrição no canal.

  • 💥 O embate na CCJ vai muito além de uma discussão política! 💥 Deputada do PT faz exigências fortes e deixa claro: o Presidente da Alerj deve ser afastado IMEDIATAMENTE! 😱 O que levou essa atitude radical? E o que vem por aí para a Alerj? Não perca a reviravolta que está mexendo com os bastidores do poder! 🔥

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    A Queda do Mito? Sérgio Moro Encurralado por Denúncias de Agressão, Espionagem e a Escandalosa “Festa da Cueca”

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    O cenário político e jurídico brasileiro está em chamas, e no centro da fogueira encontra-se uma das figuras mais controversas da última década: o ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro. O que parecia ser apenas uma turbulência política transformou-se, nos últimos dias, numa tempestade perfeita de acusações criminais, revelações sórdidas e isolamento partidário. Desde agressões físicas a colegas magistrados até à existência de vídeos comprometedores usados para chantagem, o cerco está a fechar-se de uma forma que nem os analistas mais pessimistas poderiam prever.

    O Ataque no Elevador: Agressão Física Contra uma Juíza

    A denúncia mais chocante que veio à tona recentemente atinge diretamente a conduta pessoal de Moro. Segundo relatos divulgados pelo portal Brasil 247 e repercutidos nas redes sociais, Luciana Bauer, uma ex-juíza da 13ª Vara de Curitiba, quebrou o silêncio com uma acusação gravíssima.

    Luciana, que atualmente reside nos Estados Unidos – supostamente para se distanciar da esfera de influência e pressão de Moro –, relatou ter sido vítima de violência física por parte do ex-juiz. O incidente teria ocorrido dentro do elevador privativo reservado aos magistrados na Vara de Curitiba. Segundo a denúncia, Moro teria atacado a colega no pescoço, numa tentativa de estrangulamento ou intimidação física, após ela ter resistido a pressões indevidas exercidas por ele.

    A gravidade desta acusação é imensurável. Não estamos a falar apenas de divergências jurídicas ou políticas, mas de um crime contra a integridade física de uma mulher e colega de profissão. A questão que paira no ar é a da prova: como comprovar um ato ocorrido num espaço confinado e sem testemunhas imediatas? No entanto, a existência de câmaras de segurança no edifício do tribunal pode ser a chave para corroborar o relato de Bauer. Se essas imagens existirem e vierem a público, será o fim irremediável da carreira pública de Sérgio Moro.

    A “Caixa Amarela” e a Espionagem Ilegal

    Enquanto a acusação de agressão choca pela violência, as revelações trazidas pelo ex-deputado federal Tony Garcia abalam as estruturas do sistema judiciário. Garcia, que atuou como uma espécie de “agente infiltrado” sob coação, revelou que Moro utilizava métodos ilegais para investigar autoridades com foro privilegiado – algo estritamente proibido para um juiz de primeira instância.

    Segundo Garcia, Moro transformou a 13ª Vara num balcão de espionagem. O ex-deputado afirma ter sido forçado a grampear o seu próprio escritório e a colocar um polícia disfarçado como seu assessor para gravar conversas de desembargadores e ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

    O Supremo Tribunal Federal (STF) já reagiu, ordenando buscas e apreensões na Vara de Curitiba. O alvo? A mítica “caixa amarela” e arquivos que conteriam décadas de gravações clandestinas. Estas provas, se confirmadas, demonstram que a operação Lava Jato, sob a tutela de Moro, operava muito além das margens da lei, utilizando táticas de estado policial para coagir o sistema judiciário superior.

    Reunião da CCJ da Alerj para avaliar prisão de Bacellar é adiada –  CartaCapital

    O Escândalo da “Festa da Cueca” e a Chantagem no TRF-4

    Como se a espionagem e a agressão não fossem suficientes, a Polícia Federal encontrou indícios de um esquema de chantagem moral digno de filmes de máfia. As investigações trouxeram à luz a existência de um vídeo infame, apelidado de “Festa da Cueca”.

    De acordo com informações apuradas pela jornalista Andresa Matais, do Metrópoles, e corroboradas pelas buscas recentes, este vídeo documenta encontros de magistrados de Curitiba com acompanhantes de luxo em hotéis cinco estrelas da capital paranaense. Estas “festas”, patrocinadas por grandes escritórios de advocacia, teriam sido registadas em vídeo não para entretenimento, mas como arma.

    A denúncia sugere que Sérgio Moro e o seu círculo íntimo teriam utilizado estas gravações para chantagear, proteger aliados e intimidar desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). A lógica é aterradora: garantir decisões favoráveis e lealdade cega através da ameaça de destruir reputações e famílias com a divulgação de vídeos íntimos. Se comprovado, Moro não atuava apenas como juiz, mas como um “capo” que detinha os segredos mais obscuros da magistratura local.

    O Abandono Político: Ciro Nogueira Move as Peças

    Em Brasília, onde o cheiro de sangue atrai tubarões, os movimentos políticos indicam que a situação de Moro é terminal. Ciro Nogueira, senador e presidente do Progressistas (PP) – partido que compõe a federação com o União Brasil, atual partido de Moro –, viajou para o Paraná com uma missão clara: implodir a candidatura de Moro ao governo do estado.

    Mesmo com Moro a liderar as pesquisas de intenção de voto, a cúpula política parece saber que a “bomba” está prestes a explodir. A estratégia de Nogueira visa aliar a federação ao atual governador, Ratinho Júnior (PSD), um desafeto declarado de Moro. A pressa em retirar a candidatura do ex-juiz sugere que as lideranças partidárias tiveram acesso a informações privilegiadas sobre as operações da Polícia Federal e decidiram que Moro se tornou um ativo tóxico.

    O isolamento é evidente. Ratinho Júnior não quer Moro como sucessor, e o União Brasil vê-se diante de um candidato que pode ser preso ou humilhado publicamente a qualquer momento.

    Após reunião, esquerda fecha voto para manter prisão do presidente da Alerj,  o deputado Rodrigo Bacellar

    O Fim da Linha?

    Hélio Gaspari, colunista da Folha de S.Paulo, resumiu o sentimento geral com uma frase ominosa: “Isto pode ser apenas o começo”. À medida que a “caixa de pandora” da 13ª Vara de Curitiba é aberta, a imagem do herói nacional anticorrupção dissolve-se, dando lugar a uma figura acusada de crimes comuns e abusos de autoridade.

    Sérgio Moro enfrenta agora o seu maior julgamento. Não nos tribunais onde ele costumava dar as cartas, mas como réu de acusações que, se provadas, podem levá-lo à prisão. A agressão a uma mulher, a chantagem sexual contra colegas e a espionagem ilegal de superiores formam um tripé de ilegalidades que dificilmente ficará impune.

    O Brasil assiste, atónito, enquanto os detalhes sórdidos dos bastidores de Curitiba vêm à tona. Resta saber: Moro participou da “Festa da Cueca” ou apenas usou-a? Ele agrediu Luciana Bauer? As respostas podem estar nas mãos da Polícia Federal, e o futuro do ex-juiz nunca esteve tão incerto e sombrio.

  • Prisão de dono do banco Máster pela PF pode entregar conexões bombásticas com a extrema-direita

    Prisão de dono do banco Máster pela PF pode entregar conexões bombásticas com a extrema-direita

    Nesta quinta-feira, a justiça federal em Brasília decidiu manter a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, um dos sócios do Banco Master. Ele foi preso na última segunda-feira pela Polícia Federal enquanto tentava fugir para o exterior em seu jatinho particular no aeroporto de Guarulhos. Como informou em sua coluna no Wall o jornalista Leonardo Sacamoto, a prisão do banqueiro coloca no mesmo balaio à extrema direita, Centrão, Faria Lima, PCC e governadores bolsonaristas, além de dinheiro, muito dinheiro. Quer entender melhor essa

    trama? Continue assistindo esse vídeo até o final. Seja membro do canal. Tenha acesso a lives exclusivas com parlamentares direto dos corredores de Brasília. Daniel Vorcar, o dono do Banco Master, foi preso por uma fraude bilionária. Mas isso é só o começo, porque ninguém cresce tão rápido sem ter conexões muito poderosas.

    Vorcaro era próximo de Ciro Nogueira, senador, e um dos nomes mais influentes do bolsonarismo. Também mantinha a relação muito próxima com Antônio Rueda, presidente do União Brasil. Dentro de casa, a teia também se estendia. Sua irmã é casada com Fabiano Zettel, um dos maiores financiadores do governo Bolsonaro. Mas a teia não para aí. Ela continua dentro do próprio má.

    O sócio de Vorcaro, Augusto Lima, é casado com Flávia Perez, ex-ministra de Bolsonaro. E Flávia é próxima de Ibanês Rocha, governador do DF, justamente quem controla o Banco de Brasília, o mesmo BRB, que tentaria comprar o Banco Master em uma operação vista como suspeita por todo o mercado.

    Uma teia que passa por políticos, financiadores, ex-ministros e governadores, todos orbitando o mesmo nome. Se essa é a teia só do início, imagine o que ainda falta descobrir. Quem mais essa teia pode alcançar? Há um medo muito grande, seja na Faria Lima, seja em Brasília, seja em outros gabinetes de outros palácios, com os desdobramentos daquela operação, com as delações que podem vir de lá, com os desdobramentos envolvendo nomes importantes da política e da economia.

    Daí a Polícia Federal, sempre ela, né, considerada um patrimônio nacional pela população, sempre muito bem avaliada, pegando esquerda, pegando direita, pegando petismo, pegando bolsonarismo, pegando todo mundo. O que que acontece? Ela eh ela também eh protagoniza uma outra operação, né? é aquela que prendeu o Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, dono do Banco Master, né, que tava se pirulitando para fora do Brasil, né, e tava nos últimos anos, como a gente viu, vendendo o terreno na lua, né, vendendo uma crise que a princípio tem 12

    bilhões, vendia papel na prática que era podre, era impagável, né, e com isso, na verdade, ele movimentou para fazer fazer isso, porque uma um esquema desse tamanho, ele não é feito simplesmente com um empresário vendendo coisas, não. Ele precisa de apoio político, ele precisa de sustentação política. Governadores de Brasília e Rio de Janeiro, como Ibanis Rocha e Cláudio Castro, respectivamente, podem estar envolvidos diretamente neste escândalo.

    A operação Compliance Zero, deflagrada pela PF, investiga a tentativa de compra de ações do Banco Master pelo Banco Público de Brasília, o BRB, que só não aconteceu porque a transação foi reprovada pelo Banco Central. E a gente viu essa tentação política se manifestar na tentativa do Banco de Brasília comprar parte eh da do do Banco Master.

    E a ação essa que teve o apoio do Antônio Rueda da União Brasil, que teve apoio do Cío Nogueira, do PP. O próprio Ciro Nogueira também queria, né, tentou aprovar uma uma medida para aumentar o valor que seria poderia ser restituído a investidores do fundo garantidor de crédito 250.000 para 1 milhão, seja, jogando papagaio do Banco Master nas costas do do fundo, né, de todos nós, porque aquele fundo é pago com recursos que sai dos bancos, sai dos das tarifas e e tudo isso mais.

    Então, o que que acontece no final das contas é que a gente tá vendo um processo de eh eh pessoas, né, com com essa operação do Banco Massa que estavam eh agindo para proteger, né, a a o Vorcaro. Já o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, tirou R 1 bilhão deais do fundo previdenciário de funcionários públicos para investir no má.

    Isso sem contar estados como o Rio de Janeiro que botou R 1 bilhão deais de grana do aí sim dos fundos de pensão de professor, de enfermeiro, de gari, aonde no Banco Master, mesmo depois do pessoal descobrir que o Banco Master estava podre. Então o que acontece? Você tem muita gente da política e da economia que a depender também do desdobramento do que acontecer nessas investigações do Banco Master, nossa, pode rodar gostoso.

    A prisão do banqueiro ocorreu no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei antifacção, cuja relatoria ficou a cargo de Guilherme Derit, secretário de segurança de Tarcísio de Freitas, licenciado para assumir a função. Embora o PL seja de autoria do governo federal, Derrit desfigurou o texto original e em vez de fortalecer o combate ao crime organizado, incluiu mudanças atacam a Polícia Federal.

    No meio de todo esse rebosteio, você tem o quê? Você tem a Câmara dos Deputados aprovando uma medida que reduz o financiamento da Polícia Federal. Isso na na sexta versão do relatório do Derit, porque na primeira a redução da da na capacidade operacional da Polícia Federal era mais descarada, na verdade era muito mais descarada, foi reduzindo o impacto, mas ele tá lá ainda.

    Fraudes no Master podem chegar a R$ 12 bilhões, estima diretor da PF -  Brasil de Fato

    Ele reduz a grana que pode pra Polícia Federal para continuar fazendo o trabalho dela. Há uma clara ação, né, de determinados grupos políticos neste país, neste exato momento, para reduzir o impacto e reduzir a força daquela que é a instituição que ajuda a colocar a ordem no barraco. Toda essa trama também vai respingar na CPMI do INSS.

    O deputado federal Rogério Correa, com o apoio da base governista, protocolou o requerimento para investigar as alianças do Banco Master, que envolvem os Golden Boys e igrejas evangélicas, mais precisamente a igreja da Lagoinha do pastor André Valadão. Mas olha, a confusão é muito maior do que você imagina. Vocês sabem que foi preso hoje o Daniel Vorcado, presidente do Banco Master.

    Ele é cunhado, vai ligando, do pastor Zetel. O pastor Zetel é um dos maiores contribuintes da campanha de Bolsonaro. Deu 3 milhões pra campanha de Bolsonaro e 2 milhões pra campanha do Tarciso. Mas o pastor Zetel é também muito amigo do André Valadão, que é pastor da Lagoinha, da igreja Lagoinha. Esse pastor Valadão aí nós vamos chegar nos Golden Boys.

    Ele recebeu dinheiro para fazer um reveon da igreja dele lá no campo do Palmeiras. E quem deu o dinheiro? Felipe Macedo Damar. Mas não termina essa confusão não. Pastor Varadão é assim com o Nicolas Ferreira sempre faz campanha para ele. Mas tem um outro pastor na julgada que é o pastor André Fernandes que recebeu R$ 200.

    000 de um tal de América Monte. também da Amar Brasil, confusão generalizada e ainda tem um banco, o banco da igreja da Lagoinha que chama-se Clava Fort Bank. Imagina igreja com banco, lavanderia de alfaiate, lavanderia de finex e banco virtual. Essa confusão toda, eu sei que hoje deu até para ligar Daniel Vorcaro, pastor André Valadão e os Golden Boys.

    Haja a lavagem.

  • A Inépcia Fatal: Flávio Bolsonaro Joga Sua Carreira na Lata do Lixo e o Centrão Garante a Derrota

    A Inépcia Fatal: Flávio Bolsonaro Joga Sua Carreira na Lata do Lixo e o Centrão Garante a Derrota

    A declaração do Flávio Bolsonaro que a candidatura dele tinha um preço foi uma das maiores bobagens políticas dos últimos anos, porque a candidatura do Flávio tá sofrendo uma pressão muito forte do centrão. Inclusive haveria uma reunião do Flávio com Cassciques do Centrão e as lideranças simplesmente não foram, sabotaram a reunião do Flávio Bolsonaro porque eles têm a preferência pelo Tarcísio de Freidas.

    Eles acham que o Tarcíio é mais competitivo do que o Flávio. Só que a gente sabe que não tem nada disso. Tanto Flávio quanto Tarcísio ou Bolsonaro ou Eduardo ou quem quer que seja vai ter a mesma votação no segundo turno contra o Lula. Até mesmo Thomas Stra manda ver já falou que Flávio candidato favorece a vitória de Lula no primeiro turno. Falso.

    Porque qualquer candidato favorece a vitória de Lula no primeiro turno. Porque Lula tem possibilidade de vitórias no primeiro turno em todos os institutos de pesquisa. Mas nessa condição de fragilidade da candidatura, quando o Flávio vem e coloca que a candidatura dele tem um preço, ele fala ou ele mostra que a candidatura dele não é séria e isso favorece a narrativa do centrão, que a candidatura dele precisa ser descartada.

    Flávio diz que não retira pré-candidatura sem Bolsonaro livre e nas urnas |  CNN Brasil

    Aí depois ele veio, tentou concetar falando que a candidatura dele é uma candidatura forte, não tem volta. Até achei que pudesse ser uma estratégia para confundir todo mundo, mas uma coisa tão confusa, tão estúpida, que eu acho que não tem estratégia nenhuma. E eu quero que você coloque nos comentários se você acha que a candidatura do Flávio Bolsonaro ela é verdadeira ou ela é o embuste de Bolsonaro.

    Você acha que Flávio vai resistir com a candidatura até o final ou o centrão vai conseguir pressioná-lo para que ele desista? Toda essa história de anunciar a candidatura, depois voltar atrás e voltar atrás da desistência, foi uma estratégia ou o Flávio errou e tentou corrigir o erro dele? Considera essa candidatura fraquíssima? Se sim, claro, like no vídeo se você concorda comigo e se inscreva no canal.

    O Flávio Bolsonaro foi anunciado, ou ele mesmo anunciou que ele era o indicado pelo Bolsonaro para ser o candidato em 2026. OK? Isso foi na sexta-feira, no sábado, o Flávio Bolsonaro veio a público depois uma grande repercussão negativa do centrão e do mercado, dizendo que ele poderia deixar de ser candidato, mas isso tudo haveria um preço e o preço seria a liberdade do Bolsonaro.

     

    Então, Fábio deu a ideia ou transmitiu a ideia que a candidatura dele estaria condicionada ao projeto de anichia do Bolsonaro. E essa fala foi a pior possível, porque ficou muito claro que a candidatura dele não é uma candidatura séria, é uma não candidatura. E se não há uma candidatura séria, as pessoas não se engajam. E mesmo o objetivo dele, que é anicha Bolsonaro, fica ainda mais fraco.

    Porque olha, se seu objetivo é soltar o seu pai e você tá barganhando sua candatura, essa candidatura não vai prosperar, você é um tosco. Então, sabendo disso, o Flávio tentou atenuar a situação no domingo dizendo que a o preço dele seria eu abro mão da minha candidatura contando que o meu pai seja candidato, mas a candidatura dele não tem volta, ele vai ser o candidato mesmo.

    Ou seja, é um completo de um LORPA. Tanto que a Veja divulgou que o centrão não leva a candidatura do Flávio a sério. Eles acham que o que o Flávio Bolsonaro de fato vai desistir da candatura dele. E eu comecei a desconfiar que tudo isso era uma estratégia de guerra híbrida da família Bolsonaro. Algo que foi muito utilizado por Bolsonaro em 2018 e no começo do governo dele.

    A guerra híbrida na comunicação e foi muito utilizado pelo Steve Bennon que é guru do Bolsonaro e dos filhos dele. Ela é utilizada para confundir a cobertura política. Então solta uma informação de supetão que ninguém está esperando pelo próprio agente propagador da notícia ou por um veículo não convencional de mídia. é uma notícia que confunde e na sequência essa notícia é desmentida, pegando todo mundo de calça curta.

    Então isso foi muito utilizado. Na época do Gustavo Bebiano, quando ele foi demitido, quem divulgou a notícia foi o antagonista, que não é um site de primeira grandeza. Aí veio o Bolsonaro desmentindo a demissão do Bebiano. Passado duas semanas, o o Bebiano foi demitido mesmo. E agora aconteceu mais ou menos isso.

    O Flávio divulga a sua candidatura, depois ele fala que vai desistir, negando a candidatura dele e vê na repercussão ele vai e nega a desistência tentando confundir todo mundo. Mas isso foi uma grande burrice. Por quê? Porque há uma tentativa do centrão de desacreditar a candidatura dele, Flávio. Então, essa família Bolsonaro, eles fazem absolutamente tudo errado.

    Principalmente o Bolsonaro faz filhos todos errados. Porque o centrão ele começou a divulgar logo que a candidatura saiu, que seria uma candidatura balão de ensaio, que é uma candidatura que não é séria, que é uma candidatura só para atender aos interesses da família Bolsonaro. E por que que o centrão está fazendo isso? Porque mesmo que seja uma candidatura para atender um interesse ou um objetivo pontual do Bolsonaro, se a candidatura do Flávio pegar tração, pegar musculatura, ele saia como candidato.

    Então o centrão quer fazer o quê? Quer reduzir a candidatura do Flávio Bolsonaro a uma candidatura falsa para evitar que haja um engajamento. Porque se é uma candidatura que não existe, se uma candidatura fantasma, uma candidatura fake, por que a militância bolsonarista, que ainda é numerosa nas redes sociais, vai se engajar, não vai? E quando o Flávio vem da própria boca dele e fala que ele tem um preço, que ele pode desistir, ele faz o jogo do centrão.

    Esse cara, ele é uma besta, ele é burro politicamente ele é burro. E esse é um dos meus principais problemas políticos com o Bolsonaro e seus familiares. Eles são burros, eles não sabem jogar. Isso me incomoda demais. Quando o cara vem e fala que ele pode desistir, ele reforça tudo que aqueles que são contrários à candidatura dele querem e enfraquece inclusive a situação do pai.

    Olha esse cara, ele é terrivelmente imbecil, terrivelmente imbecil, muito tosco. E no dia seguinte sai o Datafolha mostrando que o Flávio tá muito enfraquecido. Inclusive o centrão usou, está usando Datafolha para desacreditar a catura do Flávio, falar: “Olha o Flávio não tem chance nenhuma, o que é falso, porque o Datafolha foi divulgado com os dados coletados antes do anúncio do Flávio como candidato.

    Ele nunca foi considerado um candidato viável. Ele era especulado, mas o nome dele corria ali muito, muito por fora. Era o Bolsonaro, sempre o preferencial. Aí tinha o Tarcísio e a Michele. O Flávio não aparecia, que apareceram o Eduardo. Então não dá para considerar o Datafolha para mensurar o poder, a força ou não do Flávio.

     

    E o Data Folha mostrou algo que o Flávio, mesmo aparecendo bem atrás do Lula, ele ainda é um candidato competitivo. Porque no atual cenário de divisão política e cristalização da politização, que as pessoas querem falar de chamar de polarização, o Flávio é um candidato viável. Porque se você for pegar a média do do Lula para os seus adversários, há uma oscilação dentro da margem de erro.

    Na média, o Lula tem 49% das intenções de votos e os seus adversários têm 40. Todo mundo oscila dentro desse desse desse valor, dessa média. Não há muita diferença. Então, o Flávio, mesmo ele sendo rejeitado, tendo rachadinha, como o centrão quer minar a candidatura dele, ele ainda é um candidato tão competitivo quanto Tarcísio, quanto Michele, quanto o próprio Bolsonaro.

    Ele vai ter uns 40%. O Flávio é fraco, não pelo dataf, o Flávio é fraco por ele ser fraco, por ele ser um candidato que nem empolga ninguém. Esse é o problema do Flávio. E o centrão está sabotando essa candidatura dele, porque depois que ele foi, voltou, falou que ia, falou que não ia, ele tentou realizar uma reunião com lideranças do Centrão, com a liderança do PL, que é o partido dele, com a liderança do PP, com liderança do União Brasil e do Republicanos.

    Flávio confirma pré-candidatura à Presidência em 2026 | Política | Valor  Econômico

    Isso é em Brasília para tentar estancar a crise. Só que essas lideranças esvaziaram a reunião. Ninguém foi, deixaram o Flávio falando sozinho. Só que aí que tá a questão. O Flávio, pelo fato de ter o sobrenome da família Bolsonaro, de ser Flávio Bolsonaro, não precisa do apoio dos partidos, o centrão para ter uma candidatura viável.

    Essa história de estrutura regional, capilaridade é algo que era importante. Ainda é importante, mas bem menos importante do que já foi no passado. O Flávio não precisa de bênção de partidos do centrão para disputar e ser um candidato competitivo em 26 ou para ter a mesma quantidade de votos do Tarcísio. Se Flávio disputar com o Lula e Flávio for derrotado e isso vai acontecer, não.

    O Tarcis não significa que o Tarciso iria ganhar. O Tarcis tem a mesma quantidade de votos do Flávio, porque o país ele está muito dividido. A polarização ela está muito cristalizada. Se o Flávio quiser sair mesmo como candidato, ele sai, ele peita e derrota o Tarcísio, que se for sair pelo Republicanos, o PSD com Ratinho Júnior, ele derrota todos, porque ele, diferentemente do do Tarcísio, do Ratinho, ele tem valores muito mais explícitos em termos políticos e ideológicos do que Ratinho Tarcísio.

    Que que esses em termos nacionais qual que é o pensamento deles? Não há. Então, não há esse engajamento todo em torno de Tarcísio e Ratinho. Ah, mas o Flávio é fraco. Sim, o Flávio ele é extremamente fraco, mas o fato dele ser ter o sobrenome Bolsonaro, ele já desperta paixões, mesmo ele sendo completo de um nada.

    Mas eles não sabem disso. Aí o problema é deles, né? Mas tá sendo sabotado pelo central e ele se ajuda falando que vai abandonar a candidatura. Nossa, mas é muito burro. É muito burro.

  • ENGASGADO NA CNN: EDUARDO BOLSONARO PERDE AS ESTRIBEIRAS COM MORAES E LINBBÊRGH FESTEJA A PRISÃO!

    ENGASGADO NA CNN: EDUARDO BOLSONARO PERDE AS ESTRIBEIRAS COM MORAES E LINBBÊRGH FESTEJA A PRISÃO!

    O que eu lamento é que o Moraes esteja mais uma vez rasgando a Constituição e responsabilizando Bolsonaro por uma conduta de terceiro, algo que é proibido em nossa lei. Eu não posso ser punido porque outra pessoa tomou determinada conduta. E o Moraes anteriormente fez isso, né? Ele colocou de volta na cadeia várias pessoas que estavam em casa relacionadas ao 8 de janeiro, utilizando como fundamento que muitos deles fugiram pra Argentina.

    Ora, ele tá punindo quem está seguindo a lei que está no território brasileiro com base na conduta de outros que saíram do país, mas ele fica confortável porque se alguém tenta denunciar isso, vai sofrer as mesmas consequências que eu estou sofrendo, inclusive com a esposa, minha esposa até hoje não tem uma resposta disso, né? Com as contas bancárias bloqueadas.

    E eu sou um deputado federal. Quando o Mor faz uma ação dessa contra um parlamentar que tem imunidade parlamentar, ele sabe que ele tá intimidando todo o resto para não se aproximar de nós. Aí eu vou falar para vocês como é que fica o financiamento de campanha do PL ano que vem, como é que fica, né, a gente dar apoio a candidatos ano que vem que se forem reeleitos não terão imunidade parlamentar e vou ficar debaixo da perseguição do Alexandre Moraes.

    Então Moraes ele está moldando a política brasileira com base no abuso de seu poder. Ele quer controlar a eleição de 2026 e está tendo sucesso nisso com essa prisão do Jair Bolsonaro. Vai tentar me decretar inelegível e muito provavelmente tá apontando os caminhões agora contra outro inocente que é o senador Flávio Bolsonaro.

    Estão querendo transformar um presente em um caso de corrupção”, diz Eduardo  Bolsonaro à CNN | CNN Brasil

    Dessa maneira eu pergunto a vocês, restará democracia para as eleições de 2026 ou será que com esse quadro de fatos que eu acabei de citar, finalizando, vai ficar fácil pra comunidade internacional dizer que o Brasil não é mais uma democracia, se equivalendo com a Venezuela, né? Se for um cenário sem Eduardo, sem Flávio, sem Jair, já não há mais democracia.

    Para mim, tanto faz quem será, né, o presidente de direita, porque por mais que ele possa até ser, né, visto como alguém de direita, isso significa que ele não vai ter poder para agir livremente. Tudo que ele fizer, ele vai ter que pedir a bênção do STF, que é o que basicamente ocorre hoje, até mesmo dentro do Congresso, situações ridículas, onde autoridades parlamentares têm que antes de sequer votar uma lei, perguntar à Suprema Corte se pode ou não votá-la.

    E muit das vezes, né, tem gente que trata isso daí como aceitável, como normal. Então, eu não pretendo participar de nenhum espetáculo circense para que assim seja dado áreas de democracia a esse ato. A questão do boicote é uma questão que pode ser discutida, né? Mas eh o que eu de antemão consigo garantir é a todos aqueles que pretendem se lançar como candidatos à direita que tenham o seu passaporte em dia, o seu visto americano em dia, uma conta bancária fora do Brasil e todos os instrumentos necessários para fugir de uma eventual

    perseguição, caso não tenha um êxito, né, na sua na sua eleição. Eu acho que isso daí deve deve ser feito. Eu acho que todos nós temos que pensar que não estamos mais num regime normal no Brasil. Acabei de falar do meu caso. A a minha esposa está com as contas financeiras bloqueadas. Daniel Silveira foi preso durante a noite, a esposa dele também impedida de usar rede social, contas bloqueadas.

    Então isso tudo daí é o regime brino que a gente tá vivendo. Eu acho que de dentro do Brasil é difícil, né, que nós tenhamos armas para lutar contra isso. Mas mais para frente vamos ver como é que vai ficar esse cenário eleitoral para saber quem serão os candidatos e quanto poder o Alexandre Moraes vai ter ou não para tentar controlar essa eleição.

    Jusara, deputado, hoje, novamente na decisão, o ministro Alexandre de Morais citou dois fatos: a proximidade da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro com a embaixada dos Estados Unidos e também o suposto planejamento de pedido de asilo eh à Argentina. Na sua avaliação, o ex-presidente deveria ter pedido um asilo político antes, ter deixado o país antes.

    O senhor era a favor disso? O senhor defendia esse asilo político? E quais as possibilidades do ex-presidente pedir ajuda a aliados, a políticos de direita, governantes de direita, eh, em outro país agora já não há mais muito que o que possa ser feito, né? Ã, eu acho que a gente tem que fazer é a pressão internacional, né? Não, muito que pode ser feito para evitar essa prisão, até porque ele tá nesse momento, se não me engano, até na Polícia Federal, né? Então o que a gente tá conseguindo perceber que tem que ser feita uma pressão internacional, né?

    para que o o Bolsonaro, né, seja internamente no Brasil recebida essa pressão e seja votada a lei da anistia. Eu nunca vi do meu pai nada assinado de próprio punho ou dele comentando com relação a asilo. Mas eu, mais uma vez aqui eu realço. Eu acho que é justo todas as pessoas do 8 de janeiro, o deputado Alexandre Ramagem, se realmente for essa a intenção dele de ir aos Estados Unidos, de fugir de uma pena injusta.

    Entenda uma coisa, quando um bandido comete um crime, ele vai paraa cadeia, isso é quase como se fosse na cabeça dele um acidente de trabalho. Ele sabe que tá incorrendo naquele risco ao cometer a atividade delituosa. Outra coisa é a cabeça de alguém que não cometeu crime algum. A gente não pode cair nessa narrativa de achar que o presidente Bolsonaro esperou o momento onde ele não era mais presidente, onde ele nomeou os chefees de força, né, da Marinha Exérce aeronáutica indicados por Lula antes de deixar a presidência, no momento que ele não estava mais no

    Brasil e colocou em campo velhinhas e pessoas desarmadas. Lembrando, não foi dado um tiro e não foi apreendida uma arma de fogo durante o 8 de janeiro para que nesse momento Bolsonaro tentasse dar um golpe de estado. Pelo amor de Deus, mais ridículo de isso do que isso é só ter é só pensar que o Bolsonaro tava planejando uma fuga.

    Um senhor de 71 anos numa prisão residencial num país onde todo mundo conhece ele. Vigilância 24 horas por dia, câmera com sensor de movimento e então ele conseguiria fugir. Óbvio que não, né? Mais uma vez, essa tortura é instrumento, essa essa tornozeleira, ela é instrumento de tortura contra o Jair Bolsonaro numa tentativa do Morais de repetir aquilo que já ocorreu com Clesão, que é assassiná-lo.

    Então eu tenho que minimamente vocalizar isso enquanto ainda me resta um espaço, né, numa imprensa aqui como a CNN, que eu agradeço essa oportunidade e também as minhas redes sociais. O deputado Lindberg Farias, líder do PT na Câmara dos Deputados, que vai trazer pra gente, portanto, um pouco das perspectivas da esquerda.

    Deputado, bem-vindo aqui ao agora CNN, a nossa cobertura especial, líder, eh, quero a perspectiva então de vocês, como o governo Lula vê essa prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro na data de hoje e como isso pode guiar os rumos eleitorais em 2026. Olha, antes eu quero falar, eu tava aqui acompanhando a entrevista do Eduardo Bolsonaro e essa fala dele é criminosa, é uma fala de estímulo à fuga por condenados, por quem tá sendo investigado.

    Eu quero chamar uma atenção. Ah, uma tentativa de rompimento da tornozeleira eletrônica usando material de solda. Olha como é grave isso. Meiaoite 7 minutos. Meiite e 8 minutos a Secretaria de Administração Penitenciária aciona a polícia que tava cercando ali a casa do Jair Bolsonaro, que adentram na casa e fazem a troca da tornozeleira eletrônica 1:09 da manhã.

    Se alguém tinha dúvidas que era um plano de fuga, você usar o material de solda, soldagem para romper a carcaça da tornozeletrônica, isso aí é comprovação. A própria fala do Eduardo Bolsonaro também. Você sabe que eu entrei com a petição porque antes do julgamento do Jair Bolsonaro tinha chegado a gente uma denúncia de que ele poderia entrar na embaixada norte-americana e poderia pedir asilo político.

    Moraes cobra parecer da PGR sobre pedido para investigar Eduardo Bolsonaro  | CNN Brasil

    Fui eu que fiz a petição à Polícia Federal, ao ministro Alexandre Moraes e à procuradoria geral da República para pedir reforço policial. Ali eu descobri, fiquei perplexo, que não tinha nenhum esquema de policiamento no entorno da casa de Jair Bolsonaro. E pelo histórico, vocês lembram que ele ficou dois dias dormindo dentro da embaixada da Hungria.

    Depois descobriu-se que ele tinha escrito eh um pedido de asilo a um Milei. Esse pedido não chegou a ser feito, mas tinha escrito esse pedido. Eduardo Bolsonaro fugiu, Carlos Zambelli fugiu, Ramagem fugiu. Então tava na cara. Eu confesso a vocês que a minha sensação hoje é de alívio, porque a gente conseguiu, o ministro Alexandre Moraes, a Polícia Federal agiram de forma rápida, que houvesse uma grande frustração nacional e conseguiram impedir a fuga do Jair Bolsonaro.

    Olha, o ministro Bolo, você perguntou o senhor presidente Lula, o ministro Bolo já se pronunciou, a ministra Gace também, no sentido que nós estamos juntos com o Supremo Tribunal Federal na defesa da democracia. O que houve no Brasil foi muito grave, foi uma tentativa violenta de golpe de estado patrocinada pelo Bolsonaro. Caio Junqueira, sua pergunta ao líder.

    Líder, o Lula preso em 2018 transferiu votos pro Hadad. O senhor acha que o Bolsonaro preso em 2026 transfere votos pro candidato do bolsonarismo? Esse é outro ponto interessante. Você sabe que a prisão do Lula não era prisão com trânsito julgado, né? Você sabe que pela lei das organizações criminosas, eu já queria entrar nesse ponto, se tiver trânsito julgado, o Bolsonaro foi condenado como chefe de organização criminosa.

    Então eu acho que ele vai ficar uns dias na Polícia Federal e vai ter que ir paraa Papuda, porque chefe de organização criminosa tem que ficar em presídio de segurança máxima. Eu acho que o que vai acontecer é o seguinte sobre política, eh, vai acontecer uma um conflito entre a família Bolsonaro e essa outra parte que quer lançar o nome do Tacismo.

    Esse conflito tende a ganhar cada vez mais força e espaço. Eu acho que vai haver uma disputa entre Flávio Bolsonaro e Tarciso. Por que eu falo isso? É porque tá muito claro, eu acho que a família Bolsonaro percebe isso, Eduardo Bolsonaro percebe isso, que se o Jair Bolsonaro passar o bastão pro Taciso, vão esquecer dele. Ele vai ficar preso na papuda, ninguém vai mais falar dele e de certa forma isso vai enfraquecer aquele núcleo mais bolsonarista.

    Então acho que vai ter um raciocínio e para que o nome Bolsonaro continue com força até a eleição de que tem que ter o nome a lá Bolsonaro, entendeu? Que poderia ser o próprio fazendo aquela estratégia que foi feita pelo Lula ou poderia ser o nome do Flávio Bolsonaro. Eu acho que cada vez mais isso vai acontecer, entendeu? Então eu acho que uma disputa entre a família Bolsonaro e o Tarciso para ver quem herda esse capital político.

    Tarciso hoje fez um Twitter, não sei se vocês viram, mas um Twitter manso. Ele não repetiu os ataques ao ministro Alexandre Mores. A base bolsonarista já tá cobrando isso deles. Da nossa parte, o que eu quero dizer é o seguinte, a gente não aceita que joguem pro parlamento num momento como esse nenhuma discussão sobre anistia, redução de penas.

    seria uma brutal interferência do poder legislativo num processo que ainda não acabou, né? Você sabe que essa tentativa de fuga é porque o processo não acabou. Bolsonaro devia ter uma prisão definitiva lá para quarta-feira, quinta-feira. Eu tenho certeza que o ministro Alexandre Moraes, ele não anteciparia essa necessidade de prisão se não fosse uma necessidade de fato.

    Agora, só para encerrar esse meu raciocínio, vocês lembram que toda a tese da defesa do Bolsonaro é que na condenação indefinitiva ele ficasse em casa com prisão domiciliar, alegavam questões de saúde, diziam que ministros do Supremo que defendiam isso. Pois bem, com essa trabalhada que ele fez, eu posso dizer para vocês que a possibilidade de uma decisão na hora da prisão definitiva dele, que vai ser a semana de prisão do homiciliar, porque ele pode tentar fugir o tempo todo, pode infringir as regras. Então eu acho que

    já fica claro que a prisão do Bolsonaro não pode ser uma prisão domiciliar. Ébora Bergamasco, boa tarde, líder. Gost, o senhor tocou, né, na questão de do papel do legislativo para não interferir nas decisões lá do da justiça, do Supremo Tribunal Federal. Essa semana que passou, a gente entrevistou o presidente da Câmara, Hugo Mota, porque o assunto eh do PL da dosimetria, ele voltou, é um assunto que vai e volta, né, senor sabe, vai e volta na Câmara, é um assunto que voltou e nas próximas reuniões haverá mais uma vez

    discussão entre os líderes para ver se pauta esse projeto da anistia Lighting. Então, gostaria de saber em relação à infantaria, aquelas pessoas que foram lá, né, protagonizaram aquela aquelas cenas horrendas, mas que não foram financiadores, que não foram mentores, né? Eh, o senhor é absolutamente contra o PL da Anistia Light? Veja bem, esse PL da Nistia Light, eu conversei com o relator do projeto, o deputado Paulinho da Força, e é o seguinte, ele quer reduzir pena do Bolsonaro, não é da turma do 8 de janeiro, ele fala

    na redução de pena do Bolsonaro. Isso é escandaloso. Veja, a legislação é sempre feita de forma genérica. Não pode ter desvio de finalidade para beneficiar uma pessoa. Eles estão um pouco se lixando com aquela turma de 8 de janeiro. Eu não sei se você se recorda, Débora, a Polícia Federal aprendeu eh várias conversas do WhatsApp, divulgou, foi tornada pública do Eduardo Bolsonaro, inclusive com Jair Bolsonaro.

    Uma delas, ele diz o seguinte: “Olha, é besteira lutar por libertar a turma do 8 de janeiro que a gente queima cartucho com os Estados Unidos.” Eles nunca tiveram preocupados com aquela turma de 8 de janeiro. É só Bolsonaro. Então esse PL da dos metric, você falou anistia light, não é uma anistia light, é tentar interferir no julgamento do Supremo Tribunal Federal para diminuir a pena de Jair Bolsonaro.

    Isso é uma brutalidade jurídica. Isso é uma agressão. Eu espero que o presidente da Câmara, Hugo Mota, não entre numa aventura como essa. Você sabe que parlamentar tem unidade parlamentar, mas nós legalmente não temos o direito de interferir, de atrapalhar um processo judicial. Isso é crime e eu espero que a Câmara como instituição não faça uma sandíice dessa.

    J Sara Soares, deputado, o quanto essa prisão ainda preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro pode impactar eh no Congresso? E como que o senhor vê que isso pode atrapalhar a governabilidade? Sinceramente, eu não acho que atrapalha em nada. Eu acho que nós temos coisas para votar importantes, eh, temos temas importantes a serem debatidos ali e eu acho que eles eles vão sempre isolamento nessa pauta.

    Teve gente me ligando agora, olha, eles estão ameaçando invadir a mesa, eles estão ameaçando obstruir tudo. Vai ficar feio para eles. Já tava feio para eles esse processo todo que levou à condenação do Bolsonaro. Não sei se vocês viram a rejeição do Eduardo Bolsonaro, do Flávio Bolsonaro, do Jair Bolsonaro cresceu. Então, se eles acham que fazendo essas maluquíes, que tentando obstruir, tentando invadir a mesa de novo, vão estar atrapalhando o governo, eles vão dar estar dando tiro no pé neles mesmo.

    Nós estamos tranquilos. O governo tem a obrigação de defender a democracia, o estado democrata de direito. Então eu vejo muita clareza do papel do governo nesse momento. Tá ao lado do Supremo Tribunal Federal, tá ao lado das nossas instituições. O Eduardo Bolsonaro, que deu entrevista aqui para vocês, que hoje cometeu um novo crime nessa entrevista, ele tava estimulando fugas de quem tá sendo investigado, de quem tá sendo condenado.

    que fez uma campanha brutal nos Estados Unidos contra o Brasil. Foram sanções, lei magní, tarifas. O governo do presidente Lula conseguiu resolver isso. Teve duas conversas com Trump, rolou química, a gente teve uma vitória ontem muito grande. Foi uma parte desses dessas tarifas em cima de café, carnes e frutas que foram reduzidas a zero.

    E na ordem executiva assinada pelo Trump, ao contrário do que falou Eduardo Bolsonaro, é uma ordem executiva dirigida ao Brasil. Ele fala do Lula, das negociações que estão acontecendo. Então, veja, a gente tá conseguindo virar essa página. Se essa turma quer agora apelar para obstrução de pauta, para algum tipo de ocupação de mesa, eu vou dizer aqui para vocês, é mais um tiro no pé que eles estão dando.

     

    Líder, eu queria justamente puxar esse gancho do tarifaço. Ainda há pontos que o governo brasileiro ainda aguarda de uma reversão completa sobre os outros produtos que ainda estão com essa tarifa. O senhor ainda acredita eh que poderá haver influência de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo junto à Casa Branca e que possa trazer algum tipo de recu ou até mesmo novas sanções contra autoridades brasileiras a partir da determinação da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e da influência de Eduardo? Isso já tá

    precificado pelo governo dos Estados Unidos. Veja, foram duas ordens executivas. A primeira ordem executiva do Trump, ele falava o tempo todo do Bolsonaro, ele falava o tempo todo dessa prisão. Teve as conversas com o presidente em que o tema não foi abordado, eles mudaram, estão no outra linha.

    E essa ordem executiva, é importante as pessoas lerem a ordem executiva. O que ele diz claramente é que tá retirando essas tarifas, fala do presidente Lula, da conversa com o presidente Lula e das negociações que estão acontecendo. Então, eu acho que o presidente Trump entrou no modo agora pragmático de defender os interesses norte-americanos na relação com o Brasil.

    Esqueceram completamente essa pauta, saiu do centro. Esse é o desespero do Eduardo Bolsonaro e dessa turma. É porque eles tinham aí, eles defendiam primeiro a intervenção dos militares, né? Não deu certo golpe. Aí eles passaram a defender que a saída era o Trump, eram as ameaças do Trump. Acabou, perderam. Eu acho que a negociação do Brasil tá sendo muito bem feita e a gente vai ter novas surpresas com redução de tarifas de outros itens.

    É um sucesso a condução feita pelo vice-presidente Geraldo Alm, pelo nosso ministro de Relações Exteriores, pelo ministro Hadad. As negociações estão acontecendo da melhor forma possível. Líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindberg Farias, a gente agradece a atenção aqui com a CNN. líder, uma boa tarde pro senhor.

    Um abraço grande. Eu tô aqui no agenda, mas parei porque é importante falar sobre esse tema aí. Justiça foi feita o diálogo que você trazia pra gente. Tem informações aqui que chegam também de que neste momento temos o advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro. Deixa eu só checar se a gente já consegue colocar na tela a manifestação dele.

    É claro, porque é importante entender agora qual vai ser a resposta da defesa que Paulo Cunha neste momento na porta da superintendência da PF. Vamos ouvir. Olha, essa questão de tornozeleira é uma narrativa que tenta justificar o injustificável. O injustificável. O presidente Bolsonaro não teria de forma alguma como subtrair-se, como evadir-se da sua casa.

    Ele tem uma viatura armada com agentes federais 24 horas por dia, s dias da semana, na porta da casa. Então não haveria isso. É querer justificar ou injustificar. E qual era a intenção da violação? A torno a tornozeleira eletrônica tornou-se, neste caso, o símbolo da pena infamante, a versão moderna da pena infamante.

    Sua finalidade foi apenas causar humigação ao ex-presidente. Não havia qualquer necessidade. Não desconheço qualquer indivíduo no Brasil com tornozeleira eletrônica que tenha uma escolta permanente da Polícia Federal na porta da sua casa. Não haveria como ele fugir. A finalidade vou repetir querer justificar ou injustificável.

    Essa não haveria motivo algum para que ele tivesse, mas ele tentou quebrar ninguém. Pessoal que é muito importante, saúde funcionário. Como é que ele tá?

  • ICL PEGANDO FOGO! A PRISÃO DE VORCARO, ENVOLVE CASTRO E RATINHO JR E VIRAM ALVO DE QUESTIONAMENTOS!

    ICL PEGANDO FOGO! A PRISÃO DE VORCARO, ENVOLVE CASTRO E RATINHO JR E VIRAM ALVO DE QUESTIONAMENTOS!

    Onde vive, o que come Daniel Vorcaro, né? Bom, ele tentava comer eh investimento dos outros e ficar com a grana, embolsar e deixar o prejuízo pro governo do Distrito Federal. Mas olha, ele começou como um pastor naquela igreja do André Valadão em Minas Gerais. Era amigo do André Valadão. Entrou no mercado financeiro considerado um outsider na Faria Lima.

    Ele não era uma pessoa assim e filho de banqueiro ou de família. Ele entrou inclusive pelo ramo imobiliário e aos poucos alguém que tinha essa trajetória até de pastor vai pro ramo imobiliário e depois pro ramo financeiro. Em 2017 ele compra o Banco Máxima, que era um amigo dele chamado Saul Sabá.

    E esse Banco Máxima tava para quebrar, tava para sofrer intervenção. Ele vai lá e compra o banco, salva o banco e 2 anos, 3 anos depois troca o nome para banco master. Então, o máxima vira master e aí começa a usar essa tática de alavancagem, de oferecer CDB sem ter lastro para pagar. Ficou conhecido por sua gestão em investimentos de alto risco e também pela vida de ostentação e por circular entre os políticos.

    Vamos então seguir pra próxima página desse perfil. O cabeça do banco master, o Vorcaro, tinha as costas quentes na política. A gente separou aqui um quadro para mostrar as ligações do Vorcaro com figuras do alto escalão em Brasília e fora de Brasília. O jornalista do ICL, Luiz Costa Pinto, que daqui a pouco estará aqui, né, diz que esses aqui que estão no na tela são alguns dos melhores amigos de Vorcaro.

    Olha estas videofigurinhas do Vorcaro. Artur Lira, ex-presidente da Câmara, Ciro Nogueira, senador, presidente do PP do Progressistas, e Antônio Rueda, eh, que é presidente do União Brasil. Esses dois aqui também enrolados em outros escândalos, como o ICL tem mostrado. Mas não é só o centrão, hein, gente.

    Eu vou trazer aqui um outro nome. Nós vamos paraa próxima página aqui das figuras ligadas ao Vorcar. Augusto Lima, esse que aparece aqui, ó, sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master, Augusto Lima, que também tá preso, é casado com Flávia Perz, né? Flávia Perez, que muita gente conhece como Flávia Ruda, porque ela foi casada com o senador Aruda lá de Brasília e foi inclusive ministra do Jair Bolsonaro, da articulação política.

    Então, Daniel Vorcaro, o sócio Augusto Lima, casado com a Flávia Arruda, que tem ligações fortíssimas com a direita de Brasília. Daniel Vorcaro tem também uma irmã, né? a família dele também tá sendo investigado. A Comissão de Valores Imobiliárias identificou indícios de crime com aporte de 2 bilhões eh de reais do Banco Master.

    desse valor, uma fatia de 1 bilhão foi aportada em empresas que possuíam vínculos com Natália Vorcaro, a irmã dele, a irmã dele. Natália casada com o advogado e pastor, tem essa ligação com a igreja evangélica. Ela é casada, a irmã dele, com o pastor Fabiano Zetel, que também é um fundo de investimento, o fundo de investimento moriá.

    Então, tão as figuras expostas aí com a ramificação política. Daniel Vorcaro também tinha relação com alguns governadores. Quem traz pra gente esse capítulo do perfil dele é a Laura Coacho. Laura é Rodrigo, tem muito peixe grande envolvido no caso master. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, investiu mais de R$ 1 bilhão deais da Rio Previdência, que é o fundo de aposentadorias da previdência do Rio de Janeiro, no Banco Master, mesmo depois dele ter sido alertado pelo Tribunal de Contas sobre essas irregularidades do

    banco. Já em Brasília, o Banco BRB injetou quase R bilhões deais no máster entre 2024 e 2025. O BRB queria comprar o máster numa operação que foi publicamente apoiada pelo governador e Banês Rocha, mas acabou sendo barrada pelo Banco Central, como você comentou, Rodrigo. E outro governador que cruzou os caminhos com o Daniel Vorcaro é o Ratinho Júnior do Paraná.

    O Vorcaro é amigo pessoal do pai do governador, que é o apresentador Ratinho. E o máster foi o banco que estruturou a operação da privatização da empresa paranaense Copel Telecom, que foi vendida em 2020. Rodrigo. É isso. Então, pelo menos três governadores com forte relação aí com o Vorcaro.

    A Laura citou o Ibanês, esse aí escapou, né, de tá no no escândalo aí do golpe do estado. Não sei porquê, porque a Polícia Militar dele liberou geral pros golpistas, mas agora aparece nesse escândalo do Banco Master. Ratinho Júnior, que usou o Banco Master, inclusive para privatizações lá no Paraná, como a Laura explicou. E o Cláudio Castro, já que é a empresa de previdência lá dos funcionários do Rio, aplicou dinheiro no Banco Master.

    Bom, pode alegar que aplicou porque as taxas eram tão boas, a gente queria retorno bacana pro fundo de previdência da Turma do Rio. Mas a investigação pode mostrar que há um pouco mais do que isto, né? Bom, falando em aliados de de Vorcaro, teve um que defendeu os interesses do banqueiro alguns meses com unhas e dentes.

    Nós estamos falando do Ciro Nogueira, que já apareceu aqui no álbum de figurinhas do Banco Master. Em abril deste ano, o presidente do PP, Partido Progressistas, operou nos bastidores quando o Congresso tentou investigar o Banco Master. Ou seja, tem caroço nesse angu envolvendo diretamente o Ciro Nogueira. Vamos aguardar as investigações e os detalhes da Polícia Federal.

    Com toda essa repercussão, deputados distritis, ou seja, o pessoal lá que é deputado lá no Distrito Federal, eh protocolaram um pedido para criação da CPI do Banco Master na Câmara Legislativa do Distrito Federal. O objetivo é investigar possíveis crimes na tentativa de compra do máster pelo BRB. Nós estamos falando bastante disso, você tá escutando bastante isso, porque isso foi escandaloso.

    O Banco Central impediu uma falcatrua gigantesca autorizada pelo governador Ibanês, né? Então tem pedido de CPI que foi assinado por deputados do PESOL e do PSB. E falando em Brasília, nós vamos agora pro Distrito Federal, pra capital da República, para conversar com Luís Costa Pinto. Luiz Costa Pinto, jornalista aqui do ICL, que acompanha muito esses bastidores e que vai trazer pra gente.

    Lula, bem-vindo ao ICL Urgente. Boa tarde para você. Eu já vou direto pra primeira pergunta. Você tem uma atualização importante, né, sobre uma consequência já desse escândalo que pode envolver o Distrito Federal e o BRB, não é isso? Isso, Rodrigo. Boa tarde. Boa tarde, Laura, e quem nos assiste, né? Nesse momento, o Banco Central está com a sua diretoria reunida e eh estudando a possibilidade de fazer uma federalização do Banco Regional de Brasília, ou seja, tirar o BRB da esfera do governo do Distrito Federal, federalizá-lo, como foi feito

    com quase todos os bancos estaduais brasileiros no período do Plano Real, durante o governo Fernando Henrique, no início do primeiro governo Fernando Henrique e o BRB foi um dos escassos sobreviventes desse processo. O BRB ele foi organizado, estruturado aqui durante os 4 anos de governo que antecedeu, né, o Ibanês Rocha, o governo de Rodrigo Rolemberg, que de fato fez uma organização no Banco Regional de Brasília, entregou ao então novo governador Ibanês um banco pequeno, um banco com pouca com poucos horizontes,

    mas um banco estruturado. que sobrevivia. E aí o BRB virou o grande banco do capitalismo de compadril de Brasília. Hoje o BRB é sócio de todas as operações privadas, entre aspas, de privatizações e PPPs, por exemplo, de exploração do setor de eventos em Brasília, né, de todos esses empresários.

    Eu vou te dar aqui só um dado. O BRB é o maior parceiro do Flamengo, que não tem nada a ver com Brasília, teoricamente, e é o operador do cartão de crédito Flamengo, do cartão Fá, né? Esse cartão Fá é hoje um dos três maiores cartões de crédito do país, operado pelo BRB e há um custo muito elevado para o BRB. Sim. E quem é que detém as lojas da marca Flamengo no Distrito Federal? Quem? O filho do Ibanês, que aliás vai ser candidato agora a deputado distrital e em 2026.

    Então essa intervenção Banco Central tá estudando, nos traz aqui a informação em primeira mão. Luiz Costa Pinto, o Banco Central estuda possível, né? É claro, isso depende de uma série de decisões, de avaliações, possível federalização, seja uma intervenção federal para tirar o banco da mão do IBAN, uma intervenção federal.

    Lula, a gente destacou aqui momentos antes de você entrar uma espécie de álbum de figurinhas das ligações do do dono, né, do do Vorcaro, do dono do Banco Master, com a política. Quem que você destacaria aqui de mais importante? Eu falei aqui do sócio dele que também foi preso, né? O sócio Augusto também foi preso e é casado com a com a com a Flávia Arruda, que agora usa Flávia Perez porque se separou do Arruda, mas é um personagem importante pra gente observar.

    Quem que você destacaria nesse álbum de figurinhas aqui que pode ter ramificações importantes pra gente investigar? Olha, aquela trinca inicial que você mostrou, eh, Artur Lira, que diz que não é amigo especial, amigo pessoal do Daniel Vorcaro, mas que tem relações institucionais com ele. Quais são essas relações institucionais? são as relações de quem como presidente da Câmara eh chegou ao mercado financeiro eh levado, conduzido por Daniel Vorcaro e por outros sócios do Daniel Vorcaro para dar aquelas palestras no mercado financeiro.

    O Artur Lira usou esses caminhos abertos pelo Vorcaro, né? E o Artur Lira também eh abriu portas para o Daniel Vorcaro na política nacional e sobretudo dentro do governo do Distrito Federal. governo do Distrito Federal que tem como vice-governadora a Celina Leão, né, que é a vice do Ibanês e que é filiada ao Progressistas do Artur Lira e do Ciro Nogueira.

    Celina Leão, que foi deputada federal e é uma das maiores amigas da Flávia Arruda, agora Flávia Perez, que era mulher do ex-governador do Distrito Federal, eh, José Roberto Arruda, e que agora é mulher do Augusto Lima, sócio do Daniel Vorcaro. Então, foram esses caminhos que conduziram um a nomeação dos dois presidentes, o que tá saindo hoje, né? é o Paulo Henrique Costa, que está investigado, que foi afastado pela operação compliance zero, é do BRB e o novo, o que foi nomeado hoje Carlos Eloi, que é funcionário da Caixa

    Econômica, assim como o Paulo Henrique Costa, a Caixa Econômica, cujo presidente foi indicado pelo Artur Lira e está mantido, né, no cargo eh pela força política que ainda detém numa parte do governo Artur Lira e Ciro Nogueira, então tem todo esse jogo de poder, né? E um outro amigo que apareceu aí na sua foto, o Antônio Rueda, né? Eh, cujo aniversário de 50 anos numa ilha grega e o Daniel Vorcaro ajudou a organizar.

    Então tá muito claro pra gente.

  • “Flávio Bolsonaro em apuros? Rejeições começam a aparecer, e a pauta de indulto não convence! O que está por trás das pesquisas e os números misteriosos? Não perca os detalhes que ninguém está falando!”

    “Flávio Bolsonaro em apuros? Rejeições começam a aparecer, e a pauta de indulto não convence! O que está por trás das pesquisas e os números misteriosos? Não perca os detalhes que ninguém está falando!”

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    Flávio Bolsonaro: Dilemas e Desafios em Sua Candidatura ao Planalto

    Flávio Bolsonaro, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, está enfrentando um cenário político cada vez mais desafiador enquanto tenta consolidar sua candidatura à presidência em 2026. A trajetória do político, que a princípio parecia ser um caminho direto para o Planalto, agora está repleta de incertezas e obstáculos. De uma candidatura envolta em promessas de continuidade, a um presente cheio de reveses políticos e questões complicadas, Flávio se vê lutando contra a rejeição crescente e a falta de uma agenda concreta.

    A Desistência Possível e a Rejeição Crescente

    Flávio Bolsonaro lançou sua candidatura com grande entusiasmo, mas agora parece estar balançando frente à pressão política e à rejeição pública. Recentemente, ele admitiu a possibilidade de desistir de sua candidatura ao Planalto, mas colocou uma condição: “se tiver alguma coisa diferente, eu saio”. Este enigma lançado por ele gerou desconfiança entre seus apoiadores e críticos. Não demorou para que ele se explicasse, tentando corrigir o tom de suas palavras. A frase que causou mais polêmica, “meu preço é Jair Bolsonaro livre e na urna”, indica que ele já está ciente de que seu pai não poderá concorrer e que sua candidatura corre o risco de ser enfraquecida pela falta de apoio popular.

    No entanto, a situação de Flávio se complica ainda mais com a anistia para seu pai, que está sendo amplamente discutida, mas é vista por muitos como uma medida inviável. Paulinho da Força, por exemplo, declarou que uma anistia completa para Bolsonaro está fora de questão, e que a redução de sua pena seria uma possibilidade remota, mas ainda incerta. Esse tipo de perspectiva alimenta a incerteza sobre o futuro de Flávio, tornando sua candidatura ainda mais instável e sua relação com a política brasileira ainda mais complexa.

    O Filme Sobre Bolsonaro: A Desesperada Aposta da Extrema-Direita

    Enquanto Flávio Bolsonaro lida com uma candidatura difícil, o bolsonarismo segue tentando criar sua narrativa para o público, dessa vez através de um filme sobre a vida do ex-presidente. Produzido por aliados da extrema-direita, o filme visa fortalecer a imagem de Bolsonaro, mas os primeiros trailers não causaram a impressão esperada. A escolha do ator e a estética do filme logo geraram críticas, com muitos questionando se esse projeto será capaz de se conectar com a audiência ou se será mais uma peça de propaganda fracassada.

    Esse filme é uma tentativa desesperada de reconstruir a imagem de Bolsonaro, mas também expõe a fragilidade da estratégia da extrema-direita: uma tentativa de usar a mídia para resgatar a popularidade de um ex-presidente que, apesar de ainda ter uma base fiel, enfrenta a dura realidade das consequências de seu governo. Para Flávio Bolsonaro, esse filme pode ser mais um fardo do que uma ajuda em sua jornada política, já que ele ainda tenta se distanciar da sombra do pai, mas não consegue escapar das controversas em torno de sua figura.

    Tarcísio de Freitas reafirma lealdade a Bolsonaro e diz que apoiará Flávio  em 2026

    Desafios Econômicos e o Contexto Político

    A economia brasileira também será uma grande pauta nas eleições de 2026. O governo Lula, com sua política de crescimento econômico baseado em reformas estruturais e aumento do salário mínimo, está sendo visto como uma tentativa de contrastar com a agenda neoliberal da direita. Enquanto isso, o clã Bolsonaro e seus aliados continuam a tentar vincular sua imagem ao crescimento da economia através de propostas que, até agora, são vagas e difíceis de se concretizar.

    O PT, com seu enfoque na indústria, reformas tributária progressiva e políticas de segurança pública, busca se posicionar como a verdadeira alternativa para o país. A direita, por sua vez, tenta se organizar com apoio das igrejas evangélicas e das redes sociais, onde a disseminação do discurso conservador segue sendo uma ferramenta crucial. No entanto, os estrategistas de campanha sabem que para derrotar o governo atual, terão que ir além de um discurso moralista e oferecer soluções reais para os problemas do povo brasileiro.

    Os Desafios da Comunicação nas Redes Sociais

    As redes sociais desempenharão um papel decisivo nas eleições de 2026, como já aconteceu nas eleições passadas. As big techs, que muitas vezes favorecem o discurso da extrema-direita, serão um campo de batalha onde os candidatos precisarão se destacar para conseguir atrair eleitores. A manipulação de informações e a disseminação de fake news são desafios constantes que os progressistas terão que enfrentar, ao mesmo tempo em que tentam apresentar uma narrativa mais positiva para a população.

    Turbulências no Judiciário: A Viagem de Toffoli e os Desafios da Moralidade

    No meio de todo esse turbilhão político, o judiciário brasileiro também está sendo sacudido por escândalos, como a viagem do ministro do STF Dias Toffoli para a final da Libertadores com o advogado de um banco envolvido em um escândalo financeiro. Essa viagem gerou críticas e questionamentos sobre a ética dos ministros do Supremo, especialmente em um momento em que o Brasil precisa mais do que nunca de confiança nas instituições.

    Esse episódio expôs um lado pouco conhecido do poder judiciário, onde alguns de seus membros estão frequentemente envolvidos em situações questionáveis, como viagens luxuosas e acordos pouco claros. A falta de um código de conduta claro e a falta de transparência em alguns casos alimentam a desconfiança da população e reforçam a ideia de que o sistema político brasileiro ainda está longe de ser transparente e ético.

    Decisão sigilosa de Toffoli trava investigações sobre fraudes no INSS;  entenda - Estadão

    O Futuro da Política Brasileira

    O futuro da política brasileira em 2026 está repleto de desafios, com uma candidatura de Flávio Bolsonaro marcada por incertezas, uma direita em busca de uma nova estratégia e um governo progressista que precisa se comunicar melhor com o povo. Enquanto isso, o judiciário e a mídia continuam a ser peças chave no tabuleiro político, com a ética e a transparência sendo mais essenciais do que nunca.

    A luta política está longe de ser resolvida e, enquanto a direita tenta reerguer sua imagem, os progressistas precisam continuar apresentando propostas sólidas para o futuro do Brasil. As próximas eleições, sem dúvida, serão um campo de batalha entre diferentes visões para o país, e será crucial para o Brasil que os eleitores façam suas escolhas com base em soluções concretas, e não em promessas vazias.

  • JUÍZA EXPÕE CRIME DE SERGIO MORO NA MORTE DE TEORI ZAVASCKI E PEDE PRlSÃO!! PF PEGOU PROVA-CHAVE!!!

    JUÍZA EXPÕE CRIME DE SERGIO MORO NA MORTE DE TEORI ZAVASCKI E PEDE PRlSÃO!! PF PEGOU PROVA-CHAVE!!!

    E ferrou pro Sérgio Moro, hein? Acabou aí para o Sérgio Moro. Veremos aí muito próximamente um dos agentes da CIA no Brasil dos Estados Unidos sendo presos, que é Sérgio Mori. Ó, vai ser provavelmente a primeira vez na história que alguém aí infiltrado dos Estados Unidos no Brasil acaba preso. E a chance aí do Sérgio Moro não ser preso cada dia é menor.

    Que que aconteceu? Na semana passada teve uma operação de busca apreensão da Polícia Federal na 13ª Vara de Curitiba. OK? Ali eu falei, é uma operação por conta da delação do Tony Garcia. O Tony Garcia começou falando e ele falou coisas ali que pareciam até absurdas no começo, porém a Polícia Federal conseguiu provas de boa parte do que ele tava falando.

    Isso lá atrás em 2023. Aí passou 2023, passou 2024, o ministro de Astófoli do Supremo Tribunal Federal, que é o relator da investigação, ele passou a pedir informações ali paraa 13ª Vara Criminal de Curitiba, que é onde trabalhou Sérgio Moro e a Gabriela Hart, a juíza do Cupia e Cola, eles se recusavam a dar essas informações para o Diastófolo.

    Teori Zavascki e o fascínio de Sergio Moro pelos holofotes - Época

    Então, depois passado muito tempo, o Diastofol ele aproveitou um timing e fez uma operação aí e agora ele vai para cima do Sérgio Moro. Eu vou te explicar por o timing do Toffol. Muitos estão se perguntando, Thiago, mas por que agora ele tá fazendo isso? Por que que não fez antes? Por que que não fez depois? Tem aí duas coisas.

    A primeira é que o timing dessa operação é exatamente para que o Sérgio Moro se ferre bem no ano eleitoral, que é o ano que vem, 2026, que exatamente que ele fazia com os alvos da Lava-Jato. Ele esperava o período eleitoral para começar a fazer um monte de operação. A diferença é que ele perseguia a gente sem provas e agora o Diastófoli tá munindo de muitas provas contra ele.

    A operação conseguiu cumprir o seu objetivo. O despacho do Diastofol dizia ali que eles queriam uma caixa amarela, porque é nessa caixa amarela onde o Tony Garcia disse que o Sérgio Moro colocou ali gravações que o Tony Garcia fez a manda do Sérgio Moro. Entre elas uma gravação da chamada festa da cueca, que foi uma festa de desembargadores, principalmente do TRF4, que é ali um tribunal do Sul do Brasil.

     

    E esses desembargadores, teve um jogo da seleção brasileira no Rio Grande do Sul. E esses desembargadores era uma mega festa com prostitutas, só que a maioria desses desembargadores era casado. Aí você fe, ih, deu ruim. Aí, segundo aí o Tony Garcia, o Sérgio Moro conseguiu a fita de eh de dessa festa aí e utilizou isso para fazer chantagem contra esses desembargadores.

    É por isso que o TRF4, eles faziam tudo que o Sérgio Moro mandava. Todas as decisões absurdas do Sérgio Moro eram referendadas pelos três bandidos do TRF4, inclusive a prisão do Lula, etc, etc. Fala que coisa. Então eles estavam sobem, é, mas que lixos humanos, né? Fazendo coisa errada e depois não assume como um adulto. OK. Quando o Tony Garcia falou isso a primeira vez, parecia algo assim, pô, pera aí, é muito fantasioso isso aí.

    Porém, depois eh, a polícia conseguiu um despacho que eu vou te mostrar aqui, em que eh tinha ali as ordens do Sérgio Moro pro Tony Garcim, inclusive para espionar pessoas que tm foro privilegiado. Esse aqui é o despacho, tá? Quem me segue na na rede social, eu publiquei isso aqui no Twitter, essa imagem, tá? Aí você pode olhar lá, tá mandando ali eh e ele espionar o Reins, que é senador, tá mandando ali, ó, Roberto Siqueira, Sérgio Malucelli, Sérgio Malucelli aí, ó, ele é pai do do da esposa do filho do Moro, tá? Familiar do Moro hoje. Eh, e

    vários outros. O Malucelli foi, inclusive, ele é o desembargador que foi o o pioneiro ali, a pioneiro não, o principal ali que afastou o juiz Eduardo Apio da Lava-Jato. Foi ali uma arapuca que fizeram o o Malucelli com o Sérgio Moro para afastar o Eduardo Apo, porque ele estava tornando públicas aí as coisas que o Sérgio Moro fez, no caso os crimes do Sérgio Moro.

    Aí, OK, Sérgio Moro conseguiu ali afastar o Eduardo AP, porém o tempo passou e agora a Polícia Federal fez essa operação. E segundo aí a Polícia Federal e segundo saíram matérias até a dama da SEC News, que é uma jornalista lavajatista do gabinete do ódio do Tarcísio, que é Andresa Mata do Metrópolis, ela fez matéria dizendo: “Ó, a Polícia Federal achou a caixa amarela e achou o vídeo da festa da cueca.” fala.

    Então tudo que o Tony Garcia falou era verdade. Olha, tem aquela de que quem conta um conto aumenta um ponto e tal. Você pode falar: “Não, era muito mirabolante o que falava o Tony Garcia, ele deve est aumentando alguma coisa, pelo menos.” Não. A polícia provou tudo o que ele falou. A giripca vai piar para cima do Moro feio.

    Só que tem uma coisa que piora. O 247, o Joaquim de Carvalho, fez uma entrevista a semana, nesse final de semana com uma jorn uma jornalista, uma juíza, a juíza Luciana Bauer, na a juíza, vou mostrar aqui foto da juíza, tudo mais, vou mostrar melhor, melhor ainda um vídeo dela, da Luciana Bauer. Tá aqui a foto dela.

    Ixi, saiu aqui o negócio, tá? Tá aqui o vídeo dela. E ela faz uma denúncia contra o Sérgio Moro que eu vou te mostrar aqui agora que você vai falar o quê? Pera aí, a coisa, o buraco é bem mais embaixo com Sérgio Moro. Tá com vocês aqui. Ex-juíza, né? Ela saiu da magistratura, ela fugiu do Brasil, que ela fugiu do Sérgio Mouro.

     

    Juíza foi ameaçada pelo Moro. Com vocês aqui o relato dela. Quem era? Ela falou que só que era uma pessoa da Petrobras que tinha e esse processo específico ela pagou a liberdade que eu consegui naquele corps. Eu nem lembro mais. Eu tinha guardado todas as as provas de quem era. Ela falou que só que era uma pessoa da Petrobras, que tinha que continuar presa porque eh, enfim, ele tava quase fazendo a delação e tinha que continuar preso que o MPF ia mandar no outro dia um outro processo para aprender que ia ser inútil soltar. Não tinha uma balela ali,

    mas enfim, não vi ela, coloquei ali a ordem de soltura que não é feita de noite, é feito de manhã, né? E sempre antes de entregar o plantão, às 11 horas, geralmente a gente entregava, eu dou mais uma dava mais uma revisada na PROC e vi que foi apagado. Ah, daí eu fiquei, fiquei muito bravo com ela e peitei ela, peitei a vara e foi então que o Moro me pegou no elevador e me pegou pelo pescoço e me ameaçou.

    Vocês estão ouvindo a gravidade aí? Ela falou: “O Sérgio Moro me pegou pelo pescoço e me ameaçou”. Falou: “O quê?” Sérgio segundo ela, o Sérgio Moro pegou ela, agrediu ela no elevador e ameaçou, falou que acabar com a vida dela e tudo mais. Aí ela conta que carros da Polícia Federal passaram a rondar a casa dela.

    Só que se você acha que ela juíza não denunciar ninguém, ela denunciou. Aí vem a pior parte aí da história dela. Vocês aqui o resto do relato dela. Uma parte, né? Biblioteca grande ficava num janelão da frente e eu sentava, ficava horas na minha piscininha, nessa biblioteca trabalhando e começou a passar todo dia um carro da Polícia Federal ali e eu tinha sido ameaçada.

    Eu não sabia se eu se eu denunciava, se eu não denunciava. Eu fiquei totalmente com medo. A única pessoa para quem eu falei foi em dezembro de 2016, eu acho, foi em dezembro, foi para quem foi professor da minha universidade. Eu conhecia porque era tinha sido eh desembargador do TRF4, que foi o Zavask. O Zavasque já tava, eu acho, com o processo do Moro.

    Acho que sim. E eu tava muito assustada. Eu não conseguia nem falar com ele, eu só chorava. E ele muito consternado, ele ele ele falou: “Não se preocupa, só fala comigo, não fala para mais ninguém”. E daí na sequência ele morreu. Ele morreu em janeiro. A princípio eu eu achei que a morte era um acidente, mas o o delegado federal que atendeu o caso dele lá em Parati, três meses depois foi assassinado em Florianópolis.

    O lugar um lugar assim e e se você vai ver as ocorrências de quantos delegados federais foram assassinados, você vê que foi só ele em décadas, né? Então pô, um delegado foi assassinado em décadas, foi o que investigava a morte do Toravas. Lembrando você, Thores Vasco, era o ministro do STF, que poucos dias antes tinha dito que ele ia investigar os desmandos do Sérgio Moro na Lava-Jato.

    O Teó Vasque estava irritadíssimo porque o Sérgio Moro tava cometendo crime atrás de crime. E aí o Teores da Vasc, ele tava num avião, um avião que é considerável a considerado, abre aspas incaível. Por que incaível, Thiago? Porque é um avião que além dele ser um bimotor, então se um motor falha, ele tem outro para para seguir voo.

     

    Esse avião ele consegue planar, então ele consegue eh voar ali, planar por muito tempo sem nenhum motor. Então, se os dois motores falharem que olha, eu vou falar no avião minimotor, falhar um motor, ok, mas falhar o segundo já tá difícil, mas o avião consegue planar. Aí você fala: “Pô, então esse avião não cai. É muito difícil esse avião cair.

    O avião, segundo a a ali a polícia, o avião caiu assim, ó. Tudo indica algum tipo de sabotagem, coisa do tipo, né? Bem estranho, bem estranho. Ou foi atingido por algo, não sabemos. Porque o delegado do caso morreu e entrou um outro delegado que simplesmente falou: “Ó, foi acidente, ponto funé, acabou”. O pior, a caixa preta do avião, ela aguenta impactos até de até 10.

    000 km/h contra concreto duro. O avião caiu na água e vamos lembrar, a caixa preta, ela não tem impacto direto porque ela tá dentro da fuselagem do avião. O avião não caiu a 10.000 km/h, tá? Ele caiu a cerca de 230 km/h na água. A caixa preta se danificou, falou: “O quê?” Pior, pior, piora, Thaago. Pior, é óbvio que piora.

    O assassino do delegado do caso Teores Vasc, ele treinou num clube de tiro chamado Ponto 38, que é o clube de tiro da Júlia Zanata, deputada bolsonarista, o mesmo clube de tiro em que treinou o Adélio com o Flávio, com o Flávio, o Carlos e Eduardo Bolsonaro, os três frequentavam lá. O Adélio, no caso, treinou junto do Carlos nos mesmos dias estiveram lá.

    Mas o Flávio e Eduardo frequentavam também esse clube de tiro. Eles falam: “O quê? É coincidência demais. Olha, uma coincidência, OK, duas, OK, três.” Fala: “Pô, pera aí, começa a ficar”. Você vê um pouquinho de fumaça, você pensa, pô, muita coisa causa fumaça. Você vê mais fumaça, você fala: “Pô, estranho.” Agora, você vê muita fumaça, você fala: “Pô, tem fogo”.

    Se tem muita fumaça, tem alguma combustão, tem fogo aí. Onde tem fumaça, tem fogo geralmente que não fala, ó, nossa, um pouquinho de fumaça, não tá, não tá pegando fogo nada, mas muita, tá, nesse caso é um fumacê danado. Agora você se preparem, já tem muita gente pedindo aí uma investigação da morte do ministro Teores Vasque, tá? eh, para que se saiba em que circunstâncias ele morreu, porque justo quando ele começou a ele disse que ia para cima do Sérgio Moro, aconteceu isso e ele disse, coincidência ou não, alguns dias depois

    de falar com essa juíza que falou: “Ó, o Sérgio Moro tá cometendo crime, Sérgio Moro tá cometendo crime, me agrediu, ele tá me ameaçando, tem carro da Polícia Federal”. Lembrando, em 2016 já havia câmeras nas vias do Brasil, nas ruas do Brasil. Era muito fácil eh provar que um carro da Polícia Federal esteve perto da casa dela, esteve ali na época.

    Você pegava câmeras ali das da rua da casa dela ou de outros lugares, você via ali, ó, pô, o carro tá realmente passando ali. Além disso, a maioria dos carros da Polícia Federal em 2016 já tinha GPS. Hoje todos têm. Em 2016 a esmagadora maioria dos carros da Polícia Federal já tinha GPS.

    Claro que o talvez o pessoal lá, os criminosos, amandos do Sérgio Moro, eh, pudessem desligar o GPS do carro, alguma coisa assim do tipo, mas não era, não é uma coisa fácil, tá? Desligar o GPS do carro da polícia. Eu não digo GPS que você usa lá, o A, esse para para te guiar, e sim GPS que diz onde está esse carro para que tenha ali um controle de onde está o carro, né, da polícia, onde está cada carro, qual é a rota que cada carro faz todos os dias.

    Exatamente. Para um policial não pegar o carro e sair de passeio, né? Pois bem, aí você fala o quê? tudo isso. E aí o cara que ia investigar morreu. Quando ele morre, a Vasa Jato provou depois que teve ali um uma discussão ali no grupo da Lavajato e eles articularam para que o Faquim assumisse, eles diziam assumir a bronca, o Faquim se tornasse o relator da Lava-Jato.

    Faquim se tornou relator e aí ele passou a concordar com todas as decisões do Sérgio Mouro. foi uma maioria que não tinha ainda com Teores Vasco, ele referendava algumas decisões e outras não. E aí ele já tava indicando que não ia mais aceitar nada do Sérgio Moro. Quando ele morre e entra o Faquim, o Faquim passa aí a referendar tudo que faz o Sérgio Moro e aceitar todas as decisões do Moro.

    E aí tinha a maioria ali para poder perseguir o Lula, prender o Lula, acabar aí com a indústria de empreiteiras do Brasil, acabar com a indústria nuclear, a indústria de submarinos nucleares e a indústria naval do Brasil, acabar com tudo. Foi um golpe enorme na democracia do Brasil, um golpe enorme no povo brasileiro e na economia do Brasil.

    Fala que coisa, hein? Quanta coisa. E isso tudo, vamos lembrar, começou lá atrás com Sérgio Moro espionando aí autoridades com foro privilegiado. Só que agora a Polícia Federal tem todas essas provas contra o Sérgio Moro. A segunda parte do timing do Diasto Tófoli, lembra que a primeira, eu falei, tem dois motivos aí dele ter feito isso agora.

    O primeiro foi que o Dias Toffol eh vai fazer com Mouro, exatamente o que ele fazia com os outros, pegar ele no ano eleitoral. O segundo eh teve final da Libertadores na semana aí passada retrasada, né? Flamengo e Palmeiras. Pois bem, sabe quem foi lá? Quem é palmeirense? Foi a final da Libertadores? Diastofoli. Sabe com quem que o Diastofoli foi? Ele foi no jatinho de um advogado do de um dos bandidos, diretor geral do Banco Master.

    Banco Master é aquele banco em que roubaram só de dinheiro público e de pensionistas mais de R bilhões de reais utilizando esse banco. E a investigação prendeu todo mundo. Aí depois a uma juíza de segunda instância soltou o dono do Banco Master. Tá solto. Os outros seguem presos, mas o dono foi foi solto. E aí o que aconteceu? Segundo aí matérias na imprensa, vários veículos aí falaram, ó, Daniela Lima no Wall, falou a André Sad no Globo News, mas vários aí o Metrópolis falava o pessoal lá do chamado Centrão, que é um nome bonitinho

    que a Globo inventou, né, para não chamar de direita esses bandidos. Então, os bandidos à direita não estavam mais dormindo porque eles falaram: “Esse caso, esse caso master vai pegar todo mundo, não vai sobrar um em Brasília, vai ser uma desgraça total para eles.” Porém, quando o Diastófoli levou o caso pro STF, advogados vêm caso master como Lava-Jato 2.

    0 e respiro aliviados com o caso no STF. Teve comemoração, tá? Então, vamos matéria aqui da imprensa, análise defesas do Banco Master. festejam. Decisão de Tofoli. Ele puxou o caso pro STF, um caso multibilionário de roubo de dinheiro público e e aí ele viajou no avião do advogado para ver a final da Libertadores lá no Peru, jogo do Palmeiras.

    Ele palmeirenses fala qual é a chance dele ferrar o cliente desse advogado. Qual é a chance? Saberemos aí nos próximos dias. Mas o pros advogados terem comemorado, você fala que coisa. Então o Diastóf ele falou: “Pô, em vez aí de eu ferrar aqui todo toda a direita na Lava-Jato 2.0 que vai pegar todo esse pessoal, eu vou ferrar um só.

    Vou ferrar o Sérgio Moro. E aí já tira o foco do Banco Master, porque vai todo mundo olhar pro Sérgio Moro. Esse foi o plano do Diastópoli. A gente aqui no Plantão Brasil, nós falamos o que acontece com Sérgio Moro e dos crimes do Moro, mas a gente não pode deixar de lembrar, você plantonista de que o Diastofol está tirando o foco de um outro caso, tá? tá tirando o foco de A para pegar o B.

    Por mim, para prender o Sérgio Moro, ótimo. Dos males o menor, mas agora tem que ir para cima. No caso, Banco Master, isso vai ser cobrado, viu? A gente não vai ficar aqui no Plantão Brasil endeusando de Astófoli quando ele for para cima para prender o Moro, não, porque tem que ir para cima no caso Banco Master também, que os maiores bandidos da atualidade do Brasil estão envolvidos nesse caso.

    Pedido de condenação à prisão de Sergio Moro repercute no mundo político |  CNN Brasil

    Estão falando aí de um caso que são entre 20 e 25 bilhões de reais roubados, tá? E e esse é a pontinha do iceberg, deve ter sido muito mais. Se investigar acha mais. Veremos aí o que vai acontecer no caso do Banco Master. O dono do banco segue solto, tá? Os políticos do centrão seguem dormindo, aliviados. Menos um aí do centrão, não é da direita, tudo direita lá.

    Menos um que é o Sérgio Moro. Esse aí não dorme mais porque acharam o vídeo da festa da cueca. Eu até pensei, caramba, ele ia deixar aquele vídeo na vara de Curitiba há tanto tempo, só que tem uma coisa que tem numa vara criminal. As salas ali onde onde se guardam provas são salas extremamente seguras, com muito controle de segurança, com câmeras, tem que entrar para entrar tem que ter senha, tudo mais, etc, etc.

    Então o Sérgio Moro colocou aquilo como provas num processo do Tony Garcia e aquela prova fica lá para sempre. Porque se alguém tirar aquela prova, Sérgio Moro não é mais o juiz da o juiz de Curitiba. Vamos lembrar disso. Quando ele saiu de Curitiba, ele saiu para ser ministro da justiça do Bolsonaro. Então ele saiu com o rei na barriga, ele saiu todo pomposo assim, ó.

    Agora eu eu que mando, eu mando no Brasil inteiro, eu mando em tudo. Foi o que pensou o Sérgio Moro. Então ele não tirou aquilo enquanto ele ainda era juiz. E aí o que que aconteceu? Agora não tinha mais como tirar. Depois que Tony Garcia fez o relato, nem ele, nem a Gabriela Rertinha poder de fazer alguma coisa. E aí vai fazer o quê? Quem é que ia cometer um crime ali que seria amplamente documentado pros dois? Ninguém.

    E aí a polícia conseguiu pegar a caixa amarela e conseguiu pegar o vídeo da festa da cueca. Os relatos do Tony Garcia estão comprovados. Agora só falta aí a prisão do Sérgio Moro. Mas calma, viu? É pouco a pouco que as coisas vão. Vou me surpreender muito essa prisão do Sérgio Moro sair aí em breve, porque primeiro vão bater forte nele, mas muito forte nele, porque vamos lembrar o Sérgio Moro antes de prender alguém e ele prendia sem provas, hein? Nesse caso tem todas.

    Ele batia forte, forte, forte por muito tempo para depois prender. Então agora vai ser hora de amaciar o Sérgio Moro. Como amaciar o Sérgio Moro? Vamos bater forte aí no Sérgio Moro, mostrando as provas do crime dele, dos crimes dele. Aguardemos, ó, lembra aqui em 2019, quando eu comecei o Plantão Brasil, falava, eu fui o único que falava isso, Mouro e o Bolsonaro vão acabar presos.

    Tinha gente que ainda falava: “Nossa, o Thiago é otimista demais e olha, eles perderam a eleição, até vai, mas presos nunca. tá chegando. Peço a sua inscrição no canal.

  • 🔥Paulo Pimenta Faz Damares Perder a Composição ao Revelar Escândalos de Michele Bolsonaro na CPMI do INSS: A Verdade Que Pode Virar o Jogo e Mudar o Destino Político do Governo!

    🔥Paulo Pimenta Faz Damares Perder a Composição ao Revelar Escândalos de Michele Bolsonaro na CPMI do INSS: A Verdade Que Pode Virar o Jogo e Mudar o Destino Político do Governo!

     

      Eu só queria agora pedir aos meus colegas o seguinte, eh, não é a primeira vez que se usa igrejas aqui para se fazer, já que ele já pediu o artigo 14, eu posso citar o nome dele, deputado Paulo Pimenta. O senhor quis comparar o sindinape a igrejas. toda a delicadeza, deputado Paulo Pimenta, eu vou lhe pedir mais uma vez a trazer as igrejas para essa lama que tem sido aqui.

    A igreja não é imoral, a igreja não comete crime. Então, toda a atenção quando o senhor se referir à igreja. E aqui eu peço aos demais colegas, não tragam a igreja para essa lama. A igreja não faz o que sindicatos fizeram. E agora vai meu recado para os sindicalistas do Brasil. A dona Antônia disse que pode ter sido imoralidade. Busquem as imoralidades dentro dos sindicatos e limpem os sindicatos.

    Tá na hora. Essa CPMI vai fazer uma grande colaboração para o Brasil. Vai trazer limpar os sindicatos. Procure saber quem são as empresas que prestam serviço para os sindicatos. Se são parente do presidente, do vice-presidente, irmã do vice-presidente, irmão do do presidente, procurem saber, porque eu tenho certeza que os sindicalistas lá na ponta estão tremendo em saber que trabalharam tanto a vida inteira, tiveram às vezes desconto compulsório em seus salários para que famílias ficassem ricas no país. Lamento que vocês fizeram com

    movimento sindicalista no país. E aqui reitero meu louvor, meu aplauso aos guerreiros auditores da Controladoria Geral do União. Obrigada presidente. Presidente, vossa excelência que decide quer usar agora podemos terminar os com a palavra o líder Paulo Pimenta. 5 minutos. Senhor presidente, mais uma vez eu quero dizer a Vossa Excelência que não fiz nenhuma acusação a nenhuma igreja, mas vou repetir o que eu já disse aqui.

    Da mesma forma que eu não faço acusação gratuita a ninguém, eu também não sou daqueles que tenta criar uma narrativa de que dentro das igrejas não ocorram crimes. Ore muitos, pedofilia, corrupção, todo tipo de crime. Na medida que eles são investigados e denunciados, as pessoas respondem pelos crimes, independente de fazerem parte de igrejas, entidades, associações.

    Então, não sou dessa filosofia de que alguém, por ser integrante de alguma igreja passa a ser imune da possibilidade de cometer crimes. Pelo contrário, então, em minha parte, não há nenhuma acusação, há nenhuma igreja, mas também não vou cair nessa nesse raciocínio primário de que, pelo fato de que alguém é integrante de alguma igreja está imune ou isento de cometer crimes.

    Agora veja, senhor presidente, a incoerência da hipocrisia. Várias vezes foi citado aqui, ah, mas beneficiou parente, colocou parente, utilizou o cargo para presidente. [Música] O ex-presidente Jair Bolsonaro é conhecido pela maneira como ele permitiu que além dele que durante muitos anos viveu como nós, como deputado, toda a sua família viva da política, toda.

    E foi através da sua influença que foi ocupando esses espaços e permitiu, inclusive que se tornassem todos milionários com a política, tendo comprado dezenas de imóveis em poucos anos pago com dinheiro vivo pela política. Então, que hipocrisia é essa? Se tem alguém que aqui no Brasil se caracterizou por usar o seu espaço político para beneficiar familiares, o ex-presidente Jair Bolsonaro, ele é maior exemplo.

    Inclusive, é interessante que na última semana saiu um relatório do Tribunal de Contas sobre o programa Pátria Voluntária comandado pela ex-preira dama Michele Bolsonaro. [Música] Muito bem. O que que diz essa reportagem que tá em toda a imprensa e que diz respeito a essa denúncia do Tribunal de Contas da União? Milhões de reais do programa Pátria Voluntária coordenado por Michele Bolsonaro desapareceram.

    Epa, epá. Pera lá, deputado. Excelência. Não, perênciadora Damares, porzá dizendo que Michele Bolsonaro roubou o patrimônio da gentileza. Cuidado com suas palavras. Senadora, por gentileza. Reponha o tempo do do deputado, por favor. Mais um minuto. Não, mais mais um minuto, excelência. Pelo jeito mexia algo complicado.

    Mexeu a idonidade é séria. Meu, senador, senadora Damares, por gentileza, o colega parlamentar tem o direito de se expressar. Mais um minuto, presidente. Não, mais um minuto. Mais um minuto, excelência. Mas aí a representação criminal contra Primeira dama tem como base uma auditoria do Tribunal de Contas da União que revelou irregularidade do programa Pátria Voluntária comandado por Michele.

    [Música] É curioso, senhor presidente, que os valores gastos em publicidade são maiores que os valores utilizados no próprio programa. Portanto, além de usar os cargos que tinha para beneficiar e permitir que os filhos enriquece, leia o final da matéria. Tá arquivado. Leia, deputado. Leia o final da matéria. [Música] Mais um minuto, presidente.

    Pode dar. Não, excelência. Excelência, senadora Damares, por gentileza, aqui é um campo livre de fala. Posteriormente, Vossa Excelência pode até pedir ou o líder Marinho pode pedir o tempo da oposição para se pronunciar, mas não dessa maneira da interrupção, por gentileza. Mais um minuto. Mais um minuto. Não, eu vou vou ter que colaborar.

    Olha, pode suspender o tempo do deputado. Não, só para suspender, para deixar uma coisa clara aqui. Tirar da sala, presidente. Olha, não, não, não vou fazer isso. Não há necessidade. Tenho certeza que nós vamos ter bom tema. Não temos, tenho certeza. Não tenha bons. Agora vou relembrar os parlamentares. Artigo 22.

    Não, vou relembrar os parlamentares sobre as regras aqui que nós temos. Como o nome de ninguém, senhores. Eh, não falar o nome que é o nosso nome. Vamos falar o nome dele. Outro ponto nas a questão da utilização de vídeos com as com as imagens de parlamentares presentes. Vou dar o direito de de pronúncia.

    Isso foi avisado desde o início, né? Foi avisado desde o início. Então não há de se reclamar quando eu coloco aqui a decisão de dar o parlamentar o direito de fala. Ele tá tentando falar parte dele. Eu eu não concordo, mas ele tem o direito de falar o que está aqui. Então, por gentileza, 3 minutos para os 3 minutos que foram tirados do deputado Paulo Pimenta, por gentileza.

    Eram, não, eram 2:45, 3 minutos. Muito obrigado, senhor presidente. Então, o que não pode, presidente, o que não cabe aqui é hipocrisia e demagogia. E não adianta a oposição vir aqui em 18 reuniões tentar construir uma narrativa, senhor presidente. Eles repetem essa narrativa todas as reuniões para tentar criar uma narrativa falsa e mentirosa, senhor presidente, para enganar a população e tentar esconder do povo brasileiro que esse esquema criminoso foi montado dentro do governo Bolsonaro.

    Não adianta, senador da oposição, vim aqui todas as reuniões repetir essa narrativa falsa, porque essa comissão já demonstrou e o Brasil inteiro já sabe que esse esquema criminoso começou em 2019, que ganhou uma escala industrial em 2019, que as ACTs foram concedidas paraas as entidades fantasmas a partir de 2019, governo Bolsonaro e que 2019, 20, 21 e 22 não fizeram nada, absolutamente nada para impedir que a fraude ganhasse a proporção que ganhou.

    Os aposentados e aposentadas foram roubados nesse país durante o governo Bolsonaro, sem que nenhuma ação tenha sido adotada pelos órgãos de controle e a Polícia Federal arquivou qualquer tipo de investigação que iniciou. E uma outra coisa, senhor presidente, não adianta vir aqui achar que repetir uma mentira vai ser suficiente para esconder a verdade do povo brasileiro.

    Foi no nosso governo, foi no nosso governo que essa quadrilha foi desbaratada e não há um centavo de dinheiro roubado, devolvido pros aposentados e aposentadas, que não tenha sido feito essa devolução no governo do presidente Lula. Nunca devolveram um centavo durante o governo Bolsonaro de todo o dinheiro que foi roubado dos aposentados e das aposentadas.

    E não vai ser ninguém que vai nos intimidar aqui de falar a verdade. E nós confiamos no trabalho dessa comissão, confiamos no trabalho da Polícia Federal e sabemos que ao final desta investigação, nós vamos descobrir como é que essa turma de jovens milionários que nunca trabalharam, se tornaram ricaços durante o governo Bolsonaro, donos de Ferrares, Lamborghines, Iates, eh, joias, relógios e quem sabe hoje, no próximo depoimento, a gente vai começar a avançar nessa direção e talvez a preocupação com o próximo depoimento

    é que tenha deixado algumas pessoas nervosas aqui essa noite.

  • Quando Soldados Brasileiros DESOBEDECERAM Ordens para SALVAR CRIANÇAS Italianas na Segunda Guerra

    Quando Soldados Brasileiros DESOBEDECERAM Ordens para SALVAR CRIANÇAS Italianas na Segunda Guerra

    Cádio Montano, norte da Itália, janeiro de 1945. A temperatura cai para 6º abaixo de zero. Soldados da força expedicionária brasileira preparam o rancho da manhã, enquanto uma fila de crianças italianas, algumas descalças, espera em silêncio do lado de fora da barraca. Um oficial britânico observa de longe e vira as costas irritado.

    A ordem é clara para todos os exércitos aliados. Sobras de comida devem ser descartadas ou queimadas, nunca entregues a civis para evitar tumultos. Os pracinhas brasileiros ignoram a regra. Um soldado enche uma concha de mingau quente feito com leite em pó americano e aveia e estende o braço para a primeira criança da fila.

    Ela segura o prato com as duas mãos trêmulas. Atrás dela, mais 30 pequenos italianos avançam. Aquele gesto simples viola a logística de guerra. O que o pracinha ainda não sabe é que naquela noite alguém no comando vai contar as panelas. Se você quer saber como essa desobediência virou legado e por italianos ainda chamam brasileiros de anjos, inscreva-se no canal agora e deixe nos comentários de onde você está assistindo sua cidade e país.

    Brasil na Segunda Guerra Mundial parece improvável para muitos, mas em julho de 1944, o primeiro escalão da força expedicionária brasileira desembarca em Nápolis. 25.000 pracinhas brasileiros sobem os apeninos rumo ao fronte da linha gótica, onde alemães ainda resistem no norte da Itália. A promessa do governo Vargas era clara.

    Lutar ao lado dos aliados contra o eixo. O que ninguém esperava era encontrar um segundo inimigo esperando nas montanhas. A fome. O inverno de 19445 na região da Toscana e da Emília Romanha é um dos mais duros do século. Neve acima de 1 m em alguns vales, ventos cortantes, temperaturas abaixo de zero durante semanas.

    Cidades inteiras estão em ruínas após meses de bombardeio e ocupação nazista. Pontes caem, estradas viram lama, colheitas se perdem, sobra pouca lenha, menos alimento. Mulheres, idosos e crianças vagam entre escombros, procurando qualquer coisa comestível. Muitas famílias italianas comem raízes, cascas de árvore, restos de batata podre. A desnutrição infantil explode.

    Quando os soldados brasileiros chegam a vilarejos, como Gio Montano e Marano Sul Panarô, encontram-se vi emagrecidos, observando de longe os acampamentos aliados. O cheiro de comida quente sai das barracas do rancho e atrai gente como mosca. Crianças aparecem primeiro, tímidas, encostadas em muros ou escondidas atrás de árvores.

    Elas sabem que outros exércitos não compartilham nada. Já viram britânicos enterrando sobras de carne enlatada e americanos queimando pão velho na frente de civis famintos, cumprindo ordens superiores de evitar assistencialismo descontrolado que possa comprometer a disciplina e a logística de guerra. Os pracinhas brasileiros reagem diferente.

    No segundo dia de acampamento perto de Gio Montano, um cabo do 11º regimento de infantaria vê cinco crianças italianas paradas a 10 m da barraca cozinha. Ele olha para os lados, pega meia lata de leite condensado que sobrou do desjejum e caminha até elas. Entrega a lata. As crianças dividem o conteúdo com os dedos e voltam correndo para as casas.

    No dia seguinte, 12 crianças aparecem no mesmo horário. No terceiro dia, são 30. A fila se organiza sozinha, em silêncio antes do amanhecer. A cozinha da FEB recebe ração americana. Latas de carne enlatada, leite em pó, aveia, feijão, chocolate, biscoitos duros, café solúvel. É comida de guerra planejada para soldados em combate, mas para civis italianos é luxo inimaginável.

    Os cozinheiros brasileiros começam a preparar um tipo de mingal quente, misturando leite em pó, aveia e açúcar em panelões grandes. Oficialmente é para a tropa. Na prática, a metade vai para a fila de crianças que agora chega a 50 pessoas todas as manhãs. Ninguém comenta diretamente a desobediência.

    Todos sabem que aquilo contraria as normas logísticas aliadas. Um tenente americano de ligação visita o acampamento brasileiro em meados de janeiro e repara no movimento de civis ao redor do rancho. Ele pergunta ao comandante do batalhão se há autorização para alimentar população local. O brasileiro responde que sobras não podem ser desperdiçadas e muda de assunto.

    O americano anota algo no caderno e vai embora. A tensão fica no ar. Todo mundo sabe que a cadeia de comando aliada pode cortar o fornecimento de rações se houver desperdício ou desvio documentado. Ainda assim, na manhã seguinte, a fila de crianças italianas continua lá. Em Marano Sul Panaro, outro episódio marca a memória dos moradores.

    Uma mulher italiana bate na porta da enfermaria improvisada da FEB, carregando um menino de do anos com febre altíssima e desidratação grave. Não há hospital civil funcionando na região. O médico civil mais próximo está a 40 km de estrada intransitável. O tenente médico brasileiro examina a criança, diagnostica infecção intestinal e percebe que sem antibiótico o garoto vai morrer em horas.

    Ele pega um Jeip, roda até Florença em plena zona de combate, consegue penicilina com um hospital de campanha americano e volta no mesmo dia. Aplica a medicação. Três dias depois, o menino está de pé. A mãe conta para todo o vilarejo. A partir daquele momento, civis italianos começam a procurar a FEB, não só para comida, mas para atendimento médico, abrigo, proteção.

    A notícia do comportamento dos brasileiros se espalha entre os vilarejos. Refugiados de Bolonha, Prato e Florença caminham quilômetros para chegar aos acampamentos da FEB. Alguns acampamentos começam a receber mais de 100 civis por dia. Oficiais brasileiros improvisam turnos de distribuição de comida para evitar tumulto. Soldados doam cobertores, jaquetas, botas velhas.

    Em alguns casos, famílias inteiras são convidadas a dormir dentro das barracas nos dias de nevasca mais intensa. Isso viola completamente o protocolo de segurança operacional, mas ninguém relata formalmente o que está acontecendo. Enquanto isso, a pressão no fronte aumenta. Monte Castelo, Castelo Novo, Montese.

    A FEB avança metro a metro contra posições alemãs fortificadas. Soldados brasileiros morrem em combate, enquanto na retaguarda seus companheiros alimentam crianças italianas. O contraste impressiona observadores aliados. Um correspondente de guerra britânico escreve em seu diário que os brasileiros parecem mais preocupados em salvar italianos do que em matar alemães.

    A frase não é elogio, mas os pracinhas não se importam. Para eles, guerra não significa ignorar quem está morrendo de fome ao lado. Em fevereiro de 1945, o Papa Pio X recebe relatórios de bispos da região da Emília Romanha, elogiando a conduta da força expedicionária brasileira. Em discurso público no Vaticano, o Papa afirma que onde houver soldados brasileiros não haverá fome.

    A frase chega aos jornais italianos e é republicada no Brasil. O governo Vargas usa a declaração como propaganda. O autocomando da FEB fica em posição desconfortável. Oficialmente, alimentar civis em massa continua sendo desvio de recursos, mas agora virou símbolo político e diplomático impossível de reprimir.

    A cada noite, nos acampamentos brasileiros, soldados comentam entre si o risco do que estão fazendo. Sabem que podem ser repreendidos, transferidos, até processados por indisciplina. Sabem que a ração desviada pode fazer falta em operações futuras. Mesmo assim, na manhã seguinte, a fila de crianças italianas se forma novamente na porta da cozinha e os pracinhas brasileiros continuam servindo o mingau quente.

    O que eles ainda não sabem é que do outro lado da linha, oficiais britânicos já começaram a registrar queixas formais sobre o comportamento irregular da FEB. A desobediência humanitária está prestes a virar problema diplomático. A primeira reclamação formal chega ao quartel general da força expedicionária brasileira no início de fevereiro de 1945.

    Um coronel britânico envia memorando ao general Mascarenhas de Morais, apontando uso inadequado de suprimentos aliados e comprometimento da segurança operacional em acampamentos brasileiros. O documento cita especificamente a presença diária de civis italianos ao redor das cozinhas da FEB e pede esclarecimentos.

    Mascarenhas lê o texto, guarda na gaveta e não responde. Ele sabe que se ordenar o fim da assistência aos civis, a tropa vai ignorá-lo. E ele também sabe que politicamente a imagem da FEB na Itália vale mais que a burocracia logística aliada. Oficiais brasileiros de escalão intermediário ficam presos entre duas pressões.

    De um lado, normas militares claras sobre uso exclusivo de ração de combate para soldados em operação. De outro, a realidade diária de crianças italianas famintas esperando na porta do rancho. Alguns tentam impor limites. Horários restritos, número máximo de porções, proibição de civis dentro do perímetro militar. As regras duram dois ou três dias.

    Depois voltam às filas, os soldados voltam a distribuir porções e os oficiais voltam a fingir que não vem. A desobediência vira rotina silenciosa. Engadia o Montano, a fila de civis cresce tanto que o comando local decide oficializar o que já acontece na prática. O capitão responsável pelo rancho organiza dois turnos de distribuição, um para a tropa, outro para os refugiados.

    Panelões extras são preparados todas as manhãs usando parte da ração destinada ao jantar. Soldados comem menos à noite para garantir que sobre comida para os italianos pela manhã. Ninguém reclama. Muitos pracinhas vem de famílias pobres do interior do Brasil e reconhecem a fome no rosto das crianças.

    Para eles, dividir comida não é heroísmo, é obrigação moral. Mas a assistência vai além do mingal. Em Marano Sul, Panaro, um sargento brasileiro percebe que várias famílias italianas não tm panelas, pratos, nem talheres. Ele reúne meia dúzia de soldados e organiza uma vaquinha improvisada. Cada um doa parte do próprio kit de campanha.

    Recolhem canecas de metal, colheres, facas, até algumas latas vazias que podem servir de panela. Entregam tudo para as famílias mais necessitadas. Quando o tenente descobre, chama o sargento e pergunta se ele sabe que está distribuindo equipamento militar sem autorização. O sargento responde que sim, que sabe e que vai continuar fazendo.

    O tenente balança a cabeça e vai embora. Não há punição. Dezenas de relatos italianos registram gestos assim. Moradores descrevem soldados brasileiros levando café, chocolate e pão branco para dentro de suas casas, mesmo sem pedirem. Famílias inteiras relatam ter sido alimentadas todas as manhãs pela cozinha da FEB durante meses, algo que salvou muitas vidas.

    Passinhas doavam cobertores e jaquetas militares para crianças que andavam descalças na neve. Esses testemunhos aparecem em entrevistas, dissertações acadêmicas e festivais locais realizados até hoje na Itália. Para os moradores dessas cidades, a FEB não foi apenas mais um exército aliado que passou, foi o exército que escolheu proteger, em vez de apenas destruir aquele resgate em Marano vira lenda local.

    Depois que o tenente médico brasileiro salva a criança com penicilina trazida de Florença, outras famílias começam a procurar atendimento médico nos postos da FEB. A enfermaria improvisada passa a receber civis todos os dias. feridos em bombardeios, crianças com diarreia crônica, idosos com pneumonia, mulheres com infecções pós parto.

    O médico brasileiro atende todos, mesmo sabendo que isso desvia medicamentos e tempo de combatentes feridos. Em uma semana especialmente dura, ele trata mais civis italianos do que soldados brasileiros. O registro oficial ignora esses números. Não há como documentar formalmente o que tecnicamente não deveria estar acontecendo.

    Enquanto isso, o contraste com outros exércitos aliados se torna impossível de ignorar. Moradores italianos relatam que tropas britânicas mantinham distância rigorosa da população civil, cumprindo a risca as ordens de evitar contato prolongado. Soldados americanos eram mais acessíveis, distribuíam chicletes e chocolates para crianças, mas raramente permitiam que civis se aproximassem das cozinhas ou recebessem refeições completas.

    Franceses e polones, traumatizados por suas próprias perdas na guerra, mal conversavam com italianos. Os brasileiros, ao contrário, convidavam famílias inteiras para comer junto com a tropa, deixavam crianças brincarem dentro dos acampamentos e tratavam civis com familiaridade que beirava a informalidade. Para os italianos, aquilo era incompreensível, para os pracinhas era natural.

    A tensão com o comando aliado aumenta em março de 1945, quando oficiais americanos pressionam mascarenhas de morais a regularizar a situação. A receio de que a generosidade brasileira crie precedente perigoso. Se todos os exércitos começarem a alimentar civis em massa, o sistema logístico do fronte italiano pode entrar em colapso.

    Mascarenhas responde com pragmatismo político. Ele emite uma ordem interna pedindo moderação na assistência a civis, mas não estabelece punições nem fiscalização real. A ordem existe no papel. Na prática, nada muda. As filas de crianças italianas continuam se formando todas as manhãs na porta das cozinhas brasileiras e os pracinhas continuam estendendo as porções quentes.

    O risco de punição disciplinar existe, mas nunca se concretiza. A justiça militar da FEB processa alguns casos graves durante a campanha da Itália. Deserções, agressões, crimes contra prisioneiros. Mas não há um único processo documentado contra soldados por alimentar ou proteger civis. Historiadores que estudam os arquivos militares brasileiros confirmam: “A desobediência humanitária foi tolerada em todos os níveis da cadeia de comando.

    Oficiais superiores sabiam o que estava acontecendo e escolheram não reprimir. Oficiais intermediários fingiam não ver. Soldados rasos simplesmente faziam o que achavam certo. A hierarquia militar funcionava, mas a compaixão vinha antes. Em abril de 1945, a FEB participa da ofensiva final aliada no norte da Itália.

    Montese cai em 14 de abril após combate intenso. Colquio é tomada dias depois. For novo de Taro se rende em 29 de abril, um dia antes do suicídio de Hitler. A guerra na Itália termina oficialmente em 2 de maio. Quando os soldados brasileiros entram nas cidades libertadas, são recebidos com flores, abraços, choro de gratidão. Crianças italianas correm atrás dos gips da FEB, gritando: “Brasiliane! Brasiliane”.

    Mulheres oferecem os poucos ovos e frutas que conseguiram guardar. Idos beijam as mãos dos pracinhas. Para os moradores dessas cidades, a FEB não trouxe apenas liberdade, trouxe comida, remédio, calor humano. Trouxe a escolha de proteger em vez de apenas vencer. Nos dias seguintes, ao fim da guerra, a assistência aos civis italianos continua.

    A FEB distribui oficialmente parte de seus estoques para vilarejos devastados, agora sem risco de punição aliada. Soldados ajudam a reconstruir pontes, limpar escombros, organizar abrigos temporários. Muitos pracinhas adiam a volta ao Brasil para ficar mais algumas semanas ajudando as famílias que acolheram. Fotos de época mostram brasileiros carregando crianças no colo, sentados à mesa com famílias italianas sorrindo em meio às ruínas.

    Essas imagens vão parar em jornais brasileiros e italianos. A narrativa oficial muda. O que antes era desobediência logística, agora é gesto humanitário histórico. Ninguém menciona mais as ordens violadas, os suprimentos desviados, os riscos assumidos. Mas para os soldados brasileiros que viveram aquilo, a conta ainda não fechou.

    Eles voltam ao Brasil em meados de 1945, sem honras, sem pensões adequadas, sem reconhecimento público proporcional ao que fizeram. Muitos morrem na miséria décadas depois. Enquanto isso, na Itália, as crianças que eles salvaram crescem, têm filhos, netos, bisnetos e todos crescem ouvindo a mesma história. Quando o mundo estava em chamas e a fome matava tanto quanto as bombas, soldados brasileiros desobedeceram ordens para salvar vidas.

    O que aqueles pracinhas não sabiam naquele inverno brutal de 1945 é que o gesto simples de alimentar os famintos ia ecoar por 80 anos. A guerra termina, mas a memória não. Em maio de 1945, enquanto a força expedicionária brasileira se prepara para voltar ao Brasil, famílias italianas aparecem nos acampamentos trazendo presentes improvisados, lenços bordados, desenhos de crianças, cartas escritas à mão.

    Muitas mal sabem escrever em italiano, menos ainda em português, mas tentam. Uma delas diz apenas Grazi soldato brasileiro. Outra traz os nomes de 30 crianças que não morreram de fome por causa de vocês. Os pracinhas guardam esses papéis nas mochilas. Alguns ainda existem hoje, preservados por famílias de veteranos ou doados a museus militares.

    São documentos pequenos, mas carregam o peso de uma dívida emocional que os italianos nunca esqueceram. Nos meses seguintes à liberação, cidades como Montese, Gadio Montano, Marano Sulpanaro e Fornovo de Taro começam a organizar homenagens locais aos soldados brasileiros. Não são eventos oficiais patrocinados por governos, são iniciativas espontâneas de moradores que querem registrar publicamente o que viveram.

    Placas de bronze são fixadas em praças. Ruas ganham nomes de oficiais e soldados da FEB. Em Montese, a praça central passa a se chamar Praça Brasil. Em Gadio Montano, uma estátua de um pracinha brasileiro é erguida no centro da cidade. Essas homenagens acontecem enquanto no Brasil os mesmos soldados voltam para casa sem emprego, sem apoio psicológico, sem reconhecimento público proporcional ao sacrifício.

    Décadas passam, veteranos da FEB envelhecem, muitos morrem sem nunca ter voltado à Itália. Mas do outro lado do Atlântico, a memória continua viva. Em 1965, 20 anos após o fim da guerra, Montesi organiza a primeira cerimônia oficial com a presença de autoridades italianas e brasileiras. Crianças da escola local, filhas e netos daqueles que foram salvos recitam poemas em homenagem aos pracinhas.

    Uma delas leu um texto que termina assim: “Vocês nos deram pão quando não tínhamos nada. Vocês nos deram esperança quando tudo estava perdido. A frase é simples, mas resume 80 anos de gratidão. A partir daquele ano, o evento se torna anual. Gáo Montano vai além. Em 1975, 30 anos depois da guerra, a cidade cria o dia do mingal da amizade.

    Celebrado todo o mês de abril. O evento reproduz a cena histórica. Moradores preparam o mesmo tipo de mingal quente feito com leite em pó, aveia e açúcar que os soldados brasileiros distribuíam durante o inverno de 1945. Crianças italianas fazem fila e recebem porções em canecas de metal, imitando o ritual que salvou seus avós.

    Bandeiras do Brasil e da Itália são erguidas lado a lado. Veteranos brasileiros são convidados de honra. Muitos voltam pela primeira vez em décadas. Alguns choram ao ver a cidade reconstruída. Outros abraçam italianos idosos que quando crianças esperavam na fila do rancho. A emoção é mútua. Testemunhos de italianos que viveram aqueles dias aparecem em estudos acadêmicos, documentários e reportagens.

    Juliana, que tinha 7 anos em 1945, relata que soldados brasileiros levavam chocolate e leite condensado para sua casa, mesmo sem ela pedir. Jeancarlo Maciantelli lembra que durante 4 meses sua família comeu todos os dias na cozinha da FEB. Hugo Castanholi descreve como pracinhas doavam cobertores e jaquetas para crianças descalças na neve.

    Maria, moradora de Marano, conta que o filho de dois anos só sobreviveu porque um tenente médico brasileiro foi até Florença buscar penicilina em plena zona de guerra. Esses depoimentos não falam de grandes batalhas ou estratégias militares. Falam de gestos pequenos repetidos que somados salvaram centenas de vidas.

    A memória da FEB na Itália contrasta brutalmente com o esquecimento no Brasil. Enquanto cidades italianas erguem monumentos e organizam festivais anuais no Brasil, os veteranos passam décadas lutando por pensões dignas e reconhecimento oficial. Muitos morrem na pobreza, outros desenvolvem traumas de guerra sem acesso a tratamento adequado.

    O governo brasileiro só começa a reconhecer formalmente o papel da FEB nos anos 2000, quando a maioria dos veteranos já havia morrido. A Itália, ao contrário, nunca esqueceu. Escolas italianas incluem a chegada da FEB em currículos locais de história. Crianças aprendem a canção do Expedicionário em português.

    Professores levam alunos aos monumentos e explicam o que aqueles soldados fizeram além de lutar. Em 2005, 60 anos após o fim da guerra, um grupo de veteranos brasileiros retorna à Itália para as cerimônias de aniversário. Eles são recebidos como heróis. Prefeitos de várias cidades fazem discursos emocionados. Um deles afirma que os brasileiros nos ensinaram que guerra não significa apenas destruir o inimigo, mas também proteger o inocente.

    Outro diz que vocês desobedeceram ordens militares para obedecer a algo maior, a humanidade. As palavras ecoam em praças lotadas. Veteranos octogenários, muitos em cadeiras de rodas, recebem medalhas honorárias, abraços, flores. Alguns choram, outros permanecem em silêncio, processando a dimensão do que fizeram 80 anos antes.

    A série documental Grze Soldato, produzida pelo exército brasileiro em parceria com cineastas italianos, captura esses encontros. O material mostra veteranos revisitando os locais onde acamparam, entrando em casas onde dormiram. reconhecendo ruas que antes estavam em ruínas. Uma cena particularmente comovente mostra um expracinha de 90 anos sendo abraçado por uma italiana de 80.

    Ela era uma das crianças da fila do mingal. Ele era um dos soldados que alimentava os refugiados. Eles não se viam há seis décadas. A mulher segura o rosto do veterano com as duas mãos e diz em italiano: “Você me salvou”. Ele responde em português: “Eu só fiz o que tinha que fazer”. A tradução acontece depois, mas o sentimento dispensa palavras.

    Historiadores que estudam a presença da FEB na Itália apontam que a memória italiana sobre os brasileiros é excepcionalmente positiva, mais do que sobre qualquer outro exército aliado. Pesquisas acadêmicas indicam que italianos lembram dos americanos como libertadores eficientes, dos britânicos como distantes e formais, mas dos brasileiros como irmãos que compartilharam o pouco que tinham.

    Essa percepção não é acidental. é resultado direto de milhares de pequenas desobediências humanitárias repetidas diariamente por meses. Cada porção servida, cada cobertor doado, cada atendimento médico prestado a civis fora do protocolo, construiu um capital emocional que atravessou gerações. Hoje, 80 anos depois, a memória continua viva.

    Montes, Gio Montano e outras cidades mantém museus dedicados à FEB, fotos, cartas, uniformes, mapas e objetos pessoais de pracinhas brasileiros estão expostos permanentemente. Escolas levam crianças italianas para visitar esses espaços. Prefeituras organizam intercâmbios culturais com o Brasil. Em 2024, o prefeito de Montesi inaugurou um novo monumento, uma estátua de uma criança italiana recebendo um prato de comida das mãos de um soldado brasileiro.

    A placa na base diz: “Eles desobedeceram ordens para salvar vidas. Nunca esqueceremos. A cerimônia reuniu italianos, brasileiros, autoridades diplomáticas e descendentes de veteranos. Crianças italianas cantaram a canção do expedicionário em português. Bandeiras tremularam e mais uma vez a história se repetiu.

    O gesto de proteger valeu mais que a obediência cega. Os pracinhas que alimentaram os famintos no inverno brutal de 1945 não imaginavam que 80 anos depois suas escolhas ainda estariam sendo celebradas. Eles não pensavam em legado, em monumentos, em homenagens. Pensavam em crianças com fome tremendo no frio e escolheram desobedecer, escolheram proteger, escolheram ser humanos antes de serem soldados.

    Essa escolha construiu algo mais duradouro que qualquer vitória militar. Construiu memória, gratidão, amor entre povos e ensinou que, às vezes, a maior coragem na guerra não está em seguir ordens, está em quebrá-las pelos motivos certos. Quando soldados brasileiros desobedeceram ordens para salvar crianças italianas na Segunda Guerra Mundial, eles não buscavam glória nem reconhecimento.

    Buscavam apenas fazer o certo diante da fome e do desespero. 80 anos depois, a Itália ainda celebra aqueles gestos enquanto o Brasil mal conhece essa história. A força expedicionária brasileira provou que coragem não está apenas em combater o inimigo, mas em proteger o inocente, mesmo quando as regras dizem o contrário.

    Esse é o verdadeiro legado dos pracinhas, a escolha de ser humano antes de ser soldado. Se essa história te tocou, compartilhe este vídeo para que mais brasileiros conheçam o que a FEB fez na Itália. Inscreva-se no canal, ative o sininho para não perder os próximos episódios sobre o Brasil na Segunda Guerra Mundial. E deixe nos comentários, você conhecia essa parte da história da força expedicionária brasileira? Qual cidade te marcou mais? A memória dos pracinhas não pode ser esquecida. depende de nós mantê-la viva.