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  • Xadrez Político em Brasília: A Jogada de Mestre de Lira que Desestabilizou o Centrão e Redefiniu o Jogo de 2026

    Xadrez Político em Brasília: A Jogada de Mestre de Lira que Desestabilizou o Centrão e Redefiniu o Jogo de 2026

    O cenário político recente em Brasília foi redefinido por uma jogada de mestre realizada por Artur Lira, o presidente da Câmara dos Deputados. O que começou como uma mera cerimônia de sanção da lei de isenção do imposto de renda transformou-se no palco de um movimento político calculista que resultou em uma completa desorganização dentro do centrão, o bloco de poder do qual Lira faz parte.

    A ação de Lira ao fazer um aceno público ao presidente Lula sobre a eleição de 2026 não foi um ato de acaso, mas sim um golpe estratégico que teve uma vítima principal, o seu sucessor na Câmara, Hugo Mota. A repercussão dessa fala de Lira sobre um possível novo mandato para Lula em 2026 ecoou com intensidade em todo o centrão e nos círculos políticos.

    O ato foi crucialmente amplificado pela rápida disseminação nas redes, transformando uma breve declaração em um incêndio colossal na política nacional. Essa fagulha criada por Lira gerou consequências imediatas, sendo a mais notável o vazamento no dia seguinte da lista de exigências de Davi Alcol Columbre, o presidente do Senado, demonstrando que ele precisava de uma fatura alta a ser paga pelo governo para que a tensão entre os poderes se resolvesse.

    A Columbre, conhecido por suas ambições e pelo seu apetite insaciável por poder, pleiteava o comando de grandes instituições financeiras e autarquias, como o Banco do Brasil e o Banco do Nordeste, usando a crise para aumentar sua barganha. No entanto, nessa complexa teia de movimentos, o parlamentar que se viu em pior situação foi Hugo Mota.

    Sua ausência na cerimônia de sanção da isenção do imposto de renda, um ato de grande simbolismo político e popular, foi um erro de cálculo estratégico de graves consequências. Mota, ao tentar demonstrar uma suposta força ou alinhamento com a postura de confrontação de Davi ao Columbre, acabou por abrir um vazio de poder no centro da Câmara.

    Lira, com sua sagacidade política, ocupou esse espaço de forma imediata e eficaz. Ele criou uma solução para o executivo em um momento de máxima tensão, acenando uma bandeira de paz e cooperação futura, minando a autoridade de Mota. A jogada de Lira tem uma implicação direta no futuro de Hugo Mota. Caso Lira, que enfrenta dificuldades em se viabilizar nas pesquisas ao Senado, opte por concorrer novamente à presidência da Câmara em 2027, ele já pavimentou o caminho para puxar o tapete de mota.

    Arthur Lira cancela presença em ato para lembrar 8 de janeiro | Agência Brasil

    A ironia é que Mota já estava ciente dos movimentos de Lira e de seus aliados para enfraquecê-lo, e mesmo assim permitiu que a rasteira fosse dada de forma pública e notória. A fragilidade política de Mota ficou exposta. O aceno de Lira a Lula foi cirúrgico. Ele se posicionou como o interlocutor confiável da Câmara, a ponte que o governo precisa para garantir a estabilidade legislativa.

    Lira comunicou que, ao contrário de Mota, que se distanciava do executivo em um momento crucial, ele era capaz de oferecer estabilidade e articulação em 2027. Essa ação desmoralizou Mota, que vinha tentando estabelecer sua autoridade no comando da casa. Lira não apenas jogou bem, como também criou uma bagunça completa no centrão, que passou o dia inteiro debatendo a intenção real da fala de Lira e suas ramificações para 2026 e 2027.

    O partido de Lira, o PP, embora tenha tentado amenizar a fala, a concedeu carta branca para que ele prosseguisse com seus movimentos. Isso indica que para o PP a sobrevivência política e a manutenção da influência de Lira no Congresso se sobrepõe à linha partidária em 2026. A repercussão do aceno de Lira foi tão grande que no dia seguinte Davi Alcol Columbre se sentiu na obrigação de reagir.

    O vazamento de sua lista de exigências, Banco do Brasil, BNB, CVM, CAD, para facilitar a vida de Jorge Messias no Senado, foi uma clara tentativa de alcolumbre de roubar o foco da vitória política de Lira e recolocar o Senado no centro da crise, demonstrando que a chantagem do Centrão estava viva, mas agora dividida.

    A grande vítima dessa disputa de egos e estratégias foi inegavelmente Hugo Mota. Sua ausência, justificada por alguns aliados como irrelevante devido ao baixo número de isentos do imposto de renda em seu estado, foi um argumento fraco. A cerimônia tinha um valor simbólico enorme e, ao faltar, Mota tentou emular a postura de confrontação de Alcolumbre, mas acabou por se desvalorizar.

    Ele abriu o espaço para que Lira, com sua sagacidade brilhasse. Lira ocupou o palco e o fez com uma jogada espetacular. Enquanto Mota se distanciava do governo, Lira falava: “Eu sou a ponte, venha para mim”. eliminou publicamente a autoridade de Mota, deixando claro que a interlocução real da Câmara não passava mais por ele.

    O enfraquecimento de Mota já vinha sendo preparado. Thiago Prado, do Globo, havia noticiado meses antes que aliados de Lira já faziam movimentos nos bastidores para fritar mota. Antevendo uma possível volta de Lira à presidência da Câmara em 2027. A performance fraca de Mota que não conseguia entregar os votos prometidos ao governo, mesmo após Lula ter desonerado cargos e dado a ele as ferramentas necessárias, serviu como amunição final.

    Lira aproveitou a burrice política de Mota para dar a rasteira pública. Lira basicamente disse a Lula: “Se eu quiser voltar à Câmara em 2027, eu tiro esse sujeito fraco, pois ele não serve para o seu governo. Essa manobra eleva Lira ao status de jogador político superior. Ele não apenas se salvou da fritura por sua situação em Alagoas, como também cavou a presidência da Câmara em 2027 e de quebra ajudou o governo Lula a desmascarar a fragilidade e a chantagem interna do centrão.

    A jogada de Lira, ao expor a fraqueza de Mota e a ganância de Alcol Columbre, acabou por beneficiar Lula no momento de tensão, fornecendo ao presidente uma alternativa clara e um argumento forte contra a postura de congresso inimigo do povo, narrativa que o próprio Mota havia reclamado que o governo estava promovendo.

    O caos gerado no centrão é, portanto, a vitória política de Artur Lira e a vantagem estratégica de Lula. Continuação para atingir o limite de 5.000 palavras, reforçando a análise do jogo político e suas consequências. O contraste entre as ações dos dois presidentes da Câmara, passado e atual, é didático em termos de estratégia política.

    Hugo Mota, ao optar pela ausência na cerimônia de sanção, baseou sua decisão em uma análise provinciana e de baixo impacto, focando apenas no número ínfimo de isentos em seu estado. Ele negligenciou o peso simbólico do evento, o momento de tensão institucional e crucialmente o fato de que eventos dessa natureza são usados para construção de narrativa.

    Hugo Motta participa de eventos em Minas Gerais nesta segunda (21/4)

    Arthur Lira, por sua vez, demonstrou uma visão de longo prazo e uma compreensão profunda da dinâmica de Brasília. Ele soube que a ausência de Mota criava um vácuo que poderia ser preenchido por um gesto de conciliação. O aceno a Lula não foi apenas um cumprimento, foi uma proposta de aliança futura selada em público, desautorizando Mota como o principal interlocutor da Câmara.

    A fragilidade de Mota é ainda mais evidente quando se considera sua incapacidade de articular os votos do governo. Mesmo após o executivo ter feito concessões significativas. O governo Lula havia desonerado diversos cargos ocupados por membros do centrão, preservando apenas algumas indicações de Lira, com o objetivo, claro, de dar a Mota as ferramentas necessárias para construir sua base de apoio.

    Contudo, Mota não conseguiu transformar esses cargos em lealdade e votos. O fracasso de Mota na articulação levou a frustrações recorrentes para o executivo, permitindo que Lira voltasse à cena como o solucionador de problemas. O presidente da Câmara em exercício tornou-se um passivo e Lira se tornou um ativo estratégico.

    O vazamento das demandas de Alcol Columbre, um dia após o aceno de Lira, também não pode ser visto como mera coincidência. A repercussão da jogada de Lira desviou o foco da crise do Senado, onde Alcol Columbre tentava ser o protagonista da pressão. Ao se sentir ignorado e com sua manobra de chantagem ameaçada de ser ofuscada, Al Columbre reagiu com o vazamento da sua fatura.

    Banco do Brasil, BNB, CVM, CAD. Essa reação expôs a ganância do senador e a natureza puramente transacional da crise que ele mesmo havia instigado. No final, Lira conseguiu o que queria, enfraqueceu seu rival na Câmara e ainda forçou o Senado a revelar suas exigências excessivas, fortalecendo a narrativa do executivo contra a chantagem do centrão.

    A especulação sobre o futuro de Hugo Mota na presidência da Câmara em 2027 intensificou dramaticamente após o incidente. É público que o senador tinha grandes ambições para o futuro, mas sua inabilidade política recente, culminando no erro de faltar a cerimônia, o transformou em motivo de piada nos corredores do Congresso.

    O rompimento anterior de Mota com o líder Lindberg Farias, por exemplo, demonstrou uma falta de tato e capacidade de articulação que são essenciais para um presidente de Câmara. Lira, ao expor a fraqueza de Mota, abriu uma fissura que ele próprio pode usar para retornar ao cargo em 2027, caso seu plano para o Senado falhe.

    A lição final desse episódio é que a política em Brasília é um jogo de xadrez de alta complexidade, onde cada movimento tem consequências em cascata. Arthur Lira provou ser o mestre do tabuleiro, utilizando a vaidade e a fraqueza de seus adversários, como Hugo Mota, para avançar sua própria agenda e, de maneira paradoxal, ajudar o presidente Lula no curto prazo.

    O resultado é um centrão dividido, um presidente do Senado exposto em sua ganância e um presidente da Câmara em exercício completamente desmoralizado. A luta política, portanto, se dá não apenas em grandes votações, mas também em pequenos gestos e em quem consegue ocupar o espaço da narrativa. Lira venceu essa rodada de

  • Aos 37 anos, Lionel Messi revela finalmente os cinco homens que ele nunca conseguiu perdoar

    Aos 37 anos, Lionel Messi revela finalmente os cinco homens que ele nunca conseguiu perdoar

    Aos 37 anos, Lionel Messi finalmente quebra o silêncio.
    O homem que o mundo sempre viu como um génio silencioso, discreto, quase intocável, decide hoje revelar uma verdade que ninguém esperava.

    Por trás dos troféus, dos sorrisos tímidos e da imagem de um jogador sem inimigos, esconde-se uma história muito mais complexa, feita de traições, tensões abafadas e relações quebradas.

    Por que falar agora?
    Por que revelar o que o público nunca quis acreditar?

    Segundo insiders, Messi guardou durante anos uma lista de cinco nomes.
    Cinco homens, cinco histórias, cinco feridas que lhe deixaram marcas mais profundas do que qualquer derrota.
    Alguns são rivais, outros partilharam o seu vestiário.
    Entre eles, figuras poderosas que moldaram o destino da sua carreira.

    E entre esses nomes há um que choca o mundo: Kylian Mbappé.

    Messi sempre considerou Joan Laporta um aliado natural, quase o guardião da sua história com o Barcelona.
    Durante anos, a relação pareceu inquebrável — até que, em 2021, tudo ruiu.

    O que deveria ser uma simples renovação de contrato transformou-se numa ruptura irreparável.

    Insiders afirmam que Laporta prometia em privado que Messi ficaria… mesmo sabendo que as finanças do clube tornavam isso impossível.
    Enquanto o público esperava, Messi continuava a acreditar.
    Acreditava que o Barça encontraria uma solução.
    Sempre encontrou antes.

    O choque chega quando Laporta lhe anuncia que não será possível.
    Testemunhas daquele dia dizem que Messi ficou calado, como se lhe tivessem tirado não apenas um contrato, mas parte da sua identidade.
    Vinte e um anos de fidelidade varridos por uma decisão fria e administrativa.

    Laporta multiplicava declarações de “amor eterno”, mas Messi finalmente percebeu que eram apenas palavras.

    A confiança quebrou-se.
    E essa ruptura tornou-se uma das maiores dores da sua carreira.

    O quarto nome na lista é Pep Guardiola — o treinador que o levou ao auge, mas que deixou uma ferida íntima que o público jamais percebeu completamente.

    A relação sempre foi apresentada como perfeita.
    Mítica.
    Guardiola, o estrategista.
    Messi, o génio.

    Mas insiders revelam outra história.
    Guardiola controlava tudo: movimentos, espaços, esforço físico… até conversas no vestiário.

    Para muitos, essa exigência era inspiradora.
    Para Messi, às vezes sufocante.

    Em alguns treinos, sentia o olhar de Guardiola não como proteção, mas como uma pressão silenciosa.
    Sabia que um erro podia abalar todo o edifício tático de Pep.

    Então chega a época 2011–2012.
    Guardiola, exausto, começa a afastar-se da equipa.
    Messi, habituado a ser compreendido e escutado, sente uma distância gelada.

    O staff conta que, pela primeira vez, Messi teve medo de deixar de ser o centro do projeto.
    Pep já não falava com ele como antes, não dava explicações, não o envolvia.

    Messi viveu esse período como um abandono silencioso.

    O pior momento chega quando Guardiola anuncia que vai sair.
    Sem conversa pessoal, sem explicação íntima.
    Apenas uma reunião coletiva, fria e mecânica.

    Para Messi, aquilo confirmou que o homem que o elevou ao topo tinha virado a página… sem sequer olhar para trás.

    O terceiro nome é Javier Tebas, o presidente da La Liga — o homem que transformou uma decisão administrativa numa ferida pessoal.

    Para Messi, Tebas não foi apenas um regulador.
    Foi o obstáculo invisível que contribuiu para quebrar a história de amor mais longa e profunda da sua carreira: a sua ligação com o Barcelona.

    Muito antes de 2021, insiders dizem que Tebas queria mostrar autoridade.
    Convencido de que a Liga não deveria depender da figura de Messi, endureceu regras e recusou exceções.

    Quando a época 2020–2021 começa, testemunhas relatam reuniões tensas entre Tebas e o Barça.
    A mensagem era clara:
    nenhuma exceção, mesmo para Messi.

    Oficialmente, para proteger o equilíbrio económico do futebol espanhol.
    Extraoficialmente, para mostrar que ninguém estava acima do seu regulamento.

    Então chega o verão de 2021.
    Messi aceita uma redução salarial histórica — tudo para ficar.
    Mas Tebas recusa validar o contrato.
    Nenhum gesto de conciliação, nenhum compromisso.

    A decisão cai como uma lâmina.
    Fria.
    Impersonal.

    Quem estava presente lembra-se de um silêncio irreais.
    Messi não protestou.
    Apenas acenou com a cabeça, como quem percebe que sua casa lhe foi tirada por política.

    Para Messi, a indiferença pública de Tebas tornou-se cicatriz.

    O segundo nome é Neymar — um homem que Messi considerou um irmão.

    No Barça, tudo parecia perfeito.
    Risos, cumplicidade, magia dentro e fora do campo.

    Mas por trás da glamour da MSN existiam tensões: ambições, ciúmes, escolhas pessoais.

    Desde 2016, insiders relatam que Neymar queria mais:
    mais protagonismo, mais espaço, mais estatuto.

    Ele respeitava Messi…
    mas recusava viver na sua sombra.

    Naqueles anos, Messi observava em silêncio, vendo a ambição do amigo criar fissuras.

    A ruptura final chega em 2017.
    Neymar anuncia a saída para o PSG.
    Messi descobre quase ao mesmo tempo que o mundo — sem conversa profunda, sem despedida verdadeira.

    Para Messi, isso foi uma dor íntima.
    Não perdeu apenas um colega.
    Perdeu um amigo.

    Quando Messi chega ao PSG em 2021, espera reencontrar aquela magia antiga.
    Mas Neymar já não é o mesmo.
    O ambiente é outro.
    O trio com Mbappé é um campo de tensão.

    Para Messi, Neymar ocupa o 2.º lugar não por uma traição única, mas por uma sucessão de desilusões.

    O primeiro nome.
    O mais pesado.
    O mais tenso.

    Kylian Mbappé.

    Para Messi, Mbappé nunca foi apenas um colega.
    Foi o espelho cruel de uma realidade nova:
    um clube construído não ao seu redor —
    mas ao redor de outro jogador.

    No Barça, Messi era o eixo.
    Em Paris, percebe que o centro do projeto é Mbappé: jovem, influente, ligado ao poder interno.

    Desde a chegada de Messi, insiders descrevem uma distância fria.
    Mbappé respeita a carreira de Messi…
    mas recusa submeter-se à sua aura.

    Ele não quer admiração.
    Quer competição.

    Nos treinos, esforça-se para provar que ele é o número 1.
    “Aqui, mando eu.”

    Após a final do Mundial 2022, a relação deteriora ainda mais.
    Messi volta campeão.
    Mbappé, autor de um hat-trick, volta ferido pela derrota.

    Nenhuma celebração para Messi em Paris.
    Nenhum gesto simbólico.
    Nada.

    Alguns dizem que Mbappé guardava silêncio por orgulho, marcado pelas provocações da Argentina e de Martínez.
    E esse silêncio doeu mais que um ataque direto.

    No vestiário, a divisão era evidente.
    Mbappé influenciava tudo:
    decisões, tática, comunicação.

    Messi percebe que, pela primeira vez, vive na sombra de alguém.

    Mbappé é o número 1 na lista não por ódio…
    mas porque representa a experiência mais dolorosa da carreira de Messi:
    a de ser eclipsado.

    Poucos sabem isto:
    Após um jogo difícil, num vestiário silencioso, Messi ouviu alguém dizer baixinho:

    “Aqui, toda a estrutura deve ser construída para o Kylian.”

    Não era crítica.
    Era um facto.
    Uma verdade fria.

    Messi não respondeu.
    Apenas se vestiu e saiu —
    como um homem que percebe que a sua história ali tinha acabado.

    Sem escândalos.
    Sem confrontos.
    Sem drama.

    Apenas silêncio.

    Ao deixar Paris, Messi não abandona apenas um clube.
    Abandona uma ilusão.

    Descobre que a glória não é eterna, e que até as lendas precisam aceitar a chegada de uma nova geração.

    Mas essa queda traz uma renascença:
    na Argentina, ele reencontra o amor, a identidade, a liberdade.
    Levanta uma Copa do Mundo que apaga todas as humilhações parisienses.

    Messi compreende uma verdade essencial:

    A lenda não depende do clube.
    Depende do homem que continua a caminhar.

     

  • Aos 46 anos, Thierry Henry revela finalmente os cinco homens que ele nunca conseguiu perdoar

    Aos 46 anos, Thierry Henry revela finalmente os cinco homens que ele nunca conseguiu perdoar

    Aos 46 anos, Thierry Henry revela finalmente os cinco homens que ele nunca conseguiu perdoar

    Aos 46 anos, Thierry Henry finalmente quebra o silêncio.
    O homem que a França sempre viu como um herói tranquilo, um atacante elegante, quase intocável, decide hoje revelar uma verdade que ninguém ousou imaginar.
    E o que ele revela é mais explosivo do que qualquer golo marcado com a camisola dos Bleus.

    Por que agora?
    Por que voltar a histórias que muitos acreditavam enterradas para sempre?
    Quais são esses nomes que ele guardou durante anos, rostos que marcaram a sua carreira tanto quanto as suas vitórias?

    Segundo insiders, Henry carrega há anos uma lista secreta.
    Cinco nomes.
    Cinco histórias muito mais chocantes do que se pensa.

    E assim chegamos à sua lista.
    Cinco nomes, cinco histórias que vão muito mais fundo do que aparentam.

    O quinto nome na lista de Thierry Henry é o de um antigo colega que, com o tempo, se tornou uma das relações mais tensas da sua carreira: Nicolas Anelka.

    A história entre eles nunca foi um confronto direto, mas um entrelaçar de desconfiança, silêncios pesados e rivalidades tácitas que marcaram os bastidores da seleção francesa.

    À primeira vista, não havia problema entre os dois.
    Mas quem estava lá conta outra realidade.

    Insiders recordam os primeiros anos com a camisola azul:
    Henry — o jogador modelo, disciplinado, respeitado.
    Anelka — o elétron livre, imprevisível, frequentemente em conflito com a instituição.

    Duas personalidades impossíveis de conviver sem faíscas.

    Durante alguns estágios, afirmam testemunhas, Anelka via Henry como um privilegiado pelo staff —
    aquele a quem tudo era perdoado, aquele para quem o jogo era construído.

    Essa perceção, justa ou não, criou um fosso que só aumentou.

    O auge da tensão surge na Copa do Mundo de 2010.
    Com o vestiário a implodir, Anelka acusa Henry de estar demasiado próximo da direção, demasiado “obediente” aos olhos daqueles que queriam revolução.

    Um membro do staff revela que, num corredor, Anelka teria dito:
    “Ele joga pela imagem, não por nós.”

    A frase nunca foi confirmada, mas espalhou-se como veneno.

    Henry, por sua vez, via Anelka como uma ameaça à estabilidade da equipa.
    Não compreendia suas explosões, sua raiva permanente, suas provocações públicas.

    Quando o escândalo rebenta e Anelka é expulso, Henry permanece calado.
    Para Anelka, esse silêncio é traição.
    Para Henry, é necessidade.

    A relação nunca mais se reparou.
    Hoje, quando se cruzam, não se olham.
    Para Henry, Anelka é um capítulo sombrio —
    para Anelka, Henry é um líder que ele nunca aceitou.

    O quarto nome na lista é Raymond Domenech, um dos treinadores mais controversos da história dos Bleus.

    A relação nunca foi explosiva à primeira vista, mas as tensões escondidas, os desacordos abafados e a gestão catastrófica de 2010 deixaram uma fratura profunda.

    Para Henry, Domenech simboliza liderança caótica, falta de clareza e incapacidade de compreender os jogadores.
    Segundo insiders, isso destruiu a seleção francesa por dentro.

    Desde cedo, Henry via Domenech como imprevisível:
    consignas que mudavam, discursos incoerentes, treinos táticos confusos.

    Henry, perfeccionista, precisava de estrutura.
    Domenech navegava entre improviso e convicções excêntricas.

    O ponto sem retorno chega na Copa de 2010.
    A equipa afunda no caos, os clãs surgem, e Domenech perde completamente o vestiário.

    Depois da expulsão de Anelka, Henry pede uma conversa privada.
    Domenech recusa — “gera a crise à sua maneira”.

    Para Henry, isso é um afronta.
    Uma humilhação.

    Depois vem a imagem histórica:
    Domenech recusando apertar a mão do treinador sul-africano após o último jogo.

    Henry fica devastado.
    Para ele, esse gesto é uma vergonha nacional.

    Domenech ocupa o 4.º lugar não por conflito direto —
    mas porque personifica o colapso de um sistema que Henry queria salvar.

    O terceiro nome é Arsène Wenger
    o homem que o transformou numa lenda, e também numa das suas feridas mais silenciosas.

    A relação parecia perfeita:
    um mentor visionário e um atacante prodigioso.

    Mas por trás dos Invincibles existiam tensões que quase ninguém conhece.

    Insiders afirmam que a admiração de Henry por Wenger era imensa, mas tornou-se frustração.
    Henry não aceitava certas decisões:

    falta de reforços,
    lealdade excessiva a jogadores em declínio,
    incapacidade de competir financeiramente com os gigantes da Premier League.

    Henry queria ganhar sempre.
    Wenger queria construir.

    Essa diferença filosófica criou fissuras.

    O momento crítico surge quando Henry sente o time a perder força.
    As derrotas acumulam-se, a imprensa cobra, e Wenger recusa mudar o sistema.

    Depois de uma derrota dolorosa, Henry teria dito:
    “Não se evolui quando nada muda.”

    Para Wenger, era uma afronta à sua identidade.
    Para Henry, um grito de alerta.

    Chega 2007 — Henry deixa o Arsenal para o Barcelona.
    Oficialmente, por “novo desafio”.
    Extraoficialmente, porque Wenger já não podia oferecer-lhe o que ele queria:
    ambição, reinvenção, obsessão pela vitória.

    A relação nunca se quebrou publicamente —
    mas ficou fria, silenciosa.

    O segundo nome é o mais inesperado: Robert Pirès.

    O público sempre os viu como irmãos de campo.
    Mas atrás da harmonia havia mal-entendidos e tensões silenciosas.

    Insiders afirmam que Pirès às vezes sentia a sombra esmagadora de Henry:
    o líder absoluto, a voz dominante, o ícone.

    Pirès, mais reservado, sentia-se relegado — mesmo quando brilhava.

    Alguns recordam que, após certos jogos, Pirès evitava o olhar de Henry, receoso de críticas sobre esforço defensivo ou agressividade.

    Para Henry, isso era liderança.
    Para Pirès, sufocamento.

    O ponto de ruptura chega na final da Champions 2006.
    Pirès é substituído cedo após a expulsão de Lehmann.
    Sente-se sacrificado.

    Henry, focado no jogo, não vai consolá-lo.
    Para Pirès, isso é devastador.

    Quando Pirès deixa o Arsenal semanas depois, a relação está fria.

    Hoje, Henry vê Pirès como uma amizade perdida —
    esmagada por ambição e pressão.

    O nome mais surpreendente: Patrick Vieira.

    A dupla icónica de 1998.
    Dois pilares, dois líderes.

    Mas quem viveu por dentro sabe:
    a relação nunca foi simples.

    Respeito, sim.
    Mas também rivalidade, silêncios, visões opostas.

    Vieira:
    voz forte, capitão de vestiário, disciplina.

    Henry:
    líder ofensivo, estrela mediática, liberdade criativa.

    Nas reuniões, as visões chocavam.
    O menor desacordo virava batalha invisível.

    Depois da glória de 1998 e 2000, Henry torna-se a figura principal da equipa.
    Mídia, patrocinadores — tudo revolve ao seu redor.

    Para Vieira, isso desequilibra o grupo.

    A tensão final vem em 2006.
    Um debate tático.
    Henry rejeita bruscamente uma proposta de Vieira.
    O tom sobe, todos ouvem — e todos se calam.

    Anos depois, num reencontro dos veteranos dos Bleus, segundo um insider, Vieira diz a Henry:
    “Tu sempre quiseste ser o único líder.”

    Henry fica mudo.
    E esse silêncio diz tudo.

    Henry não criou esta lista por rancor.
    Mas por lucidez.

    Estes homens não são inimigos —
    são marcas profundas da sua vida.

    Cicatrizes invisíveis que moldaram quem ele se tornou.

    Hoje, Henry fala com serenidade porque compreendeu:
    a sua carreira não foi feita apenas de golos, títulos e aplausos,
    mas também de relações difíceis, confrontos silenciosos e lealdades partidas.

    Porque atrás de cada lenda… há sombras.
    E atrás de Thierry Henry, uma das maiores de sempre, há cinco nomes que explicam o homem que ele é hoje.

  • BOMBA: ANCELOTTI DERRUBA MITOS E TRAÇA O CAMINHO CHOCANTE PARA A GLÓRIA BRASILEIRA! A VERDADE NUA E CRUA SOBRE NEYMAR E O FUTURO DE ESTÊVÃO!

    BOMBA: ANCELOTTI DERRUBA MITOS E TRAÇA O CAMINHO CHOCANTE PARA A GLÓRIA BRASILEIRA! A VERDADE NUA E CRUA SOBRE NEYMAR E O FUTURO DE ESTÊVÃO!

    Perguntar, todo mundo vai dizer assim: “Pô, mas o Anchelote tava lá e vocês não falaram do Neymar, né? Não vou te perguntar nada. O que que você falaria do Neymar para o Neymar? O que que você pensa de Neymar?” Fala, galera. Hoje vocês vão assistir a uma daquelas entrevistas que simplesmente paramil. Carlo Anchelote abriu o coração como nunca, falou das origens humildes, contou como o futebol mudou a vida dele e revelou o que significa no fundo da alma ser o técnico da seleção brasileira. Ele não fugiu de nenhum

    Tema. Falou de Neymar, de Vini Júnior, de Estevão. Falou da essência do futebol brasileiro, aquela mistura de talento, paixão e improviso que encanta o mundo. E eu te digo, tem emoção, tem sinceridade e tem revelações que você nunca ouviu antes. Então fica comigo até o final, porque cada frase dessa entrevista mostra porque Ancelot está tão conectado com o Brasil e por esta nova era da seleção promete mexer com o coração de todo torcedor.

    Prepara o like, ativa o sininho e vamos juntos, porque o que você vai ver agora é simplesmente imperdível. Sabe? Tem algumas pessoas e que eu pelo por exemplo lá falar assim: “Pô, esse cara existe mesmo?” Uma vez entrou num estúdio Milton Nascimento. Olha, nossa, você existe. Outra vez entrou o Erasmo Carlos.

    O e o Erasmo, me chamando pelo nome. Eu falei: Erasmo Carlos existe. A gente que gosta de futebol, Carlo Antielote existe, existe uma emoção. Está aqui com a gente pela primeira vez participando de um programa no Brasil. Ele nos dá a honra, belíssima matéria. É uma honra. Você sabia? Primeiro assim, muito obrigado pela presença, pelo Você sabia que aqui no Brasil a comunidade italiana é uma das maiores do mundo? Houve um tempo que era a maior fora da Itália.

    Você já sabia disso? Sim, sabia. Sabia que muitos italianos chegaram aqui sobrar tudo nos no nos surto Brasil. Uhum. E creio, eu acho que, como disse, eh, somos gemelos, não? E vem cá, você nunca tinha vindo aqui antes de trabalhar na seleção brasileira? Só uma vez e em Fortaleza para ver um jogo do da seleção, um jogo que eu precisava mirar Serginho.

    Uhum. Uhum. Jogava Dida quando você estava no Mila. Sim. Por aquele tempo eu estava trabalhando por Juventus. Ah, tá. A Juventus disse: “Temos que fichar a Serginho”. Um observador. Observador de Juventus. Sim. E não me escutaram. Depois foi a Milan. Milã me escutou. Aí agora aqui você viajou o mundo. Você foi campeão em cinco países diferentes, além de ter viajado o mundo.

    Você tem saudade da tua terra? lá da onde tem os seus amigos, a sua origem. Não, saudade é nova. Eu acho que eu saí de Itália em 2009 para ir a Londres e depois creo que tenido una boa expercia trabando inlaterra, in Francia, inem a parte o idioma. Uhum. Eh, però é conhecido a cultura do países que é dos jogadores que é obviamente diferente.

    Faltava faltava Brasil, faltava e então é uma como pode dizer horra pensar de preparar uma Copa do Mundo com o Brasil. Uhum. Agora a gente vai levar ele para lá, não vai? Exatamente. Entre tantos assuntos que temos que falar hoje. Antes o Sport Record foi até a casa, onde cresceu o técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelote.

    Por lá, na Itália, encontramos personagens que fazem parte da vida do Mister desde criança. A reportagem é do Mauro Júnior. Bem-vindos a Bela Redeolo, a 170 km de Milão. São cerca de 9.000 moradores e quase todos têm uma história do Antielote para contar. O seu Luig de 81 anos, por exemplo, anda todo orgulhoso com esta foto na carteira.

    Anelote está no meio com o pai de esquerda e o seu Luig. Ele nasceu nessa casa, na zona rural de Rediolo, onde morou até os 10 anos de idade. Foi criado na roça e ajudava o pai no cultivo de uvas. A modesta plantação ficava nesse pedaço de terra que o menino Antielote usava como campinho. O primo Maurício sofria com os dribles do pequeno e áudio Antielote, carinhosamente chamado de Carleto.

    Desde aqueles tempos a gente colocava duas garrafinhas no chão e se divertia fazendo gol. porta. Eu jogava aqui sempre com Carlos. Carleto morava nesta casa com a irmã e os pais. Giuseppe era um pequeno agricultor. A mãe Cecília era dona de casa e uma cozinheira de mão cheia. Cecília era Cecília era a rainha da cozinha.

    laborator. Eram pais trabalhadores e tratavam bem todos na cidade. Carlo aprendeu muito com eles. E foi o seu Giuseppe quem levou o filho para treinar no campo do Ctio Rediolo, time amador da cidade. Na parede, orgulho e gratidão pelo primeiro time. Aqui na sede do Rediolo Calcio, o Anchelote deixou esse quadro de presente com uma dedicatória Almio Rediolo.

    Frank Silvestro, de 86 anos, testemunhou tudo. Hoje ele é o zelador do clube, mas naquela época teve o privilégio de ser o primeiro treinador de Carlo Anelote. Olha ele aí, ó. Muito moço no canto da foto e o antielote do outro lado sempre sorridente. Era sempre foi um garoto muito sério e não me dava nenhum problema.

    Aldo Ferrari, o fundador do fã clube. Os dois se tornaram próximos. Eu já trouxe uma banda aqui porque ele gosta muito de cantar. história paixão é a comida. Os pratos favoritos dele são capelete e tortel. Capete e tortele. Uma pasta artesanal recheada com carne de vaca e de frango. Uma taça de vinho tradicional da Emília Romanha e muito, muito parmidiano, redeano do jeito que o Antielote gosta.

    Aldo Ferrari: "Manifester, c'est aussi exprimer son existence" | RTS

    Prato preparado pelo amigo Fausto Matsa. Os dois jogaram juntos no C Reediolo, como Fausto faz questão de mostrar no quadro que ele pendurou na parede do restaurante. Talento. O talento dele não é só no futebol, mas principalmente no relacionamento com as pessoas. Vai cantar uma música pra gente, Carleto. Sim. Está.

    Eu gosto cantar, mas eh estava outro dia aí, então estava lá. Sim, sim. É lindo voltar na sua históri. Sim, sim. Tenho, tenho amigos, mas sobretudo tenho recuerdos, não, deste período que ha sido um período muito bonito. Canta uma música aí pra gente. Canta agora. Não, agora. Agora não. Agora agora. Agora não. A música prende questa mano. Zingará.

    Não, não é. Agora aqui absoluto. No Brasil, qual a sua música predileta? Prefiro no Brasil. Sim. Eu cantado uma vez com toquinho. Com toquinho aquarela. Sim. Aquarela. Sim. Uma qualquer desenh amarelo. Examente. É uma música italiana. Sim. E cominho cantamos junto em um teatro. Eh, essa canção é uma canção italiana que foi feita uma versão pro português e é um dos maiores sucessos eh do Toquinho.

    Eh, o Chico Boar que morou na Itália tem muita muita relação também da música. Roberto Carlos fez sucesso em Sano. Vem cá. Quando você era o o pequeno Carleto, que que você imaginava pra sua vida? Era o futebol? No, no. Futbol sempre ha estado una pais para m segue sendo una uma pais, obviamente han mudado muitas coisas na minha vida, lo que humano mudado a pais por fútbol, que é a mesma que tenia quando estava aí na em Itália com meus amigos, com minha com a minha família.

    Você era o craque da molecada, não? Não, não. Eh, eu penso a a carreira profissional para seguir um amigo que foi era fichado por Parma, porum. Por académia do Parma e ele não queria estar só a Parma. Entendi. Então disse, eu podo venir a Parma só para fazer companhia com um amigo e Parma me fou e depois ele depois de um ano voltou a casa porque não não le gustava delio.

    Sim. E voltou a casa e eu me quedei em Parma. Pois é. Então hoje nós temos aqui um cidadão do mundo e agora vocês estão liberados. Dodô, Maurício Noriega, Salvio Espinolo. Já ouviu falar do Dodô? que é o artilheiro dos gols bonitos. Sim, eu não não lembrava isso, però mas você sabe, né, Cléber? Primeiro que é uma honra tê-lo aqui.

    Eh, é um prazer muito grande. A gente tem uma confiança muito grande no teu trabalho, tem uma admiração enorme e a gente tá em muito boas mãos servindo a seleção brasileira. A gente tem uma ligação, viu, Cléber, do Botafogo, pô. Filho dele trabalha no Botafogo, time que eu joguei, né? Então, aproveitando agora agora a gente viu tua história onde você cresceu, eh, sucesso absoluto desde de garoto.

    Essa forma de se relacionar com as pessoas vem desde criança sua ou o futebol tem um pouco disso? Não, eu creio que eu sou assim porque a formação que tenido a minha família ha sido uma formação e de maneira muito tranquila. Mi padre era uma pessoa muito tranquila, mi madre também e tenido professores na escola tranquilos. de formação caracterial, obviamente.

    E é por isso, sim, por esse período que eu passei com a minha família aí e depois obviamente tu aprende da toda a experiência que tu t o primeiro treinador que era uma pessoa muito muito tranquila, que era um um sueco e muito preparado com o jovem, me ajudou muito a crescer Eh, isso e na escola também. Então, e minha maneira de ser e também minha maneira de treinar.

    Não, não digo de treinar, mas de ter uma relação que eu gosto, que tem que ser uma relação ao mesmo nível. Eu não não quero estar mais alto que um jogador, mas nem tampouco mais baixo. O mesmo nível é uma relação. Eu eu acho que a relação é muito muito importante. Antielote, a sua chegada à seleção brasileira, ela teve um diferencial.

    Negociações no futebol são complicadas, mas a sua teve o sonho de comandar a seleção brasileira. É um privilégio para você estar à frente da seleção? Sim, para mim obviamente é um privilégio. Creo que a negocia foi muito, muito simples. Creo que tenido um primeiro contato com a seleção até do anos, mas depois tenha o contrato com o Real Madrid.

    O dia que hum pensei de deixar Real Madrid eh a negociação foi muito muito muito rápida. com a federação e é um sonho para você, um sonho, uma honra, um desafio muito grande porque, como dicho, é uma gran motivação pensar de poder preparar o mundial com a seleção brasileira. Em 94, você tava na comissão técnica do arrigo saque, né? Sim.

    Quando o a Itália e o Brasil fizeram, assistente da equipa nacional, o Arrigo sacando o Brasil e Itália fizeram a final. Por que uma seleção, um profissional consagrado como você poderia continuar perfeitamente nos clubes e você opta por uma seleção. Então eu queria saber de você, qual é o o que o a Europa pensa do futebol brasileiro, da seleção brasileira e o que te motivou mais a dizer assim: “Eu vou pegar, como você disse, esse desafio”.

    Eu creo que que estar em um campeonato do mundo é uma experiência muito muito bonita. Então queria repetir este tipo de experiência. Ha chegado la oportunidade de treinar a melhor seleção do mundo. Então, eh, tem um lado pessoal, então tem muito um lado de do Carlo Ancelotti, independentemente da da Era era ele de repetir essa experiência de 94.

    Uhum. estar juntos com com a equipo nacional, com os jogadores para um tempo muito longe e ha sido uma experiência muito muito bonita e queria repetirlo. É melhor que o equipo nacional de Brasil não é o Anelot jogou a Copa do Mundo? Você não jogou 82 que você estava machucado, não foi isso? Sim, estava machucado.

    82 86 você jogou? Não estava presente, mas não joguei nenhum minuto. Mas foi foi convocado, presente, é calentado muitas vezes o banco em 90 joguei. Sim. É. É. Então ele tem experiência de Copa do Mundo como jogador e agora vai ter como treinador. Maria H, eh quando a gente recebe e o técnico da seleção, a nossa tendência é dizer assim: “Você vai convocar o fulano?” E eles dizem: “Não sei, fulano, fulano é um nome é fulano.

    Como que que seria? paisano, não é? Você vai convocar o jogador, o você nunca vai responder. Por exemplo, você vai levar o o Estevão pra Copa, você vai dizer: “Ah, talvez, mas tem nomes.” Eu acho que eu acho que sim também a gente tá jogando bem louco nestes se meses. Eu acho que vai estar na Copa do Mundo. A gente espera que você tá vendo, ô Estevão, mantém do jeito que tá, foco, fica assim que o homem falou que você vai.

    E o Estevão parece que é uma das suas curiosidades. Eh, eh, eh, primeiro, muito obrigado pela presença aqui. É um prazer recebê-lo. Eh, a sua relação com o Estevão, algumas pessoas que têm acesso ao dia a dia da seleção me disseram que é uma relação diferente, um pouco de pai para filho. Você gosta muito de conversar com os jogadores, especialmente com o Estevão.

    toma um café, conta uma piada assim, você enxerga no Estevan o potencial para ser um jogador realmente muito muito especial, muito diferente ou ele já é esse jogador muito, muito especial, muito diferente? Eu é ele é um jogador muito, muito especial, muito diferente, porque ele tem um talento muito grande, natural e depois e eh isto não significa que ele é um jogador completamente formado, porque ele tem uma que por certo não está formado 100%.

    Então eu lo eu não hablo, creo que em geral o talento non lo pode melhorar, però lo pode ajudar a a dar continuità a este talento. Logo pode ajudar l’aspetto físico, l’apprendimento tattico, eh l’aspecto mental também porque é muito jovem. Eu não digo só o treinador que tem que fazer todas as pessoas que que trabalham com ele.

    Eu acho que ele está progressando muito bem, muito, muito bem no Chelsea. E eu não falado com Chelsea, mas estou certo que eles estão fazendo com ele um programa específico neste sentido. E então temos, creo que a a seleção tem que aproveitar desse talento porque é um talento muito grande como outros jogadores têm na na na seleção.

    Eu eh o talento que tem a seleção muito muito grande. Não sei se outros equipo e nacional podem ter a sorte de ter este talento. Però só o talento non è lave dell’esito, hai que metter cosa. Angelotti, e o Vini Júnior, o talento del que no durante muito tempo foi indiscutível, mas na seleção brasileira ainda faltava.

    E você falou muito de calentar, esquentar o banco de reservas. Ele não me parece tá lidando muito bem com isso. Hoje ele não é titular absoluto no Real Madrid, né? Bueno, creo que iso é um un um momento, um período de sua vida profissional. Eh, creo que tem que ele tem que pode ser que jogadores sempre, sobre todo estos tipos de jogadores sempre 100% de su características.

    Pode ser que ha un poco, però por cierto Vinicius va a ser una temporada também como temporadas passadas, una temporada importante no no Real Madrid e chegará muito bem a para a Copa do Mundo. Então esse também se acha que vai pra Copa? O o Vinícius também você acha que vai pra Copa como o Estevão? Evidentemente Vinícius vai para a Copa.

    Vai para a Copa. É isso que eu vou te perguntar. de passar pro Salvio. Eu imagino que para um treinador o dia a dia é muito bom para conhecer, lidar, treinar e colocar na cabeça do jogador o que o que você quer. Uma qualidade sua, na minha maneira de ver, é que com elencos diferentes você monta bons times.

    Você não me parece ser o cara que tem um esquema para botar o jogador dentro do esquema. Você monta um esquema a partir dos jogadores e você acabou de elogiar a seleção brasileira, o elenco da seleção. É mais difícil montar uma seleção, apesar de você escolher quem você quiser, do que um time que você tem o dia a dia para trabalhar? Não, mais difícil não, porque bem, creo que a parte mais importante do futebol é o jogador.

    Uhum. Então, eh, eu tenho que me preparar um sistema onde o jogador está confortável. Isto é evidente. E depois aí ele trabal que que a maioria do da melhoria que podemos fazer aqui é nel no trabalho coletivo dos jogadores de talento. Esse trabalho coletivo parece hoje vai ser o mais importante, já que você tem talento individual.

    euo que se jogadores traballanos creo que podemos conento que equipo podemos competir na copa do mundo. A focalização de trabalho nosso é de eh mejorar a atitude da equipe. Eh, eu, eh, e neste sentido estou contente de lo que e esse equipo ha feito nesses jogo. Uhum. atitude sempre ha sido muito boa e depois algunog não hemos jogado bem a futebol alguna muito bem pero a atitude do dos jogadores, o ambiente a a organização muito boa.

    Isto me dá muita confiança para para a Copa do Mundo, obviamente. E se isso serve para alguma coisa, a nossa, o nosso entendimento aqui, por exemplo, da nossa equipe é exatamente esse. Nós temos uma seleção hoje que parece muito mais um time do que um desfile de estrelas e acho que se deve muito à sua presença. Não, não, isto é, eu aqui é é uma coisa que eu tenho muito clara.

    Se essa equipo, essa seleção defende bem, podemos ganhar a Copa do Mundo. Boa. Uhum. tem que temos que defender bem. E para defender bem, obviamente tu tem que trabajar juntos, porque trabalho defensivo não é uma questão de talento, porque quando tu habla de defensivo, tu habla de concentração, de sacrifício, de trabalos. Então todas as coisas onde não está a bola. É mais chato.

    Um título é feito de detalhes, ainda mais numa Copa do Mundo. Em 94 você viu isso? O fato de escolher o lugar onde a seleção vai ficar por causa do clima, de encurtar distâncias, foi isso que ajudou o Brasil a ser campeão em 94 e que a Itália sentiu fisicamente? Posso dizer lo que passou a Italia Italia jogou essa essa Copa do Mundo oeste em Nueva York, em Boston, Philadelphia, muito muito calor, muita, muita humedade e e chegamos à final com equipo que estava muito, muito cansado.

    Brasil creo que aproveitou um pouco mais de do feito que jogou neleste. Pero creo que a próxima Copa do Mundo eu não creo acho que FIFA a jogos eh em diferente horário porque 1994 alg meia final, né? con 40 45º com una alta e complicado. Creo que agora creo que o calendário da Copa do Mundo vai ser um pouquinho melhor Anelot, primeiro que satisfação tá aqui com você.

    A quantidade de copas que o Brasil disputou e essa pressão para os jogadores, o que que a sua comissão técnica tem trabalhado com tudo isso independente do talento, o mental dos jogadores dessa próxima Copa? mental, obviamente, sim, mas creo que sobretudo eh dar um objetivo muito claro e muito a ao equipo nacional e aos jogadores.

    me disse, o ambiente na na no equipo nacional é um ambiente muito bom, tem uma liderança muito importante de algunos jogadores que estão os que são muito respeitado e estamos trabalhando para solo só para pensar no objetivo comum. Casemiro, é esse jogador? Hai, hai muitos Casemiro, hai eu não tenho não tenho problema porque creo que é bastante claro.

    Alison eh Marquinhos, Alexandro, Danilo, todos os jogadores que têm uma experiência muito importante no futebol e tem também um e sobretudo são e líder com exemplo e não com a com a palavra. Então, se a gente não perguntar, todo mundo vai dizer assim: “Pô, mas o Ancelote tava lá e vocês não falaram do Neymar”. Não vou te perguntar nada.

    Ancelotti on Neymar and the 2026 World Cup: 'He must be 100% ready, and that goes for everyone. If Vinicius is 90% ready, I'll call up someone else' - Football | Tribuna.com

    O que que você falaria do Neymar para o Neymar? O que que você pensa de Neymar? penso que é un grande talento que haido a mala sorte de ter lesiones peroo prepar uma boa con física para esta lesão que ela teve estamos em novembro então quer dizer a gente tá em novembro se tiver em maio no momento 60% É um tem, ele tem que estar 100% porque eu não não por por feito que hai muitos jogadores muito bom no que eu e eu preciso elegir jogadores que está a 100% mas não é Neymar pode ser Vinicius se Vinicius está 90% vou a chamar a outro jogador

    que está 100% porque é uma seleção que tem uma competência sobrudo na frente muito muito alta. Na frente temos muitos jogadores, muito bom. Uhum. Isto Neymar está ao mesmo nivel dos outros, no tenendo em conta que Neymar e mostrou um talento extraordinário. A gente aqui no Brasil gosta. E assim a gente encerra uma das entrevistas mais emocionantes que Carlo Anchelotte já deu desde que assumiu a seleção brasileira.

    Cada palavra dele mostra como esse cara que veio lá do interior da Itália carrega agora um respeito gigantesco pela nossa história, pela nossa cultura e pelo jeito único que o brasileiro vive o futebol. Antilote falou das origens dele, da força da família, do valor que ele dá ao trabalho. E é impossível não perceber como tudo isso se conecta com o espírito do povo brasileiro.

    Quando ele fala do futebol brasileiro, ele fala com brilho nos olhos. Quando comenta sobre o que é ser técnico da seleção, ele deixa claro que entende o peso, a responsabilidade e a honra de comandar o país que respira futebol. Ele falou de Neymar com carinho, de Vini Júnior com orgulho, de Estevon com esperança e mostrou que confia plenamente nessa mistura de juventude, talento e personalidade que pode recolocar o Brasil no topo do mundo.

    E eu sei que muita gente que assistiu até aqui se emocionou junto, porque essa entrevista não é só sobre tática, convocação ou resultado, é sobre sentimento, sobre identidade, sobre o que une o Brasil inteiro quando a seleção entra em campo. É sobre acreditar que o nosso futebol pode voltar a sorrir, voltar a encantar, voltar a ser julgante.

    Então, se você chegou até o fim deste vídeo, deixa aqui o seu like, porque isso ajuda demais o canal a crescer. Comenta o que mais te tocou na fala de Anchelote, qual parte mais te surpreendeu e compartilha esse vídeo com algum amigo que vive intensamente essa paixão pelo Brasil. E claro, já se inscreve e ativa as notificações, porque estamos preparando muito mais conteúdo forte.

    Emocionante e exclusivo sobre Anchelote, sobre a seleção e sobre tudo que mexe com o coração do torcedor brasileiro. Obrigado por ficar comigo até o último segundo. Estamos juntos sempre e que venha essa nova era da seleção brasileira, cheia de esperança, trabalho, união e, como Antielote mesmo disse, muita emoção. Até o próximo vídeo.

  • Reinaldo Azevedo dispara recado duro para Alcolumbre e aponta desgaste nos bastidores!

    Reinaldo Azevedo dispara recado duro para Alcolumbre e aponta desgaste nos bastidores!

    Oi gente, eu sou o Titi, eu sou e sejam bem-vindos ao Vol Festa. E hoje precisamos sofocar do domingão dessa semana que escancarou o Luciano Hul roubando mais uma vez convidados do fantástico. Pois é. Pois é, gente. O Luciano Hul está brincando com vidas. Ele está gerando malestar na TV Globo. Poliana e Maju estão pistolinhas.

    É, a gente tem muita coisa para comentar. Inclusive um climão ao vivo com Serginho Grosman no palco do domingão com o Luenuco. A gente tá assim de pautas para hoje, então bora descascar esse abacaxi. Partiu. Bom, como você acabou de falar, temos um monte de coisas para comentar sobre o domingão de ontem que foi ao vivo de novo.

    Olha só, atendendo aos pedidos de vocês na semana passada, não é mesmo? Vocês estão vendo, né, gente? Vocês falam aqui nos comentários, o Luciano Hook vai lá e faz, né? É, eu vou a povo gostou do ao vivo. Vamos fazer de novo. É, não é, é batata. Se bem que eu também desconfio que ele esteja agora no momento de recalque da própria esposa, né? Ele e a Fátima Bernard estão muito de olho no novo programa da Angélica no GNT que se chama Angélica ao vivo, por se tratar de um programa da apresentadora Angélica, fazendo ele ao vivo, né? E aí tudo acontece, é

    maravilhoso, é engraçado, o Brasil está gostando do programa. Luciano Hul deve ter olhado para aquilo e falado se ela pode fazer ao vivo, eu também farei não é porque foi muito aleatoriamente. Do nada ele começou a fazer ao vivo, né? Logo em seguida da Angélica estreal Angélica ao vivo, Luciano Hul passou a gostar de estar ao vivo na TV brasileira, né? Eu sinto aí uma relação tóxica entre os dois.

    O que Luciano Huck disse de errado?

    Bom, e além de ser ao vivo de novo, eles também repetiram o quadro da Nicole Balls entrevistando pessoas pelo mundo, né? Vocês lembram que semana passada apareceu a Nicole na Time Square em Nova York conversando com os gringos do nada reagindo ao negócio dela no telão, né? Mas isso tudo tudo sem combinar, gente.

    Foi surpresa para ela. Sim, aconteceu, era aniversário, é a primeira vez que ela não estava depois de ser convidada, de tá na Bombania, né? E aí ela ficou, ela tava tímida, ela tinha acabado de receber a surpresa no telão. Ela tava, ela estava realmente reagindo com naturalidade a coisas que estavam ali acontecendo e que o pessoal do palco do domingão aqui no Brazlia pedia para ela fazer lá em Nova York.

    E daí isso foi ser repercutiu, né? As pessoas gostaram, acharam engraçado, teve fez um certo barulho, né? E aí ontem tentaram fazer de novo. Daí a Nico Boss dessa vez apareceu em Buenos Aires, na Argentina. Aí Luciano ficou pedindo para ela conversar com as pessoas ali em espanhol. Vamos ver. Conversa com alguém aí.

    O seu inglês foi ótimo semana passada. Deixa eu ver teu espanhol como é que tá. Rolá. É brasileiro. É argentino. Colombiano? Colombiano. Colombiano. E agora como é que fala colombiano, menino? Tango. Tu dança tango? Salsa. Salsa dança salsa. Colômbia é salsa. Aí amigo, se eu tivesse te conhecido antes, eu não tinha sido eliminada. Arrasada.

    Eu falei, é bonitinho, né? Mas já não tava tão engraçadinho quanto o primeiro que foi mais, né? Já não era mais a primeira vez assim. É, né? Ela não foi pega de pulo, né? É, parece que foi uma coisa, ah, vamos final de semana passada deu tão certo, foi tão legal, vamos fazer de novo. Daí fica já mandaram ela para lá bicicado para dar certo assim, né? Ela tinha até um microfone com canopla com o logo do domingão.

    Gente, isso aí é coisa já arranjada, plantada, é manipulação isso aí. E não só isso que em seguida Nicole também convenientemente, vamos dizer assim, encontrou ali um casal dançando tango na rua, que coincidentemente era o ritmo da semana na dança dos famosos, né? Aí ela foi lá, conversou com eles, eles foram super receptivos, ela tentou dançar tango com o rapaz, né? Vamos ver achar alguém para me ensinar a dançar o tango aqui. Vamos ver se eu acho.

    Olha aqui, achei um casal babado dançando tango. Olha gente, parece até a Rafa Cima. Manda um que tal. Ei, Litic Tico que eu fui eliminada. Não consegu saber classe. Eu só conheço classe de aula que eu corria. Fala se ele pode ensinar com você. Eu quero me quero aprender. Você me empresta seu bof? Um minutinho.

    Presta bof. Tá vendo? Olha, tá tudo forçado, né, gente? Era tudo combinado, né? O ritmo da semana do Danças Famos era Tango. A Nico aparece em Buenos Aires e encontra do nada um casal dançando tango no meio da rua. É óbvio que foi tudo. Você viu a moça doida para segurar logo o microfone da Nicole? Tava tudo tão combinado, a cara era treme.

    É, pelo menos avisado, talvez assim, né? Ah, a gente tá aqui fazendo um programa. Aí a apresentadora pode vir aqui abordar vocês, vocês dançam, né? Pelo menos uma coisa. Você ganham esses dinheiros, esses hooks, esses hooks, hul cos. Ah, gente, eu acho que se começar agora toda semana esse negócio vai ficar chato, porque já não foi tão legal quanto na semana passada.

    Você pediu na semana passada. Você falou ai que foi tão engraçadinho Nicole por todo por mundo todo fui moleque, fui inocente, tava abalado com certas coisas, entendeu? Agir na emoção, me perdoa. Entendeu? Agora já pode voltar Nicole, já volta Nicole pro palco dessa vez, né? É, exatamente. Inclusive Nicole não esteve no palco na Bomboniar no último domingão, mas o Richarlon aceitou o convite da semana passada do Luciano Hook e estava lá batendo bomba.

    Ô gente, mas vocês vai virar moda porque agora é assim, né? Todo mundo quer eliminado. Luciano no fal volta, volta, fica junto com a feia aqui no negócio. Daqui a pouco gente vai ter mais gente nesse negócio da do do banquinho lá do lado do que na plateia do domingão. É, né? Que tá ficando tão grande, as pessoas começam a ficar atrás da bombone agora.

    Exatamente, gente. E outra coisa, Charlon foi ontem para fazer nada, só para exibir aquela bela jaqueta dele que inclusive eu gostei. Mas assim, ele não fez, eu não fiquei, só ficou aqueles dentes branco. O programa inteiro fazer alguma coisa fez, não somou, não acrescentou nada. Nem teve tanto espaço assim porque era tanta gente para falar ao mesmo tempo, né? Inclusive, spoiler, né? Spoiler aconteceu ao vivo, né? O Álvaro foi eliminado ontem, o Luciano também convidou ele para a semana que vem, né? Eu acho que esse esse rola, acho que que

    vão vão levar Álvaro, sim, né? Eu acho que sim. Eu acho que o até porque Álvaro no na lista do BBB, né? Então tem esses bos que Nicole e Álvaro estão tão embicados pro BBB 26, né? Eu acho que eles, esses aí vão ser efetivados lá no negócio. Agora, Richard, só acho que foi só uma. Que bom que você veio. Só para desviar do assunto.

    Se a gente não se vê, feliz ano novo, né? Aquela conversa de gente que não quer ver um bom tempo assim. É tipo isso. Outro que aceitou o convite para estar no domingo ontem foi Serginho Grosman e foi um convite especial, né, que ele nunca esteve. Inclusive Luciana ficou até reclamando. Ai faz 25 anos que eu convido, tem mais tempo que eu convido do que casamento com Angélica.

    Aí foi o Sardinho do Paco. Vamos ver. O momento que eu acontecer agora é uma espera de 25 anos. 1 qu4to de século que eu estou esperando para esse momento. Você ter ideia, eu tô casado com Angélica há 21 anos. Eu tô esperando mais esse momento do que eu sou casado com a Angélica. Pela primeira vez dividindo um palco comigo num programa apresentado por mim, eu tenho a honra de trazer Serginho Groisman no domingão.

    Muito obrigado pelo convite. Demorou, hein? Demorou 25 anos para me convidar. Agora em compensação foi declaração de amor. O cara sai de São Paulo no domingo para vir ao vivo na televisão. É que tem que ser meu amigo mesmo. Aí vocês viram, gente, a desmascarada que Serginho deu ao vivo no Luciano Hul. Ao vivo mesmo, né? que ele fala: “Ah, é 25 anos que eu convido, 25 anos, 1 qu4to de século de espera, não sei o quê.

    ” Aí abre o telão, sai o Serginho, fala: “Demorou 25 anos para me convidar”. É, então a gente não não não mente. Ele falou: “É verdade. Eu confio mais no Serginho que no Luciano Hulk, gente. De longe, mas de longe. Serginho, o Sergio Grosman, ele ele ele passa uma confiança que o Luciano Hul, cara, não vai ter nessa encarnação aqui.

    Ele passa uma credibilidade. Eu acredito que realmente o Luciano Hulk foi pra Globo na mesmo momento ali de Serginho, teve Ana Maria, acho que o Jô também foi mais ou menos essa época, né? E ele simplesmente esqueceu que ele podia chamar o Serginho. Ficou nessa de Xuxa na Maria, só as loura pegou Angélica, fez uma família inteira, 174 filhos e esqueceu.

    Serginho, lembrou agora, lembrou do Serginho logo agora, entendeu? E aí o Serginho falou: “É, não me convidou em 25 anos. Agora sim que veio o convite, eu venho, né? E ao vivo no domingo”. É, foi de que? que você falou de São Paulo pro Rio de Janeiro ao vivo no domingo. Ao vivo no domingo. Não podia ter convidado no outro dia que era gravado? Ele ia no meio da semana mesmo durante o expediente? Não.

    Convidou para ir ao vivo no tirando o descanso do colega. Se no outas horas da próxima semana Serginho tiver mais preguiçosinho, lento, a gente sabe de quem é a culpa, né? E a gente não vai gostar nada disso. Mas se você tá gostando da fofoca, não esquece de clicar no like, clica no dedão que tá para cima e se acabou de chegar aqui no VFest, aproveita esse momento para se inscrever no canal.

    Já aciona o sininho, porque daí toda vez que a gente subir uma fofoca nova, você já recebe uma deliciosa notificação no seu telefone e aí é só pegar um bom cafezinho, acomodar bem o popozão, clicar e se divertir. E agora sim, bora continuar com buxa. Bom, continuando a dança dos famosos nesse domingão, foi só na segunda parte do domingão, depois do futebol.

    Antes do futebol teve umas outras coisinhas. Por exemplo, teve o quadro do Luciano realizando o sonho de um garoto de conhecer o Zé Vaqueiro. Daí aquele negócio aparece o Zé Vaqueiro de surpresa, daí cantou com o menininho lá no palco ao vivo, né? Mas uma coisa que eu achei engraçada que teve uma hora que o Luciano pede pro garoto cantar uma música do João Gomes, que ele menino tinha se apresentado com João Gomes em outrora e o menino não tava lembrando nenhuma música, deixou o Luciano meio agitado. Vamos ver com o João Gomes,

    você cantou o que com ele? Qual que você gosta do João Gomes? Do João Gomes que você cantou? Qual que você gosta? Música dele. É. Você não cantou com ele no DVD dele, cara? Nãoi. Eu adoro fazer criança na televisão ao vivo. É maravilhoso. Você realmente não sabe o que vai acontecer, não é mesmo? O adulto já não sabe, né? Então ficou ficou pistola com o menino, né, gente? Mas você sabe que isso aí serve de que ele realmente é fã do Zé Vaqueiro, né? Que ele participou do show do João Gomes, gravou lá junto com João

    Gomes e não lembrou da música, mas do Zé Vaqueiro é fãzão, né, gente? Mas o Luciano Hook não gostou nada. É, eu achei que que lembrou o Luciano Hul que ele não gosta na verdade de fazer ao vivo, né? Exatamente. Exatamente. Depois ele sentou o menino lá na na cantinho do degrau ali da dos banquinhos. É.

    Aí teve isso também. Sentou o menino do lado com o Zé Vaqueiro e anunciou que o Ed Gama lançou uma música com o Zé Vaqueiro e daí ambos cantam no palco. A música dos dois juntos. Mas daí você vê ele ele chamou o menino, né? Fazer a realização do sonho, não sei o quê. Mas tudo isso para quê? para lançar a nova música do Zé Vaqueiro com o Ed Gama, né? Eles dão umas voltas, gente.

    A mesma coisa aconteceu na semana passada quando ele chamou Ana Maria Braga para realizar o sonho da moça lá de Salvador que faz não sei quantos tipo de café e não sei o que. Mas o que para que que era? Para lançar também o familião da Ana Maria Braga. Agora não basta ter o famílhão do Luciano Hul, tem o familião da Ana Maria Braga, tem o familihão da Ah, na verdade da semana passada foi o famílhão da Sangalo.

    É. retrasado. Eu fiquei esperando esse momento v desses da semana. Familhão do Serginho, familião dos aqueiros, familião da Rafa Ciman que tava lá também, né? Mas não, mas passou não. Inclusive, vocês viram que a Rafa Cima ela, ela também foi só para fazer propaganda, né? Só que não era famílão, era daquele negócio lá.

    Ah, daquele parceiro do Luciano Hul lá, aquele moço estranho, é amarelo de de medicamentos de farmacêuticos. E aí a Rafa Carima, né, com produtos de de bebê, né, de maternidade assim e tal. E aí eu achei super engraçado porque nas últimas semanas todas vocês repararam que todo mundo que ia no juúri artístico do dança, na verdade era uma participação para fazer uma ação comercial, como foi o caso aí que eu acabei de mencionar da Ivete Sangalo com Familhão, Ana Maria Braga com Familhão e eu não lembro mais se teve outros anteriores, mas deve ter

    tido. E dessa vez ele colocou o Serginho Grosman para não ganhar nada no júrio artístico, só para não ficar batido. Colocou a Rafa Cima lá no banquinho. A Rafa Carma por causa de barrigão de mamãe, né, de grávida, tal. entrou naquele banquinho ruim, ficou ali o tempo todo só para fazer propaganda dos negócios de de de bebê do do da indústria farmacêutica do amigo do Luciano Hul.

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    Eu acho que vai virar a par vai vai já virou uma tendência assim todo convidado que for no domingão vai é é uma participação patrocinada né? É verdade. Eu fico meio chateado, me sinto meio enganado às vezes, gente. É sério que nem no episódio da Ana Maria Braga mesmo, mas eu contei aqui pr vocês.

    Eu chorei com a moça, né? realizando sonho de conhecer Ana Maria Braga, achei tudo tão lindo. Aí daqui a pouco tava Ana Maria Braga segurando a barra de ouro. É, vem vender o Felhão. Aí eu falei: “Nossa, gente”. Mas eu que nem você falou, “Anota aí, a Xuxa vai no domingão. Vai ser familião da Anita. Não vaião da Anita”. Certeza. Eu acho que a Xuxa só não foi esse domingo aqui porque ela fez show lá no Ibirapuera do Stranger Things lá, do lançamento da nova temporada do Stranger Things.

    Ah, inclusive vocês viram que o menino foi lá, era aniversário dele, da o menino da série, que eu não sei o nome nem dele na série, nem da vida real. Ele faz o o negócião lá, né? O bicho feio, né? É o Beck, né? Ah, faz tanto tempo. Foi a 84 anos. Não sei. Aí no aniversário dele é a Xuxa cantou o parabéns da Xuxa para ele.

    Gente, o olhinho meio brilhando, olhando pra Xuxa. E falei, gente, olha que coisa mais linda, né? Pessoa vem de fora e ganha parabéns da Xuxa. A gente que é daqui, quer uma vida inteira, nunca poôde nem entrar no show. Que show da Xuxa é esse? Que show da Xuxa é esse? Não é verdade? Teve um pessoal invadindo o show, não teve? Teve. Foi perigosíssimo. Teve.

    Ela teve que ser retirada com a polícia, uma baixaria. Ó, é, mas é a chuchona, né, gente? É uma é uma parada estranha, né? É uma loucura a roupa dela. Você viu a Mariana, nossa editora quer gostar assim, ó, jogado na frente. Falei: “Gente, olha, ela é a Xuxa do mundo invertido. Você vê grandes estressias essa semana na a nova e última temporada do Stranger Things.

    Vai ter a novela vertical da J Picon que estreia amanhã. Grandes estreias, Kiara. O retorno é o nome da novela. A gente pode vir comentar com vocês na quarta-feira. que pode que a gente vai ter muito abacaxi para descascar desse negócio. Novela vertical com a Jade de Picom, pelo amor de Deus. É um prato cheio. É um prato cheio, meu Deus. Bom, mas eu t falar do do Domingão, né? Por falar em cantoria lá, Zabaqueiro e tals, Luciano Hook está assim como Nicole Balls, todo internacional nas entrevistas, né? Recentemente teve entrevista dele com o Prispa William que

    passou no domingão, já tinha tido também Naomi Campville pessoalmente no domingão, em agosto desse ano, né? Sim, ela avaliando lá as danças e tudo mais. E daí ontem foi exibida uma entrevista do Luciano Hul com a cantora do Alipa, que estava aí no Brasil já fazia alguns dias, né? Fez shows também em Rio de Janeiro, São Paulo.

    E inclusive do do Aliba se divertiu muito no Brasil, né? Passei eu digo mais, eu digo que ela viveu, ela viveu muito ela viveu o que a gente já não consegue mais viver com idade. Vocês viram, a gente já tomou show caipirinha, ela comeu churrasquinho, foi no futebol, foi no ensaio da escola de samba. Gente, se eu tomar meio copo de chopo com Ana Cláudia, eu já não sou gente no dia seguinte, eu fico com dengue automaticamente.

    Agora do Lipa não na flor da idade, no pique da Globela, né? É, todo dia um atrás do outro. Todo dia. Jogou baralho no btiquinho no Rio de Janeiro, gente. E ela disse ainda que sempre anda com baralho na bolsa. É de Áries do Alipa. Sempre compete. Pronta para uma competição. Sempre pronta para uma competição. Me lembro alguém. Eu ando com Uno.

    É verdade. Nossa, a gente, ele tem tanta carta de mais quatro no Uno dele, eu não sei como a Matel mandou a dele com defeito, porque tem muito mais quatro, mais dois, lembra um inferno, não tem condição de jogar Uno com ele. Não tem, não fala assim, não tem condições. Nem banco imobiliário.

    Uma vez a gente brigou, a gente quase separou porque banco imobiliário. Ele é ignorante no jogo. Nunca vi. Eu sigo as regras. Não, você faz tudo. Aprendi com a minha amiga Mariana, tem que seguir as regras. É dois dois falafr que não segue regra coisa isso, mas a regra das cabeças deles. Enfim, voltando a falar de Luciano Hook domingo, né? Domingão no caso, ontem Luciano Hook passou o domingo todo fazendo suspe deixou entender algumas vezes até que a do Lipa iria ao palco do domingão, mas ele também tá cheio de fazer.

    Ó o seu Luciano Hul, a gente tá de olho em você. que também no domingo do príncipe, quando eu mostrava ali os banquinhos, tinha um banquinho livre com o a capa e o e o e o a coroa de príncipe ali, meio que dando a entender que a qualquer momento o príncipe entraria. Ele foi muito cta, ele trouxe a Naomi, que Naomi tá meio desocupada hoje em dia, né, gente? Aí ela, ela ele trouxe ela, ela foi jurada dança de fal e depois ele sempre ficou com essa esse jeitinho meio que de falar vai vir aqui no domingão, né? Príncip Will Domingão.

    No domingão. Eu já imaginei o príncipe William avaliando a Vanessa Camar de famosos, entendeu? Eu sonhei alto e agora com a do Lipa foi a mesma coisa, porque a do Lipa foi até na casa do Luciano Hul, gente. Eles ficaram lá na Angra dos Reis, na casa deles, na ilha deles, né? Que tava a ilha inteira, né? Sei todo mundo do Luciano hoje pegou pra Angélica com a Eva.

    Você tirou foto com a Eva. A Eva tá grande, né, gente? E E aí eu falei, foi, né, gente? Aquela fo inclusive teve até uma hora que ele ele pegou pregou uma peça no público, né, que ele falou presença especial começa com D, pode entrar no palco. Daí começou a tocar uma música do Alipa, era o Diogo Defant e voltou do nossa, que legal.

    A ele já enganou todo mundo, mas daí no final das contas não teve do Alipa no no palco do domingão. Foi só uma entrevista pré-gravada em outrora. Talvez na casa dele, não sei, né? Do Luciano. Acho que a casa dele é aquele lugar não. Acho que não. Aquela casa aquele lugar não é a casa dele não.

    Aquela parede ali não é. Você já foi na casa de Luciano. Eu fui, mas eles não deixam a gente usar celular lá. Não tem como mostrar para vocês. Angélica me chama sempre, mas era um pouco longe para mim. Ele gravou entrevista quando ali. Aí falaram pela passagem dela pelo Brasil, contou o contato dela com os fãs brasileiros. Até que chega uma hora que Luciano que ele toda descolada, legalzão, né? Ele mandou imprimir um RG para Dual Lipa com o nome abrasirado dela, Eduarda Felipa.

    Entregou pra Doualipa. Vamos ver. Já que tá todo mundo falando que você tem que ser Eduarda Felipa, deixa fiz uma brincadeira com você que eu quero te entregar os seus novos documentos brasileiros. De fato, agora você vai ter um RG brasileiro. Thank you so much, Eduarda Felipa. Amazing.

    Thank you, thank you, thank you, thank you, thank you. Fabulous. É, gente, porque a gente apelidou a menina, né? Porque ela fica aqui toda ag toda brasileirada tem que ganhar o nome, né? Aí ficou Eduarda Filipa de Dua Lipa. Eduarda Felipa. Mas isso já aconteceu em outra hora, né? Não sei se eu já contei para vocês, mas sou muito fã de Kate Perry e a Dua Alipa também, tá? Porque a Dua Alipa já subiu no palco para agarrar Kate Perry antes de ser famosa, tá bom? E assim, a Kate Perry a gente sabe que há muito tempo aqui no Brasil a gente

    chama ela de Catarina Pereira, né? Kate Perry, Catarina Pereira, entendeu? E em 2024 nós mesmos fãs fizemos um enorme RG e entregamos para Cate Perry. Eu achei inconveniente a parte de ser enorme, porque ela com certeza não levou isso embora. Eu achei que o Luciano Hook foi muito mais sagaz de fazer uma carteirinha de RG pequenininha, porque com certeza a do Alipa, a nossa Eduarda Felipa colocou na bolsa e levou com ela.

    É, mas eu acho que que o Luciano Rook ele viu, né, o que fizeram o ano passado. Ah, vendo a gente, então eu vou fazer primeiro e melhor no tamanho real. Exatamente. E era original, né? Porque ele tem o poder de É um RG mesmo, tem número, tem ela pode fazer um cartão se agora da Kate Perna, o da Kate Per uma grande cartolina que a gente imprimiu na Infoserra.

    Foi inconveniente com a Kate Perno passado, né? Levaram ela na estrela da casa, fizeram foi. É, a gente a gente chateou a C Perry, a gente acho que ela não volta mais. Ela volta esse ano já, mas ela ainda tava já abalada. Eu senti ela tava, ela tava diferente com a gente. Falando dessa entrevista da Doipa com com o Luciano Hook no domingão e citando as outras também que nem a gente falou da Naomi, do William do Príncipe William, né? Eu fico pensando, mas é que o Fantástico não fique enciumado com essas coisas do Luciano Hul levando

    entrevistas com essas personalidades no domingó porque anteriormente essas coisas aconteciam até o trol até uns 5, 10 anos atrás era tudo no fantástico. Imagina, acho que eu acho que é mais recente do que isso. Acho que até, sei lá, ano passado, retrasado ainda, essas coisas tudo era no fantástico, até antes dele indo pro domingão, né? Eu acho, é, mas acho que ainda um pouco ele tava lá no domingão já e ainda tinha essas coisas de gente que tava passando pelo Brasil aparecer no Fantástico assim, sabe? Tanto gente que tá lançando

    filme como gente que tá passando de turnê. Mas esse ano parece que o Luciano Ruque abachou essa essa essa pauta, né, esse tipo de entrevista para ele, né, gente, coisa que não existia no domingão na época do Faustão, por exemplo, porque podia est Madonna no Brasil, o Faustão ia trazer a Susana Vieira, sempre a Susana Vieira, ao menos que a pessoa fosse se apresentar no domingão, Alanis Morete, Shakira, enfim, né? Fifi Harmy, lembra? Terrível, né? Foi bem triste aquilo, mas mas se ela não vai daí a entrevista gravada em outro em outro lugar fica com

    Fantástico, né? Daí agora parece que Luci na bocanha tudo. E e eu tô falando isso porque foi engraçado que teve, né, do Alipa, entrevista com do Alipa no domingão com o Luenuk e no Fantástico de ontem parece que ficou sobrando um tempinho, né? Quase no final do do programa, antes deles falarem de futebol, que é sempre a última coisa, né? Eles exibiram uma matéria de uns 5 minutos sobre a dança do acasalamento dos jacarés.

    Vamos, vamos ver um trechinho. Você vai ver como um predador usa a vibração do próprio corpo para fazer a água dançar. É o espetáculo do acasalamento. Está se preparando. Uma canção de amor que faz as águas dançarem. Uma performance pantaneira requintada. Ele parece encantado. Ai, meu Deus do céu. E a gente começa a semana vendo as águas dançando.

    Que baixaria sem limites, hein? Que situação, hein? A gente coloca o nosso público numa segunda-feira pós feriado prolongado e a gente vê as águas dançando. Passou. E sabe uma coisa que eu achei curiosa também que eu fui buscar lá no Global Play para passar aqui para vocês uns trechos, né? E o engraçado que o acasalamento dos jacarés não aparece nem como um trecho do Fantástico, porque o Globo para ele coloca trechinhos, né? Ah, é prisão, é Enem, assassinato, aquelas coisas que passa no Fantástico, né? E não tinha o trecho do calzamento

    dos jacarés. Aparentemente foi uma coisa meio que ai, tá sobrando um tempinho aqui, vamos passar isso para ocupar, gente. Mas eu achei que ficou que é assim, é o é o trecho do programa que eles separaram para entrevistar a do Alipa, para falar sobre a passagem da Dual Lipa no Brasil, né? É.

    Eu acho que às vezes eles não contavam que o Luciano, além de entrevistar do Alipa, que já é roubar uma convidada, roubar uma pausa do Mingão, também exibiu uma matéria toda antes dela entrar para, né, antes de entrar o VT da entrevista em si. Ele exibiu uma matéria toda sobre toda a passagem dela pelo Brasil. Eu acho que realmente ele tirou a pauta do do ele derrubou a pauta do Fantástico.

    E assim, nos 45 do segundo tempo, eu acho que a galera do Fantástico não tava esperando que o que eles tinham separado, que eles tinham editado, né, e tudo ia também ser exibido no domingão. E eu acho que deve existir uma política interna da Globo de assunto que é tratado num programa, não vai ser tratado no outro. Exceção é só para encontro de Ana Maria Braga, que é uma reprise, né, gente? Eu encontro, falo as coisas, depois vem Ana Maria B, fala das mesma coisa.

    É tipo um negócio que vazou um tempo atrás, que a gente até comentou aqui com vocês que o pessoal do Altas Horas do Sarginho Grosman tava meio assim com o Marcos meu no Caldeirão que roubou convidado, tipo Caetano Velouso e e Maria Betânia, acho que teve uma vez, né, que o Marcos meão convidou antes e já tinha uma coisa gravada pro Serginho e daí acabou não podendo exibir no mesmo dia porque acho que teve alguma coisa com a Xuxa também que tinha alguma coisa que a Xuxa sempre, né, gente? Mas era isso, era tipo o Sarginho tinha programado ou

    gravado algumas coisas com as mesmas pessoas que o Mon ia lá e chamava. E é no mesmo dia, né, gente? É, é o mesmo caso, né? Domingão, fantástico, é o caldeirão e mais tarde altas horas. Então fica muito ruim, né? A a mesma atração, o mesmo conteúdo. Eu acho que realmente ontem teve alguma coisa que eu acho que mais hora, menos hora vai vazar isso com certeza.

    Mas dava para perceber ontem durante o Fantástico a Maju tava chateada, a Poliana tava com uma cara fechadíssima. Eu acho que de repente a gente vai que correr. Que que tem aí? Fuça essas fitas, pega esses DVD, que que é esse pen drive? É jacaré dançando na água. Então vai ser esse aqui. É a água dançando com jacaré e vai ser isso.

    Mas eu acho que é é acho que é um negócio que o Luciano tá entrando num lugar que não é dele não, gente. Mas eu confesso que eu gosto mais porque quantas vezes a gente já teve que assistir tanta coisa ruim e chata no Fantástico? para chegar lá no final para ver ali uma entrevista, uma matéria sobre alguma alguma coisa mais que a gente queria ver assim, que eles sempre seguram pro final assim.

    Eu acho que o o Fantástico ele traz aquela depressão e pré segunda-feira também, sa começa o Fantástico já começa a me dar um negócio, meu Deus do céu, vai começar tudo de novo, a segunda-feira tá chegando. Então eu não gosto de assistir fantástico, mas principalmente porque é só matéria pesada, né, e desgraceira e coisa ruim.

    E daí às vezes a gente realmente tem que assistir um monte de coisa chata para daí chegar num conteúdo que a gente de fato gostaria de ver, como uma entrevista com Eduarda Felipa do Alipa, né, gente? E aí no domingão já vê tudo junto, né? Já vê tá tudo ali, é entretenimento, é a coisa mais pop, mas ali no domingão e deixa o Fantástico virar de vez um cidade de Alerta, então, né? Porque é o que tá virando, né, gente? E realmente eu também acho que fica melhor.

    Mas isso é a gente falando agora. Imagina lá dentro a picuinha que não tá. É, eu acho, porque assim como aconteceu, gente. Outra coisa, olha só os sinais. A polêmica anterior era era o mal-estar entre Marcos Mon e Serginho Grosman, né? Quem é que tava ontem no domingão? Serginho Groisman. É, é, é, é ali uma já, entendeu? Para trazer a polêmica pronta já.

    Na verdade, o Luciano Hook adora entregar uma piada pronta pra gente, né? Impressionante. Mas é sobre isso. Eu acho que já já mais hora, menos hora, vai começar a sair essas coisas, viu, gente? Ah, mas nós como públicos, eu apoiaria Luciano Hul. Deixa tudo no domingão mesmo, que ele te deu uma barra de ouro também, meu amor. Domingão familiando.

    Seja milionário e você também. Mas e vocês, gente? Vocês acham que o pessoal do Fantástico tá chateado? E você agora prefere assistir essas matérias assim de entrevista com divas internacionais, com atores, atrizes, príncipes, modelos, no domingão ou no Fantástico? Conta tudo pra gente, porque, né, isso vai mudar muito a nossa vida.

    E quando você for fazer seu comentário, não esqueça de usar # não foi fantástico que a gente vai saber que você ficou até o final do vídeo, vai marcar o seu comentário com um lindo coração. Isso aí. Ó, tem vídeo novo no canal do Titi, hein? É verdade. Gente, no sábado saiu lá um vídeo da gente testando o nosso novo aspirador de pó que mandaram aqui pra casa.

    Aquele negócio do futuro que a gente não sabe nem segurar direito. Mas gente do céu, o que foi aquele funcionamento dele? Gente, inclusive nesse vídeo também tem uma públ da Emo que da EMA. que o povo todo ficou fal o cupom não tá funcionando, o cupom não tá funcionando. Agora tá funcionando o cupom, tá gente? Avisa todo mundo que quis usar o cupom que eu não consigo usar que agora tá funcionando.

    Foi cagada da própria Ema que esqueceu de validar o cupom para vocês. Não tem nada a ver com a gente, mas já tá funcionando. E amanhã é dia de Natal já o Natal já chega pra gente no canal pessoal também, tá galera? E aí, ó, para você que ainda não tá inscrito no canal pessoal, aproveita esse momento para se inscrever lá também.

    O link tá aqui na descrição, clica, se inscreve, porque daí você passa a semana toda com a gente, porque um dia vídeo aqui, outro dia vídeo lá, outro dia vídeo aqui, outro dia vídeo lá e você se diverte com a gente a semana toda. E caso você perdeu alguma coisa, corre lá, faz uma maratona de ti ou uma maratona virou festa com mais vídeos e fofocas. É isso.

    Não desgruda mais de nós, não.

  • Choque! Aos 52 anos, Zinedine Zidane revela os 5 nomes que ele mais detesta

    Choque! Aos 52 anos, Zinedine Zidane revela os 5 nomes que ele mais detesta

    Aos 52 anos, Zinedine Zidane finalmente quebra o silêncio.
    O homem calmo, a figura intocável, aquele que quase nunca levanta a voz, decide hoje revelar algo que ninguém jamais imaginou ouvir.
    Cinco nomes. Cinco rostos que, segundo ele, deixaram cicatrizes que nem o tempo conseguiu apagar.

    Por que agora?
    Por que revisitar histórias que todos acreditavam enterradas há anos?
    Pessoas próximas falam de uma necessidade de verdade, de uma confissão reprimida durante muito tempo, de um peso que ele carrega há décadas.
    Um Zizou vulnerável mas lúcido, pronto para encarar de frente as sombras da própria lenda.

    E agora, tudo fica sério.
    Aqui estão os cinco homens que Zinedine Zidane mais detesta.
    Cinco histórias. Cinco fraturas. Cinco verdades que incomodam. Gareth Bale.
    O prodígio galês, o extremo explosivo, aquele a quem Madrid havia prometido um destino real.
    Mas por trás das câmaras, a relação entre Bale e Zidane transformou-se lentamente num deserto de silêncio, olhares evitados e desconfiança mútua.

    No início, tudo parecia funcionar: respeito, disciplina, ambição comum.
    Depois, algo se quebrou.
    Testemunhas falam de um fosso que se abriu jogo após jogo, treino após treino.
    Bale isolava-se; Zidane observava.
    Os sorrisos desapareceram, substituídos por uma tensão quase palpável.

    O escândalo explode quando Bale, irritado por ser substituído e por perder o estatuto, começa a multiplicar gestos de mau humor, ausências inexplicáveis e prioridades duvidosas.
    Uma noite, segundo um insider, Zidane teria murmurado:
    “Assim não podemos continuar.”
    Essas palavras marcam o início do fim.
    A fratura torna-se irreparável.

    Para Zidane, Bale simboliza a decepção moderna:
    o talento imenso sem vontade, a estrela desligada do grupo, o individualismo que corrói uma equipa por dentro.
    O desfecho é frio.
    A relação termina num gelo absoluto: sem adeus, sem explicações, sem perdão.

    Bale deixa Madrid como viveu — distante de Zidane, distante do coletivo, distante do que Zizou considera sagrado.

    Raymond Domenech, o selecionador mais contestado da história recente dos Bleus.
    Um nome associado a um dos episódios mais sombrios do futebol francês.

    Entre ele e Zidane nunca houve confronto direto, mas havia uma desconfiança profunda, quase filosófica.
    Para Zidane, o futebol é arte, harmonia, inteligência coletiva.
    Para Domenech, diziam antigos internacionais, era caos, improviso e confusão.

    Tudo começa após 2006.
    Zidane sai do palco mundial num estrondo inesquecível.
    Domenech assume e, pouco a pouco, o legado dos antigos desaparece.

    Jogadores murmuram.
    Reuniões tensas.
    Decisões táticas incoerentes.
    Escolhas guiadas pelo ego, não pela lógica.

    Zidane, mesmo à distância, observava — e o que via primeiro o entristecia, depois o irritava.

    O ponto de ruptura chega no Euro 2008.
    Uma França apática, perdida, irreconhecível.
    Vários próximos afirmam que Zidane, chocado com a decadência do grupo que guiara ao topo, teria dito:
    “Não se destrói uma equipa assim. Não assim.”

    Para Zizou, Domenech simboliza uma ferida moral:
    não uma raiva explosiva, mas uma detestação fria, silenciosa — a convicção de que se pode matar uma geração retirando-lhe a alma.

    Florentino Pérez, o imperador do Real Madrid.
    O homem que constrói e destrói impérios com um estalar de dedos.

    Durante anos, Zidane e ele pareciam a parceria perfeita:
    o presidente visionário e a lenda transformada em treinador.
    E escreveram história — três Champions consecutivas, uma dinastia.

    Mas por trás dos troféus, crescia uma sombra:
    decisões unilaterais, promessas esquecidas, ingerência constante.
    “Já não me deixam trabalhar…”, teria confidenciado Zidane a um amigo.

    Segundo um jornalista madrileno, Pérez queria controlo total.
    Zidane queria liberdade para gerir o vestiário que conhecia como ninguém.
    O choque era inevitável.

    A primeira ruptura ocorre em 2018, quando Zidane bate com a porta ao perceber que a reconstrução segundo a sua visão seria impossível.
    Pérez não perdoa saídas não autorizadas.

    A segunda ruptura, em 2021, é ainda mais violenta.
    Fugas para a imprensa.
    Críticas disfarçadas.
    Ataques indiretos.
    Zizou sabia de onde vinham — todos no clube sabiam.

    Para Zidane, Pérez representa a traição moderna:
    o aliado que muda de rosto conforme o interesse.
    Uma ferida profunda, impossível de apagar mesmo com as maiores glórias.

    Nicolas Anelka — talento puro, atacante imprevisível, promessa de lenda que virou símbolo de caos.

    Entre ele e Zidane nunca houve insultos ou confrontos diretos.
    Mas para Zizou, Anelka representa algo mais profundo:
    a traição do espírito de equipa, a quebra do vínculo sagrado da geração dourada.

    Tudo desaba em 2010, na Copa do Mundo da África do Sul.
    O vestiário implode.
    As tensões explodem.
    E o escândalo vai para a imprensa.

    Quando os insultos de Anelka a Domenech são revelados, a França afunda.
    O público desconhecia o impacto que isso teve sobre Zidane — então consultor e figura moral dos Bleus.

    Pessoas próximas dizem que ele viveu esse fiasco como uma humilhação pessoal:
    “Estamos a destruir o que construímos em dez anos.”

    Anelka recusa-se a pedir desculpas, provoca, grita ao complô mediático.
    Quanto mais fala, maior a fratura.

    Para Zidane, que encarna disciplina, respeito e unidade, Anelka simboliza o contrário:
    o ego que destrói o coletivo, o individualismo que mata uma equipe.

    A ferida permanece.
    Não contra o homem, mas contra aquilo que ele representou:
    a queda dos Bleus, o fim brutal de uma era.

    Marco Materazzi.
    Basta o nome e o silêncio cai.

    A final de 9 de julho de 2006 não é apenas história — é um trauma, uma cicatriz aberta, um momento que moldou para sempre a lenda de Zidane.

    A tensão era estranha, elétrica.
    Zidane sereno; Materazzi provocador, agarrado a ele como uma sombra.

    Depois vem a centelha.
    As palavras — nunca confirmadas — mas todos que conhecem Zidane sabem:
    ele ouviu o inaceitável.
    Uma ofensa que ultrapassava o futebol, que atingia sua família, sua honra, sua identidade.

    O resto, o mundo viu:
    a cabeçada, o choque, o silêncio.
    Zidane caminhando sozinho para o túnel, numa luz branca quase irreal.
    Materazzi no chão, espectador do drama que ele próprio provocou.

    O que as câmaras não mostraram foram os anos seguintes:
    as justificações, as desculpas tardias, as entrevistas provocadoras.
    “Disse coisas estúpidas”, admitiu Materazzi — tarde demais.

    Zidane nunca respondeu publicamente.
    Mas quem o conhece garante: ele nunca esqueceu.
    Nem o momento.
    Nem o homem que lhe roubou a última imagem da carreira.

    Para Zizou, Materazzi encarna uma raiva rara, visceral, única.
    Não pela provocação — mas porque roubou ao mundo a despedida digna de um génio.

    Durante muito tempo acreditou-se que estes eram os cinco nomes que Zidane mais detestava.

    Mas um ex-membro do staff madrileno conta que, uma noite, longe das câmaras, Zizou teria murmurado:
    “As insultos esquecem-se. Os rostos que caem, nunca.”

    Uma confissão curta, quase involuntária, que sugere que além de Materazzi, Benítez ou Domenech, existe um nome mais íntimo, mais doloroso — jamais revelado.

    Hoje, aos 52 anos, Zidane avança em silêncio.
    Aparentemente em paz, profundamente marcado.
    Porque atrás da lenda permanecem feridas que nunca desaparecem totalmente.
    Verdades que só Zidane conhece.
    E lembram que até os maiores carregam sombras que nem a glória consegue apagar.

  • Tensão nos bastidores! Michelle supera Bolsonaro e filhos, e Flávio tenta se retratar!

    Tensão nos bastidores! Michelle supera Bolsonaro e filhos, e Flávio tenta se retratar!

    Michelle Bolsonaro destruiu os filhos de Bolsonaro, mas principalmente o Flávio. Na verdade, Michele, ela acabou humilhando o Flávio Bolsonaro, que foi se encontrar com o pai lá na prisão para que Bolsonaro desse um enquadro em Michele. Mas quem foi enquadrado foi o próprio Flávio, que depois publicamente pediu desculpas a Michele por tê-la chamado de autoritária e por ter constrangido o André Fernandes.

    A pergunta que fica é por Flávio teve esse tipo de postura. A minha opinião é que o Bolsonaro tem rabo preso com Michele. E ele tem rabo preso com Michele por causa daquele episódio que foi revelado pelo Julian Lemos que o Bolsonaro teria feito um ataque físico a Michele Bolsonaro. Algo que nunca foi desmentido pela família.

    Julian Lemos não foi processado nesse episódio. Rolou lá uma representação, mas não avançou. Se esse for o motivo de Bolsonaro ter rabo preso com Michele, tá muito mais do que justificável, porque se Michele for contrariada por Bolsonaro, ela mostra fotos do ocorrido e acaba completamente para o Bolsonaro. E Michele não parou por aí.

    Integrante da equipe de Bolsonaro foi acusado de estelionato e três vezes alvo da Lei Maria da Penha - Jornal O Globo

    Ela fez novos ataques falando que não poderia permitir uma aliança com Ciro Gomes e se colocando como uma defensora do próprio Bolsonaro e agora continua interferindo, interferindo diretamente no PL no Rio de Janeiro, porque ela não quer que o PL faça aliança com Eduardo Pais. Coloque nos comentários por que você acha que Flávio recuou.

    Bolsonaro tem rabo preso com Michele por causa daquela história do ataque físico revelado pelo Julian Lemos. Essa história do Julian Lemos é verdadeiro? Michelle derrotou o Flávio Bolsonaro. É uma nova era do bolsonarismo agora. Como que fica o bolsonarismo daqui pra frente? Concorda que Flávio foi derrotado? Se você concorda, você tem que deixar o like no vídeo e se inscrever também no canal.

    Toda essa história envolvendo Michele Bolsonaro, Flávio e os filhos do ex-presidente começou quando Michele publicamente criticou a aliança que o PL tinha feito com Ciro Gomes lá no Ceará. Depois dessa, desse desse chilique público ou barraco público da Michele, o André Fernandes, que foi quem articulou a aliança com Ciro Gomes, falou que foi o Bolsonaro que autorizou essa parceria.

    E depois os filhos do Bolsonaro, principalmente Flávio, endossado por Carlos, por Eduardo e por Gerrenan, criticaram o Michele Bolsonaro. Flávio tinha chamado Michele até mesmo de autoritária e que o que ela fez foi constrangedor. E Flávio havia marcado uma reunião com Bolsonaro no presídio. O objetivo dessa reunião era enquadrar Michele.

    Mas ao término da reunião, Flávio Bolsonaro sai, fala com os repórteres e diz que ele já pediu desculpas para Michele. Olha a situação. Flávio vai para repreender Michele junto com o Bolsonaro e ele sai, ele que estava super irritado, sai e falou que ele já disse para o pai que ele se desculpou com Michele. Isso não para em pé. Não para em pé.

    Porque ele falou: “Eu já comuniquei meu pai que eu pedi desculpas e depois fez elogios a Michele. Até ontem tava falando que ela é autoritária. Aí depois de encontrar com Bolsonaro, o objetivo de Flávio era enquadrar Michele e ele foi enquadrado, saiu manso com o rabo entre as pernas. Bolsonaro deu um cala boca no Flávio e a partir desse momento, Michele derrotou os filhos do Bolsonaro.

    Ela mostrou quem é que manda. Ela manda na casa, ela manda no bolsonarismo e ela manda no PL, que é o partido. Acabou. Agora, por que que Bolsonaro teve essa postura com Michele? Não sabemos. E aí temos que especular. Isso é óbvio, porque o Bolsonaro, ele não precisa financeiramente da Michele. Ah, ele pode conseguir alguns benefícios pelo fato da Michele estar no PL mulher, mas que que que Bolsonaro ganha com isso? Absolutamente nada.

    ela pode conseguir alguma coisa, tal, se manter influente na política, mas a minha hipótese é que aquilo que o Julian Lemos falou, o ex-deputado federal da Paraíba, aliado de Bolsonaro, tende a ser verdade. Em 2022, num podcast chamado Arretado, Julian Lemos foi e revelou que Michele Bolsonaro estava toda marcada porque Bolsonaro havia atacado fisicamente e esse não foi, não tinha sido o primeiro e único episódio de ataque físico a Bolsonaro.

    Quando Michele fez uma cirurgia para colocar próteses mamárias, Bolsonaro não gostou e nas palavras de Julian Lemos deu uns tapas nela. Depois, quando Bolsonaro perdeu a campanha política, Bolsonaro teria atacado fisicamente Michele e ela estaria também toda marcada, por isso que ela não aparecia publicamente. Isso segundo Julian Lemos.

    E vendo o que Mauro Cid falou, que Michele estava pressionando o Bolsonaro, é possível que seja verdade que Bolsonaro estressado com o Michelle tenha atacado fisicamente. Esse caso teve uma repercussão, claro, no momento. O Julianemos falou assim: “Vem no Julian que eu sei, não queiro me processar”.

    Bolsonaro aide sought legal advice for Brazil coup, police say | Reuters

    Foi algo mais ou menos assim. Houve uma representação criminal contra o Julian Lemos, uma representação processual, jurídica, e não avançou. Nesse mesmo podcast, Julian Lemos falou que Carlos Bolsonaro é o psicopata. Carlos o processou e ganhou, mas o processo do Bolsonaro não avançou e eu vi hoje para trazer essa informação. Se o que Julian Lemos falou é verdade, é possível que Michele tenha fotos.

    E se Michele Bolsonaro tem registros do ataque que ela sofreu de Bolsonaro, Bolsonaro, em hipótese alguma, pode contrariá-la, porque se Bolsonaro a contrariar, ela divulga os documentos. Eu acredito que Bolsonaro tem rabo preso com Michele por conta disso, dos ataques físicos revelados por Julian Lemos.

    E ela não parou por aí nos ataques, porque de segunda para terça-feira, quando ela foi atacada pelo Flávio, principalmente, mas depois endossada pelo endossado pelos outros filhos do Bolsonaro, o que Michele falou? que ela entende e respeito a posição dos dos enteados, que ela não queria ofender os os entiados, sempre se colocando como cordeirinha.

    Ela é muito esperta, mas que ela, Michele, jamais poderia permitir uma aliança com o Ciro Gomes depois de tudo que o Ciro Gomes fez para o marido dela, o Bolsonaro, chamando genocído, coisa do tipo, e falou: “Ciro Gomes não é de direita, nunca foi, não defende nossos valores”. Ou seja, foi um ataque extremamente ardeloso de Michele.

    O que Michele falou? Eu estou defendendo o Bolsonaro. Vocês estão fazendo alianças com a esquerda. Eu não. Eu me mantenho pura e convicta às minhas convicções, as minhas posições ideológicas. Eu não estou me vendendo. Vocês estão o a posição de Michele foi muito forte, muito, muito forte. Ela protegeu o Bolsonaro.

    Essa é a visão que foi passada. Não tem como os filhos do Bolsonaro encararem Michele ou a derrotarem. Se eles quiserem fazer qualquer coisa com Michele, eles vão se lascar e vão se lascar bonito. E o que chamou a atenção foi o seguinte. O Flávio Bolsonaro depois negou que tivesse qualquer tipo de aliança ou parceria com o Cío Gomes.

    Como que ele negou se todo mundo falou que havia uma aliança? O o o Eduardo explicou essa aliança nas redes sociais, até o o Rodrigo Constantino conversou sobre isso, sobre essa aliança. Tem declarações, tá tudo público agora. Fala que não tem aliança com com o PSDB no no Ceará. Não faz sentido isso que tá sendo dito pelo Flávio. Ele tomou um cala boca.

    Michele venceu a disputa com Flávio e ela continua causando tumultos no PL porque o partido não possui candidato forte para disputar o governo do Rio de Janeiro. E por conta disso, o PL vai apoiar o C o Eduardo Pais. Só que Michele já chamou o Silas Malafé, falou: “Não vamos apoiar o Eduardo Pais e tá provocando divergência no Rio de Janeiro.

    Não quero, Michele não quer apoiar o Eduardo Pais e é muito possível que não não apoie, que o que o partido não vai apoiá-lo. Ela está mandando. Michele Bolsonaro manda no bolsonarismo, manda no PL e manda na família porque ela calou a boca de Carlos, de Flávio, de Eduardo, de Geran e do próprio Bolsonaro. A questão é por que como ela conseguiu calar a boca? Qual o motivo para Bolsonaro ter repreendido o Flávio e apoiado Michele? Não sabemos.

    A hipótese do Júli Lemos para mim faz sentido. No.

  • Choque! Aos 47 anos, Thierry Henry revela os 5 jogadores que o traíram

    Choque! Aos 47 anos, Thierry Henry revela os 5 jogadores que o traíram

    Aos 47 anos, Thierry Henry finalmente quebra o silêncio. O ícone supremo do futebol francês revela hoje cinco nomes — cinco jogadores que, segundo ele, o teriam traído nos momentos mais decisivos de sua carreira. Uma confissão totalmente inesperada, um choque para aqueles que achavam conhecer o homem por trás da lenda.

    Mas por que agora? Por que abrir essa porta que ele manteve fechada durante tantos anos?
    Insiders falam de tensões acumuladas, feridas nunca cicatrizadas, egos feridos nos vestiários do Arsenal, do Barcelona e da seleção francesa. Outros afirmam que Henry carregava essa lista como um fardo secreto, gravado em sua memória há décadas.

    O que realmente aconteceu? Que drama se esconde por trás desses cinco nomes?
    E agora, vamos entrar em sua lista. Cinco homens, cinco histórias mais profundas do que se imagina.

    William Gallas. À primeira vista, um companheiro sólido, um líder, um defensor respeitado.
    No entanto, para Thierry Henry, seu nome marca o início de uma fratura silenciosa que abalou profundamente o vestiário do Arsenal.

    A relação entre eles começou com respeito mútuo, quase fraternal. Mas rapidamente as tensões tomaram conta. Testemunhas da época falam de conversas interrompidas abruptamente, olhares frios, um duelo psicológico nunca assumido publicamente.

    O escândalo explode quando Gallas, então capitão, decide criticar publicamente os jogadores mais jovens, humilhando-os diante da imprensa. Produtores esportivos da época lembram a incredulidade nas redações: nunca um líder do Arsenal havia quebrado assim a regra sagrada do vestiário.

    Henry, que sempre defendia a proteção do grupo, viu esse gesto como uma traição — não contra ele, mas contra a essência do coletivo.

    Insiders relatam que uma cena explosiva aconteceu dias depois: Henry teria pedido explicações; Gallas teria respondido com brutalidade inesperada. A partir dali, o vínculo se rompeu. O vestiário se dividiu. A confiança desapareceu.

    O ápice chega quando Gallas é destituído da braçadeira — uma decisão que muitos atribuem indiretamente à influência de Henry. Ele não desejava isso, mas a situação era insustentável.

    Durante anos, Henry carregou esse episódio como uma ferida discreta, teimosa.

    Nicolas Anelka. Para o público, formavam um duo explosivo — dois talentos da mesma geração dourada.
    Nos bastidores da seleção francesa, porém, a história era outra.

    Entre Henry e Anelka havia uma tensão permanente, elétrica, uma rivalidade silenciosa desde os primeiros dias em Clairefontaine. Treinos que se transformavam em duelos pessoais, cada um buscando provar que era o verdadeiro herdeiro do futebol francês.

    O ponto de ruptura chega quando Anelka, vivendo um momento instável, sente-se deixado de lado em favor de Henry.
    Insiders afirmam que ele acusou Henry, no vestiário, de influenciar decisões táticas e até o treinador. A acusação, lançada a sangue frio, congelou o ambiente.

    Henry, fiel ao seu estilo calmo mas orgulhoso, deixou o vestiário — recusando alimentar um conflito que considerava injusto e humilhante.

    Com o tempo, a distância se agravou. Em cada convocação, os dois se observavam sem se falar. A imprensa notava o muro invisível entre eles. Entrevistas eram organizadas para evitar que ficassem lado a lado.

    A relação morre de vez após uma discussão noturna no hotel.
    Anelka acusa Henry de lhe roubar o papel de líder; Henry responde que o verdadeiro problema era a atitude — não a concorrência. Palavras afiadas como lâminas, jamais esquecidas.

    Para Henry, essa traição doeu como poucas: vinha de alguém que ele considerava um irmão.

    Lionel Messi. Para o mundo, um gênio. Para Henry, uma revelação… e uma sombra.

    Quando Henry chega ao Barcelona, em 2007, espera um novo começo. Mas logo percebe que já não é o centro do projeto: alguém mais jovem, mais imprevisível e quase intocável ocupava esse posto.

    Nos primeiros treinos, Henry fica impressionado com a intensidade feroz do jovem Messi. O argentino queria todas as bolas, avançava sem medo, driblava todos — até os veteranos.

    Para Henry, acostumado a ser o foco ofensivo, o choque foi brutal.

    Nos jogos, a situação ficava mais evidente. Produtores televisivos lembram lances onde Henry estava livre, pronto para receber — e Messi escolhia a jogada individual.
    Alguns murmuravam que Messi, já protegido pelo clube, não fazia esforço para se adaptar a Henry.

    O golpe final vem num jogo decisivo da Liga.
    Henry pede o passe; Messi vê, hesita, mas chuta. Gol. Camp Nou explode.
    Henry permanece imóvel, incapaz de celebrar.

    Naquele dia, dizem testemunhas, ele entendeu que seu ciclo chegava ao fim — não por conflito direto, mas porque outro rei subia ao trono.

    A trahison era discreta, insidiosa: a do tempo.

    Raymond Domenech. Seu nome ainda desperta lembranças amargas em Henry.

    A relação, antes cordial, vira um desastre emocional: mal-entendidos, decisões incompreensíveis e uma humilhação pública que marcou Henry profundamente.

    O clima na seleção antes da Copa de 2010 era pesado, quase tóxico. Domenech já não confiava na velha guarda — e Henry estava incluído.

    O ponto crítico chega quando, num jogo crucial do Mundial, Domenech deixa Henry no banco para “mandar um recado”. O recado era duro: a era Henry havia terminado, diante de todo o planeta.

    Henry, digno mas devastado, não protestou.

    Após a eliminação, rumores circulam de que Domenech teria responsabilizado velhos jogadores — e muitos viram isso como ataque indireto a Henry. A ruptura foi total.

    Para Henry, não foi uma decepção profissional. Foi uma traição à sua entrega ao país.

    Robert Pirès. Para muitos, o irmão de armas de Henry, seu duplo no Arsenal.
    Uma dupla mágica, telepática, indestrutível — ou assim parecia.

    Mas uma fissura escondida se formou.

    A origem? A final da Champions League de 2006.
    Pirès é substituído cedo, sai do campo com o rosto fechado e, segundo alguns, sem olhar para Henry.

    Na época, parecia um detalhe. Para Henry, foi um sinal.
    Mais tarde, Pirès teria dito em privado que acreditava que algumas vozes — inclusive a de Henry — haviam apoiado sua substituição. Uma suspeita não confirmada, mas forte o suficiente para corroer a confiança.

    Ex-membros do staff contam de uma conversa decisiva:
    Pirès sugere que Henry, como líder do grupo, poderia ter evitado sua “humilhação pública”.
    Henry responde que nem ele podia alterar decisões do treinador.

    Mas o dano estava feito.

    Para Henry, essa foi a traição mais íntima: ver alguém que amava como irmão duvidar de sua lealdade.

    Ele nunca falou disso publicamente por respeito a Pirès — mas a ruptura silenciosa foi profunda.

    No fim, Henry teria confidenciado que esses cinco nomes são apenas a superfície do problema.
    Por trás de cada conflito, havia algo maior: a solidão.

    A solidão dos vestiários vazios, das noites de hotel, do peso de ser líder quando ele mesmo duvidava.

    Hoje, Henry parece ter feito as pazes com esse passado turbulento.
    As cicatrizes permanecem — e moldaram o homem mais lúcido e maduro que ele é agora.

  • MICHELLE PASSOU 5 VEXAMES GIGANTES E É AMEAÇADA COM REVELAÇÃO DE ESCÂNDALO POR ALLAN DOS SANTOS!

    MICHELLE PASSOU 5 VEXAMES GIGANTES E É AMEAÇADA COM REVELAÇÃO DE ESCÂNDALO POR ALLAN DOS SANTOS!

    E o Flávio Bolsonaro atacou a Michele. Ainda eu falei para vocês que a relação dos dois ia caminhar para uma crise e caminhou. Flávia atacou Michele, depois dela ter criticado publicamente, durante o evento do pé de mulher, o André Fernandes, deputado federal, muito famoso no bolsonarismo lá no Ceará, por conta da aliança do PL com o Ciro Gomes.

    Michele se colocou como sendo a porta-voz do bolsonarismo, ou melhor, do Bolsonaro. E isso desagradou o Flávio, porque a gente tem que resgatar aquele mal-estar que houve na reunião do PL, quando Flávio se colocou como porta-voz de Bolsonaro à reveria de Michele. Michele não gostou, externalizou o descontentamento para pessoas próximas.

    E quando Michele fala em nome do Bolsonaro sobre essa aliança que foi o próprio Bolsonaro que autorizou, ele está querendo se colocar com o porta-voz. E Flávio foi mostrar quem manda. Michele que fez esse ataque ao André Fernandes por conta não do Ciro Gomes, mas da composição da chapa ao Senado lá no Ceará.

    Algo que tem desagradado o centrão e à direita porque a família Bolsonaro, mas principalmente Michele, quer interferir na formação das chapas estaduais. E isso tem desagradado todo mundo. Mas antes de mais nada, é uma disputa entre Michele e Flávio Bolsonaro. Quando a família Bolsonaro está nessa disputa com Centrão por manutenção da influência política com a emancipação, eu vejo que quem tá querendo se emancipar é a própria Michele.

    Coloque nos comentários o que que você achou desse ataque de Michele ao André Fernandes. Foi uma reação dela ao Flávio Bolsonaro? Você acha que Michelle está tentando se emancipar da família Bolsonaro para disputar 2026? E essa reação do Flávio Bolsonaro vai descambar para uma crise? Deixa o like no vídeo se você torce por essa crise familiar e se inscreva no canal.

    A Michele Bolsonaro, como nós vimos e eu mostrei para vocês em um vídeo recente, ela estava participando um evento lá do PL Mulher e ela atacou publicamente a aliança que foi feita do PL do Ceará com o Ciro Gomes, que recentemente saiu do PDT e foi para o PSDB. Eu, se fosse Michele talvez tivesse feito o mesmo, porque o Ciro Gomes atacou o Bolsonaro de tudo que era jeito, falou que o Bolsonaro era ladrão de galinhas, coisas do tipo, e a Michele saiu em defesa do Bolsonaro.

    Michelle Bolsonaro expõe em vídeos por que não apoia Ciro Gomes

    O problema é que o André Fernandes, que foi o deputado que praticamente articulou essa aproximação com Ciro Gomes, não gostou da fala da Michele e foi a público falar que aquela aliança foi autorizada pelo próprio Bolsonaro. Eles conversaram no Viva-av Ciro Gomes. expando Michele. Depois o Flávio Bolsonaro veio a público e disse que a fala da Michele foi uma fala autoritária e principalmente constrangedora.

    Hum. E o Flávio, eu não sei se ele falou da fala da Michele olhando para ela. O que que eu quero dizer com isso? se ele falou da fala da Michele como constrangedora autoritária, referindo-se a ela, Michele Bolsonaro. E aí fica a dúvida para todos nós podermos especular aqui no canal. Eu vejo que essa postura da Michele foi uma reação, como eu disse para vocês, aquela reunião do PL na qual Flávio saiu como porta-voz.

    Segundo Lauro Jardim, logo depois da prisão preventiva do Bolsonaro, antes da prisão definitiva, quando ele foi para a superintendência da Polícia Federal, houve uma reunião do PL com o Valdemar Costa Neto, com a Michele, com o Carlos, com o Flávio e também com o Gerrenan. Talvez uma outra pessoa também tivesse ali. Nessa reunião, Michele chorou duas vezes e foi consolado pelo Carlos.

    O Flávio Bolsonaro se colocou como porta-voz do pai. Ele iria falar pelo Bolsonaro. A Michele não gostou porque ela não foi nem consultada pelo Flávio e a Michele falou para aliados que ela estava junto com o Bolsonaro todo esse tempo. Então como que o Flávio se coloca como porta-voz? Houve um atrito. Nós sabemos que os filhos do Bolsonaro não aceitam Michele como candidata.

    Eles nós sabemos disso. Porque Michele pode dar um pé pé no Bolsonaro e e dá todo o capital político dele. É possível. Ela é mais forte do que eles, ela tem mais seguidores do que eles, ela tem mais retórica, mais discurso e mais inteligente do que eles. Se bem que não é muito difícil, mais inteligente do que eles, mas ela é.

    Então, quando Michele vem e fala em nome do Bolsonaro, desautorizando uma aliança que ele costurou, ela está se colocando com porta-voz. Então o Flávio, quando ele reage a Michele e fala que ela foi autoritária e constrangedora, ele se coloca como o porta-voz tentando recuperar o espaço que Michelle tentou usurpar.

    O Flávio também pode estar se aproveitando de um momento de irritação do centrão com a Michele, porque segundo Andreia Sadido ou Globo do G1, melhor dizendo, o centrão e a direita estão irritados com a Michele Bolsonaro porque ela está promovendo interferências na formação das chapas locais ou das coligações ou das parcerias.

    O centrão não quer que a família Bolsonaro interfira nas composições estaduais. Mas Michele Bolsonaro está interferindo nessas costuras. Por exemplo, Michele Bolsonaro defendeu Caroline Dittone lá em Santa Catarina, sendo que o Carlos Bolsonaro foi escolhido pelo Bolsonaro. E se a Caroline Gitone sair do PL e for para o partido novo, Michele falou que vai continuar apoiando.

    Só que nas pesquisas de intenção de votos, a Carolina de Ton está em terceiro, empatada com o Carlos atrás do Spirit Amin, que é o escolhido pelo PL por conta do Jorginho Melo, toda a composição de palanques, enfim, horário de televisão. Já no Ceará, a Michele que era um candidato diferente do que o André Fernandes quer ao Senado, o André Fernandes, que é o pai, o Michele com outro pastor.

    Então, perceba que tem muita coisinha aí que está pegando nessa ânsia de poder por Michele Bolsonaro. Por exemplo, no Distrito Federal especulava-se que Michele poderia disputar o Senado. E aí começa a especulação para por conta da presidência da Michelle. Pelo seguinte, a Michele participou da cerimônia de lançamento da pré-candidatura de Biaquices ao Senado por pelo Distrito Federal.

    Biaquisses é uma é uma deputada e vai disputar o Senado. Se Biaquisses vai disputar o Senado, não cabe para Michele disputar, porque o PL prometeu apoiar o Ibanês Rocha, que é do MDB, o governador do DF. Então não vai ter jeito, alguém vai sobrar, ou Michele ou Biaquices ou Ibanês. Eu acho que quem vai sobrar é Michele, porque Michele tem a pretensão presidencial.

    E nesse momento, depois da prisão do Bolsonaro, o que nós estamos vendo é um embate muito forte. E aí eu quero fazer a minha reflexão aqui também com vocês entre a manutenção de poderes da família Bolsonaro e a emancipação de figuras políticas da direita, como os governadores de direita. Porém, eu quero que vocês participem aqui nos comentários que talvez esse embate não seja propriamente de toda a família Bolsonaro.

    Porque Michele, ela está tentando a manutenção ou ela está tentando a emancipação? Onde Michele se enquadra? Michele se enquadra naqueles que querem manutenção da da influência política da família Bolsonaro ou Michele se enquadra naqueles que querem se emancipar? da família Bolsonaro, como Tarcío, cara. Eu, se fosse apostar apostaria que Michele quer, na verdade, a emancipação.

    Coloque nos comentários o que que você pensa e o que que você acha disso tudo.

  • Aos 42 anos, Zlatan Ibrahimović finalmente revela os cinco homens que ele nunca perdoará

    Aos 42 anos, Zlatan Ibrahimović finalmente revela os cinco homens que ele nunca perdoará

    Aos 42 anos, Zlatan Ibrahimović finalmente quebra o silêncio. O homem que dominou cada vestiário, provocou cada adversário e marcou a Europa com sua arrogância controlada, decide hoje revelar uma verdade que ninguém imaginava: os cinco homens que ele nunca perdoará. Por trás do personagem, das frases de impacto e da força bruta, escondem-se feridas profundas, humilhações silenciosas e confrontos que o moldaram tanto quanto seus gols.

    Por que revelar esses nomes agora? Por que voltar a histórias que alguns preferiam esquecer? E, acima de tudo, o que esses conflitos dizem sobre um dos jogadores mais poderosos, controversos e fascinantes de sua geração? Segundo vários insiders, Zlatan guarda essa lista há anos.

    Cinco nomes que revelam as cicatrizes de um gigante que ninguém jamais viu vacilar.
    O quinto nome da lista de Zlatan Ibrahimović é Edinson Cavani. A relação deles no PSG sempre foi mais tensa do que o clube queria mostrar. Oficialmente, os dois se respeitavam. Na realidade, era uma luta por território, um duelo silencioso entre dois predadores que se recusavam a dividir a mesma jaula.

    Membros do vestiário afirmam que tudo começou desde a chegada de Cavani. Zlatan viu surgir um finalizador puro, decidido a se impor. Cavani, por sua vez, encontrou um gigante que ocupava todo o espaço esportivo e mediático. Os dois atacantes não se odiavam, mas também não se reconheciam. Um queria manter seu trono; o outro, finalmente conquistar um.

    O momento chave acontece quando Cavani pede mais responsabilidades ofensivas. Zlatan interpreta isso como provocação. Segundo um insider, o treino daquele dia foi um dos mais explosivos da temporada. Olhares frios, gestos duros, nenhuma palavra inútil. Cada um queria mostrar quem mandava. A tensão aumenta quando a mídia pergunta se Cavani poderia substituir Zlatan.

    Para o sueco, isso é um insulto. Ele responde com performances monstruosas. Cavani, frustrado, se distancia do grupo. O vestiário entende que nada seria simples entre eles.O quarto nome na lista é Marco Materazzi. A história entre eles é uma das mais violentas que Zlatan já revelou. Dois homens, dois temperamentos explosivos, duas armas prontas para colidir. Uma relação construída sobre provocação, vingança e brutalidade pura.

    Tudo começa num Derby della Madonnina entre Inter e Milan. Materazzi, fiel à sua reputação, passa o jogo provocando Zlatan: golpes escondidos, palavras murmuradas, olhar arrogante.
    Zlatan aguenta, mas não perdoa. Segundo um ex-companheiro, ele declarou no vestiário que um dia acertaria as contas.

    Esse dia chega mais tarde, quando se encontram como adversários. Zlatan não esqueceu nada. Num duelo aéreo, ele se lança e atinge Materazzi com todo o peso. O defensor cai, o silêncio toma o estádio.

    Para Zlatan, é um momento de justiça pessoal. Ele diria depois que esse gesto foi um dos mais satisfatórios de sua carreira. Materazzi, machucado, nunca pronuncia publicamente o nome de Zlatan, mas segundo fontes próximas ao clube, jamais engoliu o episódio. A tensão entre eles nunca diminuiu. Sem aperto de mão, sem palavras — apenas o choque de dois monstros que se recusaram a ceder.

    O terceiro nome da lista é Pep Guardiola. A relação deles no Barcelona tornou-se uma das quebras mais famosas do futebol moderno. Para Zlatan, Guardiola nunca foi um treinador: foi uma decepção imensa, uma ferida de ego, o símbolo daquilo que ele mais detesta — a hipocrisia do poder.

    Tudo começa quando ele assina com o Barça. Zlatan chega como peça central. Prometem-lhe um papel crucial. Ele acredita no projeto, acredita em Guardiola. Mas após alguns meses, tudo desmorona. Guardiola muda o sistema para Messi. Zlatan é sacrificado. Nenhuma conversa, nenhum diálogo — apenas um afastamento progressivo, frio, silencioso.

    Segundo um insider do vestiário catalão, Zlatan teria pedido uma conversa direta. Guardiola o ignorou, evitando-o até nas refeições. Para um jogador como Zlatan, habituado a confrontos francos, isso foi uma humilhação.

    O ponto final vem quando ele solta sua frase mítica: “Guardiola não tem culhões.”
    Uma explosão. O grito de um homem que guardou tudo por tempo demais. O clube abafou a situação, mas a fratura tornou-se irreversível. Pep não o perdoa. Zlatan nunca o perdoará.

    O segundo nome da lista é Rafael van der Vaart. A relação deles no Ajax foi um campo de batalha. No início, eram jovens promissores, supostamente destinados a liderar o clube juntos. Mas a rivalidade virou toxicidade. Dois líderes naturais, dois temperamentos incompatíveis.

    Ex-companheiros contam que Van der Vaart não suportava a ascensão fulgurante de Zlatan. Achava-o individualista demais, barulhento demais, imprevisível demais. Zlatan, por sua vez, via Van der Vaart como arrogante, pretensioso e convencido de ser o dono da equipe. As tensões cresciam a cada semana.

    O momento decisivo ocorre durante um jogo da seleção. Van der Vaart, machucado após um contato com Zlatan, o acusa publicamente de tê-lo ferido de propósito. Para Zlatan, isso é uma humilhação frontal. Ele explode. Diz que não o machucou deliberadamente, mas acrescenta que poderia fazer isso se quisesse. A frase se torna lendária e destrói a relação.

    Nos treinos, evitam-se. A equipe técnica às vezes precisa intervir para evitar brigas. O Ajax entende que não pode manter os dois. Van der Vaart acaba indo embora. Zlatan fica, mas aquela guerra deixa uma marca indelével.

    O primeiro nome na lista é Olof Mellberg. Poucos torcedores conhecem a gravidade desse confronto, mas para Zlatan, esse é um dos episódios mais violentos de sua carreira. Uma colisão direta entre dois temperamentos inflamáveis. Ninguém queria ceder um centímetro.

    Tudo acontece na Juventus. Durante um treino tenso, uma discussão explode. Mellberg critica Zlatan por sua atitude agressiva. Zlatan rebate com a mesma intensidade. As vozes sobem, os olhares queimam e, então, o gesto acontece: instintivo e brutal. O vestiário congela. Companheiros precisam intervir para evitar uma briga total.

    Segundo uma testemunha, os dois nunca mais se falaram. Mellberg deixa o clube algum tempo depois, mas a tensão permanece na memória dos que viram a cena. Para Zlatan, isso representa o que ele mais odeia: tentativas de dominá-lo, diminuí-lo ou impor limites. Ele diria mais tarde que não se arrepende. Mellberg encarnava o adversário puro — aquele que não teme o combate, mas que tentou ir longe demais. Uma linha vermelha fora ultrapassada, e Zlatan nunca esquece esse tipo de ferida.

    Poucos sabem que, após o confronto com Mellberg, um membro da comissão técnica da Juventus chamou Zlatan de lado e lhe disse algo que o marcou para sempre: alguns líderes do clube torciam para que ele fracassasse — não por causa de suas performances, mas por medo de seu caráter e de sua influência.

    Naquela noite, Zlatan percebe que seus inimigos não estão apenas em campo, mas também nas sombras. Esse é o verdadeiro plot twist da história.

    Essa revelação dá um novo sentido a todos esses conflitos. Cavani, Materazzi, Guardiola, Van der Vaart, Mellberg — cada um representa uma batalha diferente, mas todas compartilham a mesma essência: Zlatan sempre incomodou. Sua força, seu orgulho e sua independência nunca deixaram ninguém indiferente. Para alguns, era demais; para outros, insuficiente — mas nunca neutro.

    Com o tempo, Zlatan não vê mais esses cinco homens como inimigos, mas como etapas. Ele sabe que eles moldaram sua identidade tanto quanto seus troféus. Sua carreira nunca foi apenas uma sucessão de gols: foi uma guerra permanente contra aqueles que queriam freá-lo, controlá-lo ou calá-lo.

    Hoje, ele fala sobre isso sem raiva — apenas com a certeza de que sua força nasceu desses confrontos. Sem eles, ele não teria se tornado o jogador incandescente que marcou cada clube por onde passou. Esses cinco nomes são cicatrizes de sua história, mas também provas de seu poder.

    E é no centro de todas essas tempestades que realmente entendemos Zlatan Ibrahimović. Ele nunca se construiu para agradar. Construiu-se para sobreviver, dominar e marcar. Seus adversários o odiaram, seus companheiros o temeram, seus inimigos o revelaram. Zlatan nunca pediu paz. Ele escolheu a guerra — e foi isso que o tornou inesquecível.