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  • O Surto no Senado! Como o Juiz Supremo Destruiu o Grande Plano e Virou o Jogo nos Bastidores do Poder

    O Surto no Senado! Como o Juiz Supremo Destruiu o Grande Plano e Virou o Jogo nos Bastidores do Poder

    O Surto no Senado — A Madrugada em que o Poder Tremeu

    Ninguém estava preparado para o que aconteceria naquela noite abafada de terça-feira em Brasília. Os corredores do Congresso Nacional já estavam silenciosos, iluminados apenas pelos refletores frios que permaneciam acesos durante a madrugada. Mas atrás de portas fechadas, longe das câmeras e do olhar público, uma guerra política estava prestes a explodir — e ela teria consequências capazes de sacudir os pilares da República de Valleria, o país fictício onde nossa história acontece.

    O senador Darlan Amarantes, uma das figuras mais influentes do Senado, vinha articulando havia meses um plano para pressionar o presidente da República, Lauro Silva, um político populista cuja administração dividia opiniões. Darlan acreditava que o presidente estava “enfraquecido” e que aquele era o momento perfeito para forçar uma negociação que lhe devolvesse poder — e, principalmente, prestígio.

    Mas o que Darlan não sabia é que um homem, silencioso e extremamente estratégico, observava cada movimento: o ministro Gerson Montez, do Supremo Tribunal Constitucional, conhecido nos bastidores como “O Guardião”.

    E seria ele o responsável por implodir todo o plano do Senado.

    Capítulo 1 — O Plano da Chantagem Institucional

    Segundo documentos obtidos por fontes exclusivas, o objetivo de Darlan Amarantes era simples: usar um projeto de lei aparentemente inofensivo para criar um impasse jurídico que obrigaria o governo a negociar diretamente com ele. A proposta alteraria regras essenciais sobre o relacionamento entre os três poderes.

    Oficialmente, o projeto promovia “transparência”. Nos bastidores, porém, analistas chamavam aquilo de “uma bomba nuclear institucional”.

    Para garantir apoio, Darlan reuniu aliados, ofereceu cargos, pressionou adversários e até mesmo convocou reuniões secretas em gabinetes trancados. O plano estava tão sólido que os próprios assessores já contavam os dias até o Senado dominar completamente a agenda política nacional.

    Mas havia uma falha invisível — uma variável que ninguém considerou.

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    Capítulo 2 — O Voto do Supremo que Mudou o Destino do País

    Naquela mesma madrugada, enquanto o Senado se preparava para votar o projeto, o Supremo Tribunal Constitucional estava reunido em sessão extraordinária. Apenas sete ministros sabiam do encontro — e cada um deles compreendia o peso histórico do momento.

    O ministro Gerson Montez havia recebido, poucas horas antes, um dossiê completo sobre o plano de Darlan. O documento mostrava como a proposta violava diretamente os princípios fundadores da República e criaria um precedente perigoso, permitindo que o Parlamento pressionasse o Executivo sempre que desejasse.

    Às 2h17 da manhã, Montez tomou uma decisão.

    Ele redigiu um voto de 42 páginas declarando o projeto inconstitucional, antes mesmo de ser votado.

    Era um movimento arriscado, ousado e sem precedentes.

    Mas ele acreditava que era necessário.

    Capítulo 3 — O Surto no Senado

    O estopim ocorreu às 3h46 da madrugada.

    Darlan Amarantes recebeu uma ligação urgente de um assessor:
    “Ministro Montez acaba de publicar o voto. Caiu tudo, senador. Acabou.”

    A reação foi explosiva.

    Segundo testemunhas — todas mantendo o anonimato — o senador atirou documentos no chão, derrubou uma cadeira e gritou que “iria arrastar todo mundo junto”. A segurança do Senado chegou a ser acionada por causa do barulho vindo do gabinete.

    A fúria de Darlan não era apenas contra Montez. Ele percebeu, naquele momento, que perdera o elemento mais precioso em política: o controle narrativo.

    O Supremo, com um único voto, havia desmontado tudo.

    E pior: sem deixar espaço para negociações.

    Capítulo 4 — A Reviravolta que Salvou o Presidente

    Com o projeto destruído, o presidente Lauro Silva acordou às 5h12 da manhã com um relatório emergencial de sua equipe. Ele ficou em silêncio por alguns minutos, segundo um assessor próximo, e então soltou apenas uma frase:

    “Montez nos salvou de uma crise.”

    O que quase ninguém sabia é que Lauro vinha sofrendo pressão silenciosa de vários setores do Senado. O plano de Darlan, se tivesse avançado, teria colocado o presidente contra a parede e o obrigado a ceder poder para manter a estabilidade.

    Com a decisão de Montez, porém, Lauro recuperou o domínio da situação sem mover um dedo.

    Nos bastidores, ministros do governo descrevem o episódio como “o momento mais tenso do mandato”.

    Capítulo 5 — O Dia Seguinte: Vazamentos, Caos e Teorias

    Ao amanhecer, nada disso ainda era público. Mas isso duraria pouco.

    Às 8h13, o primeiro vazamento surgiu em um blog investigativo. O título:
    “Supremo barra projeto secreto do Senado. Crise à vista?”

    Em menos de três horas, o país inteiro estava em polvorosa.
    Redes sociais explodiram em teorias, acusações, especulações e ataques.

    Darlan Amarantes convocou uma coletiva, mas sua voz tremia. Os jornalistas perceberam. O senador parecia abatido, irritado e pressionado. Negou tudo, mas ninguém acreditou.

    Enquanto isso, Gerson Montez se manteve em silêncio absoluto.

    Sua decisão falava por ele.

    Decisão de Gilmar irrita Alcolumbre e abre nova crise entre Poderes |  Política | Valor Econômico

    Capítulo 6 — Os Bastidores Sombrio Revelados

    Dias depois, surgiram informações de que um grupo de senadores aliados de Darlan planejava retaliar o Supremo. Tentaram, inclusive, articular uma PEC para reduzir o poder de fiscalização constitucional.

    Mas o plano foi rapidamente desmontado quando novos documentos vazaram, mostrando tentativas de pressão interna envolvendo assessores parlamentares.

    Era o golpe final.

    Darlan ficou isolado.

    Montez virou símbolo de estabilidade institucional.

    E Lauro Silva, mesmo sem ter participado diretamente de nada, saiu fortalecido — como se tivesse sobrevivido a uma armadilha cuidadosamente montada.

    Capítulo 7 — O Futuro Incerto da República

    Apesar de o episódio ter terminado sem ruptura, especialistas alertam que o clima político na República de Valleria nunca mais será o mesmo. A confiança entre os poderes se deteriorou, alianças se desfizeram e a opinião pública ficou mais atenta ao jogo oculto que acontece longe das câmeras.

    O próprio ministro Montez, em um raro comentário dias depois, resumiu tudo com uma frase:

    “O perigo não estava no que foi votado, mas no que estava sendo negociado.”

    Hoje, investigações continuam. O Senado vive dividido. O Executivo tenta recuperar credibilidade. E o Supremo permanece em alerta máximo.

    Mas uma coisa é certa:
    a madrugada em que Darlan Amarantes surtou ficará marcada para sempre na história política fictícia deste país.

     

  • “O Erro Que Abalou Brasília: O Dia em que Davi Alcolumbre Enfrentou o Decreto Surpreendente de Lula”

    “O Erro Que Abalou Brasília: O Dia em que Davi Alcolumbre Enfrentou o Decreto Surpreendente de Lula”

    “O Erro Que Abalou Brasília: O Dia em que Davi Alcolumbre Enfrentou o Decreto Surpreendente de Lula”

    Brasília sempre foi um palco de conflitos silenciosos, alianças frágeis e disputas travadas longe dos olhos do público. Mas, naquela manhã tensa de terça-feira, algo diferente estava no ar. Pessoas que circulavam pelos corredores do Congresso percebiam: havia uma inquietação incomum, como se uma tempestade estivesse prestes a se formar bem acima da Praça dos Três Poderes.

    No centro dessa agitação estava o senador Davi Alcolumbre, figura veterana no Senado e estrategista político conhecido por suas manobras calculadas. Ele já havia enfrentado pressões, crises e negociações impossíveis, mas nada o prepararia para o que viria naquele dia – um decreto presidencial inesperado que colocaria sua habilidade política à prova e geraria repercussões imediatas na imprensa, nas redes sociais e nos bastidores do poder.

    O Começo da Crise

    Tudo começou com um documento que chegou às mãos do senador antes mesmo de ser publicado. Assessores correram pelo gabinete, trocando sussurros aflitos. Um deles, visivelmente nervoso, entrou na sala de Alcolumbre segurando um envelope oficial. O senador, que revisava agendas e estratégias para a semana, ergueu os olhos apenas por um instante – mas esse instante seria o ponto de virada de toda a história.

    “Senador… o senhor precisa ver isso agora.”

    Dentro do envelope havia uma minuta de um decreto presidencial. Nada incomum até aí – decretos circulam constantemente entre gabinetes antes de serem oficializados. Mas este era diferente. O texto continha mudanças que impactavam diretamente estruturas administrativas e decisões previamente articuladas por Alcolumbre, inclusive algumas nomeações estratégicas que ele vinha negociando há semanas.

    Fontes próximas descrevem que, ao terminar a leitura, o senador permaneceu alguns segundos imóvel, olhando fixamente para a folha como se esperasse que as palavras mudassem sozinhas. O decreto, uma vez publicado, colocaria em xeque uma série de acordos internos e fragilizaria sua influência num dos setores em que mais atuava.

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    O Suposto “Erro Fatal”

    Dentro do Congresso, qualquer movimento mal calculado pode virar munição política. E foi exatamente isso que aconteceu quando, segundo relatos, Alcolumbre tomou uma decisão apressada: tentou reagir imediatamente, antes mesmo de confirmar a extensão real do decreto ou de entender suas motivações.

    A pressa – esse foi o elemento definido nos bastidores como o tal “erro fatal”.

    Em vez de adotar sua habitual postura cautelosa, o senador teria feito ligações em cadeia, convocado reuniões urgentes e pressionado aliados que ainda nem sabiam do conteúdo completo do decreto. Esse movimento precipitado gerou ruído, confusão e até irritação em alguns setores da base governista.

    Enquanto isso, no Palácio do Planalto, Lula e seus principais ministros acompanhavam a repercussão. Para alguns, o atrito repentino era apenas um sinal de que ajustes internos precisavam ser feitos. Para outros, era uma prova de que Brasília estava prestes a enfrentar mais um capítulo de tensão política, daqueles que se desenrolam por semanas.

    O Decreto Torna-se Público

    Quando o decreto finalmente foi publicado, a narrativa tomou proporções ainda maiores. Telejornais interromperam suas programações, comentaristas correram para opinar, e redes sociais se incendiaram com análises improvisadas, teorias conspiratórias e especulações de todos os tipos.

    O decreto, embora técnico em sua essência, foi interpretado por muitos como uma demonstração de força do Executivo – um recado claro de que certas decisões não seriam mais deixadas exclusivamente nas mãos do Senado ou de grupos específicos de influência.

    Jornalistas começaram a relatar supostas divergências internas. Blogs políticos passaram a afirmar que havia uma “queda de braço” entre Alcolumbre e o governo. E em menos de 24 horas, o assunto já era o tema dominante em Brasília.

    O Contra-ataque do Senador

    Diante da pressão crescente, Alcolumbre preparou uma resposta calculada. Isso, sim, era seu território. Em uma declaração firme, mas cuidadosa, ele afirmou que o Senado continuaria defendendo seu papel constitucional e que eventuais mudanças precisariam passar “pelo diálogo democrático”.

    Nos bastidores, porém, a tensão persistia. Assessores relatavam que ligações eram feitas a cada minuto, reuniões se acumulavam e alianças eram testadas. O clima era tão denso que até políticos tradicionalmente neutros preferiram manter distância para não serem arrastados para o centro do furacão.

    O Impacto no Cenário Político

    A crise, embora breve em seus momentos mais intensos, deixou marcas profundas. Não porque o decreto fosse revolucionário ou porque alterasse estruturas inabaláveis, mas porque expôs a fragilidade das relações políticas e revelou o quanto decisões aparentemente administrativas podem desencadear conflitos gigantescos.

    Especialistas apontaram que o episódio mostrou duas coisas:

      A importância de comunicação interna entre Executivo e Legislativo,
      E a volatilidade do ambiente político brasileiro, onde qualquer falha de cálculo – mesmo mínima – pode se transformar em notícia de repercussão nacional.

    Lições de um Dia Caótico

    Para muitos observadores, o episódio serviu como um lembrete de que Brasília vive em constante estado de alerta. A harmonia é sempre temporária, e as alianças, por mais sólidas que pareçam, podem mudar de um dia para o outro.

    Davi Alcolumbre, apesar da turbulência, saiu do episódio com mais experiência e um recado claro: no jogo político, cada movimento importa – e cada silêncio também.

    Lula, por sua vez, demonstrou que decisões estratégicas podem ser tomadas com firmeza, mesmo quando surpreendem figuras influentes.

    E o público brasileiro, mais uma vez, acompanhou de camarote os capítulos de um drama político digno de novela, cheio de reviravoltas, rumores, declarações calculadas e tensão suficiente para alimentar semanas de debates.

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    Conclusão

    O “erro fatal”, como muitos chamaram, não foi um crime, nem uma revelação explosiva – foi simplesmente uma falha de timing. Um passo dado meio segundo antes da hora certa. Mas em Brasília, meio segundo pode significar tudo.

    E assim, a história daquele dia continua ecoando nos corredores do poder, lembrando a todos que, na capital do Brasil, nada é simples e nada é garantido. Cada decisão é uma aposta. Cada decreto é um capítulo. E cada silêncio, uma possível estratégia.

     

  • GILMAR VIRA O JOGO À MEIA-NOITE — E OS MINISTROS ENTRAM EM PÂNICO!

    GILMAR VIRA O JOGO À MEIA-NOITE — E OS MINISTROS ENTRAM EM PÂNICO!

    MINISTROS TOMAM UM BAQUE!
    A VIRADA NOTURNA DE GILMAR QUE SACUDIU BRASÍLIA

    Brasília nunca dorme — e, quando dorme, sonha alto demais. Naquela noite abafada de terça-feira, enquanto a maioria do país seguia em seu ritmo comum, algo acontecia nos bastidores do poder que mudaria completamente o clima político das 24 horas seguintes. Os corredores do Planalto, que costumam ficar vazios depois das 22h, estavam iluminados, como se uma alerta invisível tivesse sido acionada. Pessoal de limpeza, assessores, seguranças — todos notavam o movimento estranho. Mas ninguém dizia nada. Era como se uma tempestade estivesse chegando e apenas alguns soubessem o tamanho do estrondo.

    Fontes internas — que pediram anonimato — afirmaram que três ministros importantes já estavam reunidos desde o fim da tarde. Eles discutiam, nervosos, revisando documentos, trocando mensagens para aliados, tentando decifrar informações que tinham acabado de chegar às suas mãos. O clima era pesado. Eles sabiam que algo “gigante” estava prestes a acontecer, mas não sabiam quando, nem como. E o nome que surgia repetidamente na conversa era um só: Gilmar.

    Gilmar Mendes, conhecido por suas decisões inesperadas e sua habilidade de fazer movimentos decisivos nos momentos mais críticos, estava envolto em mistério naquela noite. Ninguém sabia ao certo onde ele estava, mas todos sabiam que, quando ele se mantém em silêncio por muito tempo, algo está sendo preparado nos bastidores. E aquilo que estava sendo preparado seria, segundo um assessor do Supremo, “um presente que ninguém queria receber — mas que o país precisava ver”.

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    Às 23h47, tudo mudou. Uma notificação começou a pipocar nos celulares dos assessores jurídicos, jornalistas especializados e figuras estratégicas do governo. Era uma decisão. Uma daquelas decisões que chegam como uma lâmina fina, mas cortam profundamente. Não envolvia diretamente nomes, acusações ou revelações bombásticas — mas tocava em um ponto sensível demais para ser ignorado: um procedimento arquivado há anos seria reaberto. E não qualquer procedimento, mas um caso envolvendo contratos, influências e pressões internas dentro do próprio governo.

    A notícia se espalhou em segundos. Um ministro — segundo testemunhos, o mais calmo do grupo — levantou-se imediatamente, começou a caminhar de um lado para outro e repetia a mesma frase: “Não agora, não agora…”. Os outros dois tentavam entender o impacto jurídico e político da decisão. Era apenas o começo, mas todos sabiam que, a partir daquele momento, nada seria como antes.

    Nos bastidores, o telefone de Gilmar não parava. Alguns aliados buscavam explicações, outros exigiam conversas imediatas, e alguns — talvez os que mais tinham motivos para preocupação — simplesmente desapareceram da vista pública. A movimentação era intensa, mas Gilmar, como sempre, manteve o controle. Ele sabia que, ao mexer nessa peça, forçaria todo o tabuleiro a se reorganizar. E era exatamente isso que pretendia.

    À meia-noite e quatro minutos, uma van preta saiu discretamente da garagem de um prédio que muitos em Brasília conhecem, mas poucos têm acesso. Dentro dela, um grupo de analistas jurídicos levava documentos que seriam encaminhados a diferentes setores institucionais ao amanhecer. A operação estava sincronizada. Era clara a intenção: acelerar o impacto antes que qualquer tentativa de contenção pudesse ser articulada.

    Enquanto isso, os ministros que haviam sido surpreendidos pela decisão tentavam acionar aliados no Congresso. Mensagens urgentes eram enviadas para presidentes de comissões, líderes partidários e figuras-chave do Legislativo. A estratégia era simples: montar uma rede de proteção antes que a imprensa tivesse tempo de transformar aquelas linhas jurídicas em manchetes devastadoras.

    Mas a imprensa já sabia. Às 00h31, um jornalista conhecido por seu faro afiado publicou uma mensagem enigmática no X (antigo Twitter):
    “Movimento forte no Supremo. A madrugada promete.”

    Foi o suficiente para iniciar uma avalanche. Repórteres começaram a acordar suas equipes, editores ligaram para suas redações, e colunistas políticos tentavam conseguir qualquer pista. Os primeiros vazamentos já circulavam, mas de forma cautelosa — ninguém queria errar numa noite tão carregada. Todos sabiam que era a típica situação em que uma informação incorreta poderia custar caro.

    Enquanto isso, nas redes sociais, a tensão aumentava. Perfis políticos, influenciadores e especialistas começaram a comentar, ainda que sem detalhes. O país estava desperto, mesmo sem saber ao certo o que estava acontecendo. E, como sempre acontece quando Brasília ferve, cada um criava sua própria teoria. Uns diziam que era o começo de uma guerra entre poderes. Outros, que se tratava apenas de mais um ajuste interno. Mas a verdade era mais complicada.

    O “presente” de Gilmar não era uma bomba, mas uma chave. Uma chave que abriria portas que muitos acreditavam ter sido seladas para sempre. Quem o havia enviado? E por quê? Segundo fontes próximas ao ministro, o conteúdo que motivou a decisão chegara “de forma inesperada, mas não acidental”. Isso significa, em termos políticos, que alguém muito poderoso tinha interesse em colocar o assunto novamente em circulação.

    Gilmar e Barroso trocam ofensas em sessão no STF

    Às 02h15, dois ministros finalmente saíram do prédio onde estavam reunidos. Entraram em carros diferentes, sem seguranças visíveis, tentando evitar qualquer registro. Mas, em Brasília, nada passa despercebido. No mesmo momento, uma câmera de vigilância privada captou a saída — e o vídeo vazou poucas horas depois. A imagem mostrava claramente o semblante tenso dos envolvidos. Era o tipo de registro que, mesmo sem som, fala muito.

    O amanhecer encontrou Brasília em um estado de alerta. As manchetes já estavam prontas, analistas se preparavam para horas de transmissões ao vivo, e a população tentava entender a complexidade do cenário. Alguns celebravam o ato de transparência. Outros temiam uma instabilidade institucional. Mas todos tinham uma certeza: aquela decisão não tinha sido tomada por acaso.

    O impacto foi imediato. Reações políticas surgiram de todos os lados. Palavras como “reviravolta”, “imprevisível”, “corajoso”, “arriscado” e “necessário” apareceram repetidamente nas análises matinais. Tanto aliados quanto opositores reconheciam que o movimento mudaria os rumos das próximas semanas — talvez até dos próximos meses.

    No final da manhã, Gilmar finalmente falou com a imprensa. Medido, direto, sem revelar mais do que desejava, afirmou:
    “A democracia se fortalece quando nossas instituições não têm medo de olhar para o passado.”

    A frase repercutiu instantaneamente. Era curta, mas carregada de significado. E deixava claro que aquela decisão não tinha sido apenas técnica. Era um recado. Um recado forte.

    O país inteiro agora observava, atento. Os ministros ainda tentavam se reorganizar, aliados buscavam maneiras de conter os danos, e críticos tentavam transformar o episódio em bandeira política. Mas uma coisa era indiscutível: Gilmar havia virado o jogo — e, ao fazê-lo, obrigou todos os outros a se moverem.

    E, como sempre em Brasília, isso era apenas o começo.

     

  • “A Revelação que Virou Brasília de Cabeça pra Baixo – e Deixou Flávio Bolsonaro em Choque!”

    “A Revelação que Virou Brasília de Cabeça pra Baixo – e Deixou Flávio Bolsonaro em Choque!”

    A REVELAÇÃO QUE VIRALIZOU E PARALISOU BRASÍLIA

    A manhã começou como qualquer outra em Brasília: corredores apressados, telefones tocando sem parar, jornalistas circulando à procura de declarações improvisadas. Mas tudo mudou às 8h17, quando um alerta apareceu simultaneamente nos celulares de assessores, deputados, senadores e jornalistas. Um documento havia vazado. E, segundo as primeiras análises, seu conteúdo tinha potencial para revirar completamente o tabuleiro político do país.

    A notícia se espalhou tão rápido que, em menos de três minutos, “a revelação” já era o assunto mais comentado nas redes sociais. Em grupos de WhatsApp de parlamentares, o clima era de absoluto desespero. Havia quem acreditasse que o vazamento poderia ser uma armação. Outros apostavam que se tratava de uma retaliação interna. Mas uma coisa era certa: ninguém conseguiu ignorar o impacto.

    O primeiro a reagir publicamente — ainda que indiretamente — foi Flávio Bolsonaro. Às 8h32, assessores confirmaram que ele havia cancelado todos os compromissos do dia e convocado uma reunião de emergência. Uma fonte presente na sala, que aceitou falar sob condição de anonimato, descreveu a cena como “de completo caos”.

    “Ele estava vermelho, andando de um lado para o outro, falando ao telefone com alguém influente. Batia na mesa. Exigia respostas. Queria saber quem foi o responsável pelo vazamento”, relatou a fonte.

    OS OUTROS NÃO SABIAM O QUE PENSAR

    Do lado da oposição, a reação foi completamente diferente. Deputados celebravam discretamente nos corredores, tentando ao mesmo tempo evitar declarações precipitadas. Ninguém sabia exatamente até onde ia a veracidade do documento. Mas o clima de expectativa — e, para alguns, de esperança — era impossível de esconder.

    Às 9h10, já havia mais de vinte jornalistas posicionados em frente ao gabinete de Flávio Bolsonaro. Câmeras ligadas, microfones direcionados, perguntas ensaiadas. Todos esperavam uma fala, qualquer reação, qualquer gesto. Mas a porta permaneceu fechada.

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    Enquanto isso, no Palácio do Planalto, ministros se reuniam para discutir medidas de contenção narrativa. A orientação inicial era clara: não comentar o vazamento até que sua autenticidade fosse oficialmente verificada. Mas, a essa altura, a opinião pública já havia tomado sua própria decisão. Memes, teorias, especulações e análises improvisadas surgiam a cada segundo.

    O VAZAMENTO QUE NINGUÉM ESPERAVA

    Por volta das 10h, o documento começou a ser analisado por especialistas independentes, que tentavam descobrir se seu conteúdo era real ou fruto de manipulação. A complexidade dos dados, no entanto, surpreendeu até os mais céticos. Para alguns analistas, era praticamente impossível ter sido produzido artificialmente. Para outros, sua sofisticação sugeria exatamente o contrário: poderia ter sido fabricado com extremo cuidado, com o objetivo de desestabilizar um grupo político específico.

    Uma jornalista experiente, que cobrira escândalos desde o início dos anos 2000, comentou off-record:

    “Faz muito tempo que não vejo Brasília entrar em um estado de tensão tão grande. O silêncio fala mais alto do que qualquer discurso.”

    A PRESSÃO SOBE PARA FLÁVIO BOLSONARO

    Às 11h27, Flávio Bolsonaro finalmente saiu de seu gabinete, seguido por cinco assessores. Mas, para frustração geral, recusou qualquer pergunta. A única frase dita antes de desaparecer novamente foi:

    “Isso é um ataque político orquestrado.”

    A declaração, embora curta, incendiou ainda mais a discussão pública. Influenciadores começaram a se dividir entre duas narrativas — a de que o vazamento era uma bomba legítima contra o establishment político, e a de que era um movimento calculado para destruir reputações.

    O fato é que Flávio estava sob enorme pressão. E não apenas nas redes. Fontes afirmam que ligações de aliados começaram a chegar sem parar. Cada um deles exigia explicações, garantia, diretrizes, qualquer coisa que ajudasse a entender a dimensão do problema.

    REUNIÕES SECRETAS E MOVIMENTAÇÕES ESTRANHAS

    À tarde, uma série de reuniões reservadas ocorreram em Brasília — pelo menos nove, segundo fontes internas. Algumas incluíram nomes de peso. Outras foram tão discretas que só vieram à tona porque funcionários identificaram carros oficiais entrando por portas secundárias.

    Ninguém queria ser visto discutindo o assunto, mas todos sabiam que não podiam ignorá-lo. A palavra usada para descrever o ambiente político naquele momento foi “insustentável”.

    Documentos começaram a circular, perguntas foram levantadas, e rumores indicavam que aquilo que havia vazado era apenas uma parte de algo muito maior.

    O DESFECHO AINDA ESTÁ LONGE

    Às 18h, Flávio Bolsonaro voltou a aparecer. Dessa vez, mais sério, mais calculado e visivelmente exausto. Disse que não temia nenhuma investigação e que estava pronto para enfrentar o que fosse necessário. A fala, embora firme, não convenceu totalmente.

    A cidade estava inquieta demais.

    Redações estendiam o horário. Analistas falavam ao vivo em todos os canais. Discussões inflamadas aconteciam em bares, grupos de família e até em corredores universitários.

    O país inteiro parecia esperar por um capítulo final que ainda não tinha data para chegar.

    E A PERGUNTA QUE FICA

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    O que realmente está por trás do vazamento?

    Ninguém sabe — ainda.

    Mas uma coisa é clara: Brasília não será a mesma depois desta revelação. Independente da veracidade do documento, o impacto político já foi criado. A direita está em alerta. A oposição está em euforia contida. E Flávio Bolsonaro, segundo uma fonte próxima, “vive o dia mais tenso de sua carreira”.

    E isso — como muitos dizem — pode ser só o começo.

     

  • “BOLSONARO SURPREENDE O PAÍS AO LANÇAR CANDIDATO ENVOLTO EM ESCÂNDALOS — E O PLANO SOMBRIO PARA DERRUBAR LULA VEM À TONA!”

    “BOLSONARO SURPREENDE O PAÍS AO LANÇAR CANDIDATO ENVOLTO EM ESCÂNDALOS — E O PLANO SOMBRIO PARA DERRUBAR LULA VEM À TONA!”

    BOLSONARO QUEIMA NA LARGADA: A ESCOLHA EXPLOSIVA DE UM CANDIDATO ENVOLTO EM ESCÂNDALOS E O PLANO SECRETO PARA ENFRENTAR LULA

    Brasília sempre foi uma cidade construída sobre mistérios, sussurros e acordos feitos ao pé do ouvido. Mas, nas últimas semanas, uma história específica tomou forma como um vendaval, arrastando todos os personagens políticos para o centro de um furacão imprevisível. Era como se alguém tivesse acendido um fósforo dentro de um depósito de gasolina: uma combinação de ambição, desespero e o medo de perder relevância. E no olho desse furacão estava ele — Jair Messias Bolsonaro — tentando se reinventar mais uma vez após a queda do poder.

    Tudo começou em uma manhã abafada de segunda-feira. Brasília parecia viver seu ritmo normal, mas nos corredores do poder, a respiração estava suspensa. Rumores surgiam de que Bolsonaro estava prestes a anunciar um nome decisivo para uma futura disputa eleitoral contra Lula. Um anúncio que, segundo fontes próximas, definiria o tom da guerra política que se aproximava. Mas o que ninguém esperava era o nome escolhido — um nome que carregava tanto peso quanto problemas.

    Flávio, sempre envolvido em polêmicas, era considerado por muitos como uma aposta arriscada, quase suicida, mas Bolsonaro parecia convencido de que ele era a peça-chave para reacender o movimento que outrora sacudiu o país. Para alguns aliados, isso soava como genialidade; para outros, como um erro fatal. Mas para Bolsonaro, era uma jogada calculada — ou pelo menos, era o que ele tentava demonstrar.

    Desde cedo, assessores relatavam que ele vinha agindo com ansiedade incomum: reuniões prolongadas, telefonemas urgentes, olhares desconfiados, uma criatura política farejando perigo no ar. Ele sabia que Lula ainda mantinha uma força impressionante no cenário nacional, e para enfrentá-lo, precisava de algo que fosse além do tradicional. Precisava de uma figura polêmica, temida e falada — alguém que, gostando ou não, atraísse os holofotes.

    Ministros de Lula reagem à escolha de Flávio Bolsonaro como candidato

    Segundo relatos surgidos nos bastidores, porém, nem todos dentro do seu próprio círculo estavam confortáveis com a decisão. Alguns temiam que colocar alguém com tantos escândalos associados fosse como puxar o pino de uma granada e segurá-la na mão. A mídia, certamente, não perderia tempo. A oposição, menos ainda. E o público? Esse reagiria como sempre — dividido entre aplausos fervorosos e indignação inflamável.

    Mas Bolsonaro parecia ter outra visão. Na sua cabeça, a única maneira de vencer Lula não era oferecer moralidade, transparência ou equilíbrio. Era oferecer barulho — muito barulho. Era provocar discussões acaloradas, despertar paixões adormecidas, reacender ressentimentos. Para ele, Flávio era o fósforo perfeito para a gasolina da opinião pública.

    Enquanto isso, Lula observava tudo com um misto de surpresa e ironia. Seus aliados próximos revelavam que ele nunca subestimou o adversário, mas reconhecia quando uma jogada parecia mais desespero do que estratégia. Para o ex-presidente, a escolha de Bolsonaro seria facilmente explorada. Um presente político embrulhado com laço — e recheado de controvérsia.

    Durante dias, as redes sociais foram o palco de um espetáculo turbulento. Influenciadores alinhados, analistas políticos, comentaristas de rádio — todos mergulharam de cabeça na confusão. Vídeos surgiam, lives explodiam em audiência, hashtags se alternavam entre trending topics. Brasília parecia um campo de batalha digital. Cada frase de Bolsonaro gerava milhares de interpretações. Cada gesto do escolhido alimentava teorias.

    Mas havia algo ainda maior acontecendo por trás dos panos.

    Detalhes começaram a emergir sobre conversas secretas envolvendo empresários, consultores políticos e estrategistas que vinham pressionando Bolsonaro para dar um passo mais ousado. Alguns acreditavam que ele precisava de alguém com apelo emocional — alguém capaz de incendiar sua base e mexer com a estrutura tradicional do debate. Outros, porém, afirmavam que Bolsonaro estava sendo manipulado por um grupo que queria vê-lo de volta ao jogo apenas para explorar seu nome como instrumento de influência.

    Quanto mais se investigava, mais claro ficava: aquilo não era apenas uma escolha de candidato. Era uma trama complexa, costurada com urgência e desespero, que misturava ambição política com interesses particulares.

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    A gota final veio quando surgiram informações de que reuniões estratégicas haviam acontecido às escondidas em resorts isolados, longe das câmeras e dos olhos atentos da imprensa. Relatos descreviam encontros noturnos, discussões acaloradas e acordos selados ao som de taças de vinho. Todos queriam garantir que Bolsonaro se mantivesse relevante — fosse como candidato, fosse como cabo eleitoral de alguém que carregasse o peso e a polêmica necessária para confrontar Lula.

    O anúncio oficial estava marcado para um evento fechado, mas vazou antes — como sempre acontece na política brasileira. Em minutos, jornalistas correram, blogs explodiram, canais independentes transmitiram ao vivo. Bolsonaro, ao perceber que sua jogada havia sido exposta antes da hora, ficou furioso. Mas já era tarde demais. A chama havia sido acesa.

    Quando finalmente subiu ao palco, já não havia mais suspense. Mas havia tensão. Uma tensão que podia ser sentida no ar como eletricidade antes da tempestade. Bolsonaro, com sua expressão habitual de desafio, apresentou Flávio como o “nome capaz de enfrentar qualquer um, inclusive Lula”. Seu discurso foi marcado por frases de impacto, indiretas, cutucadas e promessas de uma campanha “mais dura do que todas as anteriores”.

    A reação? Imediata.

    A oposição comemorou — acreditava ter recebido munição suficiente para semanas de discursos inflamados. A base de Bolsonaro se dividiu: alguns clamaram fidelidade; outros, medo. A mídia fez o que faz de melhor: amplificou tudo. E o Brasil, mais uma vez, mergulhou nesse ambiente peculiar que mistura suspense, indignação e entretenimento político.

    No final das contas, a jogada de Bolsonaro pode ter sido genial. Ou pode ter sido um tiro no próprio pé. Só o tempo dirá. Mas uma coisa é certa: ao escolher um nome polêmico para enfrentar Lula, Bolsonaro reacendeu a chama da disputa e colocou Brasília novamente no centro das atenções mundiais.

    E talvez esse sempre tenha sido o seu verdadeiro objetivo.

     

  • A Conspiração Revelada: Como Uma Jogada Silenciosa Acabou com a Rede Mais Perigosa do País

    A Conspiração Revelada: Como Uma Jogada Silenciosa Acabou com a Rede Mais Perigosa do País

    💥 Xeque-Mate no Planalto: A Aliança Impossível e o Segredo Que Pode Mudar o País 💥

    O país acordou atordoado naquela manhã abafada de terça-feira. O sol mal havia rompido o horizonte quando as primeiras notificações começaram a explodir nos celulares, trazendo rumores de uma reunião secreta que, segundo fontes anônimas, poderia virar de cabeça para baixo o jogo político nacional. Não era apenas mais um boato entre tantos; dessa vez, havia fotos desfocadas, áudios truncados e movimentos suspeitos captados por câmeras de segurança. Tudo apontava para o mesmo enigma: o encontro inesperado entre o presidente Arturo Leal e o magnata conservador americano Richard Turner, dois homens que, até então, pareciam viver em universos políticos opostos.

    Arturo Leal, conhecido por seu discurso firme contra grupos extremistas, havia travado uma batalha silenciosa contra uma rede poderosa de oligarcas brasileiros que operavam nas sombras. Do outro lado, Richard Turner era visto como símbolo da velha política empresarial que muitos acreditavam estar em declínio. A simples possibilidade de que ambos estivessem alinhados parecia absurda. E ainda assim, naquela manhã, o improvável parecia real.

    As primeiras informações vieram de uma fonte misteriosa dentro do Itamaraty. De acordo com ela, o encontro não havia sido programado oficialmente. Não constava na agenda presidencial, não havia registro diplomático e, estranhamente, nenhuma equipe de segurança parecia ter acompanhado. Era como se tivesse acontecido em um vazio institucional, criado para que ninguém soubesse — ou pelo menos, para que ninguém pudesse provar.

    A notícia provocou uma tempestade. Jornais, blogs, perfis de comentaristas políticos e influenciadores começaram a espalhar teorias que variavam do cômico ao alarmante. Alguns diziam que o encontro era parte de uma negociação econômica. Outros falavam em golpe. Um pequeno grupo especulava até uma aliança para desmantelar um suposto “consórcio de desinformação” atuando nos bastidores.

    Mas havia um detalhe que tornava tudo ainda mais estranho: na mesma noite do encontro secreto, três figuras influentes da oposição radical desapareceram temporariamente da mídia. Seus perfis ficaram silenciosos, suas agendas canceladas, seus porta-vozes incontactáveis. Era coincidência? Ou consequência direta?

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    O VAZAMENTO QUE ACENDEU O FUSEL

    Foi às 14h47 que o país entrou em combustão. Um vídeo granulado, aparentemente gravado de dentro de um carro em movimento, mostrava dois homens entrando discretamente em um prédio com vidros espelhados, em Brasília. Um deles, inconfundível pela postura e pela barba branca bem aparada, parecia ser Arturo Leal. O outro, alto, loiro, com a postura rígida característica de ex-militares americanos, tinha todas as características de Richard Turner.

    O vídeo durava apenas sete segundos, mas foi o suficiente para desestabilizar o cenário político.

    — Isso é uma conspiração — disse o senador Augusto Cordeiro, adversário ferrenho do presidente, em um pronunciamento urgente. — O país tem o direito de saber o que está sendo negociado nas sombras!

    Do outro lado, o ministro de Comunicação, Henrique Vasques, tentou apaziguar a situação, afirmando que “não havia nada de ilegal, apenas uma conversa privada sem caráter oficial”. Mas suas palavras foram recebidas com desconfiança.

    Afinal, por que uma conversa privada precisaria ser escondida?

    O DOSSIÊ SECRETO

    A pressão aumentou. Vinte e quatro horas depois do vazamento, uma nova peça do quebra-cabeça surgiu: um dossiê de 86 páginas, enviado anonimamente para três redações. O documento afirmava que a oposição radical havia formado uma rede internacional de financiamento ilegal, com ramificações em empresas fantasmas da América Central e contatos com grupos extremistas digitais. O dossiê também mencionava movimentações bancárias suspeitas, contas de criptomoedas e uma estratégia coordenada para sabotar projetos de infraestrutura no país.

    Mas o detalhe mais chocante vinha no final: o nome de Richard Turner aparecia como financiador indireto de um desses grupos.

    Era um escândalo que poderia derrubar carreiras, destruir reputações e acender investigações internacionais. E explicava, talvez, o encontro inesperado entre Turner e o presidente.

    Segundo fontes que afirmaram ter visto o documento original, Arturo Leal teria confrontado Turner pessoalmente, exigindo o encerramento imediato das operações clandestinas. O presidente, estrategista como poucos, teria visto no encontro uma oportunidade única: usar o próprio Turner para desmontar a rede que, até então, ninguém conseguira alcançar.

    A VIRADA IMPENSÁVEL

    Quando o país acreditava que já havia visto tudo, uma entrevista exclusiva apareceu. Um ex-membro da rede clandestina, de identidade preservada, afirmou que o encontro entre Leal e Turner não foi uma aproximação política — mas sim um ultimato.

    — Ou ele cooperava, ou toda a estrutura seria exposta — disse o informante. — Ele não teve escolha. Arturo estava com todas as cartas na mão.

    A revelação caiu como uma bomba.

    Se era verdade, significava que o presidente havia conseguido aquilo que muitos consideravam impossível: neutralizar a oposição radical sem disparar um único tiro político, apenas usando inteligência, estratégia e pressão internacional.

    A QUEDA DOS INTOCÁVEIS

    Nas semanas seguintes, três investigações simultâneas foram abertas. Empresários influentes foram intimados. Dados bancários começaram a ser analisados. E os nomes que antes pareciam intocáveis começaram a surgir em delações.

    Enquanto isso, Arturo Leal permanecia em silêncio público, como um jogador de xadrez observando as peças caírem uma a uma.

    O país assistia, perplexo, a uma série de reviravoltas que pareciam saídas de filme. A oposição radical, antes barulhenta e confiante, agora se via dividida, nervosa, e alguns de seus líderes tentavam se afastar uns dos outros para evitar serem arrastados pelo escândalo.

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    O XEQUE-MATE FINAL

    Foi somente três semanas após o primeiro vazamento que o presidente finalmente falou ao país. Em um pronunciamento breve, porém impactante, reafirmou seu compromisso com a estabilidade política e anunciou um acordo internacional para combater redes clandestinas que interferiam em governos democráticos.

    O discurso, transmitido em rede nacional, foi interpretado por muitos como o golpe final: o xeque-mate.

    Não havia nomes, não havia acusações diretas — mas todos sabiam do que se tratava.

    O recado estava dado.

    EPÍLOGO

    A mídia continuou tentando entender como tudo aconteceu. O encontro secreto, o dossiê misterioso, o ultimato silencioso, a queda dos radicais… Nada era totalmente claro. E talvez nunca fosse.

    Mas uma coisa era certa:

    A política nacional jamais seria a mesma.

    E Arturo Leal, que muitos subestimaram, havia demonstrado que, quando o jogo é grande, às vezes é preciso fazer alianças impossíveis — não para fortalecer inimigos, mas para derrubá-los.

     

  • B0MBA! ALCOLUMBRE ADQUIRE DROGAS DE MEMBRO DO PCC, CRIA CORTINA DE FUMAÇA E QUER PRENDER INTERNAUTAS

    B0MBA! ALCOLUMBRE ADQUIRE DROGAS DE MEMBRO DO PCC, CRIA CORTINA DE FUMAÇA E QUER PRENDER INTERNAUTAS

    Se tem uma coisa que a extrema direita é competente é em criar cortina de fumaça. Quando eles querem desviar de um assunto para que você não colocam um outro assunto. Davi Columbre, que comprava drogas de um membro do PCC, agora está preocupado porque descobriram, porque vazou. E ele começa então a criar uma cortina de fumaça dizendo que vai prender os internautas que escreverem Congresso Inimigo do Povo, que aliás eu peço para vocês, nós começamos essa campanha aqui e eu peço para vocês que escrevam aí embaixo nos

    comentários congresso inimigo do povo, porque a gente assume que o esse congresso que tá ali, esses membros do congresso são inimigos do povo. O Congresso é uma entidade muito especial, muito importante para uma democracia, mas com esses sujeitos que tem lá é o pior congresso de todos os tempos. E mostra-se um congresso amigo do tráfico.

    Então escrevam aí, pessoal. Inclusive a plataforma do está cortando os nossos acessos. Então se você quiser ajudar o canal, melhor coisa curtir, compartilhar, comentar. E se você não é inscrito, inscreva-se. É muito fácil, tá? Voltando ao Columbre, então ameaça os internautas, como se nós devêsemos explicações a ele.

    Alcolumbre e Moraes discutem como combater o crime organizado | Agência  Brasil

    Ele nos deve explicações. Ele tem que dizer porque ele, ao serem inquerido, não declarou nada a respeito disso. Que coisa feia. Vamos lá. Que droga ao Columbre comprava desse sujeito do PCC? Ele comprava canetas de Monjaro. O Monjaro era utilizado e primordialmente para diabéticos, mas ele é um emagrecedor e o pessoal tá comprando direto. Isso aí virou uma febre.

    Na época que ele comprou, a Visa não tinha aprovado o medicamento. Então ele manda vir por contrabando de um membro do PCC, o Beto louco.Ó, só pelo nome você já vê que o Alcol Columbri sabia quem é o cara. Ele é o Beto louco e ele se envolveu. E o Beto Louco é apontado pela Polícia Federal como um líder de um esquema de fraudes de combustíveis e de lavagem de dinheiro.

    E a investigação é de que estes postos ligados ao empresário, eles são postos vinculados ao PCC. A organização da entrega foi feita pelo motorista. Foram flagradas conversas em que ele fala que olha pro Beto Louco, olha o senador já recebeu, ele já está sabendo da entrega, eh, já tá tudo OK. O Beto Louco responde, agradece ao motorista.

    E o que é mais importante nisso tudo? O fofo ao Columbre que queria ficar exguem. Não posso falar nada que eu também tô fofo. O fofo comprou algo ilegal no país e não sei se vocês estão por dentro, mas a compra de medicamentos não permitidos pela Anvisa pode configurar contrabando, descaminho, com sua negação de imposto de renda, pode configurar tráfico e ao Columbre não teve sequer sequer a ombridade de explicar essa questão toda, de dar explicações ao povo que o elegeu sobre essa relação dele com o membro do PCC. Inclusive, é

    um vínculo muito próximo, é um vínculo bastante íntimo pelas gravações. Então, ao Columbre, você quer saber por que vocês são inimigos do povo? Porque vocês fazem tudo contra o povo e vocês fazem tudo ilegalmente e vocês têm relações e escusas que faz com que nós entendamos que vocês estão ligados ao crime organizado, até pela movimentação toda que vocês têm feito em relação a leis que tm que ser votadas para combate ao crime organizado.

    Então, o Congresso é sim o inimigo do povo. E quem faz uma coisa dessas estando à cabeça do Senado, tem moral nenhuma para caçar ninguém. Explique-se, ao invés de procurar explicações para o que os outros fizeram, explique-se sobre o que você fez. Sim. E é um caso que só o Brasil é capaz de produzir. Eu juro por Deus, o que a Fabíula tava falando é verdade.

    Eu cheguei aqui e falei: “Amiga, eu estou presa nesta reportagem porque tudo assim e do ramo do inacreditável”. Eh, uma caneta emagrecedora que virou uma febre em Brasília. Se você olhar os senadores, todos eles e senadoras estão mais enxutos. E há muito tempo, né, havia essa corrida, isso era uma coisa de bastidor em Brasília, né, médicos que iam para fora e traziam o Monjar para os clientes deles, entre eles, né, os pacientes, entre eles personalidades da República e tal.

     

    Mas o fato do senador Davi Columbri ter recebido Monjaro, segundo áudio obtido pelo Serapião, e é interessante dizer porque vão começar uma série de teorias da conspiração de quem vazou, não sei quê. O Serapeião deixa claro na na reportagem que houve ali uma troca de informações entre os motoristas do Beto Louco e o motorista que prestava serviço para ele para dizer: “Olha, tô levando aí a encomenda pro senador”. Pegou? Pegou.

    O senador já tá sabendo. Muito obrigada. Então assim, agora o fato dessa caneta emagrecedora chegar à mãos do presidente do Senado quando ela era proibida no Brasil, a venda não era autorizada, mas pelas mãos de um personagem como o Beto Louco, que é suspeito de elo com o primeiro comando da capital, é de um constrangimento brutal.

    E aí, Fabía, eu chamo a atenção do nosso telespectador, de quem tá ouvindo a gente, quem tá acompanhando o All News na primeira edição, para onde este encontro entre Beto Louco e Davi Columbri teria acontecido na casa de Antônio Rueda, o presidente da União Brasil, que não raro vem aparecendo em episódios que o ligam a integrantes suspeitos de algum tipo de papel no primeiro comando. da capital.

    Então, o presidente da União Brasil arrasta o presidente do Senado para um episódio que é de novo, né, de um constrangimento brutal e que, por óbvio, né, vai ter aí implicações políticas porque vão buscar um culpado, quando na verdade podia olhar pro lado e falar: “Poxa, você me jogou em relações perigosas”, digamos assim.

    Mas é um desses capítulos, Fabíola, que só o Brasil é capaz de produzir. Presidente do Senado recebendo caneta emagrecedora que tava proibida no Brasil das mãos de um cara, que é suspeito de telos com o PCC, foi buscar lá fora e prestar esse pequeno favor para o presidente do Senado, Davi Columbrir. Bizarro. Se não estivesse gravado, ninguém acreditaria, mas é verdade.

    Estão ameaçando quem faz críticas ao Congresso Nacional. Olha só o que o Al Columbre disse durante essa sessão no Senado, porque a Polícia Legislativa do Senado tá investigando, a Polícia Legislativa da Câmara tá investigando e logo mais nós teremos e vamos trazer a público aqueles que fizeram aquelas agressões contra o Congresso inimigo do povo.

    Onde mentiram as pessoas que participaram dessa campanha totalmente espontânea que tomou conta das redes? Quando o Congresso aprovou o PL da devastação, agiu como amigo ou como inimigo do povo. Quando o Congresso aprovou a PEC da blindagem, agiu como amigo ou como inimigo do povo? Quando o Congresso defende o orçamento secreto, está agindo como amigo ou como inimigo do povo.

    Quando o Congresso aprova a liberação ampla de agrotóxicos, está agindo como amigo ou como inimigo do povo? Quando o Congresso aprovou a reforma trabalhista, tirando nossos direitos, agiu como amigo ou como inimigo do povo. E o teto de gastos e as tentativas de criminalizar movimentos sociais e a pressão para restringir o combate às fake news.

    Podemos ficar aqui o dia todo falando das vezes em que o Congresso agiu contra o povo. E mais, quem levantou essa hashtag foi o povo. Se fôssemos depender de partidos ou de autoridades, nada teria acontecido. Vamos continuar criticando o Congresso sempre que necessário, porque estamos em uma democracia. Entendemos que é um erro generalizar.

    Felizmente existem muitos bons parlamentares, mas eles são minoria. Nossa luta contra o pior congresso da história da nossa república vai continuar. Não adianta tentar calar o povo. A polícia legislativa vai ter que me investigar. Então, Polícia Legislativa vai investigar quem usou a #congresso inimigo do povo.

    Então, galera, pode começar a investigar geral aí, porque na minha opinião, o Congresso é inimigo do povo. Irmão, a maioria do Congresso não é de direita e nem é de esquerda. É do famoso central. Só funciona se rolar a emenda Pix. Só vota a favor se tiver emenda. É inimigo ou não é do povo. Aí o Davi o Columbri meteu essa aqui, ó.

    Um dia desses estavam por aí, patrocinados por muitos, porque a polícia legislativa do Senado e da Câmara estão investigando e logo teremos informações e vamos trazer a público aqueles que fizeram aquelas agressões de congresso inimigo do povo. Eu queria saber que diabos de congresso que é esse que então vota a favor do povo, que há pouco tempo atrás queria votar uma PEC da blindagem, impedir investigações contra parlamentares.

    Que congresso é esse que vota para derrubar vetos do presidente Lula que diz respeito ao meio ambiente, pra proteção do meio ambiente? Que congresso é esse que quer invadir a prerrogativa do presidente da República de indicar o ministro pra Suprema Corte? prerrogativa, tá na Constituição. E não, o nosso líder do Congresso ficou chateadinho que não foi o indicado dele, uma vez que essa prerrogativa é do presidente da República, não do presidente do Senado.

    E aí eu te pergunto, dá para dizer que esse Congresso é amigo de alguém? Por isso que eu digo o quanto é importante a militância da esquerda nas redes sociais. Por isso que eu peço para que vocês apertem aqui no coraçãozinho para ficar vermelho, para comentar no vídeo, para ganhar engajamento, para compartilhar e porque a nossa união faz efeito lá na frente.

    Olha só essa notícia que eu vou trazer para vocês que acabou de sair no site do DCM. Hoje é 5 de dezembro de 2025, hoje seou. O presidente do Senado, Davi Columbre elogiou o presidente Lula e fez um aceno ao governo. Quer dizer, o dedo nem entrou todo, tá? Ele já começou a recuar. Fica ligado aí, presta atenção, tá? Vai logo aqui apertando no coraçãozinho para ficar vermelho.

    Compartilhe. Vamos à matéria do DCM, galera. Depois do presidente do Senado, Davi Columbido rechaçado, repudiado, porque ele recebeu um ataque soviético nas redes sociais, se tornou até esse tamanhinho aqui, ó, pequenininho, tá? Até porque o presidente Lula agora tem um apoio do presidente Donald Trump para poder combater o crime organizado, não somente no Brasil, mas nos Estados Unidos também, tá? Vamos à matéria.

    Fica ligado aí, presta atenção. Ao Columbia elogia Lula sinaliza trégua com o governo, tá? Fica ligado, presta atenção. Deixa colocar só uma observação antes de eu ler a matéria, porque o presidente do Senado, Davi Columbia, disse que vai colocar polícia legislativa para saber de onde se originou Congresso inimigo do povo.

    Mas espera aí, ô Columbi, me diz aí uma coisa. Por que que tu não colocou a polícia legislativa para cima do deputado federal Goiás quando ele ofendeu a ministra Gace Hoff? Por que que você não colocou a polícia legislativa para cima dele também? Por que que tu não colocou a polícia legislativa quando deputados da extrema direita interditaram a Câmara? Por que que não colocou a polícia legislativa para cima pros deputados que protegem Carlos Amberg, Eduardo Bolsonaro, Ramaz, que estão recebendo inclusive emendas

    que foram canceladas pelo dino, né? E não colocou a tua polícia para cima desse pessoal, agora quer colocar, quer no escalar, porque o Flávio Dino tá investigando o orçamento secreto e a gente tá do lado certo, que é do STF. Tá bom, vamos aqui, galera. Ó, aconteceu um evento lá no Amapá. Foi de lá que ele mandou um recado pro presidente Lula através do Padilha.

    Presidente do Senado Davi Columbia, União Brasil, Amapá, enviou por meio do ministro da saúde, Alexandre Padilha, um recado de agradecimento ao presidente Lula. Ele destacou o apoio constante de Lula ao Amapá, afirmando: “Abreastro Padilha, muito obrigado. Leve meus agradecimentos pessoal e institucional ao presidente da República que tem nos apoiado e apoiado no Amapá todo instante.

    ” Pois é, né? Mas aí quer colocar pautas bombas aí para prejudicar o governo. Na realidade não vai prejudicar o governo não, ô presidente Davi Columbi vai prejudicar o povo porque vai sair é do nosso bolso. Tudo que o senhor fizer contra o governo vai refletir no povo. Esse governo, sim, ele trabalha em benefício do povo, não é em benefício de miliciano, não.

    Vamos seguir. Essa manifestação marca uma trégua na relação entre Columbre e Lula, que esteve tensa nos últimos meses. Ah, e só um recado para finalizar, tá? Eu não vou mais continuar porque de fato agora o Senado se colocou contra o STF. Ó, só um recado para finalizar, tá? Eh, presidente Davião Columbia, não vá mexer no vespiro, porque o ministro Alexandre Moraes e o ministro Flávio Dino, eles estão de fato combatendo as organizações criminosas.

    E saiu agora na revista Financial Times, né, que é aquela revista britânica, que o Alexandre de Moraes está entre as 25 pessoas mais influentes do mundo. Isso pesa. Então, se for mexer com impeachman, melhor você parar por aí, porque eu estou navegando nas plataformas de notícias, nas plataformas, no Instagram, TikTok, todas, todas, todas, Facebook e em peso o povo brasileiro tá apoiando o Xandão e o Flávio Dino.

    Senhor, vai mexer no vespero, é melhor o senhor recuar. E o Gilmar Mendes também tá tendo apoio, tá tendo o apoio do Brasil inteiro, tá? Até mesmo gente que era da direita tá apoiando GMA. Então o povo está do lado do STF, tá gente? Curte aí, comenta, bota para compartilhar esse vídeo. Tamos juntos. O presidente do Senado, eh, Davi Alcol Columbre, declarou que a polícia legislativa deveria agir contra quem chama o Congresso de inimigo do povo.

    Alcolumbre: Senado votará PL antifacção na próxima semana

    É uma fala que preocupa, porque numa democracia a crítica não é crime, é búsola. Quando a sociedade se sente desamparada, ela tem o direito de dizer: “Quando decisões afetam a vida real das pessoas, é natural que haja reação. Unir opinião é uma tentativa de calar um sentimento legítimo e opinião não se intimida com a autoridade policial legislativa.

    Se o parlamento se ofende com a frase, o caminho não é perseguir quem fala, mas escutar o que está sendo dito. O povo não teme debate. Quem tem poder público precisa aprender a lidar com ele. No Brasil, a liberdade de expressão não é favor, é cláusula constitucional. E se existe desconforto com as críticas, senhor al Columbre, talvez esteja na hora de olhar para os votos que provocaram esse ruído.

    Censura não corrige rumo, trabalho, postura e compromisso. Sim, um congresso forte não é o que ameaça o povo, é o que o representa, que tem a coragem de ouvir e a humildade de mudar. Gente, olha que absurdo. A justiça negou a ação do Hugo Mota contra o sindicato sindicalista responsável por espalhardos como esse aqui lá na Paraíba.

    O que aconteceu foi que o sindicato de professores tinha que ser professor, né, gente? E técnicos federais espalharam por Campina Grande, na Paraíba, terra do Hugo Mota, como esse, com a cara dele para mostrar pra população que ele apoiava e votou a favor da PEC da blindagem, assim como eles colocaram o nome de todos os deputados da Paraíba que votaram a favor dessa vergonha, quer dizer, desse projeto, né? Aí o Hugo Mota ficou ofendidíssimo e entrou na justiça dizendo que estava sendo difamado por esses altdors com a imagem dele que

    estavam espalhando esse fato verdadeiro de que ele apoiou a PEC da blindagem. E no processo, Hugo Mota exigia que o sindicato fosse obrigado a gastar dinheiro, a pagar por outdose de retratação para aliviar a imagem dele. Mas vocês acreditam que o juiz do caso rejeitou a ação do Hugo Mota dizendo que não tem difamação nenhuma nos outdoors apenas a verdade que ele realmente apoiou a PEC da blindagem.

    Agora imagina só se o povo paraibano lembrar desse fato na próxima eleição e não votar no Hugo Mota e nem em nenhum dos deputados que votaram a favor da PEC da blindagem. Já pensou que horror?

  • AMADORISMO OU JOGADA DE MESTRE? A FÚRIA DE MALAFAIA CONTRA FLÁVIO BOLSONARO REVELA O XADREZ INTERNO DA DIREITA

    AMADORISMO OU JOGADA DE MESTRE? A FÚRIA DE MALAFAIA CONTRA FLÁVIO BOLSONARO REVELA O XADREZ INTERNO DA DIREITA

    A candidatura do Flávio Bolsonaro desagradou bastante aliados de Bolsonaro e até mesmo Silas Malafaia criticou a indicação da candidatura sem citar nenhum nome, porque Silas Malafa não tem coragem para citar nome de ninguém, mas foi uma indireta muito clara paraa candidatura do Flávio Bolsonaro, dizendo que ou insinuando que a candidatura facilitaria a vitória de Lula em 2026.

    É muito possível que o Malafa tenha uma preferência pela candidatura da Michele Bolsonaro, pelo fato de ser uma candidatura mais religiosa da qual ele poderia participar e conseguir influenciar mais. Só que o Malafa tá certo, a candidatura do Flávio facilita a vitória do Lula e foi até comemorada no Palácio do Planalto.

    Só que a candidatura do Flávio, ela facilita a vitória do Lula porque ela não é uma candidatura. Essa é a questão. O Flávio, ele não empolga ninguém, ele é muito fraco, ele fez nas calças durante o debate da Bandeirantes. Mas a questão é que a candidatura do Flávio não serve como propósito de projeto de poder, projeto de poder nacional.

    Flávio Bolsonaro: ex-bolsonaristas criticam candidatura

    A candidatura do Flávio, ela serve para os interesses do próprio Bolsonaro, que é manter o bolsonarismo engajado, quer manter a família como núcleo de poder da direita e para manter o proselitismo da condenação para tentar livrá-lo da prisão de modo mais rápido. E a população sente que essa não é uma candidatura e o fato dela não ser uma candidatura desempolga, podemos colocar assim, o que favorece a vitória do Lula.

    Primeiro vamos por partes. Eu quero que você coloque aqui nos comentários porque você acha que primeiro foi uma indireta do Malafa para a indicação do Flávio Bolsonaro. Se foi uma indireta do Malafa para o Flávio, por que que ele fez isso? Ele prefere Michele? Quais os motivos? Você acha que a candidatura do Flávio facilita a vitória de Lula em 2026? Você acha que essa é uma candidatura ou apenas um simulacro de algo? Quero que você coloque aqui nos comentários.

    Deixa o like no vídeo se você acha que o Flávio facilita a vitória do Lula e se inscreva no canal. O Silas Malafa ele fez um ataque ao a indicação, pelo menos reagiu à indicação do Flávio Bolsonaro nas redes sociais. O Malafa disse que à direita, eu vou pegar exatamente o que o Malafa falou para vocês não perderem nada.

    O Malafa disse o seguinte: “O amadorismo da direita faz a esquerda dar gargalhadas. Não estou falando nem contra e nem a favor de ninguém. somente isto, na verdade seria somente isso, né? Porque, enfim, não vamos falar aqui de pronomes demonstrativos, porque de fato existem algumas eh dificuldades, mas enfim.

     

    Eu vejo que o Silas Malafa ele estava dando uma indireta a indicação do Flávio. Claro, ele não precisa citar o nome de ninguém. Claro, ele não vai querer se indispor ninguém e ele pode justificar que está falando de outra coisa e não da indicação do Flávio Bolsonaro. Mas é muito claro que ele está dando uma indireta. Ele está dando uma indireta.

    Ele acha que a candidatura do Flávio Bolsonaro é uma candidatura amadora ou uma escolha amadora por parte da direita. E claro que falar que a esquerda festeja porque facilitaria a vitória de Lula em 2026. O Malafa talvez tenha dado essa declaração por preferir a candidatura da Michele. Em maio, meados de maio, agora desse ano, 2025, o Malafa ele comentou sobre a candidatura da Michele, até mesmo com vice.

    Exaltou o nome da Michele falando que ela era o melhor nome da direita numa época que Malafia estava ali atacando o Tarcísio de Freitas. E nós temos que lembrar que o Silas Malafa ele é um cara que tem ali alguns interesses políticos, até mesmo por conta de problemas fiscais que ele possui. Silas Malafia, se continuar da forma como está, devendo para todo mundo, ele pode ser preso, ele pode, ele é quase um devedor contto, podemos colocar assim, porque ele não paga nenhum imposto, ele teve problemas com FGTS, enfim.

    E ele pode querer projetar a candidatura de Michele Bolsonaro, porque como Michele Bolsonaro não tem um histórico político e vai basear muito a sua candidatura no teor religioso, porque na cabeça de Michele Bolsonaro, política e religião se misturam, é uma coisa só. Esse cunho religioso da candidatura de Michele Bolsonaro poderia fazer com que ele Malafa tivesse uma participação maior, porque o fato de ele ser pastor, ele poderia usar os templos dele para promover uma certa capilaridade regional para a Michele Bolsonaro e assim ter

    algum tipo de benefício lá na frente. É uma possibilidade? Sim, é uma possibilidade. Malafaia pode ter a preferência por Michele Bolsonaro pelo fato de ser uma candidatura religiosa. E sim, eu vejo que a candidatura do Flávio facilita a vida do Lula e muito, facilita e muito. O Gerson Camarote do Globo News, ele trouxe a informação no blog dele que o Palácio do Planalto vibrou com a escolha do Flávio Bolsonaro.

    E por quê? Tudo bem que foi uma comemoração discreta, mas vibrou porque a escolha do Flávio Bolsonaro facilitaria a manutenção da polarização na campanha de 2026. Podemos falar de polarização eleitoral? Podemos. Eu não gosto muito de falar de polarização política. Eu vejo que o o Brasil está mais politizado, as pessoas elas estão muito mais definidas com aquilo que elas se entendem politicamente e votam no nos candidatos baseados naquilo que elas acreditam e projetam nos candidatos.

     

    Então eu vejo que hoje, no atual cenário, as pessoas não votam mais em pessoas, mas sim em ideias. tem um candidato a e esse candidato representa os meus valores, as minhas ideias e eu voto nele. Muito diferente do que era no passado, pelo menos essa é a minha visão. E o Planalto, ele temia uma candidatura de uma de um candidato como Tarcí de Freitas, que teria supostamente o perfil mais moderado.

    E esse perfil mais moderado poderia atrair aqueles votos pendulares. Mas na verdade, na minha opinião, o grande problema da candidatura do Flávio e o grande fator enfraquecedor da candidatura do Flávio é que ela não é uma candidatura. Não é uma candidatura. E a população sente que ela não é uma candidatura. E um dos elementos que faz um candidato ser forte, ser viável, é a mobilização em torno do nome dele, é a empolgação que o nome dele traz.

    E a população vai sentir e já percebe que não é uma candidatura. O objetivo do Flávio Bolsonaro não é vencer. O objetivo do Flávio Bolsonaro é manter o poder da família Bolsonaro dentro da direita. Porque se um outro nome sair, a família perde relevância política até 2030. E 2030 o Lula não vai poder disputar. 2030 surge uma nova era na política nacional com o ocaso do Lula.

    O cenário se abre completamente e a família precisa liderar esse movimento até 2030. Então ela não quer perder com mesmo com a derrota da direita vitória do Lula. Aquele que foi derrotado pelo Lula, ele pode sair como sendo líder da oposição e a e Bolsonaro não quer que a direita saia do seu da sua área de influência.

     

    Também, claro, a candidatura do Flávio visa evitar o avanço da Michele Bolsonaro, porque ela acontece dias depois da derrota da família para a Michele e principalmente manter o proselitismo da condenação do Bolsonaro vivo e ativo para reduzir o tempo de pena dele. Por isso que essa candidatura, no meu ver, é uma candidatura que ela facilita o Lula, porque ela não é uma candidatura.

    E não caiam nessa história que estão falando: “Ah, a candidatura do Flávio, ela pode pulverizar as candidaturas, não vai ter apoio do centrão”. Sinceramente, apoio partidário, eu estou cada vez mais convencido que no atual contexto político nacional é secundário. É secundário. O próprio Bolsonaro venceu em 2018 sem ter tempo de televisão, sem ter absolutamente nada.

    Falastrão' e 'traíra': entenda troca de farpas de Malafaia e Mourão

    tinha o PSL, que era um partido naníco. Se apoios partidários fossem de fato elementos relevantes atualmente, como eram no passado, o Geraldo Alkim teria sido o presidente 2018. Mas não foi. Não foi. Por quê? Porque nós mudamos e evoluímos muito em termos políticos. No atual cenário de divisão, politização, que alguns falam de polarização e melhor definição do entendimento político do brasileiro, você ter apoio partidário ali não é muito relevante.

    O que é relevante é a clareza com que os candidatos defendem e apresentam os seus pontos. Eu sou um candidato de direita, eu sou um candidato de esquerda. E assim as pessoas se identificam e pronto. O que enfraquece a candidatura do Flávio é o próprio candidato. Para além das questões da candidatura dele não ser uma candidatura, o próprio Flávio é fraco.

    Ele não empolga, ele não entusiasma, ele não engaja, ele não consegue nem falar direito, ele borra as calças no debate da Bandeirantes. E eu não estou nem entrando em problemas do passado. Fabrício Queiroz, Rachadinha, capitão Adriano. Não, eu estou falando só dele, do próprio candidato. Ele é muito ruim. Ele é muito ruim. Só o sobrenome dele como o herdeiro do Bolsonaro não é suficiente.

    Não é suficiente. Pablo Marçal, por exemplo, seria um candidato muito mais forte do que o do que o Flávio como herdeiro do Bolsonaro. Mas se até o Malafire tá reclamando, significa os caras já jogaram a toalha, né?

  • DAVI ALCOLUMBRE RASTEJA PRA LULA E RECUA APÓS AVISO DE PRlSÃO E XEQUE-MATE DO STF!! PF TÁ NA COLA!!

    DAVI ALCOLUMBRE RASTEJA PRA LULA E RECUA APÓS AVISO DE PRlSÃO E XEQUE-MATE DO STF!! PF TÁ NA COLA!!

    E bateu o desespero aí no senador Davi Columbri, presidente do Congresso. Olha, falei aqui ontem sobre aí o chequemmate que o Lula deu no Al Columbri. falei nos últimos dias também, mas que parte disso era uma articulação ali que foi feita com STF e que não foi eh divulgada dessa maneira pra imprensa, né, até porque não poderia e que culminou no Gilmar Mendes dando uma pancada no Congresso Nacional, principalmente no Senado.

    J Mendes tomou uma decisão em que ele muda a maneira como se pode pedir impeachment de ministros do STF e ainda diz que o impeachment de um ministro do STF só pode ser ali aprovado com 2/3 dos votos no Senado e não mais com maioria simples. Aí deu ruim pro ao Columbre que viu ali o Senado perder alguns poderes, né? Eles tinham ali a possibilidade, uma possibilidade maior de ficar sempre com uma faca no pescoço dos ministros do STF, porque a qualquer momento poderiam pautar o impeachment e tudo mais e peitar o Supremo Tribunal Federal. O

    Gilmares o que fez foi praticamente ali, ó, colocar um escudo contra um possível golpe do Senado ao Supremo Tribunal Federal. Lembrando que esse pessoal da direita, eles sempre se associam à extrema direita quando eles é conveniente. E ali o Alcol Columbia, ele é de um partido que é de extrema direita, que é o União Brasil.

    A manobra de Lula na disputa com Alcolumbre por Messias no STF

    e cuja cúpula do partido, inclusive ele mesmo, estão ali eh com vários aliados e amigos, amigos próximos deles, amigos ali que vão a festas com eles nas casas deles, que frequentam um a casa do outro, até se hospedam na casa um do outro de vez em quando e que estão aí sendo presos eh constantemente em operações ali e que estão mirando aí o PCC, primeiro comando da capital e o comando vermelho.

    Você vê, facções criminosas, você vê, ih, quer dizer, tá chegando neles e eles estão em desespero. A qualquer momento eles podem se alinhar ali à extrema direita e tentar um um golpe no Supremo Tribunal Federal. Então o Supremo Tribunal Federal colocou esse escudo. OK? Eis que o Jorge Messias, que é o ministro da Advocacia Geral da União do Lula e que foi indicado pelo Lula ao Supremo Tribunal Federal, ele é quem recorreu da decisão do Gilmar Mendes, dizendo: “Olha, para com isso e tudo mais”. E aguardamos aí para ver qual vai

    ser o desenrolar do da história. Na no primeiro momento, o Daviel Columbri, ele não respondeu ali ao fato do Jorge Messias ter saído para defender os senadores. Ele eh e saíram matérias da imprensa dizendo que olha, o Acolumbri ignorou completamente e tudo mais, que era mais ou menos matéria dizendo: “Olha, fez à toa, fez de bobo”.

    Aí o Jorge Messias saiu até uma matéria no Globo dizendo que ministros do STF ficaram indignados com ele. Como indignados? Ele ele pode recorrer de qualquer decisão. Normalmente o STF pode tomar decisão, depois falar: “Ó, a gente indefere aí o que vocês recorreram.” É simples, mas era uma tentativa da imprensa ali de queimar o indicado do Lula.

    Deu ruim aí a tentativa da imprensa porque poucas horas depois, num evento aí oficial do governo, o Davi Columb elogiou o Lula. O cara tava uma féria com Lula, não queria mais falar com Lula, falou um monte, ficou: “Ah, não sei o quê, é gravíssimo que o governo faz.” Levou um baile do Lula, mas levou um baile político.

     

    O Lula, eu para fazer uma analogia, o Lula é um político muito experiente e em negociações aí, ele tem décadas de experiência. E o Davel Columbia é um novato aí na política. É, é pro Lula. É como se fosse o Pelé jogar futebol contra um menino de 10 anos aí da esquina. É claro que se ele tentar ir pro ir pro pau, ele vai ser humilhado.

    É isso que vai acontecer. Pois bem, o Davel Columb foi literalmente humilhado. Ele ele sofreu uma humilhação pública ao marcar a sabatina do Jorge Messias e depois ter que cancelar. Por quê? Porque, pô, você não viu que você não recebeu a carta do governo, que é é ali um item necessário para você poder marcar sabatina.

    Você não viu? Se você não sabe, o que aconteceu foi que o Lula indicou o Jorge Messias ao STF e sabendo que ia ter uma reação destemperada lá do Davi Columbre, que é o presidente do Senado e do Congresso, o Lula não mandou uma carta oficial pro Senado com a indicação, se essa carta não chega ao Senado, o Dav Columbar a Sabatina.

    E aí ele se apressou, retalhou o governo, eh aprovou pauta bomba, tudo mais, se indispôs aí com agentes do mercado financeiro que são patrocinadores dele e dos partidos de direita. E aí no fim teve que cancelar a Sabatina, que ele tinha marcado as pressas agora pro começo de dezembro porque ele não recebeu a carta e ainda saiu aí com fama de pô, cara, você é presidente do Senado e você não sabe de uma coisa básica que você tinha que receber essa intimação aí.

    É uma intimação, não é uma a carta oficial do presidente da República. Você não sabia disso. Mas que otário. Ficou ficou de otário. Davi Columbri ficou bravo. pouco antes de elogiar o Lula, ele resolveu ameaçar aí e gente de esquerda, se você não sabe, saiu matéria aí no Globo, saiu uma matéria aí faz uns 2, tr meses e saiu uma aí faz algumas semanas mostrando aí que tem eh influenciadores que estão puxando, principalmente no Twitter, mas em todas as redes aí, inclusive YouTube, TikTok, eh, Instagram, Facebook, puxando ali um termo que é congresso inimigo do povo,

     

    inclusive com muitos vídeos de inteligência artificial que estão viralizando muito. E aí as duas matérias, tanto a de meses atrás como a de semanas atrás, citava a mim, a nós, né? Eu não vou falar a mim, porque se não tiver as plantonistas, os plantonistas não tem alcance nenhum, né? Não tem compartilhamento e não chega ninguém.

    E citando aí a nós como quem tivemos aí o maior alcance nessa empreitada aí contra o Congresso Nacional, que tava aprovando inúmeras pautas que são antipovo. O Congresso, vamos lembrar aí um resuminho do que fez, no caso, foi a Câmara dos Deputados, tá? Não foi nem o Senado, mas que que fizeram? Primeiro começaram ali a aprovar um projeto que criava um novo foro privilegiado, que fazia com que deputados e senadores não pudessem ser investigados pela Polícia Federal e presidentes de partido também não, que era ali sob medida para que o Antônio

    Rueda não possa ser investigado e que antes de fazer uma operação de busca e apreensão contra um deputado e senador, a Polícia Federal tem que avisar a mesa diretora da Câmara ou do Senado, ou seja, para que todo mundo fique sabendo que vai ter operação contra fulano. Mais o que isso tornava os gabinetes dos deputados e senadores e de presidentes do partido locais invioláveis.

    Ou seja, se um deputado ou senador esconder uma arma de um crime ali, vamos supor, matar a Marielle e o alguém ali, um senador qualquer com sobrenome B de qualquer coisa, ele vai lá e a arma do crime ele deixa no gabinete dele. Mesmo se você souber que a arma tá lá, a polícia não pode entrar para buscar.

    O qu é isso que eles queriam aprovar? Deu ruim, não conseguiram. Era PEC da bandidagem, não conseguiram aprovar. Aí depois eles estavam atrasando a isenção do imposto de renda para quem ganha até 5.000. Depois foram obrigados quando teve manifestação popular nas ruas, eles foram obrigados aí a aprovar por unanimidade a contragosto.

    Aí depois aprovar ali o PL das facções criminosas e com um texto que eles queriam colocar que proibia a Polícia Federal de investigar. A Polícia Federal terá que pedir permissão aos governadores. Falar: “Ora, ora, ora, o Cláudio Castro está sendo diretamente investigado pela Polícia Federal.

    E aí o secretário de segurança do Tarcísio, que é o Derite, vai lá pra Câmara dos Deputados e junto com Hugo Mota cria um projeto de lei que proíbe a Polícia Federal de investigar sem que o governador autorize.” Ele falou: “Pera aí, tem que pedir pro criminoso a permissão para poder investigá-lo”. Aí ele foi mudando o projeto, mudando, chegou agora no Senado e até o os os líderes do do PT e do governo já elogiaram o projeto no Senado dizendo que, ó, agora sim o projeto está é um projeto sério.

    Que coisa, né? Eh, também a Câmara aprovou ali em comissões e queria aprovar no plenário um projeto que se uma menina criança for abusada e engravidar e ela quiser tirar esse bebê, eh, esse feto, né, não bebê, um feto, eh, ou seja, acabar ali com a gravidez, que ela pegue uma pena de cadeia maior que a pena do do homem que abusou dela.

    Falou: “O quê? É isso que quiram aprovar. Tavam voltando com essa. Agora tão querendo aprovar o fim da justiça do trabalho e do Ministério Público Trabalhista”. Quer dizer, para para que possa ter trabalho escravo à vontade. Sala o quê? Isso é congresso inimigo do povo, sim ou não? Plantonista. Pois é. É óbvio que é.

    Só que o Davel Columbr alvo de nada disso, porque isso tudo ocorria na Câmara. Ele passou a ser alvo quando ele tentou roubar do Lula. Tem gente que fala usurpar. Não é usurpar também, mas é roubar, roubar na mão grande do Lula a atribuição de escolher ministro pro Supremo Tribunal Federal. Aí ficou ruim pro Davel Columbri.

    E aí ele tá tendo uma reação bem destemperada. Daí que que fez o Al Columbri? Pois bem, a Columbri chegou. Eh, e isso aqui que ele fala, eh, essa fala aqui dele, ele tá mandando em direta pro Lindberg, tá? Pro Lindberg Farias. Mas quem, como quem teve o maior alcance nas redes sobre isso? Fomos nós plantonistas.

    O Lindberg nem sequer falou sobre esse assunto, mas como nós tivemos um maior alcance, isso serve pra gente também. Vamos lá vocês a ver o Columbúbia. Alguns dias atrás era uma agressão enfundada ao Congresso Brasileiro, quando algumas autoridades da República chamaram o Congresso Brasileiro de inimigo do povo. E eu conversava com as pessoas, mas é justo, Leila, o Congresso brasileiro ser tratado e patrocinado por autoridades do Brasil como um congresso inimigo do povo, um congresso que nos últimos anos entregou ao Brasil e deu ao Brasil a capacidade

    de existirmos enquanto estado da federação. E um dia desses estavam por aí. patrocinado por muitos, porque a Polícia Legislativa do Senado tá investigando, a polícia legislativa da Câmara tá investigando e logo mais nós teremos e vamos trazer a público aqueles que fizeram aquelas agressões contra o Congresso inimigo do povo.

    E é a mesma coisa que a presidência está vivendo nos últimos dias, como se quisesse usurpar a prerrogativa de indicar. O ato de indicação de um ministro do Supremo Tribunal Federal é um ato jurídico administrativo complexo que é do presidente da República, mas ele quer dizer que não, porque o Senado tem que aprovar.

    Ele fala autoridades, ele tá mandando em direta pro Lindberg que a autoridade é deputado federal. É isso. Patrocinam. Ele usa a palavra patrocinar bem mal, viu? Pode responder a processo da B Columbro quer dizer que tá pagando. Eu não recebo um centavo. Você aí plantonista recebe. Se alguém tá recebendo, avisa aí que eu tô aqui militando gratuitamente contra essa bandidagem aí, essa cordia aí ligada a facções criminosas.

    Aí fiz um post lá no Twitter dizendo o seguinte, ó. É o Davi Columbri. Urgente. Daviel Columbri diz que vai identificar esposa. Vai lá com a minha foto no Congresso Nacional lá com o logo do Plantão Brasil fala: “Ó, eles estão liderando, tá? Somos nós, tá, Davi?” E falei: “Ó, não precisa se dar o trabalho não, ô Dav Columbes, de chamar a polícia. Estamos aqui.

    ” Aí eu coloquei: “Quem concorda com o Congresso inimigo do povo, comenta aí para o Al Columb somos maioria”. Aí em poucas horas já tem mais de 880 comentários e 1300 compartilhamentos no Twitter, que é uma rede em que é muito difícil no Twitter você conseguir mais de 100 comentários uma postagem. Até postagens do Lula raramente passam de 500 comentários e olha que o Lula tem lá 13, 14 milhões de seguidores.

    Pô, que coisa é difícil no Twitter porque pouca gente de esquerda sobrou nessa rede social. maioria das pessoas de esquerda foram embora do Twitter, porque é uma rede aí de extrema direita e é uma rede com muito ódio, mas seguimos lá por um motivo, a gente tem que ocupar todos os espaços. Então, temos que tá no Twitter, temos que tá ali, ali, ali, ali.

    Você vê que no Twitter incomoda bem esse pessoal, viu? Eles usam Twitter, os parlamentares, eles vêm que tá lá nas primeiras posições, quase sempre congresso inimigo do povo, eles ficam bravos, ficam bem bravos, tá? Inclusive, eh, ontem, antes do sorteio da Copa do Mundo, tava em segundo o Congresso Inimigo do Povo, tava em segundo ali no Twitter.

    Aí teve o sorteio da Copa do Mundo, aí todo mundo só falava ali de Brasil, Marrocos, enfim, com quem o Brasil vai jogar, quem vai jogar com quem, etc. Tá aí você vê, sentiu Davi Columbri, sentiu bem, chamou a polícia para investigar quem que tá falando mal dele. E sabe o que é o melhor? Ele não fala, nós vamos processar.

    Nós que ele não pode falar porque não é crime falar mal dele, não é crime falar congresso inimigo do povo, ele só quer identificar e expor. Quer dizer, tem policiais nesse exato momento da da Câmara e do Senado sendo pagos com dinheiro público, o salário não é pouco, não, são muito bem pagos com dinheiro público para gastar as horas de trabalho deles investigando quem é que estava ali falando que o Congresso é inimigo do povo.

    Que nem tem matéria na imprensa. O cara não vê não. Olha, eu vou te falar, pensa num num pessoal tosco aí são esses esse esses aí do Congresso Nacional aí. Horas depois disso aí, dessa fala aí, o que que fez o Davi ao Columbre? ao Columbia Lula em meio à crise por indicação de Messias ao STF e a cena com distensionamento tem nos apoiado.

    Aí ele agradeceu a sensibilidade do Lula na entrega de uma obra que ele fala que é a sua maior realização no estado, que foi graças ao Lula. Ele fala: “Ih, eu ouvi falar em recuo, recuou Daviel Columbre, sentiu a pancada. Deve ter mandado ali as polícias investigarem, né? Foi todo pomposo.

    Aí devem ter feito um relatório e falado: “Olha, são dezenas ou centenas de milhares de pessoas só nessa rede social pequenininha chamada Twitter, tá? Nas outras são milhões de pessoas aí falando que você é inimigo do povo. Se mandaram para ele algum tipo de análise de rede social vendo quantos estão contra e quantos estão a favor dele, aí ele vai ter tremilique.

    Embate entre Lula e Alcolumbre por vaga no STF ameaça criar ruptura  histórica -

    Porque para você ter uma ideia, a última pesquisa quando estávamos falando congresso inimigo do povo por conta das decisões do Hugo Mota, mostraram que apenas 1% dos comentários eram a favor do Hugo Mota. 1%. Aliás, não dos comentários, das contas que comentavam. que foram dos comentários, gente comentando contra ele faz 10, 15 comentários, né? Então aí era mais de 99% contra eles.

    Falei naquela ocasião, o Daviel Columb tinha 2% de aprovação como presidente do Senado. Imagine agora esses 2% já foram aí eh pro Beleléu, né? Vamos lembrar que naquela ocasião ainda a esquerda estava, ele era aliado do governo Lula, então agora não é mais ou vai voltar a ser, não sabemos, mas e aí a esquerda tava assim de OK com o columbre, porque tudo era aprovado na Câmara, a gente falava congresso inimigo do povo, né, no caso a Câmara dos Deputados, mas chegava no Senado, eles barravam ou pelo menos não votavam, né? Agora não. Agora ele quer

    ele ser o bonzão, ele tirar do Lula a vaga no STF. Nanina, não vai dar ruim aí pro Dabel Columb. Lembrando que ele tá com um problema que o Alexandre de Moraes está investigando as facções criminosas e nessas operações teve operação unha e carne, operação carbono oculto e algumas outras, é toda a cúpula do partido dele e só gente que já esteve com Davi Columbri, gente que é amiga do Davio Columbri, que já foram presos aí pela Polícia Federal, tem gente que tá foragida e tudo mais, então tudo é é cerco ao Dav Columbri.

    Então tá ruim, viu? tá bem ruim para ele. Você vê aí que a articulação aí do Lula deu certo, ele teve que recuar. Recuou aí da Columbia. Veremos o que acontecerá no nas próximas semanas. Só uma coisa, ontem aprovaram a lei de diretrizes orçamentárias, que é a diretriz pro orçamento do ano que vem, quase do jeitinho que cria o governo.

    Só algumas coisas ali que o governo não tem maioria e a direita coloca. Mas de resto, tudo que o governo queria de verba ali para para as principais realizações que o Lula quer fazer em 2026, aprovaram. Esse é o cara que tá contra, mas trabalha pro Lula se sabe que o chicote vai estalar para cima dele, a giripca vai piar para cima dele. É isso.

    Eu peço aí a sua inscrição no canal. Seguimos aqui na luta. Falou.

  • ALCOLUMBRE DÁ TIRO NO PÉ AO TENTAR CALAR FLAVIO DINO E LEVA UMA SURRA AO VIVO!

    ALCOLUMBRE DÁ TIRO NO PÉ AO TENTAR CALAR FLAVIO DINO E LEVA UMA SURRA AO VIVO!

    Estamos diante de um dos momentos mais cruciais para a defesa da ordem constitucional no país, com o poder judiciário tomando uma medida vigorosa para proteger sua independência e integridade contra o assédio político. A recente decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que redefine o rito para pedidos de impeachment contra seus membros, deve ser vista não como um ato de blindagem, mas sim como um movimento estratégico de autodefesa da democracia perante um cenário de desequilíbrio e

    abuso sem precedentes. O contexto dessa ação judicial é alarmante. O país acumula 81 pedidos de impeachment direcionados a ministros da mais alta corte. Trata-se de uma estatística anômala que não encontra paralelo na história brasileira, nem nas democracias mais estabelecidas do planeta. Esse volume massivo de representações que se concentra majoritariamente sobre a figura do ministro Alexandre de Morais indica claramente que o instrumento legal foi sequestrado e transformado em uma arma de chantagem e coersão política

    por facções ideologicamente opostas às decisões do STF. Historicamente, a prerrogativa do impeachment foi concebida como um mecanismo de controle para ser utilizado em casos de crimes de responsabilidade graves. Contudo, o que se observa é uma distorção perigosa. A ferramenta está sendo acionada por divergências ideológicas ou como retalhação a decisões judiciais que contrariam os interesses do centrão e dos grupos extremistas.

    Alcolumbre sinaliza que vai 'medir temperatura' para indicação de Flávio  Dino ao STF

    O objetivo manifesto desses grupos é criar um quadro de instabilidade permanente e pressionar o judiciário, transformando a fiscalização em um instrumento de sabotagem institucional. A manutenção desse quadro compromete a capacidade dos ministros de julgar com imparcialidade, pois passam a atuar sob a ameaça constante de destituição.

    A decisão de Gilmar Mendes atende a uma arguição de descumprimento de preceito fundamental, a DPF, e atua sobre a lei número 1, 79/50. Uma norma anterior à Constituição de 1988. Essa lei arcaica permitia que qualquer cidadão apresentasse um pedido de impeachment em um cenário de polarização extrema.

    Essa abertura se tornou uma brecha perigosa que permitiu a banalização e a utilização eleitoreira do processo. Ao determinar que o pedido formal deve partir exclusivamente da Procuradoria Geral da República, o ministro impõe um filtro técnico institucional essencial. A PGR, como fiscal da lei, assegura que a acusação possua o mínimo de plausibilidade jurídica antes de ser submetida ao Senado, tirando o processo do campo do mero ativismo político.

    Essa medida é um tapa na luva em um Congresso que, apesar das crises, se manteve inerte em atualizar a lei. O Senado, que teve a chance de modernizar a legislação, preferiu manter a regra antiga que lhe conferia um poder de pressão política. A reação inflamada de líderes como o ex-presidente do Senado, Davi Alcol Columbre e de congressistas ligados à extrema direita, ao criticarem a decisão como uma blindagem, demonstra que a medida de Mendes acertou no alvo.

     

    O que esses grupos perderam não foi um direito constitucional de fiscalização legítima, mas sim a capacidade de chantagear a Suprema Corte com pedidos enfundados. O ministro Flávio Dino não hesitou em apoiar o movimento, destacando a gravidade do cenário. Em sua análise, a quantidade em comum de representações demonstra um claro caso de perseguição e chantagem.

    Dino reforçou que o foco da discussão não é o equilíbrio de poderes, mas a distorção desse princípio por meio de abusos. Seu posicionamento, como colega e membro de destaque da corte, empresta peso e unanimidade moral à decisão, validando-a como uma resposta de estado contra a desestabilização. Alegação de que a decisão cria uma blindagem é refutada pelo fato de que o STF não está se autojulgando.

    A PGR apenas envia o caso para o Senado Federal, que continua sendo a única instância com poder de julgar e afastar um ministro. O que Gilmar Mendes alterou foi o rito de iniciação, exigindo uma análise técnica prévia. Além disso, o aumento do quórum de aprovação para 54 votos no Senado, 2/3, garante que um eventual impeachment só ocorra com o consenso político e institucional de uma ampla maioria e não por um golpe de força de um grupo minoritário e extremista.

    Essa exigência é uma salvaguarda contra a politização do processo. A blindagem real, como o roteiro aponta, é aquela que o Congresso exerce sobre si mesmo, onde deputados e senadores envolvidos em crime são sistematicamente protegidos pela votação de seus pares, que se unem para evitar a cassação de mandatos. Essa discrepância é evidente.

    O legislativo se protege por conivência política, enquanto o judiciário busca se proteger por regra técnica e constitucional. O STF está, na verdade, buscando se equiparar a padrões internacionais de estabilidade judicial e combater o uso do judiciário como palanque eleitoral. A decisão de Mendes também é uma proteção fundamental para o governo Lula.

    Ao remover o ruído constante e as crises fabricadas que consomem energia institucional, o presidente ganha um ambiente de trabalho mais sereno e previsível. Lula, que historicamente demonstrou respeito pelas instituições, nunca recorreu ao pedido de impeachment contra ministros, mesmo em momentos de grande injustiça pessoal e política.

    A estabilidade no STF permite que o executivo se concentre na aprovação de sua agenda social e econômica, sem o peso da chantagem do centrão, que usa as ameaças judiciais para estorquir a liberação de emendas e recursos. O que se testemunha é uma batalha pela soberania da Constituição de 1988. O STF está defendendo o sistema de pesos e contrapesos ao impedir que um poder domine o outro.

    A tentativa da extrema direita de formar uma maioria no Senado com o objetivo declarado de empichar ministros por questões ideológicas é um ato de ilegalidade e um ataque direto à democracia. Gilmar Mendes agiu para desarmar esse plano antes que ele se concretizasse. A decisão é um marco que reafirma que a última palavra no Brasil é dada pelo Supremo Tribunal Federal, tal como ocorre nas democracias sólidas.

    Dino vai ao STF graças a "jogo bruto" do governo e erros da oposição

    Apesar das críticas, incluindo as de setores mais radicais da esquerda, que ainda guardam antigas rusgas com Gilmar Mendes, lembrando seu histórico de decisões, o consenso jurídico e pródemocracia aponta para a correção da medida. O plenário do STF, que irá referendar a decisão, está pronto para dar uma resposta definitiva ao Congresso, reafirmando que a independência do judiciário não é negociável.

    A mobilização digital em apoio à decisão de Mendes é crucial para mostrar ao Senado que a sociedade está do lado da ordem e da legalidade. A mensagem é clara. A era do uso do impeachment como mera ferramenta de espetáculo midiático e chantagem acabou. O Brasil precisa de estabilidade e a decisão de Gilmar Mendes, endossada por Flávio Dino, é o pilar que garante que o presidente Lula possa governar com a tranquilidade institucional necessária para a reconstrução do país.

    A legalidade prevalece sobre a pressão política. A profundidade da crise exige uma análise mais detida sobre a lei 179/50 e sua incompatibilidade com a arquitetura constitucional pós 1988. Quando a lei foi promulgada, o conceito de separação de poderes era menos rígido e a ideia de um judiciário forte e independente, como o que se consolidou no atual regime democrático, ainda estava em gestação.

    A Constituição Cidadã elevou o STF ao patamar de Suprema Corte com poder de guarda da Carta Magna. exigindo, por consequência uma blindagem maior contra ataques externos. A manutenção da regra de que qualquer pessoa pode iniciar um processo de impedimento criava uma vulnerabilidade sistêmica que a decisão de Mendes visou corrigir.

    Ele atuou como um cirurgião constitucional, retirando o tumor da instabilidade. A atuação da PGR como filtro não é um ato arbitrário, mas sim um reconhecimento de seu papel constitucional como chefe do Ministério Público da União. A PGR possui a expertize e o dever legal de conduzir a ação penal pública e de zelar pela correta aplicação da lei.

    Transferir a prerrogativa de iniciativa para esse órgão é alinhar o processo de impeachment a outros procedimentos de alta relevância penal e constitucional. Dessa forma, o pedido de impedimento deixa de ser um grupo de WhatsApp, onde a cada 5 minutos se faz uma denúncia enfundada para se tornar um processo sério, embasado por critérios técnicos e por uma instituição de Estado.

    A histeria no Senado Federal, após a decisão que uniu senadores da extrema direita, do centrão e até mesmo de alas da esquerda, revela a força do status com que Gilmar Mendes ousou confrontar. O senador Alcumbre expressou publicamente a frustração da classe política, que se sentia confortável com o poder de intimidação que a lei antiga lhes conferia.

    O debate se deslocou de forma imediata para a ameaça de PEC, o que é um direito legítimo do Congresso. No entanto, o STF, ao tomar a decisão, forçou o legislativo a fazer o que era sua obrigação, legislar sobre o tema com responsabilidade. Se o Congresso aprovar uma nova lei ou PEC, ela será analisada pelo próprio STF, garantindo que a solução final seja compatível com a Constituição.

    A bola está agora, de forma correta, no campo do debate legislativo, mas sob a régua da legalidade imposta pelo judiciário. Essa medida também deve ser entendida no contexto do combate à desinformação. A utilização dos pedidos de impeachment servia como munição narrativa para a máquina de fake news da oposição, que criava um octógono virtual de o povo contra o STF.

    Ao tornar o processo de iniciativa mais técnico e menos midiático, o STF retira o combustível dessa narrativa extremista. O manifesto Brasil se alinha a essa visão, defendendo que o debate político deve ser feito nas urnas e no Congresso, e não por meio da coação judicial. O apoio do ministro Flávio Dino, que conhece profundamente as dinâmicas do assédio político, é o selo de garantia de que a decisão é uma medida de saúde democrática.

    O legado dessa decisão será a criação de um STF mais resiliente, focado em julgar com a independência que o cargo exige. Isso é fundamental para a governabilidade do presidente Lula, que precisa de um judiciário que funcione como baloarte da legalidade e não como um campo de batalha político. A vitória de Mendes e Dino é a vitória da institucionalidade sobre a anarquia e o Brasil emerge mais forte desse embate com um sistema de poderes mais equilibrado e maduro.

    E é por essa análise profunda e corajosa que desvendou a manobra genial de Gilmar Mendes e o apoio firme de Flávio Dino, a estabilidade institucional que pedimos seu apoio. O manifesto Brasil está na linha de frente para expor o jogo sujo da chantagem e defender a democracia brasileira. Para continuarmos a trazer a verdade sobre o STF e as derrotas do Centrão, precisamos do seu suporte.

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