Author: thuphuong8386

  • 💥 Sarah Michelle Gellar vs. Jennifer Love Hewitt: rivalidade secreta volta à tona e fãs ficam em choque com ausência misteriosa!

    💥 Sarah Michelle Gellar vs. Jennifer Love Hewitt: rivalidade secreta volta à tona e fãs ficam em choque com ausência misteriosa!

    Será que o tempo cura mesmo todas as feridas? Para os fãs de Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, parece que algumas cicatrizes dos anos 90 ainda estão bem abertas. Com o anúncio oficial da nova sequência do clássico do terror adolescente, os holofotes não estão apenas sobre o enredo sombrio, mas sim sobre algo ainda mais intrigante: a ausência gritante de Sarah Michelle Gellar.

    Enquanto Jennifer Love Hewitt celebra seu retorno ao papel que marcou sua carreira, os fãs se perguntam:
    🔍 Onde está Sarah? Por que ela ficou de fora?
    O silêncio é ensurdecedor — e reacende rumores antigos de que as duas estrelas nunca se deram bem.

    🌪 Bastidores turbulentos

    Tudo teria começado durante as gravações do filme original, em 1997. Na época, os bastidores estavam longe de ser tranquilos. Embora ambas as atrizes fossem jovens promessas de Hollywood e estivessem em ascensão, fontes próximas à produção sugerem que o clima entre elas era tenso. Ego, competição e pequenas disputas nos bastidores teriam criado um abismo entre Sarah e Jennifer.

    Apesar de nunca terem confirmado publicamente a rivalidade, também nunca fizeram questão de desmentir. Ao longo dos anos, raramente foram vistas juntas fora do set, e sempre evitaram mencionar uma à outra em entrevistas. Fãs mais atentos notaram que, mesmo em eventos comemorativos sobre o filme, as duas sempre apareciam separadamente — como se algo não resolvido ainda pairasse no ar.

    🤐 O silêncio que fala mais alto

    Agora, com o retorno da franquia, todos esperavam ver o elenco original reunido. Mas o anúncio oficial veio com um detalhe chocante: Sarah Michelle Gellar está fora do projeto.
    Jennifer Love Hewitt, por outro lado, foi destaque nas divulgações e entrevistas promocionais. Sua empolgação contrasta com o total silêncio de Sarah, que não fez sequer uma menção ao novo filme em suas redes sociais — o que muitos interpretaram como um sinal claro de desconforto.

    Será que ela foi convidada e recusou? Ou foi simplesmente ignorada pelos produtores a pedido de alguém?

    🧩 Teorias e mais teorias

    A internet, como sempre, entrou em ação. Fóruns, redes sociais e páginas de fãs explodiram com especulações. Alguns acreditam que Jennifer teria usado sua influência para evitar o retorno de Sarah. Outros acham que Sarah se recusou a voltar por “motivos pessoais” — leia-se: incompatibilidade irreparável com a colega de cena.

    Há ainda quem diga que tudo não passa de uma coincidência infeliz, e que Sarah está apenas focada em novos projetos, como suas recentes participações em séries e produções independentes. Mas num mundo onde o marketing é tudo, essa ausência tão estratégica parece suspeita demais para ser apenas casual.

    👑 Duas rainhas, um trono

    O que é inegável é que ambas marcaram uma geração. Sarah Michelle Gellar eternizou Buffy, a Caça-Vampiros, enquanto Jennifer brilhou como a típica final girl dos filmes de terror. Duas atrizes fortes, com carreiras sólidas, estilos distintos — e, aparentemente, visões bem diferentes sobre o que significa trabalhar juntas novamente.

    Se a rivalidade é real ou apenas um mal-entendido alimentado pela mídia, só elas poderiam esclarecer. Mas o fato é: quando o silêncio é tão barulhento, algo está fora do lugar.

    🎬 E agora?

    O novo filme está previsto para estrear em 2025, com grande expectativa do público. Será que até lá teremos alguma reviravolta? Sarah pode reaparecer de surpresa? Ou essa será mais uma produção marcada pela ausência de reconciliação?

    Enquanto isso, os fãs continuam especulando, analisando fotos antigas, entrevistas passadas e buscando pistas como verdadeiros detetives das celebridades. Afinal, não é só o enredo do filme que tem suspense… a vida real também sabe ser aterrorizante.

  • Nascida com uma doença grave, Herald decidiu “presentear” seus filhos com uma doença semelhante

    Nascida com uma doença grave, Herald decidiu “presentear” seus filhos com uma doença semelhante

    Há histórias que despertam mais perguntas do que respostas — histórias que provocam sentimentos contraditórios e colocam à prova os limites entre o amor, a responsabilidade e o egoísmo. Este é o caso de Herald, uma mulher que nasceu com uma condição médica extremamente rara e incapacitante, mas que, ainda assim, decidiu constituir uma família, mesmo sabendo dos riscos que isso implicaria para seus futuros filhos.

    Herald nasceu com uma doença genética severa que limitou drasticamente seu crescimento e desenvolvimento físico. Com apenas 70 centímetros de altura na idade adulta, ela enfrentou inúmeras dificuldades físicas e médicas ao longo da vida. Ainda assim, encontrou o amor em um homem comum, aparentemente saudável, que se apaixonou por ela apesar de suas limitações. A história de amor dos dois é, por si só, comovente — um exemplo de superação e aceitação mútua. Porém, a decisão do casal de ter filhos gerou uma grande controvérsia.

    Se fosse apenas uma escolha entre dois adultos plenamente conscientes das consequências, seria possível defender o direito individual de formar uma família. Mas, neste caso, a questão vai além da vontade do casal. Eles trouxeram ao mundo três filhos, dos quais dois já sofrem com a mesma doença hereditária que afeta a mãe. O terceiro também apresenta sinais de fragilidade na saúde, embora ainda não se saiba com clareza o diagnóstico completo.

    Muitos se perguntam: era justo trazer crianças ao mundo com altíssimas chances de herdarem uma condição tão cruel? Até que ponto o desejo de ser mãe e pai deve prevalecer sobre a responsabilidade ética de evitar sofrimento a outrem — especialmente quando se trata de seres indefesos que não tiveram escolha?

    A realidade dessas crianças é dura. Desde o nascimento, enfrentam limitações físicas severas, tratamentos médicos contínuos, e um futuro incerto, repleto de obstáculos. Elas já estão condenadas, desde os primeiros dias de vida, a uma existência marcada pela dor e pelas dificuldades. Não se trata apenas de viver com uma deficiência, mas sim de conviver com uma condição genética que impacta profundamente a qualidade de vida e o bem-estar.

    É natural que os pais queiram filhos. É humano desejar deixar um legado, amar e ser amado por uma criança. No entanto, o amor genuíno pelos filhos deveria incluir também o desejo de protegê-los do sofrimento evitável. E quando esse sofrimento é previsível — quase certo — não se pode ignorar a dimensão moral da escolha.

    Apesar disso, há quem defenda Herald. Alguns seguidores e apoiadores acreditam que ela é uma mulher corajosa, que desafiou as expectativas e demonstrou que o amor pode vencer barreiras. Para esses admiradores, a existência das crianças, mesmo com as dificuldades, é um milagre — um testemunho da força da maternidade e da superação.

    Mas outros enxergam a situação de forma mais crítica. Para eles, não se trata de heroísmo, mas de egoísmo disfarçado de coragem. Criar filhos com a plena consciência de que herdarão uma condição debilitante não é um ato de bravura, mas sim uma escolha que impõe sofrimento a outros em nome de um sonho pessoal.

    O debate é sensível, profundo e, inevitavelmente, polêmico. Ele nos obriga a refletir sobre os limites éticos da reprodução, sobre a responsabilidade dos pais frente às possibilidades da medicina genética moderna, e sobre o verdadeiro significado do amor incondicional. Amar, afinal, é também renunciar, quando necessário, ao próprio desejo em favor do bem-estar do outro.

    A história de Herald e sua família, com todas as suas complexidades, não traz respostas fáceis. Mas levanta questões que merecem ser discutidas com seriedade e empatia. Afinal, o futuro de três crianças está em jogo — e com ele, nossa capacidade coletiva de equilibrar compaixão, razão e responsabilidade.

  • Uma Ligação por Engano Mudou Tudo: O Que uma Menina Disse Fez um Bilionário Chorar

    Em uma cidade costeira onde o luxo e o concreto competem com o mar pela atenção dos olhos, Adrien Hawthorne, um magnata do setor imobiliário, acreditava ter tudo sob controle. Dono de uma fortuna, de uma das torres comerciais mais imponentes da região e de uma reputação sólida como aço, Adrien vivia cercado por números, contratos e metas. No entanto, tudo começou a mudar com uma ligação inesperada — a voz trêmula de uma criança do outro lado da linha.

    Sophie, uma garotinha de oito anos, confundiu Adrien com o homem que viria tirar sua casa. Assustada e sem esperança, ela implorou para que ele não a afastasse de sua mãe, Elena. Aquela voz infantil, frágil e sincera, tocou algo que Adrien havia enterrado há muito tempo: a dor de ter quase perdido sua própria casa na infância. Movido por memórias esquecidas e por uma empatia inesperada, ele decide conhecer a menina e sua mãe pessoalmente. Esse gesto simples acaba por transformar radicalmente sua vida.

    Elena Martinez, mãe solteira, forte e resiliente, não estava acostumada com ajuda vinda de homens em ternos caros. Lutando para sustentar Sophie sozinha após a morte do pai da menina, Elena havia aprendido a desconfiar. Mas quando Adrien oferece um emprego em sua empresa e moradia em Hawthorne Tower, ela, hesitante, aceita — não por piedade, mas pelo bem de sua filha.

    A convivência diária cria laços que Adrien jamais esperava desenvolver. Sophie, com sua alegria contagiante e visão pura da vida, quebra pouco a pouco a muralha emocional que Adrien construiu ao longo dos anos. Elena, com sua dignidade silenciosa e coragem, desperta algo mais profundo — admiração, respeito e um amor crescente.

    A tranquilidade conquistada, porém, logo é ameaçada por interesses ocultos. Ao descobrir que Sophie é, na verdade, herdeira legal de 15% das ações da Hawthorne Properties deixadas por seu falecido pai, Daniel — melhor amigo de Adrien —, uma batalha jurídica se inicia. Charles Merrick, um acionista rival, tenta tomar o controle da empresa utilizando Sophie como peça central de seu jogo de poder. Com a ajuda de parentes distantes de Daniel, Merrick planeja obter a guarda de Sophie apenas para obter acesso às ações.

    A tensão se intensifica. Adrien, dividido entre proteger a empresa que construiu com Daniel e a nova família que formou com Elena e Sophie, toma uma decisão inesperada: enfrenta Merrick nos tribunais. Ao lado de Elena, ele luta para manter Sophie segura — não apenas como herdeira, mas como filha. A batalha é dura, mas graças a provas cruciais e ao testemunho de um ex-funcionário de Merrick, a justiça reconhece o verdadeiro amor e dedicação de Elena. A guarda permanece com ela, e Adrien é nomeado co-responsável legal de Sophie.

    Esse desfecho marca mais do que uma vitória judicial — é o ponto de virada definitivo para Adrien. Pela primeira vez, ele percebe que não são os arranha-céus nem os lucros que definem sua vida, mas as pessoas que ele escolhe proteger. Ele encontra não só a redenção pelo que perdeu no passado, mas também um novo propósito: ser pai, ser parceiro, ser família.

    Em uma noite sob o pôr do sol à beira-mar, Adrien reúne coragem e propõe casamento a Elena. Com Sophie entre eles, sorrindo com olhos que lembram os de Daniel, Elena aceita. O trio, forjado pelas circunstâncias mais improváveis, se transforma em uma família real — unida por amor, dor e escolhas difíceis.

    A história de Adrien Hawthorne é uma poderosa narrativa sobre redenção, coragem e amor incondicional. De um magnata frio a um homem guiado pelo coração, sua transformação é um lembrete de que as conexões humanas podem curar até os corações mais endurecidos. Em um mundo onde os interesses muitas vezes falam mais alto, a voz de uma criança, a força de uma mãe e a coragem de um homem em mudar podem reescrever até os destinos mais inflexíveis.

  • Ela dormia sozinha na estação… Ele era bilionário. O que aconteceu em seguida deixou todos em silêncio

    Ela dormia sozinha na estação… Ele era bilionário. O que aconteceu em seguida deixou todos em silêncio

    Era 1h30 da manhã na Estação Central quando Benjamin Clark, CEO milionário da Clark Industries, decidiu algo inusitado: em vez de chamar seu motorista após uma longa reunião, pegaria o trem para casa. Essa escolha simples se tornaria o início de uma transformação profunda — não só para ele, mas para centenas de profissionais da saúde.

    Enquanto atravessava o saguão quase vazio, Benjamin viu algo que o paralisou: uma jovem mulher dormia encolhida em um banco de metal. Estava de jaleco, com crachá pendurado e mãos rachadas pelo excesso de trabalho. Seu nome? Olivia Santos, enfermeira do Hospital Geral Metropolitano. O cansaço em seu rosto era o retrato de uma luta silenciosa que muitos enfrentam sem serem notados.

    Benjamin se viu transportado para sua infância. Lembrou-se da mãe, Maria, que limpava hospitais para sustentar a casa. Lembrou-se das noites frias, do jantar escasso e do rosto exausto dela adormecendo sentada à mesa. Olivia parecia carregar esse mesmo peso. E ele não conseguiu simplesmente seguir em frente.

    Ao invés de acordá-la, Benjamin falou com o supervisor da estação. Descobriu que não havia muitos recursos disponíveis, mas, determinado a ajudar com respeito, cruzou a rua e organizou para que Olivia pudesse descansar em um café 24h, com comida quente e um espaço seguro.

    Quando ela acordou, surpresa e desconfiada, Benjamin a abordou com gentileza. “Você merece mais do que um banco gelado”, disse ele. Olivia hesitou, mas seguiu. No café, entre goles de chá e um misto de cansaço e alívio, ela contou sua história: os turnos intermináveis, a mãe com câncer, o abandono dos próprios sonhos para pagar contas e manter a dignidade. “Não quero caridade”, disse, “só quero trabalhar duro e ajudar minha comunidade.”

    Benjamin ouviu. De verdade. E então fez algo que mudaria tudo: ofereceu a Olivia não um favor, mas uma parceria. Ele queria que ela ajudasse a desenvolver um novo programa de bolsas de estudo e apoio para profissionais da saúde como ela. Financiamento completo para que pudesse terminar sua formação como enfermeira especialista, cuidados médicos para sua mãe e, principalmente, um papel ativo na construção de soluções reais.

    Com relutância inicial, Olivia aceitou. Mas com condições: nada de privilégios em sua formação, contratação de funcionários locais no futuro centro de saúde e compromisso com ações práticas, não slogans vazios. Benjamin concordou com tudo. E assim, de uma conversa às 3h da manhã, nasceu um projeto que ganharia proporções nacionais.

    Menos de duas semanas depois, Olivia apresentava seu projeto ao conselho da Clark Industries. Suas palavras simples e sinceras tocaram profundamente os membros do comitê. Ela não era uma história de superação romantizada — era uma voz real de quem vive o sistema por dentro. Foi aceita de imediato.

    Enquanto voltava aos estudos, Olivia também ajudava a moldar os pilares do novo programa: bolsas de estudo, apoio psicológico gratuito, auxílio para cuidados infantis, subsídios emergenciais para profissionais em crise. Ela fazia questão de ouvir: organizava sessões com técnicos, auxiliares, faxineiros e enfermeiros para entender o que realmente precisavam.

    A repercussão foi imediata. Profissionais que pensavam em abandonar a carreira encontraram novas razões para continuar. Jovens que acreditavam não ter chance de crescer passaram a sonhar novamente. E tudo isso começou com um simples gesto de escuta.

    Com a experiência de Olivia, a Clark Industries ampliou o programa, investindo mais de 20 milhões de dólares em apoio direto a trabalhadores da saúde. O impacto não passou despercebido. Hospitais e instituições públicas de todo o país começaram a adotar modelos similares.

    Olivia não parou. Após se formar, abriu a Clínica Comunitária Santos, voltada para famílias de baixa renda e pessoas sem plano de saúde. O espaço não era apenas eficiente — era humano. Equipe bem paga, horários flexíveis, apoio emocional e, acima de tudo, respeito.

    Hoje, a clínica atende mais de 18 mil pessoas por ano. Olivia é membro do conselho de saúde da Clark Industries, palestra em universidades e inspira reformas de verdade. Mas, para ela, tudo ainda se resume ao que viveu naquela noite: “Alguém me viu e não virou o rosto.”

    A história de Olivia e Benjamin nos lembra que grandes mudanças podem nascer de gestos simples — e que ouvir alguém com compaixão pode ser o primeiro passo para transformar o mundo.

  • Ele Tinha Tudo… Até Ver o Vídeo que Destruiu Seu Mundo em Segundos

    Ele Tinha Tudo… Até Ver o Vídeo que Destruiu Seu Mundo em Segundos

    Por fora, Justin Edwards parecia ter tudo. Aos 38 anos, era CEO de uma empresa bilionária de cibersegurança, figurava na capa da Fortune e morava em uma cobertura de luxo com vista para o Lago Michigan. O mundo o via como um exemplo de sucesso. Mas tudo mudou numa terça-feira à noite, quando recebeu uma mensagem de sua assistente: “O senhor precisa ver isso. Está viralizando.”

    O vídeo mostrava sua ex-esposa, April, sorrindo com os filhos gêmeos de sete anos, Sophia e Alexander. Eles estavam no zoológico, patinando no gelo e, depois, vendo um filme juntos, rindo e se abraçando com uma leveza que ele não via há anos. A felicidade estampada naqueles rostos — sem a presença dele — rasgou algo dentro de Justin. Pela primeira vez, sentiu o peso real do que havia perdido.

    A história de Justin e April começou de forma doce, quase cinematográfica. Ele, um jovem ambicioso da periferia de St. Louis, estudava MBA em Northwestern e sonhava em transformar o setor de tecnologia. Ela, estudante de serviço social, era empática, idealista e apaixonada por comunidades. Conheceram-se na biblioteca da universidade, compartilharam sonhos e, eventualmente, dividiram uma vida. Casaram-se, tiveram os gêmeos e pareciam imbatíveis.

    Mas o sucesso cobrou um preço alto. Em poucos anos, a empresa de Justin cresceu exponencialmente, exigindo dele cada segundo, cada pensamento. Viagens, reuniões, fusos horários — sua presença em casa se tornou rara. April, mesmo compreensiva, começou a se sentir invisível. Os filhos desenhavam a família com apenas três figuras. Justin achava que estava provendo tudo. Mas estava apenas ausente.

    A gota d’água veio no aniversário de cinco anos dos gêmeos. Ele prometera estar presente. April preparou tudo com carinho: bolo, balões, convidados, um mágico. Mas Justin não apareceu. Um ataque cibernético em um cliente o levou a embarcar às pressas para o Texas. Nem sequer ligou para avisar April. No fim daquele dia, ela entrou no banheiro, olhou-se no espelho e soube que havia chegado ao limite.

    O divórcio foi silencioso, quase corporativo. Ela ficou com a guarda dos filhos e a casa em Hinsdale. Ele, com o título de CEO e a solidão de uma cobertura vazia. April seguiu em frente com dignidade. Criou os filhos com amor, começou um podcast sobre parentalidade e se reconectou com seu propósito. Justin, por outro lado, viu sua vida perder cor. Os fins de semana com os filhos eram desconfortáveis, cheios de presentes caros e silêncios constrangedores.

    Até o dia do vídeo viral.

    Ver April rindo com os filhos, genuinamente feliz, abalou Justin de um jeito que nenhuma crise empresarial jamais conseguiu. Pela primeira vez, ele parou. Deixou de ir ao escritório, buscou terapia, refletiu. E, finalmente, tomou uma decisão: iria mudar.

    Ligou para April, sem prometer nada grandioso. Apenas pediu uma chance para começar de novo com os filhos. Aos poucos, foi reaprendendo a ser pai. Trocou os restaurantes luxuosos por tardes no parque. Ouviu Alexander falar sobre planetas. Deixou Sophia decorar seu escritório com corações de papel. Errou, pediu desculpas e recomeçou, quantas vezes fosse necessário.

    April, inicialmente cautelosa, começou a notar a diferença. Ele não tentava mais impressionar, mas sim se conectar. E isso fez toda a diferença. Passaram a dividir tarefas, trocar mensagens sobre os filhos, até a assistir juntos a uma peça escolar. Quando Sophia, vestida de primavera, avistou os dois pais sentados lado a lado e sorriu, algo se realinhou.

    Justin não reconquistou April romanticamente, mas reconstruiu algo talvez ainda mais valioso: respeito mútuo, parceria, e o amor incondicional dos filhos. Ele também transformou sua empresa, abrindo espaço para bem-estar emocional, equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e programas de apoio a famílias em transição.

    Hoje, Justin não precisa mais do título de “rei da cibersegurança” para se sentir realizado. O que importa é outro tipo de conquista: estar presente. Ele aprendeu que sucesso sem conexão é vazio. E que as maiores vitórias acontecem quando você para de tentar vencer sozinho.

    Ao lado dos filhos, observando nuvens no céu, ele enfim entendeu: esse era o verdadeiro topo.

  • Luísa Sonza invade mansão de Mariah Carey e revela segredo explosivo de nova era pop

    Luísa Sonza invade mansão de Mariah Carey e revela segredo explosivo de nova era pop

    🚨 Luísa Sonza invade mansão de Mariah Carey: os bastidores escaldantes por trás da parceria

    Mariah Carey lança remix funk com participação de Luísa Sonza

    Prepare-se: o pop nacional acaba de dar um passo gigantesco no cenário internacional. Luísa Sonza, a estrela brasileira que não para de crescer, protagonizou um encontro inesperado com Mariah Carey, a lenda absoluta da música. E não foi só isso: ela pisou na mansão da diva, teve os melhores “Easter eggs” da casa revelados e deixou o mundo em choque com o teaser do remix funk de “Type Dangerous”. Uma mistura explosiva entre ousadia, glamour e talento — descoberta exclusiva aqui!


    1. O vídeo que parou o feed: “Tô em choque!”

    Na última sexta-feira (11/07), Sonza bombou seus stories com um vídeo nada discreto: ela explorando cada canto da mansão de Mariah Carey nos EUA, entre risadas e exclamações. “Tô na casa da Mariah Carey! Tô em choque!”, repetia, enquanto passava pelos corredores repletos de lembranças da diva pop.

    A cantora brasileira registrou:

    Discos de ouro e diamante.

    Um piano rosa icônico.

    Caderno de anotações com borboletas, símbolo recorrente na carreira da americana.

    Vários prêmios e vinis antigos — um verdadeiro museu pessoal.

    As exclamações dela ficaram tão contagiosas que muitos fãs praticamente aderiram ao “tour” digital.


    2. A rainha aparece no final — e o bate-papo vira viral

    Quando tudo parecia apenas um passeio, Mariah Carey surge, iluminando o corredor com um vestido roxo luxuoso:

    “Meu Deus, Luísa? Oi! Você precisa de algo? Quer algo para comer ou beber? O que você está fazendo nesta sala?”

    A presença mancrompta de Mariah arrancou suspiros do público. A cantora reagiu de forma descontraída, dizendo que sentiu saudade e que estava apenas conferindo os bastidores. O momento instantaneamente virou meme: Mariah entrando como se fosse assistir a uma série entre amigas.


    3. A parceria que ninguém esperava — remix com batida brasileira

    Por trás do clima descontraído, existe um trabalho profissional: o lançamento oficial do remix “Type Dangerous – Brazil Funk Remix”, parte do novo álbum de Mariah, que chega após sete anos.

    Luísa contou ao LeoDias:

    “É uma honra dividir essa faixa com a Mariah. Muito especial trazer o funk brasileiro pra esse remix e ver como a nossa sonoridade se conecta com artistas do mundo todo.”

    A brasileira canta um trecho em português misturado ao refrão original, criando uma batida que promete incendiar as pistas. Um choque de cultura: pop matrix e funk potente num só corpo.


    4. Detalhes do estúdio e da casa que ninguém imaginava

    Entre os destaques do passeio, Luísa gravou cenas exclusivas do estúdio particular de Mariah:

    Um piano cor-de-rosa que virou quase personagem do vídeo.

    Um mural repleto de prêmios da carreira.

    O caderno com capa de borboletas, sugerindo o cuidado pela trajetória artística.

    Vinis originais da era “Rainbow” e “The Emancipation of Mimi”.

    Os fãs enlouqueceram — e pediram mais conteúdo dessa intimidade rara que une Brasil e EUA.


    5. Repercussão explosiva nas redes

    Nas redes sociais, o público entrou em combustão instantânea:

    “sonzers vocês tem noção que a Luísa Sonza estar na casa da fucking Mariah Carey???? eu não to aguentando… que vídeo SENSACIONAL”.

    “ninguém supera o marketing da luísa sonza ontem a internet acabando com ela falando que a Mariah nem conhecia ela e hoje ela joga essa na cara deles”.

    As reações vão do choque à admiração — entre memes, gritos de fã e admiração pela ousadia da artista.


    6. O mercado musical global em alerta

    Para o mundo da música, o remnescimento grita: o funk brasileiro invade o pop internacional. Seguindo os passos de colaborações com Demi Lovato e Joe Jonas, Luísa agora entra na lista de nomes globais com quem dividiu o microfone.

    “Type Dangerous” ganhou uma recalibração de ritmo com “batida forte do funk brasileiro” — e Mariah usa a brasileira para prolongar o impacto de sua carreira internacional.


    7. Próximos passos: Brasil x EUA — live, turnês, shows?

    Fãs já apostam em quase certeza: nos shows do “The Town” em setembro, dá pra sonhar com uma performance conjunta. E Mariah, interessada em expandir seu repertório com inspirações brasileiras, pode surpreender de novo nos palcos.


    8. Luísa Sonza agora não é mais apenas “nostro álbum da internet”

    Com essa parceria, ela ganha:

    Reconhecimento artístico global.

    Prova de sua capacidade de transitar entre culturas.

    Um selo de validadação: sendo convidada por uma estrela como Mariah Carey, ela se coloca entre as grandes vozes do pop contemporâneo mundial.


    🔥 Um momento histórico: o Brasil no palco mundial!

    Essa visita à mansão de Mariah, temperada com show de simpatia e exclusividade, não é só conteúdo: é assalto ao mainstream global. Luísa Sonza mostrou que transita entre o nacional e o universal com naturalidade, além de transformar o funk numa força pop poderosa.


    Você quer assistir ao clipe legendado?

    Quer saber se vai rolar show conjunto no Brasil?
    Ou prefere uma análise de como isso muda a percepção artística dela daqui pra frente?

    Posso preparar uma continuação recheada de teorias, datas de turnê e bastidores de estúdio — é só dizer!

  • Ela Era Acusada de Fraude e Abandonada na Neve — Mas Um Homem Misterioso Mudou Tudo

    Ela Era Acusada de Fraude e Abandonada na Neve — Mas Um Homem Misterioso Mudou Tudo

    Em uma noite congelante, perdida sob a neve impiedosa de uma cidadezinha de montanha, Anna Harlo tremia de frio e medo. Expulsa de uma pensão com nada além de uma sacola velha e um passado manchado por acusações de fraude, ela parecia destinada a desaparecer no esquecimento. O mundo acreditava que ela era culpada. Ela mesma já quase acreditava nisso. Mas então, no auge do desespero, um farol cortou a escuridão — e com ele, surgiu Jacob Thornton.

    Quem era aquele homem de olhos azuis, cicatriz no rosto e silêncio firme? Um salvador ou mais um lobo em pele de cordeiro? Quando ele ofereceu seu casaco — e um abrigo por uma noite — Anna estava desconfiada. Afinal, todos os que prometeram ajudá-la acabaram por traí-la. Mas havia algo em Jacob… uma dor silenciosa, uma ausência de julgamento, que fazia com que ela não sentisse medo. Apenas cansaço. E um fio tênue de esperança.

    Dias se passaram. O que era para ser uma noite virou uma semana. Depois um mês. O calor da lareira de Jacob, o aroma do café pela manhã, os gestos silenciosos de cuidado… tudo isso foi costurando uma nova rotina na vida de Anna. Ela começou a sorrir, a dormir sem medo. Descobriu que Jacob tinha sido advogado, que também havia perdido tudo após tentar proteger alguém que amava. Ambos eram feridos, mas na companhia um do outro, começaram a se curar.

    Mas o passado não se deixa enterrar tão facilmente.

    Victor, o irmão manipulador de Anna — o verdadeiro vilão por trás das acusações forjadas — apareceu. Elegante, arrogante e ameaçador, ele exigia que Anna voltasse para casa, ou faria com que fosse presa. Era o mesmo homem que ela havia denunciado por abuso e corrupção. O mesmo que destruíra sua vida. E agora estava ali, pronto para acabar com sua última chance de paz.

    Mas Jacob não recuou.

    Com a coragem de quem já perdeu tudo antes, ele enfrentou Victor, o xerife da cidade e até mesmo o advogado particular do irmão. Apresentou provas, documentos, inconsistências. Usou sua experiência de ex-advogado como uma arma de justiça. Pela primeira vez, Anna não precisou correr. Não estava sozinha.

    E o impossível aconteceu: as acusações contra ela foram retiradas. Victor foi indiciado. E Anna, finalmente, estava livre.

    Mas o mais surpreendente ainda estava por vir.

    Com parte do patrimônio recuperado, Anna e Jacob abriram um pequeno café e um centro de ajuda jurídica gratuito para pessoas esquecidas pelo sistema — assim como ela havia sido. A mulher que dormira debaixo de uma marquise gelada agora servia café quente com um sorriso, oferecendo não só abrigo, mas também dignidade a outros. E Jacob, antes um homem escondido em seu luto, reencontrava sua vocação ajudando os injustiçados.

    E num fim de tarde dourado, entre flores silvestres e luzes pendentes, Jacob se ajoelhou. Com um simples anel de prata e palavras cheias de verdade, pediu Anna em casamento. Não para salvá-la, mas para construir um lar com ela.

    A resposta? Sim. Sim com lágrimas, com riso, com a certeza de que um novo começo era possível.

    Hoje, a mulher que todos chamaram de criminosa é símbolo de coragem e recomeço. E o homem silencioso com um passado doloroso se tornou o pilar de uma nova comunidade. Juntos, eles provaram que, por mais frio que seja o inverno, sempre há esperança de primavera.

  • Deborah Secco detona a monogamia e revela segredos que o Brasil não esperava

    Deborah Secco detona a monogamia e revela segredos que o Brasil não esperava

    Deborah SeccoDeborah Secco — Foto: Adriano Damas e Raul Bittencourt

    Atriz, empresária, empreendedora, mãe, mulher e figura pública conhecida por todo o Brasil, Deborah Secco estreia como apresentadora de reality show à frente do Terceira Metade, que vai ao ar na Globoplay nesta sexta-feira (18). Aos 45 anos de idade, 37 de carreira como atriz e mais de 50 personagens entre trabalhos em TV, teatro, cinema e streaming, ela não esconde a empolgação com a nova vertente profissional: “Não vou fingir costume ao ter um reality pra chamar de meu. Estou beirando à felicidade plena”.

    A atração propõe uma nova forma de relacionamentos: o trisal. Na temporada, quatro casais se mostram em busca de uma terceira pessoa e encontram pessoas disponíveis para o poliamor. “Nunca vivi um relacionamento a três. Só vivi relacionamentos a dois, mas entendo a necessidade de cada indivíduo, casal, trisal ou quadrisal escolher a forma como quer viver. Não precisa estar em uma forma imposta socialmente. Não tem que seguir aos trancos e barrancos numa relação porque falaram que tem que ser assim”, diz.

    Deborah acredita que seguir os combinados de cada relação é o mais importante. Por isso, teve relacionamentos expostos na mídia, enquanto outros foram mantidos com discrição. “Sou uma pessoa pública e sempre falo tranquilamente sobre o que me pertence, mas sempre respeitei muito quem chegou. Nunca fiz meia declaração que não tivesse sido conversada e negociada previamente”, afirma ela, que atualmente namora o produtor musical Dudu Borges, que prefere ficar longe dos holofotes. “Tudo bem saber que a gente namora, mas a nossa vida a dois é nossa. Como a gente se conheceu, quando a gente se conheceu, o que rolou… Isso é nosso.”

    Deborah Secco — Foto: Adriano Damas e Raul BittencourtDeborah Secco — Foto: Adriano Damas e Raul Bittencourt

    A possibilidade de experimentar novas formas de relacionamento não é descartada pela atriz. “Nunca fui fechada. Hoje, eu me encontro monogâmica e heterossexual. Amanhã? Não sei! Daqui a um ano? Não sei. Sempre fui curiosa com a pluralidade humana, muito respeitosa com as diferenças que temos”, diz.

    Com a filha, Maria Flor, de 9 anos, do casamento com Hugo Moura, Deborah afirma ter se realizado. “Ser mãe é a melhor e a pior coisa da vida. Ver seu filho sofrer, passar por dificuldades, bullying, prepará-lo para este mundo cruel… Eu e o Hugo temos guarda compartilhada. Estar longe da Maria é um dos lados mais difíceis da vida, mas entendo que para o bem dela. Ela precisa desses dois polos, da mãe e do pai presentes. Não tive um pai presente. Poder curar essa ferida através da Maria é grandioso.”

    O desejo de aproveitar mais tempo com a filha faz com que Deborah usufrua suas conquistas financeiras. “Economicamente, comecei a mudar de padrão muito jovem. Tive a minha mãe falando para eu economizar o meu dinheiro, ter uma vida dois padrões abaixo do dinheiro que eu tinha. De dois anos para cá, comecei a gastar um pouco do dinheiro que ganhei ao longo da minha vida.”

    Além disso, soube dar alguns “nãos” profissionais. “Hoje, não quero fazer uma novela. Acho que é um trabalho muito longo. Faria se fosse um papel que me motivasse muito, como Tieta, a minha personagem-sonho”, afirma a atriz, que tem dois filmes para rodar nos próximos meses, Bruna Surfistinha 2 Sob o céu de Tocantins.

    Quem: Você está à frente do Terceira Metade, novo reality show de relacionamentos da Globoplay. Feliz com a oportunidade de apresentar um programa?
    Deborah Secco: 
    Já tinha flertado com esse lado de apresentadora. Fiz o Tá na Copa, na TV Globo, em 2022, e o Deborah Secco Apresenta, na internet, durante a gestação da Maria Flor. Comandar um reality show é completamente novo. Em 37 anos de carreira como atriz, acho que fui dominando e ficando em um lugar de menos desafios. Então, a oportunidade de apresentar é um desafio e tanto.

    Você citou que se via em uma fase com menos desafios como atriz. Quis sair de uma zona de conforto ou nunca se considerou nela?
    Não. Como atriz, não existe esse lugar de zona de conforto, mas sinto que domino bastante. Afinal, são 37 anos fazendo dramaturgia. Tecnicamente, já é muito familiar para mim. Ser convidada para fazer algo diferente, já me estimulou. Sendo um reality, então… Eu até me emociono porque conversa com meu lado de espectadora. Não vou fingir costume ao ter um reality pra chamar de meu. Estou beirando à felicidade plena.

    E é um reality com uma proposta que ainda não vimos!
    É uma proposta completamente diferente. É um reality muito intenso. Ver reality me traz uma ampla cultura para relacionamentos. Já vimos de um tudo, mas ainda faltava contemplar essas outras formas de amar. O Terceira Metade contempla essa forma não-tradicional de se relacionar. Acredito que, cada vez mais, essas formas de relacionamento vão estar em voga. Com a evolução da humanidade a gente vai entendendo o que nos foi imposto socialmente, o tal do amor romântico. A Regina Navarro Lins (psicanalista) fala que fomos habituados a acreditar no formato do amor romântico, aquele em que o príncipe encantado vem buscar a princesa, ou do filme de Hollywood… Com a maturidade e o entendimento da vida, esse formato da família margarina vai ficando falido.

    Deborah Secco — Foto: Adriano Damas e Raul BittencourtDeborah Secco — Foto: Adriano Damas e Raul Bittencourt

    O relacionamento a três já foi uma opção para você?
    Nunca vivi um relacionamento a três. Só vivi relacionamentos a dois, mas entendo muito a necessidade de cada indivíduo, casal, trisal ou quadrisal escolher a forma como quer viver. Não precisa estar em uma forma imposta socialmente. Não tem que seguir aos trancos e barrancos numa relação porque falaram que tem que ser assim. O Terceira Metade traz esse olhar interessante para as novas possibilidades que se apresentam e, por muito tempo, ficamos empurrando para baixo do tapete.

    “Com a maturidade e o entendimento da vida, esse formato da família margarina vai ficando falido”

    Relacionamentos não-monogâmicos já existem há tempos. Acredita que, daqui para frente, eles passem a ser falados com mais naturalidade?
    Sim. A minha avó vivia em um relacionamento não-monogâmico, porém numa época em que não era possível se falar sobre isso. Ouso dizer que nenhuma mulher da geração da minha avó vivia um relacionamento monogâmico. Enquanto as mulheres ficavam em casa, os maridos saíam para trabalhar e tinham liberdade sexual para outros relacionamentos, enquanto as mulheres não. A geração seguinte, já influenciada pelos filmes de Hollywood, veio com aquela ideia de amor romântico, em que um resolveria todos os problemas do outro e poderia ser feliz para sempre. Isso acaba se mostrando falho.

    Vemos muitas histórias em que a monogamia pré-estabelecida não é respeitada. Consequentemente, vivemos relacionamentos imaginados como monogâmicos e que, na verdade, não são. A conversa sobre a não-monogamia, presente na atual geração, é uma maneira de deixar a hipocrisia de lado, sem tantos receios e fala mais abertamente sobre isso, diferentemente da minha geração. Futuramente, a geração da Maria vai estar muito à frente em diálogo, com mais verdade, mais conversa e combinados.

    O que você mais aprendeu sobre relacionamentos com o Terceira Metade?
    Aprendi sobre a pluralidade da poligamia. Existem muitos formatos da não-monogamia. Cada relacionamento — seja casal, trisal ou quadrisal — tem suas regras e elas podem ser mutantes. Tudo pode ser conversado, negociado, reformulado. Essa parte que me interessou muito. Sempre flertei com a não-monogamia, mas nunca tive um relacionamento aberto. A mulher que sou hoje não é a mulher que eu era há uma semana e não será a mulher que serei daqui uma semana. Acho que os combinamos precisam ser refeitos dia após dia. Se quisermos ser um casal que dê certo – e o meu dar certo não é no sentido de “para sempre”, é no sentido de hoje – temos que conversar. Tem que ser honesto, ser amigo. Os casais não-monogâmicos têm mais esse tipo de conversa do que os casais que estão fechados em um modelo.

    Com o contato com as histórias do Terceira Metade, você cogitou a possibilidade de se experimentar um trisal?
    Essa ideia sempre foi muito possível, assim como a ideia da bissexualidade. Nunca fui fechada. Hoje, eu me encontro em um relacionamento monogâmico e heterossexual. Amanhã? Não sei! Daqui a um ano? Não sei. O importante é entender quem somos hoje. Nunca fui uma pessoa preconceituosa. Sempre fui curiosa com a pluralidade humana, muito respeitosa com as diferenças que temos. Flerto sempre com a ideia de ser livre para o que me faz feliz. O que me faz feliz hoje pode ser diferente amanhã.

    Deborah Secco — Foto: Adriano Damas e Raul BittencourtDeborah Secco — Foto: Adriano Damas e Raul Bittencourt

    Ao longo da sua carreira, você já fez várias declarações sobre sua vida amorosa. Em uma entrevista, você chegou até a dizer que dava entrevistas achando que os repórteres eram seus terapeutas…Continuo assim, né? Falida na tentativa de melhora (risos). Sou quem eu sou, mas juro que estou tentando melhorar há exatos 30 anos.

    Isso assusta seus parceiros? Eles chegam achando que já sabem tudo sobre você?
    De uma certa forma, qualquer pessoa pública assusta. As pessoas têm uma imagem da “Deborah Secco” que não é a real Deborah. Cada pessoa tem uma imagem a partir da pequena fatia que consumiu sobre mim durante a vida. Não consigo controlar o que as pessoas consumiram sobre mim, o que elas pensam… Apenas sei quem eu sou. A convivência e a maneira como você vive nessa vida ordinária, no cotidiano diário, dizem muito mais sobre você do que o que saiu na mídia. Quem chega na sua vida, pode até chegar com uma imagem construída a partir de pequenos recortes. Quem fica, tem acesso a uma Deborah real, uma Deborah que eu não tenho interesse de oferecer para muitas pessoas. Sempre falo que não sou esse mulherão que todo mundo cria, mas também não digo quem eu sou exatamente. Quem eu sou é para quem chega e quer ficar, quem se interessa.

    E como seu atual relacionamento com o Dudu Borges começou?
    Meu relacionamento com o Dudu vai ser sempre uma incógnita. Sou uma pessoa pública e sempre falo tranquilamente sobre o que me pertence, mas sempre respeitei muito quem chegou. Quem chegou e quis falar, falamos juntos. Quem chegou e quis dividir, dividimos juntos. Nunca fiz meia declaração que não tivesse sido conversada e negociada previamente. Com o Dudu, isso não faz tanto sentido. Ele vive na vida pública há muitos anos e de forma discreta. O primeiro ponto que conversamos entre os nossos combinados era o de que ele não gostaria de ter a vida exposta, justamente por ser um cara muito discreto. Tudo bem saber que a gente namora, mas a nossa vida a dois é nossa. Como a gente se conheceu, quando a gente se conheceu, o que rolou… Isso é nosso. Respeito com todo afeto, assim como respeitei todas as pessoas que passaram por mim. Já tive relacionamentos em que a pessoa chegava topando a exposição, depois se incomodava, passado um tempo topava de novo. Os combinados são negociáveis e mutantes.

    Nada precisa ser engessado?
    Nada. O grande segredo da vida é entender a flexibilidade. Só uma parte não consigo evitar: ser pública. Este é um limite que não consigo resolver.

    Falamos sobre a diferença de comportamentos entre as gerações. Como você percebe isso na Maria Flor?
    Ela está em uma pré-pré-adolescência, quase na pré-adolescência. Eu percebo muita diferença pela tecnologia, mas eu acho que é uma geração que vem pronta. Muito mais pronta que a nossa.

    Deborah Secco e a filha, Maria Flor — Foto: Arquivo pessoalDeborah Secco e a filha, Maria Flor — Foto: Arquivo pessoal

    Mais pronta em qual sentido?
    A Maria me fala coisas surpreendentes. Talvez seja algo particular dela, mas percebo que ela é muito empática e respeitosa com as diferenças. A Maria é muito responsável e consciente socialmente. Vou citar exemplos: ela era pequenininha e eu disse que ela era a mais linda do mundo. Ela respondeu: “Mãe, não existe a mais linda. Cada um é lindo do seu jeito. Que coisa feia comparar beleza”. Uma outra vez, comprei e a presenteei com um estojo, bem típico da minha geração e que me trazia uma memória afetiva, cheio de canetinhas. Ela levou para escola e voltou sem o estojo. Questionei o porquê e ela respondeu que tinha dado para uma amiga. “Amor, mamãe vai te explicar uma coisa: trabalho e fico longe de você para poder comprar e conseguir te comprar as coisas”, falei. Ela me respondeu: “Mamãe, eu também vou te explicar um negócio: pessoas são muito mais importantes do que coisas. Para mim, vale muito mais ver minha amiga feliz do que guardar um estojo”.

    Nossa! Ela te desmontou?
    Sim, desmontou a mamãe capitalista, consumista, toda errada. Nessas horas, eu percebo que ela veio muito pronta. E ela faz análise desde cedo. Ela começou aos 7. Eu comecei aos 12.

    Você gosta de ser a mãe parceirona?
    Ela é minha melhor amiga, minha parceira. O melhor da minha vida é estar com ela. Ontem, passamos um dia juntas, aproveitando um dia das férias dela. Eu olhava e pensava: “Que legal é ser mãe dessa menina, que legal observar, ouvi-la falar”. É incrível maternar.

    Deborah Secco e a filha, Maria Flor, curtem férias em Fernando de Noronha em julho de 2025 — Foto: Reprodução/InstagramDeborah Secco e a filha, Maria Flor, curtem férias em Fernando de Noronha em julho de 2025 — Foto: Reprodução/Instagram

    Você nunca escondeu o desejo de ser mãe. Quando engravidou, você estava nas gravações iniciais de Verdades Secretas e precisou deixar o elenco. Sempre viu a maternidade com uma realização?
    Sim, a maior realização e o maior sonho da minha vida. Ser mãe é muito melhor do que eu imaginava – e muito pior também. Ser mãe é a melhor e a pior coisa da vida. Ver seu filho sofrer, passar por dificuldades, bullying, prepará-lo para este mundo cruel… Eu e o Hugo temos guarda compartilhada. Estar longe da Maria é um dos lados mais difíceis da vida, mas entendo que para o bem dela. Ela precisa desses dois polos, da mãe e do pai presentes. Não tive um pai presente. Poder curar essa ferida através da Maria é grandioso.

    “Ser mãe é a melhor e a pior coisa da vida. Ver seu filho sofrer, passar por dificuldades, bullying, prepará-lo para este mundo cruel… “

    Quando cita o bullying, você já viu sua filha passando por alguma questão?
    Já, várias vezes. Afinal, é difícil controlar escola, outras crianças… Participo de um grupo de mães muito incrível na escola da Maria. A gente se comunica muito, se ajuda. Estamos sempre atentos, conectados e preocupados com as crianças, mas não dá para controlar 100%. Essa é a minha missão mais difícil, mas, sem dúvida alguma, foram com as minhas dores que eu me transformei na mulher que eu sou. Quando tudo deu errado, me tornei uma pessoa melhor. Por isso, não posso evitar que dê tudo errado para a Maria. Assim, vai poder se transformar a mulher potente que ela pode ser. É difícil observá-la à margem e não resolver, mas é importante capacitá-la para que possa ter independência.

    A mãe leoa tem vontade de interferir em conflitos do dia a dia dela?
    O tempo inteiro. Nossa tendência é a de querer interferir, mas me controlo. Se eu pudesse, me botava à frente de tudo, mas não posso. Preciso capacitá-la. A minha recuada é como se eu dissesse: “Confio em você, pode resolver sozinha”. Procuro passar a confiança de que ela é capaz sem mim.

    E você teve isso da sua mãe?
    Sim, o tempo inteiro também. Minha mãe me fez muito independente, muito capaz. Ela me fez acreditar que tudo era possível de conquistar. Ela sempre esteve por perto, mas sempre possibilitou que eu tivesse autonomia.

    “Meus padrões de escolha masculinas foram por homens que não escolhiam por mim. Era uma repetição de padrão e precisei de muitos anos de terapia”

    Você comentou que seu pai não foi uma figura presente. Quando você notou a falta dessa figura paterna na sua vida?
    A separação dos meus pais, quando eu tinha 12 anos, foi um grande marco. Senti como se estivesse perdendo algo valioso, que era o poder da convivência. Quando a separação aconteceu, entendi a restrição do tempo, do afeto… A figura masculina da minha vida — no meu entendimento naquela época, hoje entendo que não foi isso que aconteceu — virou a figura de um homem que não me escolheu, um homem que não escolheu estar comigo, não brigava para estar comigo. Mais tarde, meus padrões de escolha masculinas foram por homens que não escolhiam por mim. Era uma repetição de padrão e precisei de muitos anos de terapia.

    E como ficou sua relação com seu pai?
    Hoje, acho meu pai maravilhoso. Sei que não teve isso de “não me escolheu”. É por isso que tento maternar de forma diferente da minha mãe. Em alguns aspectos, quero ser igual. Em outros, busco ser diferente. Busco essa melhora de padrão. A Maria tem um grande pai. O Hugo é apaixonado por ela. Não consigo ver a vida dele sem a Maria, nem a minha sem ela. Então, temos que dividir da melhor forma.

    Ao longo dos anos, te vimos trabalhando bastante. Com a maternidade, você faz questão de ter tempo de qualidade com a Maria Flor, mas não abriu mão da carreira. Como é conciliar?
    Quando a Maria Flor nasceu, fiquei oito meses parada, só sendo mãe. Nas entrevistas daquela época, cheguei a dizer que cogitava parar, que queria ser apenas mãe. Porém, quando ela nasceu, nasceu em mim a vontade de ser exemplo. Lembro que minha mãe sempre disse que a gente não é exemplo pelo o que fala e, sim, pelo o que faz. E ela me ensinou a ser uma mulher independente e bem-sucedida dentro das minhas possibilidades. Quero muito que a Maria entenda que para nós, mulheres, ainda é bem mais difícil. A gente precisa ter nosso dinheiro, nossa independência, nossa realização pessoal. Ela tem esse exemplo dentro de casa. Sou uma mulher que trabalha porque ama e porque busca sua independência. Sou feliz e vou em busca das mais reais vontades.

    Você gosta de passar valores de educação financeira para sua filha? Ou não se considera o melhor exemplo?
    Muito. E sou o melhor exemplo. Minha mãe me deu muita responsabilidade financeira. Economicamente, comecei a mudar de padrão muito jovem. Tinha responsabilidade desde muito jovem, mas tive a minha mãe falando para eu economizar o meu dinheiro, ter uma vida dois padrões abaixo do dinheiro que eu tinha. De dois anos para cá, comecei a gastar um pouco do dinheiro que ganhei ao longo da minha vida. Mas ainda tenho medo (risos). Teve um mês que fiz uma compra mais expressiva, com umas roupas, e passei quase um mês chorando pelo gasto. Fui educada em um extremo. A terapia me ajuda a encontrar esse caminho do meio, sem extremos. Ou seja, nem juntar tudo, nem gastar tudo. Estou flertando com o equilíbrio.

    O consumismo fez parte da sua vida em algum momento?
    Ele está começando a fazer parte agora. Às vezes, eu peco. Compro demais e me arrependo. Estou neste momento. Estou flertando com esse padrão que nunca usufruí.

    Tem permitido alguns prazeres de compra?
    Estou adorando essa parte (risos).

    “Tive 35 anos de muito controle (financeiro). Agora, é hora de relaxar um pouquinho, mas com consciência”

    Afinal, é uma maneira de aproveitar o que acumulou ao longo de anos de trabalho e esforço.
    Não vou esperar ficar velha e não puder mais viajar… Por que vou deixar de comprar uma roupa bonita? Vou comprar a roupa bonita só quando eu não estiver mais bonita e sem condições de usar por estar toda velhinha e enrugadinha? É preciso saber equilibrar. Tive 35 anos de muito controle (financeiro). Agora, é hora de relaxar um pouquinho, mas com consciência.

    E a Maria Flor também é educada com essa consciência financeira?
    Ela já veio pronta. Por exemplo, ela já fez alguns trabalhos comigo. Guardamos o dinheirinho dela. Outro dia, ela queria comprar algo e eu falei: “Vamos gastar do seu dinheiro”. Aí, ela recuou: “Ah, então eu não quero. Não quero gastar de lá”. Ela sabe economizar. Sou sócia de uma rede de brechós, Peça Rara, e ela sabe desapegar. Coloca as coisinhas dela para vender, como brinquedos e roupas. Ela adora colocar para vender e ver o dinheiro entrando na continha dela.

    Seu lado empreendedora também está cada vez mais forte.
    Tenho gostado muito disso. Tenho cinco empresas minhas e outras duas em que faço colabs. Sou muito feliz neste lugar de empreendedora. Exige um outro lado meu. Participo de reuniões de marketing, de fechamento de mês. É tudo muito novo para mim, mas tenho achado interessante. Gosto de mostrar que posso estar onde eu quiser. Não é porque sou atriz que não posso ser dona de empresa. Posso ser uma mulher séria e, ao mesmo tempo, doida.

    É boa a sensação de não ficar presa a caixinhas, né?
    A gente cabe em qualquer lugar. Embora ainda seja muito triste ainda perceber e ver que há mulheres boicotando mulheres. Julgam o “muito séria”, “muito vulgar”, “muito louca”. Queremos abraçar o mundo. O mundo é nosso. Tenho vontade de ser exemplo, então gosto de ocupar espaços.

    E os “nãos”? Também são importantes de falar?
    Claro. Hoje, não quero fazer uma novela. Acho que é um trabalho muito longo. Faria se fosse um papel que me motivasse muito, como Tieta, a minha personagem-sonho. Fazer novela exige uma dedicação de seis dias por semana, 11 horas por dia. Não cabe. Tenho percebido o rápido crescimento da Maria, estou perdendo a minha criança. Se for algo pontual, ok. Mas uma novela não cabe neste momento porque são horas e horas no estúdio. Ao voltar para casa, ainda tenho que decorar texto para o dia seguinte.

    Deborah Secco estrelou o filme 'Bruna Surfistinha' (2011) e fará continuidade da história — Foto: DivulgaçãoDeborah Secco estrelou o filme ‘Bruna Surfistinha’ (2011) e fará continuidade da história — Foto: Divulgação

    Enquanto fica longe da TV, seus próximos trabalhos são no cinema?
    Isso. Rodo o Bruna Surfistinha 2 no fim deste ano e Sob o céu do Tocantins, que ainda estamos captando recursos, no ano que vem.

    Você tem muitos trabalhos icônicos e o filme Bruna Surfistinha (2011) é um deles. O que te motivou a fazer o Bruna Surfistinha 2?
    Tenho o maior orgulho de falar que a Bruna é um dos personagens mais famosos do cinema nacional. Ao lado de Capitão Nascimento e Dona Hermínia, temos Bruna Surfistinha. Estar nesse hall do cinema brasileiro me enche de orgulho. Busquei muito uma oportunidade de fazer cinema e fiz na força do grito. Pedi, implorei, fui atrás de dinheiro… Bruna Surfistinha é um filme que ganhou muitos prêmios e tem uma mítica polêmica. Sexo sempre mexe com esse lado do errado, do proibido. Considero um grande trabalho meu como atriz, pude me ver de um jeito bem diferente.

    Vocês vão retratar que fase da Bruna Surfistinha? Ou mostrará um lado mais da Raquel Pacheco?
    Teremos a Raquel e a Bruna. Mostraremos já uma fase em que ela é mãe, cuida dos filhos… Ainda estamos terminando o roteiro, então não tem nada 100% fechado. Não posso dar spoiler.

    Para Sob o céu do Tocantins, em que interpretará uma caminhoneira, você passará por uma transformação física, certo?
    Sim, quero tirar o peito. Por isso, a logística de rodar o Bruna Surfistinha antes. Acho que vai dar bom!

    Ainda adolescente, Deborah Secco radicalizou o visual dando adeus ao cabelão que usava na série 'Confissões de Adolescente' (1994) para  atuar na novela 'Vira-Lata' (1996) — Foto: DivulgaçãoAinda adolescente, Deborah Secco radicalizou o visual dando adeus ao cabelão que usava na série ‘Confissões de Adolescente’ (1994) para atuar na novela ‘Vira-Lata’ (1996) — Foto: Divulgação

    As mudanças no visual fazem parte da sua vida. Para fazer Vira-lata, ainda novinha, você adotou um corte bem curtinho vinda daquele cabelão que o país te conheceu em Confissões de Adolescente. Colocar seu físico à disposição dos papéis é realmente uma das suas marcas.
    Nunca tive muito apego. Como atriz, tenho que estar disponível emocionalmente, eticamente, fisicamente. A maior dificuldade para mim, talvez, não seja a física e, sim, a ética, como a de fazer uma assassina e mergulhar a fundo com um olhar tendencioso para ela – completamente diferentemente do meu. Conseguir mudar meu foco de ética. Ser atriz é o trabalho mais incrível do mundo. Gosto de estar disponível de corpo e alma inteiramente. Sempre topei emagrecer, engordar, cortar cabelo. Emagreci para o filme Boa Sorte, engordei 20 quilos para Entrando numa Roubada. Estar com o corpo flutuante é muito bom.

    “Sempre tive muito medo de descobrirem que eu era uma mentira. Nunca me achei uma mulher sexy, nem bonita. Construí essa autoestima na maturidade”

     

    Já se sentiu muito pressionada para estar nos padrões de beleza?
    A vida inteira. Sempre tive muito medo de descobrirem que eu era uma mentira. Nunca me achei uma mulher sexy, nem bonita. Construí essa autoestima na maturidade. Eu não me colocava nesse lugar de bonita quando era jovem. Então, tinha medo que descobrissem que eu estava ocupando um lugar que não me pertencia. Porém, sempre fui mais preocupada em não desapontar como profissional do que como beleza. Sofremos com os padrões estéticos. Hoje, aos 45, entendo minhas imperfeições, minhas vulnerabilidades, minhas qualidades. Aprendi a me olhar com mais carinho, mais empatia, me acho o máximo.

    Seu físico esteve em pauta ao longo da sua carreira. Você também é lembrada por falar da sua panela de brigadeiro diária. Recordo que vinha uma sensação de incredulidade ao ler. As pessoas falavam “impossível ela fazer isso”. Isso realmente acontecia?
    Sempre aconteceu. Diariamente (uma panela), acho que não. Mas um chocolatinho diário, sim. Ainda acontece. Um chocolatinho, uma Nutellinha… Realmente, tenho genética que não é de engordar, é uma genética de emagrecer. Nunca precisei me restringir a comer. Realmente posso comer tudo o que eu quero. Ao mesmo tempo em que a questão de engordar não era uma preocupação, meu cabelo – tenho alopecia androgenética – era uma questão, afinal tenho uma profissão que exige muito do meu cabelo.

    Deborah Secco — Foto: Adriano Damas e Raul BittencourtDeborah Secco — Foto: Adriano Damas e Raul Bittencourt

    Quando você decidiu falar o diagnóstico da alopecia, chegou a ser um tabu?
    Nunca pensei nisso. A primeira vez que falei sobre isso foi em uma inauguração da Mais Cabello, quando me perguntaram porque eu tinha virado sócia e respondi. Nunca tive muito problema em falar sobre mim, tanto as coisas boas, como as ruins. Já expus defeitos, anseios, não tenho motivo para esconder a alopecia da sociedade. É uma condição que todas as mulheres da minha família têm. As mulheres vão ficando carecas na terceira idade. Sempre tive o cabelo muito fininho e passei por muita tintura, secador, escova… Entendi que eu precisava tratar.

    “Tudo o que eu sonhei, eu realizei. E ganhei. Ganhei de todos os meus sonhos. A realidade se desenhou melhor que os meus sonhos”

    Atriz, apresentadora, empresária, empreendedora, mãe, mulher, figura pública. Quando olha para trás e vê tantas conquistas, o que te motiva a continuar? Quais suas vontades?
    Eu me considero uma pessoa muito abençoada. Já venci todos os meus sonhos. Quando eu era menina, sonhava em ser conhecida pelo Brasil todo, andar na rua e todos saberem meu nome. Sonhava em fazer grandes personagens, ter papéis lembrados com o passar dos anos, sonhava em fazer um personagem famoso nos cinemas, sonhava em ficar rica, sonhava em ajudar minha filha, sonhava que seria mãe de uma menina chamada Maria. Tudo o que eu sonhei, eu realizei. E ganhei. Ganhei de todos os meus sonhos. A realidade se desenhou melhor que os meus sonhos. Minha filha é maravilhosa, tenho uma boa condição financeira. O que me faz continuar é a minha paixão pela vida. Amo viver e experimentar a minha evolução, meu aprendizado. Hoje, trabalho em algumas empresas, trabalho como atriz, como apresentadora, tenho um relacionamento com um cara que admiro demais, que me ensina demais, que acho foda, incrível e genial. Não crio muitas expectativas com a vida. O que ela me apresenta tem sido surpreendente e engrandecedor. Acordo aberta para surpresas.

    Alguma situação te faria recuar?
    Acho que não. Não gosto de pensar nisso. Talvez, o que me fizesse parar seria a possibilidade de algo acontecer com a minha filha. Minha mãe perdeu uma filha e isso foi forte para mim. Acho que isso me paralisaria. Não estou pronta para perder as pessoas que eu amo. Rezo todos os dias. Tenho uma fé muito grande. Sei que o que vier será para o meu bem por mais que não pareça ser tão bom. Deus meu deu o melhor. Se ele trouxer coisas difíceis, serão para o meu crescimento. Acordo todos os dias com a frase “seja feita a vossa vontade”.

    Sua religiosidade sempre foi forte?
    Sim. fui criada no catolicismo. Minha avó foi minha catequista. Fiz primeira comunhão, crisma. Frequentei a igreja por muitos anos. Hoje em dia, não tenho mais uma religião porque eu não acredito no homem, mas eu acredito em Deus. Deus fala comigo o tempo inteiro. Combinei com Deus tudo o que ia acontecer na minha vida e Ele nunca me faltou. Combinei que seria mãe aos 35 anos e fui. Combinei que seria o primeiro nome da abertura de uma novela das 9 e fui. Converso com Deus todos os dias. A fé é o que me leva.

    Deborah Secco — Foto: Adriano Damas e Raul BittencourtDeborah Secco — Foto: Adriano Damas e Raul Bittencourt

  • Entre Lustres e Mentiras: O Dia em que Me Escondi Debaixo da Mesa do CEO

    Entre Lustres e Mentiras: O Dia em que Me Escondi Debaixo da Mesa do CEO

    Os lustres de cristal pendiam majestosamente do teto abobadado do Hotel Regal Crown, lançando um brilho dourado que dançava sobre o mármore branco como reflexos encantados. A música clássica preenchia o salão com suavidade, enquanto taças tilintavam e sorrisos ensaiados cruzavam rostos de convidados impecavelmente vestidos. Tudo ali parecia retirado de uma cena de um conto de fadas moderno, onde cada gesto era ensaiado, cada olhar calculado. Mas Lana Rivers não pertencia àquele mundo. Em meio ao esplendor e à perfeição artificial, ela tremia por dentro. Suas mãos suadas seguravam nervosamente a bolsa, seus saltos ecoavam em descompasso sobre o chão polido, e seu único objetivo era escapar dali o mais rápido possível. E então, ela o viu. Braden Knox, seu ex-namorado, o homem que destruiu sua fé nos sentimentos sinceros e roubou mais do que apenas seu coração. Estava ali, imponente no bar, como se nada tivesse acontecido, observando os presentes como um vigia de segurança. Lana congelou. Seu corpo inteiro rejeitou a ideia de enfrentá-lo. Deu um passo para trás, preparando-se para fugir, mas era tarde demais. “Lana? Você realmente veio?” A voz dele soou como um disparo. O instinto tomou conta dela. Girou nos calcanhares e correu – não com a elegância de uma dama em um evento de gala, mas como uma fugitiva desesperada. Cabeças se voltaram, taças balançaram, e ela correu como se o chão não fosse de mármore, mas de fogo. Precisava de um esconderijo. Rápido.

    Seus olhos varreram o salão até encontrar uma mesa longa, coberta por uma toalha branca impecável, num canto meio afastado. Dois homens conversavam ali ao lado, e um deles, alto e largo, de costas para ela, parecia alheio ao caos que se aproximava. Sem pensar duas vezes, Lana se jogou debaixo da mesa, encolhendo-se entre as pernas do homem, segurando o vestido com uma mão e mordendo o lábio para não suspirar alto. Do lado de fora do pano de linho, ela ainda podia ver os sapatos de Braden caminhando, procurando, caçando. “Por favor, Deus, não me deixe ser descoberta,” sussurrou em silêncio. E então, uma voz gelada como aço surgiu do nada, bem acima de sua cabeça. “O que exatamente você está procurando aí embaixo?” O coração de Lana quase parou. Levantou o olhar lentamente e encontrou um par de olhos cinzentos e cortantes encarando-a com absoluta calma. Nenhuma expressão de surpresa, nenhum traço de indignação. Apenas um olhar que parecia dizer: “Isso acontece comigo toda semana.”

    Ela soltou uma risadinha sem graça e tentou sair debaixo da mesa com a elegância de um gato bêbado. “Desculpe… eu estava… checando a estabilidade estrutural da mesa. Sou designer de interiores, hábito profissional.” O homem não se mexeu. Apenas a encarava com olhos de navalha. O outro homem ao lado franziu a testa e sussurrou: “Damian, o que está acontecendo?” Damian. O nome reverberou na mente de Lana como um trovão. Damen Cross. CEO da Cross Enterprises. O anfitrião da festa. E, ironicamente, o homem com quem ela tinha uma reunião marcada na manhã seguinte para apresentar o novo projeto da sede da empresa. Lana quis evaporar no ar. Damian, impassível, respondeu ao colega: “Nada demais. Apenas uma gata de rua inspecionando minhas pernas.” Lana se levantou num pulo. “Não sou uma gata! Sou uma… uma pessoa, e estou imensamente arrependida.” Tentou se afastar, cabelo desgrenhado, rosto em chamas, vestido torto… e tropeçou na perna da cadeira. Damian a segurou pelo pulso antes que caísse. Sua mão era fria, firme, sólida. Por um segundo, ficaram frente a frente. Ele, imponente e inexpressivo. Ela, envergonhada e sem saber onde enfiar o rosto. “Obrigada,” murmurou, puxando a mão de volta. “Já vou indo. Tenho outras mesas para… inspecionar.” Damian arqueou uma sobrancelha, e pela primeira vez, o canto de sua boca se curvou ligeiramente. Não era exatamente um sorriso, mas algo começava a descongelar. “Boa sorte com as inspeções.”

    Lana saiu quase correndo, coração disparado, desejando que a terra a engolisse. No canto da sala, Damen ainda observava sua fuga, olhos fixos, intrigados. Seu assistente perguntou: “Quem era ela?” Damian respondeu, com uma calma desconcertante: “A primeira pessoa na vida que rastejou entre minhas pernas.” E assim, no meio de uma festa perfeita, começou uma história imperfeita, caótica e completamente humana.

  • BREAKING: Carrie Underwood Honored with National Medal for Heroic Efforts in Texas Flood Relief

    BREAKING: Carrie Underwood Honored with National Medal for Heroic Efforts in Texas Flood Relief

    In a powerful recognition of bravery, influence, and compassion, U.S. Attorney General Pam Bondi has signed an executive order awarding global music icon Carrie Underwood the Medal of Public Distinction, one of the highest civilian honors conferred by the U.S. Department of Justice.

    The honor acknowledges Underwood’s exceptional contribution to disaster relief efforts in Central Texas following the devastating floods earlier this month. The medal, rarely awarded to public figures, reflects both her on-the-ground heroism and her impactful leadership through social media.

    “Carrie Underwood is not just a performer — she’s a protector, a voice for the voiceless, and a light during one of Texas’s darkest hours,” Bondi said during a live press briefing Thursday morning.
    “Her courage and compassion inspired an entire nation.”


    A Superstar on the Ground, Not Just the Stage

    Carrie Underwood, known worldwide for her powerhouse vocals and chart-topping hits, showed an entirely different side of her character when floodwaters overtook Central Texas, leaving more than 100 people dead and thousands homeless.

    Instead of offering thoughts and prayers from afar, Carrie traveled directly to the disaster zone, rolling up her sleeves and joining volunteers to distribute food, carry supplies, and comfort displaced families. Locals were stunned to find the Grammy-winning artist helping in shelters, often in jeans and rain boots, refusing special treatment.

    “I couldn’t believe it,” said a mother in San Marcos who lost her home.
    “There she was — Carrie Underwood — handing my kids blankets and sitting on the floor with them like she was just another neighbor.”


    Social Media as a Lifeline

    In addition to her physical presence, Underwood’s strategic and sincere use of social media helped direct critical attention and resources to flood victims. With over 18 million followers across platforms, she became a digital first responder.

    Highlights of her impact included:

    Launching an online campaign that raised over $7 million in under 72 hours
    Sharing real-time updates from relief centers to connect families and volunteers
    Coordinating donation drives for diapers, water, and medication
    Highlighting urgent needs from rural areas ignored by mainstream media

    “She turned her Instagram into a dispatch center,” one relief coordinator said.
    “She didn’t just post — she mobilized.”


    The Medal of Public Distinction: A Rare and Deep Honor

    The Medal of Public Distinction is reserved for civilians who demonstrate exceptional service to the American people in times of emergency or national distress. Fewer than 50 have been awarded in the last two decades.

    Carrie Underwood becomes one of only a handful of artists — and the first female entertainer in over a decade — to receive the award for humanitarian action during a natural disaster.

    Attorney General Bondi emphasized that Carrie was not nominated for her fame but for her “boots on the ground and heart in the community.”


    Carrie Responds: “This Belongs to the Survivors”

    Carrie responded to the announcement with typical humility. Speaking outside a temporary shelter in Wimberley, she said:

    “I am deeply honored, but this medal doesn’t belong to me.
    It belongs to the people of Texas — the moms holding their kids in the rain, the volunteers who haven’t slept, the rescuers risking everything. I’m just thankful I could be there.”

    She also thanked her husband, Mike Fisher, for volunteering beside her every step of the way.


    Nationwide Support and Emotional Praise

    The recognition sparked an emotional wave online. The hashtag #CarrieForTexas quickly began trending, as fans and fellow artists applauded the award.

    Dolly Parton posted:

    “Carrie has always had the voice of an angel — now we know she’s got the heart of one too. Well deserved, sister.”

    Jelly Roll, another country music figure who aided in relief, tweeted:

    “If you saw what Carrie did out there — the love, the grit, the grace — you’d know this medal is just the beginning of how she should be honored.”


    A Lasting Legacy: What Comes Next

    Carrie has already announced that she will donate the medal to a permanent memorial being built in honor of the flood victims, a project she has personally funded through an upcoming benefit concert titled “Hearts Don’t Forget.”

    “This isn’t just about relief,” she said.
    “It’s about remembrance, recovery, and resilience.”

    In addition, Underwood is launching a nonprofit initiative named “Shelter & Song”, which aims to offer mental health support, trauma counseling, and housing reconstruction aid to victims of natural disasters, starting with Texas.


    Final Words: Grace in Action

    Carrie Underwood has long been one of America’s most beloved performers — but her actions in Texas have elevated her to something more: a symbol of service, a force of compassion, and a true national role model.

    “You don’t have to be strong to help,” she told a group of volunteers last week.
    “You just have to show up with love.”


    Carrie Underwood will be presented with the Medal of Public Distinction in a private ceremony later this month in Austin, Texas, surrounded by survivors, volunteers, and her loved ones.