Author: phihung8386

  • Minha irmã roubou todos os homens que amei por anos — então apresentei a ela o homem “perfeito”, e ele acabou com a vida dela de um jeito que ela jamais esquecerá

    Minha irmã roubou todos os homens que amei por anos — então apresentei a ela o homem “perfeito”, e ele acabou com a vida dela de um jeito que ela jamais esquecerá

    Desde o ensino médio, minha vida amorosa sempre foi um campo de batalha invisível travado dentro da minha própria família. Meu nome é Laurel, e desde que minha irmã mais nova, Diane, entrou na adolescência, ela começou a roubar cada namorado que eu tinha. E não era uma questão de atração inocente. Ela era metódica, manipuladora e impiedosa.

    No início, achei que fosse coincidência. Mas depois de perder Trevor, Cameron, Marcus e até Derek, com quem planejava casamento, entendi: Diane se alimentava da minha dor. Cada homem que eu amava, ela fazia questão de conquistar. E o pior? Minha mãe me culpava. “Você sabe como sua irmã é. Por que continua colocando tentações diante dela?”

    Quando conheci Connor, escondi a relação por oito meses. Ele era doce, maduro, engenheiro de software e me fazia sentir segura. Mas bastou minha prima soltar seu nome numa ligação com minha mãe para que Diane entrasse em ação. Dias depois, encontrei os dois juntos em meu próprio apartamento. A expressão de Diane era vitoriosa, como se tivesse vencido mais uma rodada do jogo.

    Ali, em meio à traição, decidi: se ela queria homens irresistíveis, daria a ela um que a destruiria por dentro.

    Comecei a procurar no fundo dos registros públicos e bancos de dados legais. Foi assim que conheci Vincent Romano. Um homem bonito, charmoso, com perfil de investidor bem-sucedido, mas envolvido em vários processos judiciais. Ex-mulheres com medida protetiva, investigações de fraude e um histórico de manipulação emocional. Perfeito.

    Criei um perfil falso no LinkedIn e o atraí com uma proposta de negócio. Mostrei fotos da Diane, contei como ela sempre roubava meus namorados e inventei ser uma irmã frágil e insegura. Ele mordeu a isca imediatamente. Começamos a “namorar” e, três semanas depois, levei-o ao aniversário da minha mãe, onde Diane estava.

    Como previsto, Diane se jogou em cima dele. Em dois dias, ela já postava fotos no apartamento de luxo dele. Em uma semana, entregou a ele o acesso às contas bancárias. Um mês depois, ela havia investido todas as economias num suposto negócio que logo foi fechado pela SEC como esquema de pirâmide. Quando tentou sair, ele a prendeu em casa, quebrou seu pulso e desapareceu com seu dinheiro.

    O golpe final veio com o FBI arrombando a porta e prendendo Diane como cúmplice. Ela me ligou do presídio, implorando por ajuda. Não atendi. O noticiário mostrou sua foto, abatida, devastada.

    Diane foi condenada, pegou oito meses de prisão, perdeu todos os bens e saiu com a ficha criminal manchada. Mudou-se para Portland e nunca mais nos falamos. Mas às vezes vejo seu Instagram: olhos antes vivos agora parecem assombrados.

    Passei um ano em terapia, tentando entender o que fiz. Não me sinto vitoriosa. Sinto apenas um vazio onde antes havia raiva. Mas durmo em paz, sabendo que ela nunca mais destruirá o coração de outra mulher como destruiu o meu.

    Algumas lições só são aprendidas com a destruição completa. E minha irmã finalmente aprendeu da maneira mais cruel.

  • Minha mãe jogou fora minha insulina dizendo que “a oração cura melhor” — horas depois, eu estava em coma e os paramédicos queriam saber se aquilo era uma tentativa de assassinato

    Minha mãe jogou fora minha insulina dizendo que “a oração cura melhor” — horas depois, eu estava em coma e os paramédicos queriam saber se aquilo era uma tentativa de assassinato

    A água azulada girava na privada enquanto minha vida escorria pelo ralo. “É para o seu bem”, disse minha mãe, despejando o último frasco de insulina no vaso sanitário. “Você está dependente de remédios dos homens, quando deveria confiar na cura de Deus.”

    Meu nome é Hannah Morrison, tenho 22 anos e sou diabética tipo 1 desde os 15. Em sete anos, nunca havia esquecido uma dose. Nunca brinquei com a doença que matou meu avô antes mesmo da insulina ser inventada. Até que meus pais decidiram que minha sobrevivência era negociável.

    Já sentia os sintomas da glicose subindo. Minhas mãos tremiam, não de raiva, mas por hiperglicemia. Supliquei: “Por favor, deixe-me pegar meu kit de emergência”. Ela negou. “Joguei fora também.”

    Meu pai bloqueava a porta. “Sua mãe está certa. Alimentamos sua falta de fé por tempo demais.”

    Fui arrastada para a sala, onde membros da igreja já se reuniam. Pastor Williams, o círculo de oração, todos prontos para “orar até que Deus agisse”. Meu celular foi confiscado. Fiquei no centro do círculo, sentindo a sede extrema e a visão começando a embaçar. Interromper a oração era visto como falta de fé.

    Na segunda hora, me ungiram com óleo. Eu estava enjoada, a glicemia provavelmente acima de 400. Vomitei. Celebraram: “O mal está saindo”. Mas era meu corpo entrando em acidose.

    Na quarta hora, não conseguia mais me sentar. Me deitaram no sofá. A visão escurecia. Achei que ia morrer. Foi então que lembrei da pulseira.

    Seis meses antes, após outro “teste de fé” que me levou ao pronto-socorro, procurei a advogada Jennifer Martinez, especialista em direitos médicos. Ela preparou proteções legais e me deu uma pulseira de alerta médico com instruções claras: “Em caso de emergência ou recusa de medicamento, contatar J. Martinez, advogada”.

    Quando uma senhora da igreja, enfermeira aposentada, foi me ajustar no sofá, leu a pulseira. “Ela é diabética tipo 1, precisa de insulina. Quando foi a última dose?” “Esta manhã”, sussurrei. “Minha mãe jogou o resto fora.”

    A enfermeira ligou para o 911, apesar dos protestos dos meus pais. Parâmetros: 8 horas sem insulina, respiração frutada, paciente semiconsciente.

    Paramédicos chegaram em seis minutos. Meus pais tentaram impedir a entrada. O líder da equipe, Grace, ordenou o protocolo: glicemia acima de 600, iniciar fluidos, administrar insulina. Minha mãe tentou impedi-la. Grace respondeu: “Se você interferir, será presa.”

    Ao verem a pulseira, ligaram para a advogada. Jennifer atendeu no segundo toque. Em minutos, confirmou a situação com Grace e disse que encontraria a equipe no hospital e que também estava notificando a polícia.

    Fui internada na UTI. Três dias de fluidos, insulina e monitoração até meu corpo se estabilizar. Jennifer colheu meu depoimento. “Eles já fizeram isso antes, escondendo insumos, atrasando doses. Desta vez, foi pior.”

    O caso foi parar na Justiça e chamou atenção nacional. Meus pais foram acusados de tentativa de homicídio, reduzida para perigo consciente após confissão. Receberam dois anos de liberdade condicional, treinamento sobre diabetes tipo 1 e tiveram que pagar pelos custos hospitalares e terapia.

    Mas a verdadeira vitória foi a ordem de restrição. Eles não podiam mais chegar perto de mim. Nem do meu irmão de 16 anos, que começava a mostrar sinais da doença. Ele veio morar comigo. Medimos nossa glicemia juntos. Não pulamos doses. Nunca.

    Frequentamos outra igreja. Uma que acredita que Deus também atua através da medicina. A pulseira agora está atualizada. Em caso de recusa de medicamento, acione a advogada. “Perseguirão judicial será aplicada”.

    Um ano depois, minha hemoglobina está perfeita. Meus pais escrevem cartas, pedindo perdão. Dizem que agiram por amor. Talvez tenham amado, mas amaram mais sua ideia de fé do que minha vida.

    Na farmácia, uma jovem me abordou. Estava comprando insulina, as mãos tremendo. “Ouvi sobre seu caso. Meus pais também acham que devo confiar em Deus, não na insulina.”

    Dei a ela o cartão da Jennifer. “Confie em Deus se quiser. Mas tome sua insulina primeiro. Ele deu sabedoria aos cientistas por um motivo.”

    Ela sorriu, guardando o cartão. “Minha mãe diz que usar remédio é falta de fé.” Respondi: “Morrer de algo evitável é falta de bom senso.”

    Rimos. Humor ácido nos uniu. Sobreviventes de um amor perigoso. Porque fé verdadeira não é negar a realidade. É agradecer a Deus pela insulina e pelas pessoas que a trazem quando você mais precisa.

    Fé é usar a pulseira que diz: “Ligue para minha advogada.” Porque amor, quando condicionado, pode ser fatal. Mas sobreviver e ainda acreditar em algo maior que o medo — isso sim é fé.

  • Ela comia restos frios no próprio aniversário quando a campainha tocou — e um estranho disse: “você não se lembra de mim, mas eu sou seu filho

    Ela comia restos frios no próprio aniversário quando a campainha tocou — e um estranho disse: “você não se lembra de mim, mas eu sou seu filho

    Naquela noite silenciosa de primavera, Laura Bennett não esperava surpresas. Aos 42 anos, havia se acostumado com aniversários solitários, jantares reaproveitados e nenhuma visita inesperada. A campainha tocando às 20h16 soou como um estrondo em seu apartamento pequeno e gasto. Relutante, abriu a porta e se deparou com um jovem de cerca de 25 anos, olhos verdes e um nervosismo palpável. “Você não se lembra de mim, não é?” ele disse, segurando uma pasta de couro gasta.

    Seu nome era Dawson. E quando ele mostrou uma foto antiga, onde Laura aparecia em uma cama de hospital, com 17 anos, segurando um recém-nascido nos braços, ela soube. Era ele. Seu filho. Aquele que fora retirado de seus braços após apenas 20 minutos de vida, fruto de uma gravidez adolescente que sua família conservadora obrigou-a a esconder e entregar para adoção.

    Durante 25 anos, Laura carregou o peso da dúvida, da saudade e da culpa. Não houve um só aniversário em que ela não pensasse nele. Agora, ali estava ele. Não em busca de culpa, mas de entendimento. “Minha mãe adotiva sempre disse que você me deu como um presente, e não que me abandonou”, ele disse. Essas palavras tocaram um lugar profundo em Laura, uma ferida que começava, enfim, a cicatrizar.

    Dawson buscava peças da sua identidade, não para substituir sua família adotiva, mas para compreender-se por inteiro. E Laura, que por anos viveu enclausurada em rotina e silêncios, sentiu uma nova chama surgir. Nas semanas seguintes, encontros se tornaram frequentes. Eles descobriam gostos em comum, como filmes de ficção científica antigos, e semelhanças nos gestos e expressões.

    Em uma quarta-feira, Laura adoeceu com uma gripe forte. Sem forças para sair da cama, ouviu a campainha. Dawson chegou com uma sacola nas mãos e disse: “Minha mãe sempre preparava sopa de frango com gengibre. Vai te fazer bem.” Cozinhou, cuidou dela, permaneceu ao seu lado. E naquela noite, enquanto ele folheava um álbum de fotos antigas, Laura desabafou: “Não houve um dia em que eu não tenha pensado em você. Me perdoa por não ter lutado mais.”

    Dawson, com os olhos marejados, segurou sua mão: “Eu fui abandonado, sim. E fiquei com raiva. Mas hoje entendo que amor também é deixar ir. E que alguns laços resistem ao tempo, esperando a hora certa para renascer.”

    Naquela noite, Laura dormiu em paz. Pela primeira vez em décadas, sentia-se cuidada, pertencente. Não estavam apagando o passado, mas construindo uma ponte sobre ele. E nesse atravessar, amor e redenção finalmente se encontraram.

  • Minha mãe me abandonou sozinha no aeroporto aos 16 anos com uma mala e 47 dólares — tudo para aproveitar férias de luxo com o novo marido… mas ela não esperava meu retorno

    Minha mãe me abandonou sozinha no aeroporto aos 16 anos com uma mala e 47 dólares — tudo para aproveitar férias de luxo com o novo marido… mas ela não esperava meu retorno

    O perfume caro dela ainda pairava no ar quando ela empurrou sua mala Louis Vuitton em direção ao portão de embarque. Não olhou para trás. Eu, com 15 anos, segurava um pequeno saco de viagem junto ao peito, tentando conter as lágrimas. Ela parou apenas uma vez, para ajeitar os óculos escuros e me lançar uma última frase cortante: “Você vai se virar”. Sem abraço, sem plano, sem despedida.

    Eu me chamo Madison. E se você está lendo isso, fique comigo. Já foi deixado para trás por quem deveria te amar mais do que tudo?

    Fiquei ali, parada, enquanto o burburinho do aeroporto me engolia. Famílias felizes passavam, abraçando-se e rindo, enquanto minha mãe caminhava com seu novo marido e os filhos dele. Uma nova família. A família dela. Eu era apenas a bagagem que ela não quis pagar para despachar.

    Minhas mãos tremiam tanto que quase deixei meu celular cair. Tinha 47 dólares. Sem passagem de volta, sem plano. Por um momento, pensei que ia desmaiar. Então me lembrei de um nome enterrado há anos. O nome que minha mãe pronunciava com desprezo: meu pai. Ela dizia que ele era um nada, que nos abandonou, que nunca me quis. Mas ali, sozinha no terminal, decidi correr o risco.

    Encontrei o número em uma conversa antiga. Com as mãos trêmulas, disquei. Tocou duas vezes, até que uma voz firme atendeu: “Madison?” Minhas pernas quase cederam. “Pai… Me ajuda…”

    Horas depois, ao entardecer, um jato privado pousou. As pessoas se amontoaram para ver. E então ele apareceu. Alto, de terno escuro, olhos idênticos aos meus. Abriu os braços e gritou: “Madison!” Corri para ele. Um abraço quente, seguro, que eu não sentia há uma década.

    Dentro do avião, o silêncio me fazia ouvir minha própria respiração. Meu pai me observava com uma mistura de dor e promessas. “Agora você está segura”, disse. Essa palavra quase me desmontou. “Ela me deixou como se eu fosse nada…”

    Seus olhos endureceram. “Ela sempre foi egoísta. Mas abandonar você assim… isso eu não vou perdoar.”

    A casa dele era como algo saído de um sonho. Vidro e pedra, no alto de uma colina. Uma vista que fazia o mundo parecer pequeno. A equipe da casa me tratava com respeito. Cama macia, comida quente, roupas novas, afeto real. Pela primeira vez, ninguém me pediu nada em troca.

    Meu pai ficou sempre por perto. Calmo, protetor. Quando perguntei sobre minha mãe, ele apenas respondeu: “Ela vai aprender o que significa abandonar o próprio sangue”.

    Dias depois, ele revelou o plano: ela havia usado dinheiro que não era dela para bancar a viagem com o novo marido. Ele contratou advogados. Em breve, ela voltaria para uma casa vazia, contas bloqueadas e um aviso de despejo na porta.

    Duas semanas depois, meu pai me entregou o celular. Era ela. “Madison, onde você está?”, sua voz tremia. “Com o papai”, respondi. Ela engasgou. “Depois de tudo?”

    “Depois de me abandonar no aeroporto?”

    “Foi um mal-entendido!”

    Eu ri. Ríspida. “Sozinha, com 15 anos?”

    Ela choramingou. “A casa, o dinheiro… sumiu tudo!”

    Olhei para meu pai, calmo e firme. “Você devia ter pensado nisso antes”, respondi. Ela gritou: “Essa casa é minha!”

    “Era dele. E você perdeu”.

    Ela tentou me convencer a voltar. Mas eu já sabia a verdade. “Não. Não estou voltando.” Desliguei.

    Nos dias seguintes, cartas legais chegaram. Ela tentava recuperar a casa, o dinheiro, a mim. Alegava danos emocionais. Os advogados resolveram tudo. Não restou nada para ela.

    Finalmente, veio o julgamento. Eu a vi sentada, sozinha, abatida. Quando tentei falar comigo, levantei a mão:

    “Não. Acabou.”

    A justiça confirmou: nenhum direito sobre mim. Quando ela tentou me seguir, a segurança a conteve. Olhei para trás e nada senti. Não dor. Não raiva. Apenas… paz.

    Hoje, estou de volta à escola, com professores e conselheiros que se importam. Tenho um lar. Um pai que luta por mim. E um futuro inteiro pela frente. Não sou mais a garota abandonada no aeroporto. Sou a garota que encontrou seu caminho de volta para casa.

  • Paolla Oliveira fala sobre cena de nudez histórica e faz revelação

    Paolla Oliveira fala sobre cena de nudez histórica e faz revelação

    Paolla Oliveira fala sobre cena de nudez histórica e faz revelação

    Paolla OliveiraPaolla Oliveira – Globo/Marcos Serra Lima

    Durante uma entrevista ao jornal Extra, Paolla Oliveira falou sobre uma das cenas mais lembradas da minissérie Felizes para Sempre?, da TV Globo, exibida em 2015. No trecho, a atriz aparece seminua, de costas, usando apenas a parte de baixo da lingerie. A sequência ganhou repercussão imediata e segue presente nas conversas quase uma década depois.

    Escolha por papéis fora da zona de conforto

    Na conversa, Paolla explicou o que motivou sua participação na produção dirigida por Fernando Meirelles. “Eu estava fazendo muitas novelas e queria algo diferente. A primeira coisa que me perguntaram foi se eu aceitaria fazer um teste. Topei na hora. Foram os primeiros movimentos de uma Paolla destemida.”

    Ela também refletiu sobre a diferença entre suas mocinhas em novelas e personagens como Danny Bond, sua figura na minissérie. “Eu tenho as mocinhas que tentaram me enquadrar, e que eu amo de paixão, mas eu me renovo através das personagens que me tiram do eixo, que me deixaram mostrar uma nova Paolla, como a Danny Bond.”

    Nudez e naturalidade em cena

    Paolla Oliveira relembra cena em que aparece seminua em série que completa dez anos: 'As pessoas gostam' - Alagoas Brasil Notícias

    A atriz comentou como vê a recepção do público diante da exposição em cena. “As pessoas gostam. Uma cena de nudez é muito naturalizada por nós. É uma cena que tá na nossa vida: a gente namora e tira roupa, certo? A internet tá aí para provar que tem algumas coisas que não saem de moda.”

    Segundo Paolla, a cena quase não entrou no episódio. Ela compartilhou uma fala do diretor:
    “As pessoas gostam e ainda vira comentário. Nunca me esqueço da frase do Fernando Meirelles que falou: ‘A sequência seria tão perfeita quanto se não tivesse aquela cena. Eu quase tirei, mas deixei’. Poderia não ter aquilo, poderia ser um romance sem um beijo na boca, por exemplo, que ainda causaria tanto frisson.”

  • Viih Tube chora ao ganhar surpresa de Eliezer e dos filhos após dias viajando

    Viih Tube chora ao ganhar surpresa de Eliezer e dos filhos após dias viajando

    Viih Tube chora ao ganhar surpresa de Eliezer e dos filhos após dias viajando

    Viih Tube se emociona ao ganhar surpresa da famíliaViih Tube se emociona ao ganhar surpresa da família — Foto: Reprodução/ Instagram

    Viih Tube, de 24 anos de idade, foi surpreendida, neste sábado (2), por Eliezer, de 35 anos, e pelos filhos, Lua, de 2 anos, e Ravi, de 8 meses, com uma homenagem emocionante após retornar para casa depois de dias viajando a trabalho. A influenciadora não conseguiu segurar a emoção ao receber o carinho da família, que celebrou seu retorno com muito amor e alegria.

    “Cheguei em casa e tinham feito uma surpresa para mim. Amo tanto vocês”, escreveu a ex-BBB. Eliezer e os filhos prepararam um cenário especial com fotos deles, acompanhado de mensagens como “Nós te amamos”, além de uma música tocando na caixinha de som para recepcionar Viih, que estava gravando um projeto da sua marca Baby Tube.

    Viih Tube se emociona ao ganhar surpresa de Eliezer e dos filhos
    Viih Tube chora ao ganhar surpresa de Eliezer e dos filhos após dias  viajando; vídeo

    Viih Tube se emociona ao ganhar surpresa de Eliezer e dos filhos

  • Camila Queiroz exibe barriga da 1ª gravidez em novas fotos pela Espanha, e Bruna Marquezine elogia

    Camila Queiroz exibe barriga da 1ª gravidez em novas fotos pela Espanha, e Bruna Marquezine elogia

    Camila Queiroz exibe barriga da 1ª gravidez em novas fotos pela Espanha, e Bruna Marquezine elogia

    Camila Queiroz segue com 'babymoon' para a Espanha e web reage: 'Gravidinha tão perfeita'Camila Queiroz segue com ‘babymoon’ para a Espanha e web reage: ‘Gravidinha tão perfeita’ — Foto: Reprodução/Instagram

    Camila Queiroz, de 32 anos de idade, compartilhou com seus fãs, na manhã deste sábado (2), novos cliques da viagem babymoon que está fazendo com o marido, Klebber Toledo, de 39 anos. O casal iniciou a viagem pré-bebê em Roma, na Itália, e agora chegou a Ibiza, na Espanha. “Hola, cariño (Olá, querido – em tradução livre)”, escreveu ela na legenda do álbum de fotos.

    Nos comentários, internautas reagiram: “Que gravidinha tão perfeita”, “Você está radiante”, “Preciosa”, “Como pode ser a mulher mais linda do mundo”, “A grávida mais linda”, e muito mais.

    Algumas famosas também deixaram suas mensagens na publicação. “Minha Barbie grávida mais linda do mundo”, escreveu Jeniffer Nascimento. “Você já era a coisa mais linda desse mundo, agora eu não tô aguentando, Cami”, comentou Bruna Marquezine.

    O que é ‘babymoon’?

     

    O termo “babymoon” combina as palavras “baby” (bebê) e “honeymoon” (lua de mel), referindo-se a uma viagem romântica que casais fazem ainda durante a gravidez, antes da chegada do filho que esperam. É esperado que, na “babymoon”, o casal desfrute de momentos mais íntimos e relaxantes enquanto ainda são apenas dois. Uma viagem de casal antes de se tornarem pais.

    A prática tem se tornado cada vez mais popular entre os papais que querem celebrar a despedida dessa fase da vida apenas a dois, aproveitando não apenas para descansar como também para se preparar para as mudanças que o bebê vai trazer.

    Confira os cliques:

     

    Camila Queiroz segue com 'babymoon' para a Espanha e web reage: 'Gravidinha tão perfeita' — Foto: Reprodução/InstagramCamila Queiroz segue com ‘babymoon’ para a Espanha e web reage: ‘Gravidinha tão perfeita’ — Foto: Reprodução/Instagram

    Camila Queiroz segue com 'babymoon' para a Espanha e web reage: 'Gravidinha tão perfeita' — Foto: Reprodução/InstagramCamila Queiroz segue com ‘babymoon’ para a Espanha e web reage: ‘Gravidinha tão perfeita’ — Foto: Reprodução/Instagram

    Camila Queiroz segue com 'babymoon' para a Espanha e web reage: 'Gravidinha tão perfeita' — Foto: Reprodução/InstagramCamila Queiroz segue com ‘babymoon’ para a Espanha e web reage: ‘Gravidinha tão perfeita’ — Foto: Reprodução/Instagram

    Camila Queiroz segue com 'babymoon' para a Espanha e web reage: 'Gravidinha tão perfeita' — Foto: Reprodução/InstagramCamila Queiroz segue com ‘babymoon’ para a Espanha e web reage: ‘Gravidinha tão perfeita’ — Foto: Reprodução/Instagram

    Camila Queiroz segue com 'babymoon' para a Espanha e web reage: 'Gravidinha tão perfeita' — Foto: Reprodução/InstagramCamila Queiroz segue com ‘babymoon’ para a Espanha e web reage: ‘Gravidinha tão perfeita’ — Foto: Reprodução/Instagram

    Camila Queiroz segue com 'babymoon' para a Espanha e web reage: 'Gravidinha tão perfeita' — Foto: Reprodução/InstagramCamila Queiroz segue com ‘babymoon’ para a Espanha e web reage: ‘Gravidinha tão perfeita’ — Foto: Reprodução/Instagram

    Camila Queiroz segue com 'babymoon' para a Espanha e web reage: 'Gravidinha tão perfeita' — Foto: Reprodução/InstagramCamila Queiroz segue com ‘babymoon’ para a Espanha e web reage: ‘Gravidinha tão perfeita’ — Foto: Reprodução/Instagram

    Camila Queiroz segue com 'babymoon' para a Espanha e web reage: 'Gravidinha tão perfeita' — Foto: Reprodução/InstagramCamila Queiroz segue com ‘babymoon’ para a Espanha e web reage: ‘Gravidinha tão perfeita’ — Foto: Reprodução/Instagram

    Camila Queiroz segue com 'babymoon' para a Espanha e web reage: 'Gravidinha tão perfeita' — Foto: Reprodução/InstagramCamila Queiroz segue com ‘babymoon’ para a Espanha e web reage: ‘Gravidinha tão perfeita’ — Foto: Reprodução/Instagram

  • Karoline Lima sensualiza na orla em meio a batalha judicial com Éder Militão

    Karoline Lima sensualiza na orla em meio a batalha judicial com Éder Militão

    Karoline Lima sensualiza na orla em meio a batalha judicial com Éder Militão

    Karoline LimaKaroline Lima – Fabrício Pioyani/ AgNews

    Karoline Lima aproveitou o sábado de inverno para aproveitar o clima quente no Rio de Janeiro. A modelo foi flagrada na praia da Barra da Tijuca, onde chamou atenção com um look ousado, composto por um top em formato de estrela do mar e uma saia coral com estampa de onça. Os acessórios dourados completaram a produção vibrante e inspirada no tema marinho.

    Além da escolha de roupa, o visual também ganhou um novo destaque: o tom de loiro mudou. Em uma postagem feita na sexta-feira, 1º de agosto, Karoline mostrou aos seguidores o resultado da transformação capilar. “Eu pedi pro Danilo Herbert fazer no meu cabelo o que ele quisesse… e foi isso que ele entregou!”, disse. Ela contou que a mudança trouxe o Blonde Areia, uma coloração que, segundo ela, traduz “elegância e sensualidade”.

    A cearense ganhou notoriedade como influenciadora digital e modelo, especialmente após se relacionar com Éder Militão, zagueiro do Real Madrid. Durante os jogos do ex-namorado, Karoline narrava as partidas nas redes sociais com bom humor, o que ampliou sua base de seguidores. No entanto, a separação do casal aconteceu no fim da gestação de Cecília, filha dos dois, após Karoline afirmar que foi traída.

    Disputa judicial e conflitos após separação

    Karoline Lima vence ação judicial aberta por Militão

    Desde o rompimento, a influenciadora e o jogador enfrentam desentendimentos públicos. Militão entrou com uma ação judicial em julho de 2024, solicitando a guarda unilateral da filha. O jogador alega alienação parental e expressou o desejo de levar Cecília para morar com ele na Espanha.

    Karoline, por sua vez, passou a residir no Rio de Janeiro em maio, logo após assumir namoro com o jogador Léo Pereira, do Flamengo. A decisão, de acordo com pessoas próximas, teria motivado retaliações por parte de Militão. Entre as atitudes apontadas estariam a demissão da babá da filha e o corte do pagamento das aulas de natação.

    A pensão também virou motivo de disputa.

    Éder Militão propôs pagar apenas R$ 6 mil mensais, mesmo recebendo um salário bruto de R$ 6,5 milhões. Ao mesmo tempo, a influenciadora enfrenta críticas e segue dividindo a atenção entre a carreira e a vida pessoal. Após um breve romance com Gui AraújoKaroline reforça o atual relacionamento com Léo Pereira, demonstrando sintonia inclusive em aparições públicas.

  • Diego Alemão propõe desafio nos ringues e Popó aceita. Como será a luta?

    Diego Alemão propõe desafio nos ringues e Popó aceita. Como será a luta?

    Diego Alemão propõe desafio nos ringues e Popó aceita. Como será a luta?

    fotomontagem de diego alemão e popóFoto: Reprodução/Instagram @diegogasques e @popofreitas/Montagem

    Acelino Popó Freitas terá um novo adversário no ringue. Aos 48 anos, o tetracampeão mundial aceitou o desafio feito por Diego Alemão, vencedor do “Big Brother Brasil 7”. Aos 44 anos, Alemão já começou sua preparação para o combate e, antes e mais nada, diz que não teme o histórico do pugilista.

    BBB: Diego Alemão desafio Acelino Popó para luta

    “Ele vai ter que me olhar nos olhos e me respeitar”, afirmou Alemão, sinalizando acima de tudo confiança no próprio desempenho.

    Diego contará com seis meses de treino antes do confronto, tempo que considera suficiente para entrar em igualdade com Popó. O pugilista, aliás, tem se envolvido em duelos com celebridades e acumulado resultados expressivos. Em fevereiro de 2023, ele nocauteou Kleber Bambam em apenas 36 segundos. Em maio de 2024, superou Duda Nagle após seis rounds no Fight Music Show. Além disso, teve um empate polêmico com Whindersson Nunes, em 2022, após contagens e interrupções antecipadas dos rounds.

    Detalhes da luta de Popó e Duda Nagle

    No Fight Music Show realizado em maio, Duda Nagle enfrentou Popó em sua estreia no boxe. A luta aconteceu na Arena Vibra, em São Paulo. O ator chegou a sofrer cinco knockdowns, mas resistiu até o final do sexto round. Os juízes decidiram por unanimidade a vitória do pugilista, com placares de 60-49, 60-49 e 60-48.

    Mesmo com a derrota, Duda recebeu aplausos do público. “Eu só podia fazer meu melhor. A partir do segundo round, vi que já estava embaçado só na questão de sobrevivência e de honra”, disse o ator.

    Ao término do combate, Popó reconheceu o esforço do oponente. “Parabéns, cara, seu aniversário hoje. Eu não queria na verdade um presente desses. Mas tem algo que a gente escolhe na vida, é ser presenteado. Eu te dei esse presente, mas foi você que deu esse presente para essas pessoas aqui.”

    Duda completava 42 anos no dia da luta. Após o evento, agradeceu a oportunidade e enalteceu Popó. “Uma tremenda honra, eu admiro muito a trajetória dele. Sou um ator que quero fazer cinema de ação, contar a história de grandes campeões como ele, acredito muito no potencial do Brasil para isso.”

  • Bruno Henrique vira réu no STJD e pode pegar até 2 anos de suspensão

    Bruno Henrique vira réu no STJD e pode pegar até 2 anos de suspensão

    Bruno Henrique vira réu no STJD e pode pegar até 2 anos de suspensão

    Bruno Henrique pode ficar até 2 anos fora dos gramadosBruno Henrique pode ficar até 2 anos fora dos gramados – Foto: Gilvan de Souza /CRF

    Bruno Henrique entrou na mira da Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que o denunciou na noite desta sexta-feira, junto com outras cinco pessoas. O atacante do Flamengo responderá por supostamente ter forçado dois cartões amarelos durante uma partida contra o Santos, no Campeonato Brasileiro de 2023, com o objetivo de favorecer apostadores.

    A denúncia, revelada primeiramente pelo Uol, enquadra o atleta em quatro artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD): 243, 243-A, 184 e 191. Também aparece na acusação o artigo 65 do Regulamento Geral de Competições da CBF.

    Conforme o texto legal, o artigo 243 trata de “atuar deliberadamente, de modo prejudicial à equipe que defende”, sendo agravado quando há ganho financeiro. A punição prevista vai de 360 a 720 dias de suspensão. Já o artigo 243-A aborda atitudes contrárias à ética esportiva com o intuito de interferir no resultado de uma partida, o que pode render de 12 a 14 jogos de gancho.

    “O comportamento ilícito do atleta pode ser enquadrado no conceito de spot-fixing, definido como uma forma específica de manipulação de resultados esportivos, na qual um evento ou ação isolada dentro de uma partida é deliberadamente manipulado para beneficiar apostas ou interesses indevidos”, consta no documento da Procuradoria.

    A denúncia ainda aguarda avaliação da primeira instância do Tribunal, que irá decidir se aceita os termos e os artigos aplicados ao caso. O julgamento ainda não tem data definida, mas o processo precisa encerrar no prazo máximo de 60 dias. Mesmo envolvido na investigação, Bruno Henrique deve entrar em campo neste domingo, às 18h30, contra o Ceará, pelo Campeonato Brasileiro.

    Conversas entregam possível combinação com irmão

    Bruno Henrique é denunciado pelo STJD por manipulação e pode ser suspenso  por até dois anos - Estadão

    O caso se torna ainda mais delicado com os elementos reunidos pelo Ministério Público, que aponta Bruno Henrique como autor de um aviso prévio ao irmão, Wander Nunes Pinto Júnior, sobre o momento exato em que tomaria o cartão amarelo. O episódio aconteceu no jogo contra o Santos, realizado no Estádio Mané Garrincha, em Brasília — o que justifica a tramitação do caso no Distrito Federal.

    Trechos de conversas entre os irmãos, revelados na investigação, indicam que Wander teria solicitado a informação antecipada. “Quando o pessoal mandar tomar o 3 liga nós hein kkkk”, escreveu o irmão. Bruno, por sua vez, respondeu com a data: “Contra o Santos”. Em seguida, completou: “Não vou reclamar”, e mencionou que só tomaria o cartão “se entrar duro em alguém”. Com a confirmação, Wander celebrou: “Boua já vou guardar o dinheiro investimento com sucesso”.

    Além de Bruno e Wander, também há denuncias contra Claudinei Vitor Mosquete Bassan, Andryl Reis e Douglas Barcelos. Todos mantêm registros como atletas amadores e teriam se valido das informações privilegiadas para realizar apostas esportivas. A denúncia aponta que eles utilizaram os dados fornecidos para lucrar indevidamente com o cartão amarelo de Bruno.

    Ludymilla Araújo Lima, esposa de Wander, e Poliana Ester Nunes Cardoso, prima do atacante, também aparecem nas investigações como participantes do esquema. Embora ainda não haja informação oficial sobre a punição para os envolvidos, todos correm o risco de enfrentar sanções desportivas severas. Isso além de possíveis implicações criminais.

    Cartão amarelo e expulsão

    O caso ganhou força nesta semana após o blog de Diogo Dantas informar que a Procuradoria havia concluído o relatório da investigação. A denúncia formal precisava ser apresentada até o dia 6 de agosto. A tendência já apontava para o indiciamento de Bruno Henrique e dos demais envolvidos.

    Durante o jogo em questão, o atacante não apenas recebeu o cartão amarelo previsto, como também foi expulso após discutir com o árbitro — agravando a suspeita de que tudo fazia parte de uma ação planejada. Se condenado, o jogador poderá ser afastado por até dois anos, além de sofrer prejuízos à imagem em um momento em que o Flamengo briga pelas primeiras posições no Brasileirão.