Author: minhquang8386

  • CARRO DA PETISTA FOI ARREMESSADO DE PENHASCO ENQUANTO SE DIRIGIA PARA COMUNIDADES CARENTES!

    CARRO DA PETISTA FOI ARREMESSADO DE PENHASCO ENQUANTO SE DIRIGIA PARA COMUNIDADES CARENTES!

    O dia 5 de agosto, marcado por tensões políticas nacionais, foi brutalmente interrompido por um evento que expôs de forma crua a polarização e a inumanidade que permeiam o cenário brasileiro: o grave acidente envolvendo Jaciara Machuga, uma combativa ativista progressista de São Bento do Sul, em Santa Catarina. Conhecida em suas redes como “Um Pontinho Vermelho em Santa Catarina”, Jaciara dedica sua vida a visitar e apoiar comunidades vulneráveis, levando as demandas da base popular ao governo federal. Em sua mais recente jornada, o caminho quase a levou à morte.

    O Acidente: Um Milagre na Serra de Corupá

    O título da notícia reverberou com impacto: o carro da ativista foi arremessado de um precipício. A realidade, descrita por ela em meio ao choque e ao trauma, era igualmente devastadora. Enquanto se dirigia às comunidades carentes, seu veículo deslizou em uma mancha de óleo na pista da serra de Corupá, capotando e caindo em uma ribanceira profunda. Em uma gravação feita logo após o ocorrido, Jaciara relata o desespero: “Nosso carro caiu lá na ribanceira. Está todo mundo machucado, mas nós estamos vivos… Não sobrou nada. Não tem um sinal de nada aqui, de nada, de nada aqui na serra de Corupá.”

    O medo, o receio e a incerteza de sobreviver foram gigantescos. O isolamento era total; sem sinal de celular, o socorro demorou. Por um “milagre divino”, ela e as pessoas que a acompanhavam sobreviveram. A perda material, no entanto, foi total. Seu carro, ferramenta essencial de seu ativismo, foi dado como perda total. E aqui reside um golpe ainda maior na sua capacidade de trabalho: o veículo estava sem seguro – a vistoria seria feita no dia seguinte.

    Para Jaciara, que diariamente usa o carro para se deslocar entre cidades e levar projetos e assistência, a perda é imensurável. “Meu carro era os meus pés, minhas pernas,” desabafou ela, sublinhando a impossibilidade de manter o ritmo de visitas e apoio a famílias carentes sem esse meio de transporte.

    A Reação Desumana: O Ódio Contra a Solidariedade

    No momento em que Jaciara e seus companheiros se recuperavam do susto e das dores, o que se esperava de solidariedade cedeu lugar a uma onda de ódio nas redes sociais. A ativista e seus apoiadores tiveram que lidar com a barbárie de comentários maldosos de opositores que, em vez de oferecerem compaixão, celebraram a tragédia com piadas de mau gosto. Comentários como “deu PT no carro” e até mesmo desejos explícitos de morte foram dirigidos à militante.

    Essa reação atroz, que demonstra a falência da empatia em certos setores da sociedade polarizada, reforça a gravidade da perseguição política que a ativista, segundo seus apoiadores, já sofria. “Nossa amiga já foi ameaçada de morte várias vezes. Passamos por isso juntos aqui no canal,” relatou um parceiro. Essa hostilidade contra um ato de humanidade – o trabalho de Jaciara com vulneráveis – expõe a profundidade da crise ética e da inumanidade que contaminou o debate público brasileiro. É um lembrete sombrio de que “um certo número de pessoas que se dizem humanas não merecem esse rótulo,” como pontuou um de seus amigos.

    A Luta que Não Pode Parar: O Apelo por Solidariedade

    Diante da perda e da impossibilidade de interromper a caminhada em prol dos mais necessitados, o campo progressista se mobilizou. Foi lançada uma vaquinha online (financiamento coletivo) para que Jaciara possa comprar um novo carro e continuar seu trabalho, “defendendo a esquerda em Santa Catarina.”

    O apelo é direcionado a todos que acreditam na importância da luta de base: “Eu não posso parar a minha caminhada e meu carro era os meus pés, minhas pernas… Eu preciso da tua ajuda. Da tua ajuda com o que você puder ajudar. Não importa o valor,” rogou Jaciara em seu depoimento. A ajuda não é apenas para repor um bem material, mas para garantir a continuidade de um projeto social e político essencial que leva os projetos da esquerda e as demandas das comunidades ao governo federal. É um ato de resistência contra a tentativa de calar a voz e a ação da militância em um estado com histórico de forte oposição.

    Seja com R$ 1, R$ 5, R$ 500, uma mensagem de apoio ou o simples compartilhamento, a solidariedade é o contraponto à crueldade demonstrada pelos haters.

    Jaciara: Um Microcosmo da Batalha Nacional em Brasília

    O acidente e a resposta política a ele funcionam como um microcosmo das batalhas travadas diariamente nas esferas superiores do poder em Brasília. O canal que veiculou a história de Jaciara dedica grande parte de sua análise ao cenário político, traçando um paralelo entre a perseguição à ativista e os movimentos que buscam minar a democracia e as instituições.

    A abertura da transmissão fez menção ao impacto das sanções unilaterais impostas ao Brasil e à firme atitude do presidente Lula em defesa das instituições, da soberania nacional, junto ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal (STF). A mobilização da sociedade, ressalta o canal, foi crucial para isolar “os traidores” e seus aliados no país.

    Recentemente, a tensão atingiu o ponto máximo com a aprovação de uma medida controversa na Câmara dos Deputados que buscava a redução de pena para o ex-presidente, uma ação vista como uma “pequena blindagem” e, segundo a análise, inconstitucional. O presidente Lula prontamente anunciou o veto, reafirmando o compromisso com a prevalência da democracia e da justiça. Os fatos no plenário foram descritos como inaceitáveis, onde quem deveria defender a democracia flertou com o fascismo. Houve relatos de um parlamentar do campo democrático popular sendo arrastado e a imprensa sendo colocada para fora do plenário, impedida de acompanhar.

    A Crise de Liderança na Câmara e a Força da Resistência

    A crise de liderança e a perseguição aos parlamentares de esquerda também ocuparam grande espaço na análise. O canal dirigiu duras críticas ao presidente da Câmara, Hugo Mota, e ao ex-presidente da Casa, Arthur Lira, apontados como figuras que atuam contra o campo progressista.

    Hugo Mota, em um episódio citado no vídeo, teria dado a ordem para desligar a transmissão da Câmara e acionar a polícia contra jornalistas – o que foi caracterizado como “jogar o avião em cima dos brasileiros e da democracia brasileira.” A avaliação é de que Mota politicamente se mostrou “pequenininho” e um “vassalo”, um “fantoche” que não tem vontade própria e é “tchutchuca” com a extrema-direita e “tigrão” contra o campo progressista, seguindo os passos de seu “ídolo”, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, cujo destino foi a prisão.

    Hugo Motta: de pupilo de Cunha a presidente da Câmara - Nexo Jornal

    O caso da tentativa de cassação do deputado federal Glauber Braga (PSOL) é o exemplo mais eloquente da tensão. A Câmara tentou cassar o mandato do parlamentar por oito anos, devido a suas veementes denúncias contra o Orçamento Secreto e as ações de Arthur Lira e Hugo Mota. O constrangimento foi tal que parlamentares do MDB, União Brasil e até do PSD, como Pedro Paulo, levantaram a voz contra o absurdo da cassação.

    A vitória popular, no entanto, prevaleceu. Graças à união do povo brasileiro, dos artistas, dos políticos e das pessoas comuns nas redes sociais, a Câmara recuou. O mandato de Glauber foi preservado, e a cassação foi substituída por uma suspensão de seis meses, mantendo seus direitos políticos. O deputado Glauber, que não tem contra si sequer uma acusação de desvio de dinheiro público, não baixou a cabeça e continuou a denunciar a corrupção e os desmandos, como o caso de Arthur Lira, investigado pela Polícia Federal no suposto superfaturamento de kits de robótica.

    No cenário oposto, o vídeo também lembrou o caso da deputada federal Carla Zambelli, que já deveria ter o mandato cassado, segundo a análise, devido a condenações em julgado por crimes graves, como a invasão de arquivos da justiça com um hacker e o episódio de ter corrido com uma arma atrás de um eleitor nas ruas de São Paulo, o que evidencia uma assimetria na aplicação da justiça e do regimento interno da Câmara.

    Apesar das tensões e da violência política, o canal faz um apelo à força da militância. A deputada federal Benedita da Silva, veterana da Constituinte de 1988, foi lembrada como um exemplo de combatividade ao rebater Hugo Mota em plenário, desmoralizando-o. Essa energia é a que o povo é convocado a levar às ruas no próximo domingo, dia 14, para impedir que a Câmara dos Deputados seja comandada por figuras que trabalham “nas sombras” e contra o interesse popular.

    A luta continua, seja nas ruas de Brasília, nas trincheiras digitais ou nas estradas de Santa Catarina. O carro de Jaciara era mais do que um meio de transporte; era um símbolo da presença da esquerda onde ela é mais necessária. Apoiar a vaquinha é, portanto, um ato de militância e de humanidade que ecoa as grandes batalhas pela justiça e democracia travadas no país.


    Para Continuar a Missão: Ajude Jaciara

    Para que Jaciara possa continuar seu trabalho, levando projetos e assistência às comunidades mais vulneráveis, sua ajuda é crucial. Para contribuir com a vaquinha ou oferecer uma mensagem de apoio, consulte os dados e as redes sociais da ativista que estão no link fixado no primeiro comentário.

  • URGENTE! Hugo Motta é DESMASCARADO e BRASIL se UNE em PROL de GLAUBER BRAGA! POVO NAS RUAS!

    URGENTE! Hugo Motta é DESMASCARADO e BRASIL se UNE em PROL de GLAUBER BRAGA! POVO NAS RUAS!

    A Fuga que Revelou a Verdade:

    O plenário da Câmara dos Deputados se tornou palco de um dos momentos mais simbólicos e reveladores da política brasileira recente. Hugo Motta, na cadeira da Presidência, não suportou a pressão. Literalmente, levantou-se e abandonou o posto, fugindo do plenário no exato instante em que o deputado Glauber Braga subia à tribuna. A cena, capturada pela história, não foi apenas um ato de covardia, mas a imagem da máscara caindo. A tentativa de silenciamento do parlamentar, que culminaria na destruição de uma carreira política de integridade rara, desmoronou em 48 horas graças a uma força que, mais uma vez, provou ser a mais poderosa do país: a indignação popular.

    O que se viu foi a concretização de uma vitória gigantesca para a democracia, um revés monumental para a articulação que opera nas sombras do poder. Para entender a dimensão desse triunfo, é preciso revisitar o plano que Hugo Motta tentou impor e, mais crucialmente, compreender o porquê de ele ter fracassado de forma tão retumbante.

    O Plano Cruel e a Humilhação Pública

    Tudo começou com uma humilhação que chocou o país: Glauber Braga sendo retirado à força do plenário pela polícia legislativa, tratado com truculência e desrespeito, arrastado para fora como se fosse um criminoso. Qual era o seu crime, afinal? O crime de ter apontado o dedo para a roubalheira institucionalizada, de ter denunciado o Orçamento Secreto e exposto a influência nefasta de Arthur Lira.

    O objetivo da Presidência da Câmara ia muito além de apenas expulsá-lo de uma sessão. O plano era simples em sua crueldade: destruir a trajetória política de um homem que, desde que se tornou deputado federal em 2009, jamais teve sequer uma acusação contra si, um parlamentar que jamais tocou em um centavo do dinheiro público. O alvo era caçar seu mandato e impor uma inelegibilidade de oito anos.

    A contradição, no entanto, era tão gritante que acordou o Brasil. Enquanto se tentava impor a pena máxima a um deputado que denunciava a corrupção, figuras acusadas de conspirar ativamente contra a democracia — como Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli e Ramagem — mantinham seus direitos políticos intactos, ou enfrentavam penas infinitamente mais brandas.

    O sistema estava disposto a julgar um deputado íntegro, que ousou denunciar esquemas de bilhões, no mesmo banco de réus de indivíduos acusados de golpismo. Carla Zambelli, que já se encontrava inelegível por decisão do Supremo Tribunal Federal, mantinha seus direitos políticos para transitar em julgado. Eduardo Bolsonaro, mesmo envolvido em conspirações no exterior, teve seus direitos mantidos. Mas Glauber, por defender a honra de sua mãe contra um provocador e, sobretudo, por denunciar Arthur Lira e o Orçamento Secreto, enfrentava a ameaça de ficar oito anos fora da política. A inversão de valores era grotesca e insustentável.

    O Balcão de Negócios e o ‘Vassalo’ do Centrão

    O momento escolhido para o ataque não poderia ter sido mais calculado. Hugo Motta articulava nos bastidores com nomes como Ciro Nogueira, Alcolumbre e Flávio Bolsonaro a aprovação de uma “pauta bomba” — uma anistia disfarçada que tinha o potencial de reduzir a pena de Jair Bolsonaro. Essa sincronia levantou todas as suspeitas em Brasília, expondo a verdadeira face das articulações em curso.

    Quem dá as cartas na Terceira Secretaria do Senado depois da renúncia de Flávio  Bolsonaro | Lauro Jardim - O Globo

    Conversas vazadas de deputados revelaram que o motivo por trás dessa “pauta bomba” era puramente financeiro: o Governo Federal não havia liberado emendas parlamentares. O que se desenhava era a Câmara sendo comandada não como um Poder da República, mas como um balcão de negócios, com Hugo Motta atuando como um “vassalo” e “fantoche” do Centrão, servil à extrema-direita e feroz contra o campo progressista.

    O comando, na verdade, emanava de Arthur Lira, envolvido em investigações da Polícia Federal por desvio de milhões de reais, e de figuras como Ciro Nogueira. A sombra de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara que terminou seus dias na prisão, pairava sobre a articulação. Se Hugo Motta buscava um modelo a seguir, o destino de Cunha era um alerta sombrio sobre o final da trajetória daqueles que instrumentalizam o poder legislativo para interesses escusos.

    O Tsunami de Revolta e a Virada Histórica

    O que os articuladores não previram foi a indignação massiva do povo brasileiro. As redes sociais explodiram em um “tsunami de revolta.” Pessoas comuns, ativistas, jornalistas e parlamentares de todos os espectros políticos começaram a questionar: caçar Glauber Braga, por quê?

    O constrangimento se instalou no Congresso Nacional. Deputados do Centrão, que costumam operar imunes à pressão externa, sentiram o peso do absurdo. Pedro Paulo (PSD/RJ), um adversário político de Glauber, subiu à tribuna para reconhecer publicamente o absurdo: “Nós vamos caçar o deputado federal Glauber Braga. Mas por quê? Não venham me dizer que foi por conta daquele episódio.”

    Ato raro, o reconhecimento da injustiça se espalhou. Parlamentares do MDB e do União Brasil se manifestaram. O próprio líder do governo, Zé Guimarães, subiu à tribuna constrangido. Nos bastidores, a mobilização era incansável, com figuras como Lindberg Farias articulando incessantemente, mostrando a injustiça que estava prestes a se concretizar.

    A bancada do PT se mobilizou, e figuras respeitadas, como Benedita da Silva, com sua mais de 80 anos e combatividade inabalável, confrontaram Hugo Motta diretamente, impedindo-o de reescrever a história e desmoralizando-o perante a sociedade. Saminha Bonfim, Talíria Petrone, Chico Alencar, Tarcísio Mota, Orlando Silva — todos se levantaram, todos enfrentaram o absurdo. A pressão cresceu a ponto de fazer com que cada deputado percebesse: votar pela cassação de Glauber seria votar pela própria hipocrisia institucionalizada.

    O Xeque-Mate na Tribuna

    Foi nesse clima de tensão máxima que Glauber Braga subiu à tribuna para fazer seu pronunciamento. Não houve pedidos de desculpas, nem submissão. Pelo contrário, o deputado intensificou as denúncias, voltando a apontar o dedo para Arthur Lira e Hugo Motta, mas o fez com uma calma cirúrgica que desarmou completamente a Presidência da Câmara. Foi nesse momento que Hugo Motta, incapaz de encarar a verdade e o peso da denúncia, abandonou covardemente a cadeira da Presidência.

    Então, veio a metáfora que destruiu qualquer argumento da Mesa Diretora. Glauber olhou para os colegas e lançou a pergunta definitiva: “Eu posso entrar nesse plenário com a cara coberta? Posso entrar com uma máscara onde as pessoas só vejam os meus olhos? Eu tenho certeza que se eu fizer isso, imediatamente esse plenário vai se revoltar e vai dizer: ‘Não pode ter deputado secreto discursando na tribuna.’”

    A pausa que se seguiu foi ensurdecedora. “Então,” ele continuou, “por que pode ter deputado secreto e senador secreto indicando bilhões de reais de emendas parlamentares?”

    A frase resumiu a hipocrisia do sistema em uma única e devastadora sentença. O silêncio no plenário era a prova de que não havia defesa para o indefensável. O Orçamento Secreto é uma vergonha institucionalizada, um escracho com a sociedade, onde fortunas do dinheiro público são negociadas sem que ninguém saiba quem pede o quê.

    Glauber expôs o contraste moral brutal entre ele e seus acusadores: 16 anos de mandato sem uma única acusação versus milhões em desvios apontados pela Polícia Federal contra Arthur Lira. Ele, defendendo a transparência; Hugo Motta, protegendo o orçamento secreto.

    A Vitória da Democracia e o Preço Político

    O resultado da pressão popular foi a reversão histórica: os oito anos de inelegibilidade foram transformados em uma suspensão de apenas seis meses. Os direitos políticos de Glauber Braga foram mantidos. Ele pode se candidatar, e sua trajetória política continua. O golpe falhou.

    Essa não foi apenas uma mudança de voto, mas a prova viva de que o sistema pode ser dobrado quando a voz coletiva se levanta. A Câmara recuou por medo. O medo do povo brasileiro. A pressão foi tão avassaladora que até deputados do Centrão perceberam que votar pela cassação seria o mesmo que admitir publicamente: protegemos golpistas enquanto perseguimos quem denuncia a corrupção.

    A vitória, portanto, não é apenas de Glauber Braga, mas de cada cidadão que se indignou, de cada deputado que teve a coragem de se levantar. Glauber está de pé, e mais forte, com sua história de integridade ecoando por todo o país, ostentando algo que seus algozes jamais terão: legitimidade moral.

    Hugo Motta, ao tentar silenciar Glauber, acabou por expor a si mesmo. A máscara caiu, e o Brasil inteiro viu o presidente da Câmara como o que ele realmente é: um fantoche faminto, um aliado da extrema-direita que persegue democratas e articula a anistia a golpistas no mesmo momento em que tenta destruir quem expõe esquemas de bilhões. O timing não engana.

    Ele usou a Presidência da Câmara como moeda de troca, chantageando o Planalto em troca de emendas. O jogo sujo e cínico que sangra o país foi completamente desnudado. Se o presidente da Câmara deseja seguir os passos de Eduardo Cunha, ele precisa saber que o destino de Cunha foi a prisão.

    O Brasil não pode avançar com um presidente da Câmara que protege aqueles que atacaram a democracia e destrói aqueles que a defendem. A vitória de Glauber Braga provou que a pressão popular funciona e que a mobilização transforma a realidade. Mas essa vitória precisa ser o começo, não o fim.

    O Próximo Passo: O Povo nas Ruas

    A resposta do povo brasileiro à truculência de Hugo Motta não se limitará às redes sociais. O recado final será dado nas ruas.

    No dia 14 de Dezembro, o povo será chamado a se manifestar nacionalmente para exigir a saída de Hugo Motta da Presidência da Câmara. O povo nas ruas é a democracia em ação, é a sociedade civil dizendo “chega.” É o exercício legítimo do direito de protestar contra autoridades que traem a confiança pública.

    Hugo Motta precisa cair porque, enquanto estiver no comando, a pauta da Câmara será sempre a mesma: proteger os corruptos, anistiar os golpistas e perseguir quem denuncia. A luta por Glauber não é apenas por um mandato; é uma luta pela alma da democracia brasileira. Hoje foi com ele, amanhã pode ser com qualquer deputado ou vereador que ousar enfrentar a corrupção institucionalizada. A ofensiva de Motta foi uma tentativa de intimidar todos os democratas, mas o tiro saiu pela culatra.

    O Brasil respondeu com um recado mais poderoso: Nós não vamos aceitar. Nós vamos defender quem tem a coragem de denunciar.

    A união da sociedade fez o sistema mais corrupto recuar. Agora é hora de dar o passo final, exigindo que a Câmara dos Deputados seja presidida por alguém com a mínima legitimidade moral. A história da queda de Hugo Motta, o fantoche, será escrita pela coragem de Glauber Braga, o íntegro, e pela força inquebrantável do povo brasileiro.

  • Economista destrói Lula ao vivo na Globo e prova que Bolsonaro salvou a economia do Brasil!

    Economista destrói Lula ao vivo na Globo e prova que Bolsonaro salvou a economia do Brasil!

    A Destruição em Tempo Real: O Economista Quebrou o Silêncio e a Ilusão

    O castelo de cartas da narrativa econômica governista desmoronou em rede nacional. Não se trata de uma crítica política genérica, mas de uma exposição baseada em dados frios e oficiais, extraídos diretamente do site do Tesouro Nacional. O que se viu foi a demolição da falácia de que a economia brasileira estaria em plena recuperação, confrontada pela realidade dura do aumento da carga tributária e de uma gestão fiscal que prefere onerar o cidadão a fazer o dever de casa: cortar gastos e privilégios.

    É neste cenário de desengano que a memória do brasileiro é acionada. O título que chocou o país sugere que a suposta “salvação da economia” de um passado recente, sob o governo Bolsonaro, está sendo rapidamente desmantelada por uma administração que, em vez de fazer escolhas responsáveis, volta ao método mais cômodo e danoso: aumentar a mordida no bolso da população para sustentar sua máquina de gastos. Este artigo se aprofunda nos números e nos escândalos institucionais que coadunam com a tese de que o país não está enfrentando uma crise de recursos, mas sim uma crise de gestão e ética.

    O Choque Tributário: O Governo Engorda Enquanto o Povo Aperta o Cinto

    Os dados apresentados são inequívocos e cristalinos. A carga tributária da União, considerando apenas os impostos federais, experimentou um aumento significativo e preocupante. As projeções oficiais indicam que o percentual alcançará alarmantes 21,4% do Produto Interno Bruto (PIB) até o final de 2024. Este crescimento da arrecadação supera o crescimento do próprio PIB, a inflação e, o mais cruel, a renda média do brasileiro.

    O que isso significa na prática? Significa que, enquanto o cidadão comum é forçado a apertar o cinto e fazer malabarismos com seu orçamento doméstico, o governo federal está, em uma ação sem precedentes recentes, aprofundando a mão no bolso da nação. A receita do governo cresce em uma velocidade insustentável em relação à capacidade produtiva e de ganho da população. É o Estado se tornando “obeso” às custas do empobrecimento de seus financiadores.

    A situação é ainda mais revoltante quando se adicionam os impostos estaduais e municipais à conta. Nessa soma completa, a carga tributária total do Brasil ultrapassa facilmente a marca dos 30%. O comentarista, ao vivo, teve de admitir a dura verdade que o brasileiro sente na pele todos os dias: pagamos uma carga de impostos digna de países desenvolvidos e ricos, mas recebemos em troca serviços públicos com a qualidade e a ineficiência de um país em colapso.

    A Escolha de Não Escolher: Sustentando a “Farra” com Seu Dinheiro

    A essência da crítica econômica não reside apenas no aumento dos tributos, mas na filosofia de gestão que o fundamenta. Diferentemente de governos que optam pela responsabilidade fiscal – buscando o equilíbrio por meio da contenção de despesas, do corte de supérfluos, da redução de privilégios e do combate ao desperdício –, a atual administração, conforme a análise do economista, opta pela via mais fácil e perversa: aumentar a carga tributária.

    O governo, na prática, não está fazendo escolhas. Não há um plano de corte de gastos. Não há redução da máquina pública ou uma cruzada real contra os privilégios. Há, simplesmente, a decisão de aumentar impostos para “sustentar a farra” das despesas crescentes. Medidas como a reoneração de setores, o aumento do IOF sobre cartões de crédito e outras ações recentes são exemplos claros dessa estratégia.

    Embora o governo tente justificar estas medidas como “meritórias”, destinadas a aperfeiçoar o sistema ou fechar distorções, o resultado prático é um só: mais dinheiro extorquido da sociedade. A ironia se torna tragédia quando se constata que, mesmo “mordendo” uma fatia maior da renda nacional, o governo ainda demonstra dificuldade em cumprir as metas fiscais que ele próprio estabeleceu. Isso, para muitos, não é apenas um sinal de incompetência; é a evidência de um projeto de descontrole orçamentário financiado pelo sacrifício da população.

    A Crise Ética Institucional: Crime Organizado na Cúpula do Poder

    A desmoralização econômica encontra um paralelo assustador na esfera institucional, revelando a extensão da crise ética que atinge os mais altos escalões da República. O Senador Alessandro Vieira, em um momento de extrema indignação e coragem, confrontou o Ministro Ricardo Lewandowski (em um debate sobre o crime organizado), escancarando a infiltração de interesses escusos no coração de Brasília.

    A definição do crime organizado foi reformulada em tempo real: não se trata apenas do indivíduo armado na favela, que é um sintoma da falência estatal, mas sim do poder infiltrado em gabinetes, escritórios e nas altas atuações da capital. O senador apontou que a principal via dessa infiltração se dá através do lobby e de uma advocacia que essencialmente se sustenta na venda de acesso a gabinetes de autoridades, inclusive nos tribunais superiores.

    O mais chocante é a menção a ministros que consideram “normal” ou “cotidiano” aceitar caronas em jatinhos particulares, notoriamente pagos pelo crime organizado. O relato é perturbador: o indivíduo que tem ciência da origem ilícita dos fundos entra no jatinho, viaja, participa de eventos de luxo pagos por essas fontes e, em seguida, retorna à capital para julgar casos na mais alta corte do país.

    Luís Roberto Barroso - ÉPOCA | Tudo sobre

    Diante disso, a discussão sobre um Código de Ética para o Supremo Tribunal Federal (STF) ressurge. A oposição do Ministro Luís Roberto Barroso à ideia, sob a alegação de que os ministros não têm problemas éticos e, portanto, não precisam de um código, é vista por muitos como um reflexo de uma desconexão com a realidade e com o sentimento de urgência da sociedade, que vê seu Judiciário em constante turbulência moral.

    O Caso Dias Toffoli: A Mulher de César e a Desmoralização do Supremo

    No epicentro dessa crise de credibilidade está o caso envolvendo o Ministro Dias Toffoli, exaustivamente criticado pelo jurista Walter Mairovitch. O Ministro, que já havia levantado suspeitas por sua participação em eventos copatrocinados por instituições financeiras sem revelar quem pagou sua conta de viagem, e por despesas públicas questionáveis, parece ter ultrapassado os “limites do suportável” com sua conduta recente.

    A suspeita atinge seu ápice em uma viagem em que o Ministro utilizou o mesmo jatinho que o advogado de um investigado. O momento é crucial: dois dias depois do episódio, o advogado em questão solicitou sigilo máximo no processo, e o Ministro Toffoli não apenas deferiu o pedido, mas também avocou para si a competência do caso no STF.

    Mairovitch evoca uma lição milenar, atribuída a Júlio César: “A mulher de César deve ser honesta, mas também parecer honesta ao povo.” O ponto central não é apenas a ilegalidade, mas a completa falta de zelo pela aparência de integridade que o cargo exige. O jurista acusa Toffoli de abusar de “boquinhas” e, com sua conduta, desmoralizar progressivamente o Supremo Tribunal Federal, uma instituição que, em teoria, deveria ser a “última trincheira da cidadania”. A conduta do Ministro, que envolve travamento de investigações importantes (como as da Lava Jato) e liberação controversa de verbas, demonstra um padrão que coloca sua atuação para além da legalidade estrita, adentrando uma zona nebulosa de suspeição ética que exige seu afastamento imediato dos processos em que há conflito de interesses.

    A Face do Mal e o Desmoronamento da Verdade

    O ex-presidente, referido no vídeo como “o descondenado”, ao rememorar seu passado de oposição, expôs uma faceta de sua retórica política. Ele admitiu ter viajado pelo mundo “falando mal do Brasil”, utilizando números exagerados e sem fontes para atacar governos anteriores, como a cifra de “30 milhões de crianças de rua” ou a menção a milhões de abortos. Essa confissão de que se utilizava de números não verificados, apenas para fins de aplauso em auditórios internacionais, levanta sérias dúvidas sobre a autenticidade e credibilidade de sua narrativa política atual.

    A verdade que emerge dos fatos e números oficiais é clara: a crise não é falta de dinheiro, mas falta de gestão. Não é incompetência eventual, mas sim um projeto deliberado de gastança e desresponsabilização fiscal. A cada novo dado oficial que se torna público, o castelo de areia construído pela militância e pelo governo se desfaz. A exposição corajosa de um economista em um veículo de grande audiência reforça a conclusão: Lula quebrou o Brasil ao optar por aumentar impostos e quem, invariavelmente, paga a conta final é você, o cidadão brasileiro que trabalha para sustentar um Estado que nunca entrega o que promete, mas que nunca perde a voracidade de arrecadar.

  • EXTRA! MORAES INTIMA HUGO MOTTA! GUSTAVO GAYER É INDICIADO PELA POLÍCIA FEDERAL: SÃO 4 CRIMES!

    EXTRA! MORAES INTIMA HUGO MOTTA! GUSTAVO GAYER É INDICIADO PELA POLÍCIA FEDERAL: SÃO 4 CRIMES!

    A Ruptura Institucional

    Em um dos movimentos mais decisivos e impactantes do cenário político-jurídico recente, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu uma decisão que não apenas anulou uma deliberação da Câmara dos Deputados, mas também impôs um ultimato direto ao presidente da Casa, deputado Hugo Motta. A ordem é clara e taxativa: o ato de não cassação do mandato da deputada Carla Zambelli é nulo, e Motta tem um prazo de 48 horas para declarar a perda do mandato da parlamentar e nomear o respectivo suplente. O confronto, agora de alto nível, não se limita a uma disputa de egos, mas sim a uma reafirmação categórica dos limites constitucionais e dos princípios do Estado Democrático de Direito.

    A decisão do ministro se fundamenta na jurisprudência consolidada do STF, que interpreta o artigo 55, § 6º, da Constituição Federal. Este dispositivo estabelece que um deputado ou senador perderá o mandato se for condenado criminalmente em sentença transitada em julgado. O verbo “perderá” — um imperativo categórico, e não um “poderá perder” — transforma a ação da Casa Legislativa em um ato vinculado à lei. Ou seja, não há margem para juízo de valor, oportunidade ou conveniência. A perda do mandato, neste caso, é um efeito automático e compulsório da condenação definitiva, cabendo à Mesa Diretora apenas a concretização administrativa do que já foi determinado pela Justiça.

    A Nulidade e o Vício Legal

    O ponto central da decisão de Moraes reside na declaração de nulidade do ato do Plenário da Câmara que, em votação, rejeitou a perda do mandato de Zambelli. No Direito Administrativo, um ato nulo é aquele que nasce com um vício insanável e não produz nenhum efeito jurídico válido, sendo considerado inexistente no mundo legal. É diferente de um ato anulável, que pode ser convalidado ou corrigido.

    O ministro argumentou que a deliberação da Câmara violou o Artigo 55 da Constituição e desrespeitou os princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade, além de configurar um flagrante desvio de finalidade. O desvio de finalidade é uma modalidade de abuso de poder, ocorrendo quando uma autoridade, embora competente para realizar um ato, o pratica com um objetivo diverso daquele previsto na lei ou na Constituição. No caso, a finalidade constitucional de deliberar sobre a perda de mandato foi distorcida para blindar uma parlamentar já condenada, subvertendo a própria ordem jurídica.

    O precedente que a Câmara tentou criar era de uma gravidade imensurável. A manutenção do mandato de Zambelli, mesmo após condenação definitiva, abriria a porta para que outros ex-parlamentares condenados, como o ex-deputado Paulo Maluf, solicitassem a anulação de suas próprias cassações e até mesmo indenizações. O próprio Maluf, por meio de seus advogados, sinalizou a intenção de acionar a Justiça, alegando o direito à isonomia. O STF, ao declarar a nulidade do ato, encerrou essa manobra política e restaurou a primazia da Constituição.

    O Dilema de Hugo Motta e o Risco de Dolo

    A ordem de Moraes não é apenas uma determinação judicial; é um xeque-mate. O ministro decretou a imediata perda do mandato de Carla Zambelli e determinou que Hugo Motta, na condição de presidente, efetive a posse do suplente em 48 horas, conforme o Regimento Interno da Câmara (Artigo 241).

    Críticas de deputados a Hugo Motta disparam nas redes - 11/12/2025 - Mônica  Bergamo - Folha

    Se Motta insistir em descumprir a ordem do STF, o cenário muda drasticamente. A resistência configurará o elemento que faltava para a abertura de um processo criminal: o dolo, que é a vontade consciente e livre de praticar uma ação (ou omissão) que se sabe ser contrária à lei.

    O não cumprimento da determinação judicial pode levar à responsabilização de Motta por uma série de crimes, incluindo:

      Crime de Responsabilidade: Por desobedecer a uma ordem legal do Poder Judiciário.

      Prevaricação/Omissão: Por deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício (a nomeação do suplente) para satisfazer interesse ou sentimento pessoal (ou de um grupo político).

      Desobediência à Ordem Judicial: Por não acatar a decisão do STF.

    A pressão sobre o presidente da Câmara é redobrada. Além do Judiciário, ele enfrenta críticas internas, inclusive do próprio campo político, com o presidente da Casa anterior, Arthur Lira, manifestando descontentamento com a gestão de Motta. O que antes parecia uma demonstração de força política na Câmara se transformou em uma armadilha legal de onde a única saída segura é a obediência à lei. A mensagem é: recuar e cumprir a Constituição para evitar o aprofundamento da crise e o risco de ir para a cadeia.

    A situação também levanta a questão do suplente, que tem o direito de assumir o cargo. Caso Motta persista na omissão, o suplente, um prejudicado direto, poderia acionar o presidente da Câmara por indenização por danos morais e materiais, além de entrar com uma representação criminal perante a Procuradoria-Geral da República.

    Julgamento Iminente e a Unanimidade Esperada

    Para selar o entendimento, o ministro Moraes solicitou ao presidente da Primeira Turma do STF, ministro Flávio Dino, o agendamento de uma sessão virtual para o dia seguinte, com o objetivo de que o colegiado decida se concorda ou não com a sua decisão.

    Embora o julgamento estivesse pendente, a expectativa de unanimidade era alta. A decisão de Moraes, como ele próprio destacou, está profundamente ancorada na jurisprudência sedimentada do Plenário do Supremo. Em situações análogas envolvendo parlamentares condenados com trânsito em julgado, o entendimento sempre foi de que a perda do mandato é automática, restando à Casa Legislativa apenas o ato de homologação. A Primeira Turma, ao analisar a questão, tenderia a endossar a decisão, reforçando o poder vinculante do entendimento constitucional e judicial.

    Os Casos Colaterais: Gayer, Gilvan e Bolsonaro

    A semana de turbulência legal no Congresso se somou a outras notícias relevantes, evidenciando uma forte atuação dos órgãos de controle.

    Gustavo Gayer Indiciado: O deputado federal Gustavo Gayer foi indiciado pela Polícia Federal por quatro crimes graves:

      Peculato (uso indevido de dinheiro público, muitas vezes ligado à corrupção).

      Organização Criminosa.

      Falsificação de Documento.

      Falsidade Ideológica.

    Segundo a PF, os crimes estariam ligados à lavagem de dinheiro de cota parlamentar por meio de uma OSIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). O indiciamento, que já foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), sinaliza a existência de indícios de autoria e materialidade dos fatos envolvendo o deputado e cerca de 20 pessoas.

    Gilvan da Federal Inelegível: O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) declarou o deputado Gilvan da Federal como inelegível por violência de gênero. A decisão barra sua participação nas próximas eleições, a menos que uma instância superior, como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), reverta o quadro, o que se mostra improvável dada a natureza da condenação.

    Decisão sobre Bolsonaro: Uma decisão judicial recente também afetou diretamente o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, com um prazo de 48 horas para o afastamento de carros, seguranças e assessores pagos pelo erário. A decisão foi baseada no entendimento de que, dada sua situação legal, ele não faz jus às benesses e custos que somavam cerca de R$ 1 milhão mensais, privilégios tradicionalmente concedidos a ex-chefes de Estado.

    A Vitória do Direito

    Em um balanço dos acontecimentos, o que emerge é a clara vitória do Direito e da Lei sobre a manobra política. A reação rápida do STF, personificada na figura do ministro Alexandre de Moraes, cortou pela raiz o que muitos viram como um ato golpista, capaz de minar a credibilidade do sistema de justiça e criar um perigoso precedente de impunidade para políticos condenados.

    O Estado Democrático de Direito exige que ninguém, nem mesmo as altas autoridades parlamentares, possa agir acima ou fora da lei. O que o STF fez foi simplesmente mandar cumprir a Constituição, restaurando a ordem onde a conveniência política tentou impor a barbárie legal. Hugo Motta agora se encontra encurralado: sua única saída constitucional é obedecer e dar posse ao suplente, reafirmando o respeito à lei para evitar o desmoronamento de sua própria posição e a abertura de um grave precedente criminal contra si. O recuo é a única opção diante do ultimato judicial.

  • HUGO MOTTA VIROU PIADA! JORNALISTAS DETONAM O PRESIDENTE MAIS FRACO DA HISTÓRIA

    HUGO MOTTA VIROU PIADA! JORNALISTAS DETONAM O PRESIDENTE MAIS FRACO DA HISTÓRIA

    A política brasileira acaba de testemunhar um dos mais notáveis espetáculos de desorganização e perda de controle na história recente do Congresso Nacional. No centro do furacão está o Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota, cuja liderança, segundo a análise uníssona de jornalistas e observadores políticos, não apenas foi abalada, mas desmoronou por completo, deixando-o como o presidente mais enfraquecido que a Casa já viu. O que era para ser uma demonstração de força e habilidade estratégica transformou-se em um autogolpe político, expondo uma face autoritária desprovida de autoridade.

    A crise culminou após uma semana de manobras tensas e o resultado fatídico da votação em plenário que manteve o mandato de uma parlamentar condenada e presa, Carlos Zambelli. O ex-presidente da Casa, Artur Lira, não hesitou em classificar a situação como uma “completa desordem” – um eufemismo que mal arranha a superfície do caos instalado. A promessa de ordem, disciplina e robustez política que se espera de um líder do calibre de Hugo Mota se esvaiu, e o preço dessa fragilidade, argumentam os analistas, será pago por toda a nação.

    O tiro de Mota saiu pela culatra. Sua manobra, destinada a agradar tanto a direita quanto a esquerda em uma tacada só, falhou miseravelmente. A análise que se segue, baseada nos comentários mais duros do cenário político-jornalístico, é um mergulho profundo nas razões pelas quais Hugo Mota, em um breve período, conseguiu o que parecia impossível: alienar seu próprio campo, surpreender o governo e, o mais grave, perder o respeito e o controle da casa que comanda.

    Zambelli afirma em depoimento que 'trabalharia' para indicar Moro a vaga no  STF - Jornal O Globo


    A Estratégia Falha: O Cálculo Político que Deu Errado

    A semana na Câmara começou com um cálculo político ousado – e desesperado – do presidente Hugo Mota. A ideia era colocar na mesma pauta as propostas de cassação dos mandatos de dois deputados em campos ideológicos opostos: a parlamentar Carlos Zambelli e o deputado Glauber Braga. O raciocínio era simples, porém ingênuo: caçar Zambelli (condenada e presa) para satisfazer a esquerda e caçar Braga (por uma agressão física a um colega) para contentar a direita. Mota buscava um equilíbrio artificial que, no final, resultou em zero.

    A estratégia fracassou totalmente. O plenário rejeitou a cassação de Zambelli, enquanto o caso de Braga resultou apenas em uma suspensão de seis meses. A assimetria da punição revelou a profundidade do problema ético e da falta de decoro dentro do Congresso. A bancada se viu diante de um paradoxo gritante:

      O Caso Zambelli: Uma pessoa condenada, presa e com trânsito em julgado na Itália, acusada de crimes graves como correr armada atrás de um desafeto e falsificar documentos. O óbvio jurídico e ético é que a prisão e condenação por tais atos configuram, inerentemente, falta de decoro que leva à perda do mandato. A recusa em cassar Zambelli, amparada por uma discussão pífia sobre “jurisprudência,” é, nas palavras dos comentaristas, um “completo absurdo” que envergonha o país.

      O Caso Braga: O deputado foi suspenso por um ato de indisciplina, um ato de agressão física em público. A Câmara considerou isso uma quebra de decoro passível de suspensão.

    O contraste entre a severidade dos atos de Zambelli (condenação definitiva, prisão, fuga) e a punição branda de perda de mandato, em oposição à punição aplicada a Braga, ilustra a total falta de lógica e a volatilidade do poder legislativo sob a gestão Mota. Essa decisão não é apenas ruim para o presidente, mas, como bem pontuado, “muito ruim para o Brasil,” pois estabelece um precedente perigoso de impunidade para crimes graves, desde que cometidos por parlamentares.


    Autoritarismo Sem Autoridade: O Dilema da Liderança

    O dilema de Hugo Mota, segundo os jornalistas, é ter mostrado uma “face autoritária” sem ter, de fato, a “autoridade” necessária para impor suas decisões. Durante a semana, ele tomou medidas drásticas que pareciam uma tentativa desesperada de firmar a mão:

    Censura à Imprensa: A imprensa foi censurada em momentos cruciais.

    Interrupção da TV Câmara: A transmissão da TV Câmara foi interrompida, como se a emissora e o plenário fossem propriedades particulares do presidente.

    Retirada de Deputado: Um deputado foi fisicamente retirado da mesa.

    Essas ações, que denotam um uso excessivo e indevido do poder administrativo, contrastam com a incapacidade de Mota de conduzir a votação de cassação. Ele mostrou-se capaz de censurar, mas incapaz de liderar o plenário para uma decisão que era amplamente esperada. O cálculo de Mota era simples: ele achava que, ao usar a máquina para mostrar força, convenceria a Casa a seguir seu roteiro.

    No entanto, o resultado da votação final provou o contrário: o autoritarismo de Mota não se traduziu em autoridade política. Seus próprios aliados e o “sindicato dos parlamentares” – termo usado para descrever a coesão da Casa na defesa mútua dos seus mandatos – o deixaram falando sozinho, jogando por terra qualquer pretensão de controle sobre o destino da Câmara.


    A “Traição Matinal”: Um Padrão de Imprevisibilidade

    Outro aspecto da gestão Hugo Mota que assusta o governo e a oposição é sua imprevisibilidade, rotulada ironicamente como a “traição matinal” – uma referência ao dramaturgo Nelson Rodrigues, cujos personagens traíam de manhã. Mota tem o hábito de fechar acordos importantes com líderes e ministros à noite, para, na manhã seguinte, desfazer o combinado e surpreender a todos com uma nova pauta bomba.

    O caso do Imposto de Renda é emblemático. O acordo foi fechado, anunciado em coletiva, e na manhã seguinte, Mota simplesmente o desfez. Essa atitude traiçoeira não é apenas um problema de relacionamento; é uma falha na coordenação política que afeta a governabilidade e a estabilidade econômica do país. O governo, acostumado a negociar os termos de um acordo, se vê constantemente “o marido traído,” precisando se preocupar com as movimentações do presidente da Câmara a partir da manhã, e não apenas no período da tarde, como era o padrão tradicional.

    A imprevisibilidade, portanto, torna-se a marca registrada de sua gestão. Um presidente que surpreende seus aliados e o governo com pautas bomba tiradas da cartola, que ressurge assuntos enterrados e que reverte acordos históricos, é um presidente que gera um ambiente de incerteza inadministrável. Os analistas concordam: “Não dá para ser [analisado].” A volatilidade da Câmara, sob Mota, transformou o país em um “trem fantasma,” onde cada hora é um novo susto.

    Marketing: por que Motta insistiu na aprovação do PL Antifacção


    A Imaturidade Política e o Custo da Impunidade

    Um dos comentários mais perspicazes sobre a situação de Hugo Mota reside na análise de sua “imaturidade política.” Com cerca de 35 ou 36 anos, Mota assumiu um dos cargos mais robustos e complexos da República. Parlamentares experientes observam que, ao chegar à presidência da Câmara, é essencial ter uma “robustez política” que lhe permita lidar com as pressões do cargo e as sutilezas do Congresso. Mota, segundo essa visão, assumiu uma missão “maior do que a sua maturidade, o seu preparo, sua capacidade.”

    Essa falta de preparo se manifesta no erro original e crônico de sua gestão: a impunidade.

    O fracasso em punir Carlos Zambelli não é um evento isolado, mas sim parte de um padrão que começou com a não punição dos parlamentares amotinados em agosto e o caso de Chiquinho Brazão, onde a Câmara optou pela omissão dolosa, deixando a perda do mandato acontecer apenas por decurso de prazo.

    A impunidade é um ciclo vicioso. Se o transgressor não é punido, ele não apenas incentiva novos atos de audácia no mesmo campo, mas abre a porta para que outros campos também transgridam, percebendo que as regras de decoro não serão aplicadas.

    O caso de Eduardo Bolsonaro é o exemplo mais recente. Se a Câmara entende que uma pessoa condenada a dez anos, presa, pode continuar deputada, o que dizer de um parlamentar que, mesmo não condenado definitivamente, protagonizou um projeto de retaliação contra o Brasil, buscando sanções comerciais e suspensão de vistos de autoridades nacionais, com o interesse explícito de livrar o pai da prisão e do processo? Os atos de Eduardo Bolsonaro, que se exilou no exterior para atuar contra os interesses do país, eram, no entender dos analistas, mais do que suficientes para uma cassação de outra natureza. No entanto, a Câmara, sob Mota, optou pela inação, esperando o tempo passar.

    Ao não punir, Mota incentiva a anarquia e a “casa de doido,” pavimentando o caminho para que Eduardo Bolsonaro, a julgar pelo resultado da última votação, também mantenha seu mandato. Se não há lógica ou decoro, a cassação de qualquer parlamentar se torna quase impossível.


    Conclusão: O Presidente Isolado e o Risco para o País

    Hugo Mota está, neste momento, “mal na foto com todo mundo.” Ele está indisposto com a opinião pública que esperava justiça e decoro. Ele está isolado de seu próprio campo político. Ele surpreendeu e traiu o governo. O “sindicato dos parlamentares,” que ele não conseguiu controlar, o expôs à fragilidade. O presidente da Câmara, que deveria ser o pilar da organização da Casa, tornou-se o principal agente da volatilidade e da incerteza.

    A ausência de uma liderança robusta, a série de erros estratégicos, a “imaturidade” política e a imprevisibilidade de suas ações geraram uma desordem que afeta o Brasil em seu núcleo. A grande questão é: o que acontecerá agora? A “desordem” classificada por Artur Lira pode ser o prelúdio para um movimento político interno que buscará reestruturar o comando da Casa.

    Hugo Mota deu um tiro no próprio pé e, ao fazê-lo, atingiu a credibilidade do Congresso Nacional. A Câmara está agora em um estado de ebulição e absoluta incerteza, e a nação aguarda o desfecho dessa crise de autoridade com a apreensão de quem sabe que a fraqueza de um líder em Brasília é o enfraquecimento de todo o país.

  • Exclusivo: A Madrugada que Chocou a Fazenda – Traições, Estratégias e a Queda do Favorito!

    Exclusivo: A Madrugada que Chocou a Fazenda – Traições, Estratégias e a Queda do Favorito!

    A última madrugada no reality show rural mais assistido do país se transformou em um verdadeiro campo de batalha, expondo jogos de manipulação, alianças frágeis e atitudes que abalaram a imagem de competidores considerados favoritos. O embate entre Dudu e Duda atingiu um nível de intensidade sem precedentes, culminando em uma noite de revelações que promete reconfigurar toda a dinâmica da competição. Prepara-se para mergulhar nos detalhes de uma das edições mais explosivas, onde as máscaras caíram e a web já deu seu primeiro e surpreendente veredito.


    O Exposto: Dudu Enfrenta Sua Pior Crise de Imagem

    A edição do programa não perdoou e exibiu um compilado de vídeos, o famoso “VAR”, que colocou Dudu no centro de uma gigantesca polêmica. O que era um jogo de estratégia se revelou, para o público, um esquema frio e calculado de manipulação, que minou a credibilidade do peão em um momento crucial do jogo.

    Dudu Camargo vai ser expulso de A Fazenda 17 após condenação?

    O primeiro “VAR” resgatou uma conversa antiga de Dudu na despensa com Shay e Michele. O teor da conversa era chocante: um plano detalhado para influenciar a votação. Dudu explicava como ele havia evitado votar em Kate na ocasião para garantir que ela ficasse na Sede e, estrategicamente, pudesse ser puxada para a Roça em um momento posterior, usando Tamires como peão inicial no tabuleiro. A frieza com que Dudu detalhava a intenção de “explicar para ela como que deve ser” a estratégia de votação revelou um lado articulador, mas também implacável, que pode ser mal interpretado pelo telespectador. Esse exposed de estratégia de bastidores é sempre perigoso, pois transforma o jogador de ‘estratega’ para ‘manipulador’ na visão do público.

    Entretanto, o que realmente incendiou as redes sociais foi a exibição da polêmica na piscina. O programa mostrou a conversa entre Dudu e Fabiano sobre Duda. Fabiano expressou seu arrependimento por não ter usado um termo de cunho moral questionável durante uma dinâmica de apontamento, justificando que a grande diferença de idade entre eles tornaria a cena desagradável. Na sequência, Dudu fez comentários de teor pejorativo sobre a alimentação e o comportamento de Duda. Toda a sequência foi vista como um momento de grande desrespeito e machismo, e imediatamente reverberou de forma negativa nas redes. A base de fãs contrária a Dudu aproveitou o momento para intensificar a campanha pela sua eliminação, buscando derrubar de vez a possibilidade de sua vitória. A repercussão nas redes sociais foi imediata e intensa, sinalizando uma guinada no favoritismo.


    Fabiano: O Jogador que Prega, mas Não Cumpre

    Dudu não foi o único a ser desmascarado pelas imagens. Fabiano, que tem se auto-intitulado o guardião dos “princípios, família e respeito” dentro da casa, viu seu discurso cair por terra com um “VAR” devastador.

    Durante a dinâmica de apontamentos, Fabiano havia negado veementemente não confiar em Toninho. No entanto, o programa exibiu um vídeo onde o peão afirmava categoricamente que não confiava no colega, chegando a dizer que Toninho “queria a cabeça dele e do Dudu”. O momento de negação, seguido pela prova irrefutável de sua inverdade, expôs Fabiano como um jogador incoerente e, mais grave, falso, na frente de todo o Brasil.

    Sua tentativa de construir um “legado de princípios” e de se posicionar como um exemplo positivo para o público aqui fora, ressaltando que “todos ali são influenciadores”, soou vazia e cínica após a exibição dos clipes. A dicotomia entre o discurso e a prática de Fabiano reforça a percepção de que a auto-imagem construída por ele está em total desalinhamento com a sua postura real no jogo, levando a críticas e a um desgaste de sua imagem que ele tentou proteger de maneira tão fervorosa. A insistência em se colocar como superior moralmente, contrastando com atos de traição nos bastidores, apenas intensifica a antipatia do público.


    O Desgaste da Convivência: A Relação Volátil de Saori e Dudu

    Se a estratégia no jogo está complicada, a vida pessoal de Dudu na Sede também não está fácil. A relação com Saori, que já era marcada por altos e baixos, atingiu um novo patamar de tensão em uma “DR” tensa e desconfortável.

    A discussão começou com Dudu reclamando que Saori o estava evitando e, pior, tratando seus “inimigos” na casa com mais afeto e atenção do que a ele próprio. A queixa de Dudu sobre Saori ter ido se juntar a outros peões em vez de dar atenção a ele durante um momento específico da noite revela uma possessividade e carência que sufocam. Por sua vez, Saori não se calou e rebateu, expondo um dos pontos mais criticados na personalidade de Dudu: a falta de escuta. Ela o acusou de não a deixar completar uma frase e de sair andando quando ouvia algo que não lhe agradava, caracterizando o comportamento como “falta de educação”.

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    Esse ciclo vicioso de briga, afastamento, e posterior reconciliação, foi classificado por muitos dentro e fora do programa como uma relação “tóxica”. Apesar de terem se acertado mais tarde, a exibição de brigas constantes e o desgaste emocional mútuo servem apenas para reforçar a ideia de um relacionamento instável, onde o amor ou a parceria dão lugar à dependência e ao conflito. O público, cansado de tanto embate, assiste a um drama que se desenrola paralelamente ao jogo.


    Incoerências e o Jogo do Dinheiro: A Reviravolta de Kate

    A madrugada também serviu para analisar as movimentações estratégicas e as supostas incoerências de Kate. A peoa, que era vista como a “casca de bala”, jogadora dura e independente, mudou de lado de forma abrupta, deixando sua antiga aliada Carol.

    Saori e Dudu/Fabiano detonaram a mudança de postura da peoa. Saori questionou a quebra de coerência: abandonar o jogo individual para se juntar a um grupo que, segundo ela, só buscava “momentos de intimidade”. Ela comparou o ato a fazer amizade com um inimigo direto, algo inconcebível no contexto de rivalidade da casa.

    A análise estratégica do grupo de Dudu aponta um motivo financeiro por trás da virada de Kate. Eles supuseram que a peoa se chateou após Carol ter dito que não dividiria mais o prêmio caso ganhasse. “É perigoso”, resumiu Dudu, insinuando que a aliança de Kate era puramente por interesse no prêmio. Essa leitura, se confirmada, transforma o movimento de Kate de estratégico para mercenário, colocando mais lenha na fogueira de críticas sobre seu posicionamento. Apesar de se defender alegando que votaria em Dudu por coerência, a incoerência no trato com Carol pesa mais na balança da opinião pública.


    Duda no Ataque: Da Armação Infantil ao Pedido de Eliminação

    O grande foco da madrugada foi a ascensão de Duda como rival de peso. A peoa, que antes era o alvo da casa, mostrou estar disposta a jogar de todas as formas, desde a manipulação mais simplória até o ataque direto.

    O lado estratégico e um tanto ingênuo de Duda veio à tona com a revelação de seu plano contra Carol e Saori, um esquema que o apresentador classificou como “patético” e “mirabolante”. O plano envolvia devolver o esmalte de Carol sem avisar e, na frente de Saori, comentar sobre o esmalte, esperando que Saori corresse para contar à Carol, gerando uma discórdia desnecessária. A “vitória” de Duda seria dizer que já havia devolvido o objeto. A simplicidade e imaturidade da tática surpreenderam a todos, mostrando que, apesar de estar crescendo no jogo, Duda ainda tem um longo caminho para se tornar uma estrategista sofisticada.

    No entanto, ela compensou a ingenuidade com agressividade verbal. Em uma conversa na Baia com Kate, as duas detonaram Carol, classificando-a com termos rudes e insinuando que seu marido precisava de uma medalha por aguentar seu temperamento. Duda foi além, fazendo comentários de julgamento moral sobre a fidelidade conjugal de Carol, insinuando que o histórico de traição do marido poderia ser uma consequência do comportamento de Carol e que a peoa poderia estar olhando para outros homens.

    O clímax veio com o reforço da aliança entre Duda e Kate, unidas em um objetivo comum: a eliminação de Dudu. Ambas imploraram pela saída do peão, com Kate frustrada por não conseguir votos para tirá-lo. Duda foi direta: “Isso se o público não tirar ele logo, né?”. Com o programa se aproximando da reta final, a peoa demonstra sua raiva mortal com a possibilidade de ser eliminada antes de Dudu e Fabiano, evidenciando que a rivalidade é pessoal e intensa.


    O Veredito da Web: Duda se Torna uma Ameaça Real?

    A guerra da madrugada não foi travada apenas dentro da casa, mas também nas redes sociais, e o resultado foi chocante.

    Durante a noite e a madrugada, as torcidas de Duda e Dudu entraram em um embate de hashtags para medir forças. “União Duda” alcançou 152 mil comentários, superando a tag “Fechados com Dudu”, que parou em 95 mil. A vitória nas redes sociais sugere que Duda, impulsionada pela polêmica do vídeo na piscina, está conquistando uma base de apoio mais organizada e numerosa neste momento.

    A pergunta que fica é: Duda se tornou uma ameaça real ao prêmio de Dudu? O favoritismo de Dudu, que parecia intocável, foi profundamente abalado pelos “VARs” exibidos. O público está se voltando contra a manipulação e a misoginia. Por outro lado, o crescimento de Duda, apesar de suas estratégias questionáveis, a posiciona como a principal antagonista e, ironicamente, como uma nova favorita ao prêmio. Com apenas nove dias restantes no jogo, o destino de Dudu e a chance de Duda se tornar milionária estão nas mãos do público, que mostrou, nesta madrugada, que não está mais “fechado” com o antigo favorito de forma incondicional. A competição nunca esteve tão acirrada.

  • CAROL EXPULSA! VAZA PIOR VÍDEO DA EXPULSÃO e SEGREDO CHOCANTE; Walerio chama DUDU DE MARICON4

    CAROL EXPULSA! VAZA PIOR VÍDEO DA EXPULSÃO e SEGREDO CHOCANTE; Walerio chama DUDU DE MARICON4

    O confinamento mais comentado do Brasil atingiu um novo patamar de caos na última noite, culminando em uma expulsão dramática, brigas acaloradas e, o que é pior, comentários de teor homofóbico que revoltaram a internet. Carol Lecker, uma das figuras mais polarizadoras da temporada, foi desligada do programa após uma sequência de surtos que puseram em risco a integridade física de outra participante. Os vídeos da confusão vazaram e revelam detalhes chocantes que prometem esquentar os debates até a grande final. Prepare a pipoca, pois a reta final está mais explosiva do que nunca!


    A Prova do Fazendeiro e o Início da Tensão

    A semana mal havia começado, e a tensão já era palpável. Tudo teve início após a realização da última Prova do Fazendeiro da temporada, um desafio que exigia pontaria e sorte. Na disputa, Saori, Toninho e Duda se enfrentaram em busca do chapéu, que dava a Saori o poder de chefia, apesar das limitações de não poder indicar ninguém ou estar imune à formação da Roça. Saori conquistou o chapéu, e a comemoração, embora alegre para seu grupo, serviu apenas como a calmaria antes da tempestade.

    Com a Roça aberta, Duda foi pedir os votos do público para permanecer no jogo contra Mesquita e Toninho. Foi nesse momento crucial que a produção liberou os participantes para suas defesas, e Carol Lecker, em um gesto que se revelaria seu último ato no programa, decidiu criar um ‘momento histórico’.

    O Pavio Aceso: A Obra de Arte Provocativa

    O estopim da crise foi uma maquete que Carol havia criado, a qual ela ironicamente chamava de sua “obra de arte”. No momento de pedir votos, Duda, em um tom de provocação contra Carol e Mesquita, pegou a maquete. Carol havia explicitamente declarado que a peça era uma forma de ridicularizar o casal, sugerindo que tudo o que faziam no programa era “comer, dormir e ter intimidade”. A maquete, portanto, não era uma homenagem, mas uma afronta.

    Saiba quem é Carol Lekker, de A Fazenda 17

    Imediatamente, Carol Lecker se levantou e foi atrás de Duda para tentar ajeitar uma peça solta. “Não, deixa eu arrumar então, porque esse aqui é meu trabalho, minha obra de arte”, disse Carol, visivelmente incomodada. A apresentadora do programa interveio, pedindo respeito e ordem, mas o clima já estava irremediavelmente tenso. Duda, por sua vez, usou a maquete em sua defesa, alegando que a “obsessão” pela sua pessoa e seu relacionamento com Mesquita era grande, citando que a maquete representava o desespero e a falta de maturidade dos adversários.

    O Surto ao Vivo: A Agressão Física e o Alerta da Produção

    Pouco depois do momento de defesa de votos, o impensável aconteceu. Insatisfeita com Duda ter tocado em sua maquete, Carol Lecker perdeu o controle. Em um surto completo diante das câmeras, ela partiu para cima da colega. A cena foi tão inesperada que chocou a própria apresentadora, que teve de gritar para tentar acalmar a situação: “Carol! Respeita, por favor!”.

    O momento de clímax e de onde viria a expulsão foi quando Carol se aproximou de Duda, deu-lhe um golpe no pescoço – o que foi descrito como uma “gravata” – e, no meio da confusão, arranhou a mão da participante. Enquanto Duda gritava “Tira a mão das minhas coisas!”, Carol tentava se defender, negando a agressão e alegando ter apenas tirado a mão de Duda de algo que era seu. A apresentadora foi clara e enfática, lembrando que as regras do jogo continuavam valendo, mesmo na reta final, e que a integridade física de todos deveria ser respeitada. Era o prenúncio de que a situação era grave.

    A Destruição Pós-Programa e as Ameaças de Vingança

    A tensão não se dissipou com o fim do programa ao vivo. Carol, possuída por um ritmo de raiva e descontrole, continuou o seu surto pela casa. Ela invadiu o quarto e começou a derrubar e quebrar pertences pessoais de Duda, gritando que se ela queria show, ela mostraria o que era um show de verdade. Duda questionou a produção se quebrar itens pessoais era permitido, e Carol respondeu com indiferença e desafio: “Tô nem aí. Mete a mão de novo para você ver o que vai acontecer!”.

    O caos foi tanto que a equipe de segurança do programa, o Ninja, teve que intervir, entrando na sede para apartar a participante em fúria. Mesmo depois de ser contida e colocada para fora do quarto, Carol continuou a chorar copiosamente na sala, reclamando que não aguentava mais o confinamento, algo que já vinha manifestando nos últimos dias. Ela ameaçou Duda novamente, dizendo que rasgaria todas as suas roupas caso voltasse a mexer em seus pertences, e que não se seguraria por causa do prêmio de dois milhões. “Eu sou mulher de perder 2 milhões, eu perco e acabo com a tua raça aqui dentro”, disparou.

    O Segredo Chocante no Closet

    Enquanto Carol estava na sala, Duda foi chamada pela produção. O momento, relatado por Duda à colega Kate, era o fator decisivo para a expulsão. Duda contou que a direção a havia convocado ao closet, onde tiraram fotos de sua mão que estava visivelmente arranhada após o embate com Carol. Naquele momento, a ficha caiu para quem acompanhava: uma agressão física havia ocorrido, as provas haviam sido colhidas. “Tiraram foto, é só esperar, vai ser expulsa”, foi a conclusão interna. Duda, no entanto, ainda demonstrava preocupação com a reação do público, temendo que o pessoal fosse cair em cima dela por causa da expulsão de uma participante favorita, o que a levaria a sair na Roça.

    Chamada de 'cachorra', Duda acerta as contas com Walério em A Fazenda 17 ·  Notícias da TV

    O Embate de Argumentos: Carol e Kate

    Antes do anúncio oficial da expulsão, Carol e Kate protagonizaram uma discussão intensa. Kate alertou Carol sobre a necessidade de ter cuidado ao encostar nas pessoas, mas Carol se defendeu dizendo que estava apenas pegando o que era dela de volta. A discussão se acalorou sobre a maquete: Kate afirmava que Duda estava certa em se irritar, enquanto Carol alegava que a maquete não tinha o nome da rival e não era direcionada a ela. O ápice veio quando Kate criticou a atitude de Carol de começar a confusão.

    Carol, em um desabafo extremamente agressivo e descontrolado, mandou a colega “enfiar o dedo no [censurado] e rasgar”, uma linguagem inapropriada que chocou a todos e demonstrou o nível de desequilíbrio emocional da participante. Ela ainda acusou Kate de estar “puxando o saco” de Duda e de ser uma defensora da rival. “Joga com ela! Vai com a tua amiga!”, esbravejou Carol, encerrando a discussão com o seu grupo e selando seu destino.

    O Fim da Linha: A Expulsão Anunciada

    A tensão chegou ao ápice quando o “cuco” tocou na sala, chamando a atenção dos participantes. A incredulidade tomou conta da casa, mas o anúncio oficial veio como um balde de água fria:

    “Atenção. A participante Carol infringiu uma das regras do jogo durante o programa ao vivo. Ela colocou em risco a integridade física de outro participante. Por isso, ela foi expulsa do programa e está fora.”

    A ordem era para que arrumassem imediatamente as coisas de Carol e as deixassem no closet. A notícia causou desespero e choro, especialmente em Kate, que ficou desolada. Duda, por sua vez, tentou consolar a amiga e, apesar de suas preocupações, ainda demonstrou sarcasmo com a saída da rival, recitando a frase irônica de Carol: “Extra, extra, garanta seu ingresso para me ver fazendo [censurado]!”.

    O Veneno Solto: A Crítica Homofóbica

    No meio do turbilhão de emoções, um novo escândalo eclodiu. Valério, juntamente com Toninho e Mesquita, debochou da situação de Carol, sugerindo que ela achava que sairia do confinamento como Gisele Bündchen ou Naomi Campbell.

    O comentário mais deplorável, no entanto, veio em seguida, em uma conversa invasiva e ofensiva sobre a sexualidade de Dudu. Valério soltou um termo extremamente ofensivo e homofóbico, chamando o participante Dudu de “maricona”. O comentário gerou repúdio instantâneo nas redes, levantando a discussão sobre a tolerância zero à homofobia dentro e fora do programa. Valério tentou se justificar, alegando que estava no limite com Carol, mas sua fala desnecessária e preconceituosa eclipsou qualquer acerto que ele pudesse ter no jogo.

    A expulsão de Carol Lecker, motivada pela violência e pela quebra de regras, reconfigurou o jogo. Duda, Mesquita, e Toninho continuam na Roça, e o clima dentro da sede é de incerteza total. Enquanto Saori acusou Duda e Mesquita de serem os responsáveis pela expulsão, o grupo da casa criticou duramente a influência de Dudu sobre Saori, alegando que a peoa estaria “cega” por causa do colega, cujo comportamento foi classificado como terrível.

    O programa provou mais uma vez que as regras existem para serem cumpridas, e que a violência física e as atitudes deploráveis não serão toleradas, independentemente da fase do jogo. O público agora é o único juiz, e resta saber quem sobreviverá a essa Roça para encarar a final. O que aconteceu na última noite não foi apenas a eliminação de uma participante; foi um sinal de que a pressão está insuportável e que o descontrole pode custar o prêmio a qualquer um.

  • XANDÃO PEGA GUSTAVO GAYER COM A MÃO NA MASSA. FILME DE BOLSONARO VIRA PIADA NAS REDES

    XANDÃO PEGA GUSTAVO GAYER COM A MÃO NA MASSA. FILME DE BOLSONARO VIRA PIADA NAS REDES

    Em um cenário onde a estabilidade parece ser apenas uma miragem distante, as últimas semanas em Brasília se converteram em um espetáculo de crises sucessivas, intervenções jurídicas dramáticas e escândalos que misturam o submundo da política com o mundo da arte e do cinema. O Brasil acompanha, atônito, uma série de acontecimentos que colocam em xeque a moralidade, a legalidade e até a sanidade da representação popular no Congresso Nacional.

    De um lado, a mão firme do Judiciário, representada pelo ministro Alexandre de Moraes, o “Xandão”, impõe limites com decisões monocráticas que redefinem o destino de mandatos parlamentares. De outro, a bancada bolsonarista, atordoada e encurralada, lida com indiciamentos por corrupção, um filme que vira escárnio público e a sombra de um veto presidencial sobre um controverso “acordão” que visa suavizar a punição de golpistas. É um enredo complexo, digno de uma produção de suspense, mas que, infelizmente, é a mais pura realidade brasileira.

    O Xeque-Mate de Moraes: Carla Zambelli Perde o Mandato por Decisão Monocrática

    O ponto central da explosão institucional desta semana reside no caso da deputada federal Carla Zambelli. Após um voto na Câmara que, em uma manobra controversa, decidiu pela manutenção de seu mandato, o cenário de comemoração da direita durou poucas horas. A decisão da Câmara ignorou uma premissa fundamental do direito brasileiro: a perda automática do mandato parlamentar quando há uma condenação em ação penal criminal com trânsito em julgado.

    A legislação é clara: se um deputado perde seus direitos políticos, ele não pode mais exercer a função para a qual foi eleito. No entanto, em um movimento que beirou a insubordinação, a Mesa Diretora da Câmara tentou politizar o que deveria ser um ato administrativo. O Supremo Tribunal Federal, contudo, não hesitou.

    Alexandre de Moraes anulou a votação da Câmara e determinou a perda imediata do mandato de Zambelli, dando um prazo de 48 horas para a posse de sua suplente. A mensagem de Moraes é inequívoca: a Constituição e as leis se impõem sobre a vontade política do Congresso, especialmente em casos de condenação definitiva.

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    Mais do que apenas a cassação de Zambelli, essa decisão tem um efeito cascata que pode derrubar mais dois parlamentares. Com a anulação dos quase um milhão de votos que a deputada obteve, o quociente eleitoral do PL será recalculado. Essa recontagem ameaça os mandatos dos deputados Paulo Bilinski e Tiririca, que foram eleitos na esteira da votação expressiva de Zambelli. A turma do “dominó” bolsonarista pode estar prestes a presenciar uma queda em série no Congresso.

    A Casa em Desordem: A Batalha Interna na Presidência da Câmara

    Enquanto o Judiciário impõe a ordem, a Câmara vive um momento de descontrole interno. O presidente da Casa, Arthur Lira, manifestou publicamente sua insatisfação com a gestão de seu afilhado político e atual presidente em exercício, Hugo Mota. Lira, notoriamente irritado com a falta de pulso e as decisões desastradas de Mota, classificou a situação da Câmara como uma “esculhambação”, um caos total.

    A insatisfação de Lira é alimentada, em parte, pelo fracasso em cassar o mandato do deputado Glauber Braga (PSOL), um de seus mais ferrenhos críticos, que o acusa constantemente de envolvimento em falcatruas do orçamento secreto. Mota, por sua vez, tentou se defender publicamente, alegando que a presidência da Câmara não é “ferramenta de revanchismo”.

    No entanto, foi justamente Hugo Mota quem optou por descumprir a ordem judicial e colocar a cassação de Zambelli em votação, desafiando o STF e resultando em sua completa desmoralização após a intervenção de Moraes. Mota, que não possui a estatura ética, moral ou política para o cargo, segundo críticas internas, demonstra o nível de imaturidade e ineficácia que atualmente domina a cúpula do Legislativo.

    O caso de Glauber Braga, por outro lado, resultou em um “acordão” para uma suspensão de seis meses, em vez da cassação. A punição, embora ainda excessiva para muitos, foi vista como o “mal menor” e evitou uma inelegibilidade de oito anos. A vaga de Braga será ocupada temporariamente pela experiente política Heloísa Helena, que traz consigo uma história de coerência e combatividade.

    A Mão na Massa: O Indiciamento de Gustavo Gayer e a Suspeita de Desvio

    Se as crises jurídicas e políticas não bastassem, o bolsonarismo enfrenta um duro golpe com o indiciamento do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) pela Polícia Federal. As acusações são graves: desvio de verbas da cota parlamentar.

    O inquérito da PF aponta que Gayer teria utilizado a cota – dinheiro destinado à manutenção de seu gabinete, como aluguel e despesas operacionais – para fins escusos. Um dos pontos centrais é o aluguel de um imóvel que ele declarou como seu escritório político em Goiânia. Acontece que, no local, funcionava uma escola de inglês de sua propriedade. Ou seja, o dinheiro público, bancado pelo pagador de impostos, estaria sendo desviado para pagar o aluguel de uma de suas empresas privadas.

    Além disso, Gayer é investigado por direcionar verbas para uma Organização Social (OSCIP), uma ONG que ele teria comprado ou manipulado, e por suposta falsificação de documentos para que essa entidade pudesse receber os repasses.

    O caso está sob relatoria de Alexandre de Moraes. O indiciamento pela PF significa que há elementos e indícios robustos de culpa. Se a Procuradoria-Geral da República formalizar a denúncia e o STF aceitá-la, Gayer se tornará réu em um processo criminal. Caso seja condenado, a punição é pesada: a perda dos direitos políticos e a inelegibilidade que, somada à pena de cumprimento de prisão, pode ultrapassar 13 anos.

    O Filme Que Virou Farça: A Produção Cinematográfica em Meio ao Escândalo

    O projeto de um filme em inglês sobre Jair Bolsonaro, intitulado Dark Horse (Azarão), mal começou a ser rodado e já se tornou uma fonte inesgotável de polêmicas e piadas nas redes sociais.

    O trailer do filme, que busca retratar o ex-presidente como um herói que superou adversidades e a facada, foi recebido com escárnio pelo público, que o comparou a uma comédia pastelão. A interpretação dos atores, especialmente na cena da facada, foi descrita como patética e risível.

    A farsa se estende para além da tela. O Sindicato dos Trabalhadores da Arte (SATED) foi acionado para investigar denúncias graves no set de filmagens em São Paulo, incluindo reclamações de agressões verbais e físicas, além de fornecimento de comida estragada para figurantes e equipe técnica. Um ambiente de trabalho insalubre e desrespeitoso, supervisionado por produtores com vínculos conhecidos com o bolsonarismo.

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    O escândalo atinge até a esfera internacional: a cantora Beyoncé acionou a justiça após sua música ser utilizada sem autorização no teaser de divulgação. O vídeo foi rapidamente derrubado do YouTube por violar direitos autorais, comprovando que a produção, além de tudo, cometeu uma ilegalidade grosseira.

    Para completar, o Intercept Brasil revelou as “ligações perigosas” da produtora. A empresa que está por trás do filme de Bolsonaro é a mesma que possui um contrato milionário, de R$ 108 milhões, com a prefeitura de São Paulo, comandada por Ricardo Nunes, para a instalação de pontos de Wi-Fi. Um contrato que, além de ter sido firmado em condições questionáveis (licitação solitária e preço duas vezes superior ao mercado), liga a produtora, sem experiência em tecnologia, diretamente ao poder municipal paulista. E em um dos trechos mais sombrios da investigação, a produtora também teria repassado R$ 12 milhões a um indivíduo suspeito de crime grave, Alex Bispo, apenas reforçando o submundo nebuloso que financia a obra.

    O “Acordão” e a Sentença Final para o Golpe

    Outro tema de profunda gravidade é a proposta de Projeto de Lei (PL) de Dosimetria, que visa reduzir as penas para os envolvidos no golpe de 8 de janeiro, incluindo Jair Bolsonaro.

    O colunista Luís Costa Pinto denunciou o que seria um “acordão” costurado nas sombras entre membros do Congresso e três ministros do Supremo: Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. A negociação teria sido mediada por figuras como Michel Temer e Aécio Neves, junto ao relator Paulinho da Força. A condição imposta pelo STF: o PL poderia reduzir as penas – uma prerrogativa do Legislativo – mas jamais poderia configurar uma anistia total para crimes contra a democracia, o que seria declarado inconstitucional.

    O projeto já passou pela Câmara e agora tramita no Senado. O relator no Senado, Espiridião Amim, um bolsonarista, reconhece o risco de transformar o PL em anistia total, o que derrubaria todo o acordo e forçaria o veto do STF. Assim, por receio de perder o que já foi conquistado, a própria base governista de extrema-direita hesita em avançar na tentativa de anistia plena.

    No entanto, o freio final pode vir da Presidência da República. Luiz Inácio Lula da Silva já sinalizou que, embora vá avaliar o texto final, seu instinto é vetar o projeto. Para Lula, os responsáveis pelo 8 de janeiro devem pagar integralmente pela tentativa de golpe. Caso o veto seja confirmado, o Congresso precisará de maioria absoluta (257 deputados e 41 senadores) para derrubá-lo. O caminho para a impunidade, portanto, ainda é longo e incerto.

    Convocação e Perícia: Os Últimos Movimentos

    Em meio a este cenário, a esquerda retoma as ruas. Uma manifestação maciça está convocada para o próximo domingo, na Avenida Paulista, em São Paulo, com o lema de exigir respeito do Congresso Nacional e reforçar a posição de “Sem Anistia para Golpistas”.

    E a trama pessoal de Jair Bolsonaro se adensa. Após ser preso, o ex-presidente solicitou autorização para realizar duas cirurgias (em uma hérnia inguinal e para tratar um soluço crônico) e, em seguida, cumprir o período de recuperação em prisão domiciliar.

    Alexandre de Moraes, no entanto, não se deixou levar pela súbita urgência médica. Diante da cronologia suspeita – a necessidade cirúrgica só surgiu após a prisão – Moraes determinou que peritos da Polícia Federal avaliem os laudos e exames para atestar a real urgência e necessidade da intervenção. Enquanto a perícia não comprovar a emergência, o pedido de soltura para domiciliar é negado.

    O Brasil se move em um ritmo alucinante, ditado por conflitos de poder, decisões judiciais inadiáveis e a sombra de crimes financeiros. O que se desenrola no palco político é a peça mais dramática e controversa da história recente do país, e o público, mais do que nunca, é parte atuante desta história.

  • BOLSONARO É TRAÍDO POR SENADORES E SE DESESPERA!! GILMAR AJUDA LULA E DÁ XEQUE-MATE EM ALCOLUMBRE

    BOLSONARO É TRAÍDO POR SENADORES E SE DESESPERA!! GILMAR AJUDA LULA E DÁ XEQUE-MATE EM ALCOLUMBRE

    CAPÍTULO 1: O Plano de 2027 Desmantelado no STF

    O cenário político brasileiro, já notoriamente complexo, vive um momento de articulações nos bastidores que parecem desmantelar o xadrez do ex-presidente Jair Bolsonaro. O plano de longo prazo da ala bolsonarista era obter uma maioria sólida no Senado Federal até 2027, um poder legislativo que, na visão de seus estrategistas, seria utilizado para impor limites e, se necessário, buscar o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

    No entanto, essa estratégia audaciosa encontrou um obstáculo já na sua fase inicial, vindo de uma canetada do ministro Gilmar Mendes. O ministro proferiu uma decisão que elevou a barra para o processo de impedimento de membros da corte máxima do país, estabelecendo que a destituição só poderia ocorrer com o voto de dois terços do Senado – uma maioria de 54 dos 81 senadores – e que, inicialmente, apenas o Procurador-Geral da República (PGR) teria a prerrogativa de solicitar tal medida.

    Essa determinação gerou um forte descontentamento na cúpula do Congresso Nacional, especialmente no então presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Alcolumbre, que via o poder do Senado ser cerceado em um tema de alta relevância, expressou sua insatisfação, preparando o terreno para uma batalha política.

    É neste ponto que entra em campo um dos indicados do atual governo para o STF: o então Advogado-Geral da União, Jorge Messias. Em um movimento que revelou a sagacidade do atual governo, Messias interpôs um recurso contra a decisão de Gilmar Mendes. Em vez de confrontar diretamente a medida, o recurso focou em um detalhe crucial: a exclusividade do PGR para iniciar o processo.

    Gilmar Mendes acatou parcialmente o recurso de Messias. A nova modulação manteve o requisito de dois terços (54 votos) para a aprovação do impeachment, mas permitiu que “qualquer cidadão” pudesse dar entrada no pedido, removendo a exclusividade do PGR.

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    Apesar de parecer uma concessão, o resultado final foi interpretado como uma vitória estratégica para o governo e para Messias. Ao manter o quórum de 54 votos, Mendes assegurou a blindagem institucional do STF. Para Davi Alcolumbre e o Senado, representou um revés. Embora o ministro tenha recuado na questão do PGR, a manutenção do quórum superqualificado significou, na prática, uma diminuição das prerrogativas e do poder de barganha do Senado, pois a articulação necessária para atingir 54 votos se tornou exponencialmente mais complexa.

    O fato de Messias ter sido o articulador do recurso, obtendo um resultado positivo para a estabilidade institucional, colocou Alcolumbre em uma situação desconfortável. O presidente do Senado, que vinha tentando barrar a indicação de Messias ao STF, viu o próprio indicado do governo obter um ganho político que, indiretamente, o enfraquecia, demonstrando um “drible” do Planalto.

    CAPÍTULO 2: O Drible de Mestre e o Constrangimento de Alcolumbre

    A tentativa de Davi Alcolumbre de barrar a nomeação de Jorge Messias ao STF resultou em um dos episódios mais constrangedores da política recente. O senador, com a intenção de acelerar a sabatina de Messias e criar um ambiente de pressão para sua rejeição, agendou a sessão. No entanto, o Palácio do Planalto, ciente da articulação, usou a burocracia a seu favor: o governo demorou a enviar a notificação oficial, a carta do Presidente da República ao Senado com a indicação formal.

    Sem o documento oficial, Alcolumbre foi forçado a cancelar a sabatina, sofrendo um constrangimento público e sendo criticado por parlamentares. O que era para ser uma demonstração de força do Senado contra o governo tornou-se uma exibição da fragilidade da presidência da Casa. Alcolumbre reagiu com irritação, classificando a manobra como “grave e inaceitável”.

    No entanto, o cerne do problema para o grupo político ligado ao ex-presidente não reside apenas na disputa com o STF ou com o governo. A verdadeira crise se manifesta nas fileiras internas, onde a unidade ideológica desmorona diante dos interesses eleitorais e da necessidade de sobrevivência frente às investigações.

    CAPÍTULO 3: A Lei da Dosimetria e a Ameaça de Flávio Bolsonaro

    A pressão por uma Lei de Dosimetria de Pena ou, em sua versão mais radical, uma Lei de Anistia, tornou-se o principal instrumento de negociação e coesão na direita e no Centrão. O projeto, que visa estabelecer parâmetros para a diminuição de penas, é visto por muitos como um mecanismo indireto para aliviar a situação legal de figuras ligadas ao bolsonarismo.

    Neste caldeirão de tensões, o Senador Flávio Bolsonaro lançou uma cartada de alto risco ao anunciar uma pré-candidatura à Presidência da República. Embora a candidatura seja amplamente vista como uma estratégia de barganha, sua ameaça foi explícita e poderosa: ele prometeu usar a plataforma da campanha para “queimar todas as pontes” com os aliados da direita e do Centrão que se opusessem aos interesses da família, especialmente no que tange à dosimetria ou à anistia.

    O recado era claro: “Eu posso não ser eleito, mas garanto que vocês também não serão.”

    Essa ameaça surtiu efeito imediato. Os parlamentares do Centrão, que já se articulavam para lançar candidaturas próprias e forçar o apoio de Flávio em um eventual segundo turno, perceberam o risco de uma implosão do campo da direita. O medo de se tornarem alvos de ataques implacáveis durante um ano eleitoral fez com que a pauta da dosimetria fosse acelerada na Câmara dos Deputados e, subsequentemente, no Senado.

    CAPÍTULO 4: A Traição Silenciosa: A Escolha do Relator

    A verdadeira fissura no projeto bolsonarista se revelou na escolha do relator do projeto de dosimetria no Senado. Este relator, que terá o poder de moldar o texto e usará a função como uma poderosa vitrine eleitoral em 2026, é um posto cobiçado. A expectativa era que fosse um aliado incondicional e sem pretensões concorrenciais contra os filhos do ex-presidente.

    No entanto, o Senado escolheu Esperidião Amin (PP-SC).

    Para observadores da política interna, a escolha de Amin foi um ato de traição silenciosa e calculada. Amin é um nome de peso em Santa Catarina e um concorrente direto de Carlos Bolsonaro para uma das duas vagas ao Senado pelo estado. Carlos, que já havia sido indicado pelo pai para disputar a vaga, viu em Amin um obstáculo intransponível.

    A briga é estratégica: com três candidatos de direita disputando duas vagas (Carlos Bolsonaro, Esperidião Amin e Caroline de Toni, que também é uma aliada bolsonarista), os votos seriam fatalmente divididos, arriscando a eleição de todos. Amin, ciente do embate, já sinalizou que, se for preterido ou traído, explodirá qualquer articulação com o Partido Liberal (PL) de Bolsonaro.

    A escolha de Amin, portanto, é a prova de que o Centrão e uma parte da direita estão dispostos a priorizar seus próprios projetos eleitorais, mesmo que isso signifique minar as ambições políticas da família Bolsonaro. Para eles, a aprovação de “qualquer coisa” que mantenha a narrativa de defesa do ex-presidente – como a dosimetria – é suficiente para mobilizar a base radical sem, contudo, dar palanque para um adversário direto.

    O movimento coloca Amin em uma “saia justa” política. O senador, que agora precisa defender a dosimetria publicamente, pode ser penalizado pela base bolsonarista por não ter aprovado a anistia total – o desejo da base radical. Parlamentares da direita já expressaram o sentimento de que estão “sequestrados” pela pauta da anistia, dispostos a aprovar a dosimetria apenas para tirar o tema da frente e se livrar da pressão da base e dos apelos da família Bolsonaro.

    O consenso, na cúpula do Centrão e em parte da direita, parece ser: manter a figura em xeque e usar a aprovação de uma medida intermediária, como a dosimetria, para se eleger, alegando que fizeram o que era “possível”.

    CAPÍTULO 5: O Desespero e a Corrida Contra o Tempo de 2027

    A disputa interna e o caos político são, em última análise, sintomas de um desespero crescente entre a cúpula do Legislativo. Investigações se aprofundam, e a perspectiva de que aliados de peso, e até mesmo eles próprios, sejam alcançados pela Justiça é real.

    A grande preocupação desse grupo é que as operações policiais e os desdobramentos judiciais atinjam seu auge no próximo ano eleitoral, com os crimes “frescos” na memória do eleitor.

    A estratégia final, portanto, passa pela eleição de um Presidente de extrema direita ou de direita radical em 2027. Nomes como Tarcísio de Freitas, Jorginho Mello ou Ronaldo Caiado, que se perfilam como candidatos do “centro democrático” pela imprensa, são vistos, na realidade, como peças-chave da extrema direita para barrar as investigações a partir de 2027.

    O desespero em torno da dosimetria e a traição na escolha do relator são, assim, duas faces da mesma moeda: de um lado, a necessidade de dar uma resposta à base eleitoral do ex-presidente; de outro, a urgência em defender seus próprios mandatos e evitar a implosão política, mesmo que para isso seja necessário trair o plano maior da família Bolsonaro.

    O xadrez se inverteu: o ex-presidente, que desejava usar o Senado para minar o STF, agora é refém das articulações de um Senado dividido que, na luta pela própria sobrevivência, não hesita em apunhalar seus próprios aliados para se proteger de um futuro incerto e, para muitos, sombrio.

  • BOLSONARO TENTA FUGIR DA PRlSÃO E ALEXANDRE ACIONA A PF!!! BANANINHA CHORA APÓS CASSAÇÃO E PRlSÃO!!

    BOLSONARO TENTA FUGIR DA PRlSÃO E ALEXANDRE ACIONA A PF!!! BANANINHA CHORA APÓS CASSAÇÃO E PRlSÃO!!

    O Brasil assiste, em tempo real, a uma intensificação dramática do cerco jurídico e político que envolve a família Bolsonaro. A semana foi marcada por dois eventos de alta voltagem: a descoberta de uma suposta e engenhosa tentativa de fuga do ex-presidente Jair Bolsonaro da prisão, meticulosamente disfarçada sob a capa de uma emergência médica, e o desespero público do filho 03, Eduardo Bolsonaro, acuado pela iminente cassação de seu mandato parlamentar.

    Em uma jogada que mistura desespero e tática, a defesa do ex-presidente acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) com um pedido de prisão domiciliar. O argumento central era a necessidade de uma cirurgia urgente e imediata, que exigiria ao menos sete dias de internação no renomado Hospital Seis Estrelas DF Nova Star. O movimento, contudo, não passou despercebido pelo ministro Alexandre de Moraes, que agiu de forma decisiva, acionando a Polícia Federal (PF) e expondo a fragilidade do plano.

    A Justiça, diante do histórico de manobras envolvendo a saúde de figuras políticas, levantou imediatamente suspeitas. O Hospital Nova Star já foi palco de episódios controversos, como os ocorridos com Roberto Jefferson e Daniel Silveira, onde uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) se transformou em um espaço de livre acesso para visitas não autorizadas pela Justiça, gerando um ambiente de confusão e descontrole. Era evidente o receio de que o mesmo roteiro se repetisse: um deslocamento da custódia oficial para um ambiente hospitalar de luxo, mais propenso a falhas de segurança ou, mais grave, a servir como ponto de partida para um plano de evasão.

    A desconfiança de Moraes, no entanto, foi além da mera especulação. Ao analisar o laudo médico apresentado pelos advogados de Bolsonaro, o ministro identificou uma incoerência crucial: o documento se baseava em exames realizados há três meses. Tão logo a análise foi concluída, a verdade veio à tona, revelando a audácia da estratégia da defesa. A própria equipe médica de Bolsonaro havia, em um episódio anterior, há menos de dois meses, descartado a necessidade de cirurgia após uma internação em outubro por obstrução intestinal.

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    Essa contradição temporal e diagnóstica descredibilizou por completo o pedido. Se os exames de três meses atrás não justificavam a cirurgia na época, por que o fariam agora? A inconsistência sugeria uma tentativa de manipulação, de forçar uma internação com base em dados obsoletos. Além disso, Moraes notou que, desde o início de sua custódia, já se passavam três semanas, e o ex-presidente não havia apresentado nenhuma emergência médica. Ele possui acompanhamento 24 horas e uma rotina que, ironicamente, lhe proporciona uma dieta mais balanceada e controlada do que a que mantinha em casa.

    No cárcere, a dieta restritiva impede o consumo de alimentos de difícil processamento intestinal, como carne de porco, pato ou camarão, que ele costumava consumir. A ausência de emergências médicas derrubou o argumento de que seu estado de saúde estaria se deteriorando rapidamente, desfazendo a alegação de um quadro de “soluços intermitentes” que exigiria uma intervenção imediata.

    Com a credibilidade dos médicos da defesa zerada, o ministro determinou o acionamento dos peritos da Polícia Federal. Em um prazo de até duas semanas, os peritos têm a missão de realizar uma avaliação isenta e emitir um laudo definitivo sobre a real necessidade de uma cirurgia urgente. A decisão de Moraes representa um ponto final na estratégia de usar a saúde como salvo-conduto e reforça o princípio de que, perante a Justiça, apenas laudos periciais independentes são válidos, e não aqueles fornecidos por médicos particulares, que podem estar sujeitos a pressões ou interesses.

    Enquanto o pai era contido por uma decisão judicial cirúrgica, o filho, Eduardo Bolsonaro, vivia seu próprio drama de perda de poder. O deputado federal, conhecido como “Bananinha” por seus apoiadores e críticos, emergiu de um período de reclusão e viagens internacionais (Estados Unidos, El Salvador, Israel, Catar) para confrontar a ameaça real de cassação de seu mandato.

    O pivô da crise é o presidente da Câmara, Hugo Motta, que anunciou o processo de cassação de Eduardo por faltas regimentais. O deputado, que limitou sua atividade nas redes sociais a postagens esporádicas e vídeos de reação no YouTube, reagiu com extrema revolta. Em uma postagem amplamente divulgada, ele acusou Motta de escolher a “desonra” e de se curvar a Alexandre de Moraes, alegando que suas ausências seriam fruto de uma “perseguição” política.

    O discurso de Eduardo escalou rapidamente para a ameaça velada. Ele declarou que Motta “pagaria o preço” e seria “cobrado nas ruas”, insinuando que não poderia mais circular em público se insistisse na cassação. Essa tática de intimidação, que já foi observada em outros momentos da política recente, serve como um termômetro do desespero do clã. A perda do mandato significa a perda do foro privilegiado, abrindo caminho para que qualquer mandado de prisão, atualmente suspenso pela imunidade, possa ser executado. O medo de se tornar um “futuro foragido”, como especulado por analistas, é palpável.

    A ação de Hugo Motta não é isolada; faz parte de um complexo xadrez político que dominou o Congresso. O movimento de cassar Eduardo Bolsonaro serviu como uma espécie de compensação política após a polêmica envolvendo o projeto de lei de “dosimetria”, que propunha a redução de penas para detentos que lessem e trabalhassem. A extrema-direita e o Centrão tentaram aprovar a medida, vista por muitos como uma tentativa de beneficiar indiretamente o ex-presidente.

    Apesar de a redução de pena ser mínima e improvável de se aplicar a Bolsonaro (visto que ele teria de ler e trabalhar na prisão, algo considerado impensável), o debate gerou um “escarcel” na esquerda. A aprovação da medida no Senado colocou o projeto na berlinda da Câmara, mas a resistência do Centrão, que não deseja a medida da forma como está, indica que o projeto pode nem ser votado na próxima semana.

    Caso seja aprovado, o presidente Lula tem o poder de vetá-lo em até 15 dias úteis, um período que se estende por quase um mês devido aos feriados de Natal e Ano Novo. O Congresso entra em recesso e só retorna em 1º de fevereiro. Motta, visando estabilidade no ano eleitoral, já ventilou a aliados que não pretende pautar temas polêmicos, como a derrubada de um veto presidencial, logo no início de fevereiro. O gesto de colocar a cassação de Eduardo na pauta é visto, portanto, como uma forma de aceno à esquerda e de despolarização da pauta antes de 2026.

    A realidade é que o projeto de dosimetria está quase esquecido pelos próprios idealizadores. O que resta é a implacável perseguição política a Eduardo Bolsonaro, vista como uma moeda de troca no grande tabuleiro do poder.

    O desenrolar dos fatos desta semana deixa claro que o ex-presidente e seus aliados estão cada vez mais isolados e recorrendo a estratégias de alto risco, como a tentativa de fuga médica. A Justiça, por sua vez, demonstra ter aprendido com os erros do passado, agindo com celeridade e desconfiança calculada. O clã Bolsonaro, agora, enfrenta a ameaça de um destino duplo: a prisão confirmada para o pai e a perda do capital político e da imunidade para o filho. O jogo não está apenas acirrado; ele está chegando ao seu clímax.