Month: December 2025

  • A Moeda Mais Cruel: “Leve-a Como Pagamento da Dívida” – Por Que Um Caubói Solitário Rejeitou Ouro e Arriscou Tudo Para Resgatar a Mulher Que Um Apostador Vendeu No Oeste.

    A Moeda Mais Cruel: “Leve-a Como Pagamento da Dívida” – Por Que Um Caubói Solitário Rejeitou Ouro e Arriscou Tudo Para Resgatar a Mulher Que Um Apostador Vendeu No Oeste.

    O sol já havia mergulhado atrás das colinas baixas de Nevada quando Harland Creed se aproximou de Dustwater. Os últimos raios de luz esvaíam-se para um azul monótono que se estendia pelo céu vazio. Seu cavalo avançava a um passo firme, os cascos batendo no chão batido, enquanto Harland permanecia ereto na sela, os ombros rígidos pela longa cavalgada.

    Ele passara a última semana transportando carga para um comerciante que precisava da entrega antes de um prazo. O trabalho terminara com o assistente do comerciante entregando a Harland um papel, dizendo que um homem local pagaria os $5 finais devidos.

    Harland não gostava de correr atrás de dívidas, mas o dinheiro estava escasso, e ele precisava de suprimentos antes de partir novamente. O inverno não estava longe, e sua cabana, a uns 20 quilômetros ao norte, precisava de reparos antes que o frio chegasse. Essa era sua única missão na cidade: cobrar o que lhe deviam e comprar pregos, farinha e óleo de lamparina suficientes para um mês.

    Ao passar pelos postes de amarração, ele tentou não reviver a memória de seu primo mais jovem, estirado imóvel na poeira anos antes. Uma lembrança que ele não escolhia visitar, mas que retornava sempre que passava por cidades com saloons barulhentos e rostos desconhecidos. A morte do primo havia encerrado os anos de Harland como guarda de caravanas, deixando-o cauteloso, mais lento para falar, e sempre verificando os cantos antes de passar por eles.


    Ele desmontou, prendeu as rédeas ao poste e demorou um momento para estudar o saloon. Lanternas bruxuleavam lá dentro, projetando luz irregular pelas janelas empoeiradas. O som de risadas misturava-se a gritos de raiva que escapavam pela porta. Harland não ouviu nada de incomum, mas a tensão em seus ombros persistia, um hábito natural adquirido em noites demais passadas em lugares onde um simples desentendimento se tornava perigoso.

    Ele empurrou as portas vaivém. Calor, fumaça e o cheiro de álcool barato encheram o ambiente. Homens se acotovelavam em torno das mesas, perdendo dinheiro que não tinham, discutindo sobre cartas, batendo canecas e se inclinando demais uns sobre os outros. Harland se afastou para deixar dois peões de rancho bêbados passarem cambaleando, depois percorreu o saloon lentamente com o olhar.

    Ele reconheceu o irmão mais jovem que deveria pagá-lo. O homem estava curvado sobre um jogo de cartas, suor na testa, uma pequena pilha de moedas diminuindo a cada mão perdida.

    Harland caminhou até a mesa e permaneceu em pé sem falar, até que o homem finalmente olhou para cima com uma expressão culpada.

    “Você tem meu dinheiro?”, Harland perguntou, mantendo a voz firme.

    O rosto do irmão mais jovem se contraiu. Ele balançou a cabeça e apontou para o balcão sem levantar os olhos. “Ele está com o dinheiro agora”, ele murmurou. “Fale com ele.”


    Harland seguiu o gesto. O irmão mais velho estava apoiado no balcão, a postura desleixada, uma garrafa pendurada frouxamente em uma das mãos. Sua camisa estava manchada e seus olhos vidrados por ter bebido demais por tempo demais.

    Atrás dele, estava uma jovem mulher, as mãos juntas, os ombros tremendo sutilmente de frio ou medo. Harland ainda não sabia qual dos dois.

    Ele se aproximou do bar com passos cautelosos, parando longe o suficiente para evitar que o irmão mais velho se sentisse desafiado, mas perto o suficiente para falar sem levantar a voz.

    “Você me deve $5,” disse Harland.

    O irmão mais velho piscou lentamente, confuso com o tom firme. Quando finalmente entendeu o significado, ele riu. Curto, irregular, o tipo que vinha de alguém que havia parado de se importar com as consequências.

    “$5,” ele arrastou. “Você não vai ver uma única moeda.”

    Harland manteve sua expressão neutra. “Eu trabalhei por isso.”

    O irmão mais velho esticou o braço e agarrou a jovem mulher pelo braço. Ela cambaleou para a frente, e sua condição ficou clara sob as luzes das lanternas. Seu vestido estava rasgado no peito, o decote caindo o suficiente para revelar uma linha profunda entre os seios. Um rasgo longo ao longo das costelas expunha a pele machucada. Suas pernas estavam nuas do joelho para baixo, os pés empoeirados e arranhados, os tornozelos marcados por contusões finas e duras. Seu cabelo caía em mechas emaranhadas sobre o rosto.

    “Leve-a como pagamento,” disse o irmão mais velho, forçando-a para a frente. “Ela cobre o que você procura.”


    A mulher, Meera, apoiou-se no balcão, a respiração instável, os braços pressionados firmemente contra o peito enquanto tentava cobrir o tecido rasgado. Ela não falou. Ela não discutiu. Ela apenas tentou ficar em pé sem tremer, como se estivesse se preparando para que alguém decidisse o que aconteceria em seguida.

    A primeira reação de Harland foi de raiva. Baixa, controlada, profunda o suficiente para que ele sentisse o calor subir em seu peito. A maneira como o homem a tratava o lembrava das pessoas destruídas que ele vira na trilha após ataques. Seu instinto era dizer ao homem para soltá-la, mas Harland aprendera a não deixar a emoção empurrá-lo para lutas imprudentes.

    “Eu não vou levar uma mulher como pagamento,” ele disse.

    O irmão mais velho deu de ombros e pegou a garrafa novamente. “Então, você vai sair de mãos vazias.”

    Harland olhou para o homem, depois para Meera. Os olhos dela permaneceram baixos, mas quando o irmão mais velho a empurrou para mais perto, o corpo dela se encolheu como se pensasse que Harland também poderia bater nela.

    Essa reação o fez parar de uma maneira diferente. O medo dela não era barulhento ou de olhos arregalados. Era silencioso, um tipo de prática que alguém carrega após noites demais nas mãos perigosas.

    Ela levantou o olhar lentamente. Seus olhos eram escuros, cansados e inchados nas bordas, mas ela não desviou o olhar depois que encontraram os dele. Ela prendeu a respiração, esperando para ver que tipo de homem ele era.


    Harland sentiu o peso daquele olhar. Ele não queria assumir a responsabilidade por alguém que não conhecia. Ele não queria trazer problemas para sua vida pacata. Mas ele também não podia sair e deixá-la em um lugar onde as pessoas a tratavam como uma aposta perdida.

    Ele meteu a mão no casaco e puxou as poucas moedas que havia ganhado. Colocou-as no balcão, uma por uma, dando tempo ao barman para ver a transação claramente.

    “Isto quita a dívida,” disse Harland. “Ela sai por aquela porta comigo.”

    O barman assentiu levemente, cansado da cena. “Ela deveria ir,” ele murmurou. “Este lugar já tirou o suficiente dela.”

    O irmão mais velho praguejou, mas não os impediu. Ele não tinha mais forças para discutir.

    Harland se virou para Meera e levantou a mão lentamente, a palma aberta. Ela hesitou, os olhos piscando em direção à porta, e então colocou seus dedos trêmulos nos dele. O aperto dela era leve, incerto, mas ela não se afastou.

    Lá fora, o ar estava mais fresco. A rua estava vazia, exceto por um cão vadio farejando uma caixa quebrada. Meera parou ao lado de Harland, os braços pressionados firmemente sobre o vestido rasgado para se cobrir. Sua respiração estava rápida e irregular. O choque de deixar o prédio transparecia na maneira como seus ombros subiam e desciam.

    “Você está segura fora daquele lugar,” disse Harland calmamente. “Você não me deve nada. Eu paguei a dívida para que eles a deixassem sair.”

    Ela assentiu uma vez, mas manteve a cabeça baixa. Falar parecia difícil para ela, como se temesse que sua voz falhasse.


    Harland a levou até seu cavalo. Ela gemeu quando tentou levantar a perna, então ele colocou as mãos gentilmente em sua cintura e a ajudou a subir. Suas costelas pressionaram o pito da sela, e ela soltou um pequeno som de dor antes que pudesse se conter. Ele a firmou novamente, mantendo as mãos firmes, mas respeitosas.

    “Qual é o seu nome?” ele perguntou, a voz mais suave do que antes.

    “Meera,” ela sussurrou, mal audível.

    Harland montou atrás dela, cuidadoso para não tocá-la mais do que o necessário, e guiou o cavalo para longe do saloon. O vento roçou os cabelos de Meera enquanto ela se inclinava levemente para a frente, segurando o pito da sela com as duas mãos para se firmar.

    Eles deixaram Dustwater para trás, cavalgando em direção à escura extensão de terra aberta, onde a noite esperava quieta e vazia. Meera não falou novamente, e Harland não a pressionou. O silêncio deles se instalou entre eles enquanto a estrada se estendia à frente. Dois estranhos indo em direção a um lugar que nenhum dos dois esperava alcançar juntos.


    A noite esfriava constantemente enquanto Harland guiava o cavalo para o norte. As lanternas de Dustwater encolhiam atrás deles até se tornarem nada mais do que pontos dispersos engolidos pela escuridão. Meera estava rígida na sela, mantendo as duas mãos firmemente agarradas ao pito, seus ombros subindo levemente toda vez que o cavalo se movia sob ela.

    Harland observava as margens da trilha, verificando o mato em busca de movimento por hábito, mas mantinha parte de sua atenção na respiração dela, pois ela parecia alguém tentando permanecer consciente através de uma dor que não queria admitir.

    Eles cavalgaram por quase dez minutos sem falar. A estrada se estendia aberta à frente, e o vento carregava o cheiro seco da sálvia. O cabelo de Meera soprava em seu rosto em mechas irregulares, e Harland notou o tremor ao longo de sua mandíbula a cada calafrio. Ele não se apressou em quebrar o silêncio, mas diminuiu o cavalo para um ritmo mais suave, para que a viagem não sacudisse ainda mais as costelas dela.

    “Você consegue aguentar mais um pouco?” ele perguntou calmamente.

    Ela assentiu sem virar a cabeça. “Sim,” ela disse, a voz tensa, mas firme o suficiente para mostrar que não estava desistindo.


    Harland queria perguntar como ela havia acabado naquele saloon, mas conteve a pergunta até estarem mais longe da cidade. Quando ela se moveu levemente, ele viu seus pés descalços pendurados sobre o estribo e percebeu que ela estava descalça naquele chão de saloon.

    Ele tirou seu casaco de trilha com uma mão e o colocou sobre as pernas dela. Ela olhou para o peso que se acomodava em seu colo, surpresa, e então puxou o casaco para mais perto sem dizer nada.

    Cerca de um quilômetro fora da cidade, ele finalmente falou novamente. “Você estava com aqueles homens por quanto tempo?”

    Meera inalou lentamente antes de responder. “Meses,” ela disse. “Meu irmão… meu verdadeiro irmão… me perdeu em um jogo de cartas.” Depois disso, o saloon me manteve porque eu não tinha para onde ir.

    Seu tom não tinha drama. Ela disse as palavras como alguém recitando fatos que havia se forçado a aceitar.

    A mandíbula de Harland se apertou. Ele odiava a ideia de alguém abandonar o próprio sangue. Mas ele manteve sua raiva quieta, pois mostrá-la com muita força só a assustaria.

    “Eles bateram em você esta noite?” ele perguntou. Não para ter pena dela, mas para entender o que ela estava enfrentando.

    “Eles me agarraram,” ela respondeu. “E antes, um deles me empurrou contra uma parede quando eu disse que precisava de água. Não é novidade.”

    Harland se moveu levemente na sela, e Meera se encolheu instintivamente antes de perceber que ele não estava estendendo a mão para ela. Ele ajustou as rédeas com movimentos controlados.

    “Você não vai voltar para lá,” ele disse, não como uma promessa, mas como uma declaração de fato.

    Ela olhou por cima do ombro levemente, seus olhos capturando o fraco luar. “Por que você me ajudou?” ela perguntou. “Você poderia ter saído.”

    Harland já havia se perguntado o mesmo. Ele não estava na cidade para assumir o problema de estranhos. Ele pretendia pegar suprimentos e voltar para sua terra, onde ninguém pedia nada.

    Mas a maneira como ela o havia olhado dentro daquele saloonquieta, exausta, sem implorar, sem barganhar — o havia perturbado de uma forma que ele não entendia totalmente.

    “Você não deveria ter sido entregue a ninguém,” ele disse. “Eu não ia deixar você em um lugar como aquele.”

    Ela absorveu a resposta com um pequeno aceno, sua postura relaxando por uma fração. Ela não o pressionou por mais.


    A trilha se curvou em direção a uma elevação estreita, e o som de água corrente chegou até eles de um riacho raso que cortava a terra. Harland diminuiu o cavalo ainda mais e parou perto da beira.

    “Vamos fazer uma pausa,” ele disse. “Você precisa de água, e o cavalo também.”

    Meera tentou desmontar sozinha, mas quando deslizou a perna sobre a sela, seu equilíbrio vacilou. Harland interveio rapidamente, colocando uma mão perto do cotovelo e a outra em torno da cintura para que ela não caísse. Ela se enrijeceu, esperando a aspereza, mas seu aperto permaneceu controlado e cuidadoso. Sua respiração tremeu quando seus pés descalços tocaram a terra fria.

    Ela olhou em volta, examinando o mato escuro, seus olhos se movendo como os de alguém que passou muito tempo em quartos fechados e precisava de tempo para se ajustar a espaços abertos.

    Harland entregou-lhe seu cantil. Ela bebeu lentamente, parando após cada gole, como se não estivesse acostumada a beber livremente. Quando terminou, limpou a boca com as costas da mão e devolveu o cantil sem encontrar os olhos dele.

    “Você tem família em algum lugar?” perguntou Harland.

    “Não,” ela disse. “Nenhum lugar que me aceitaria. Não agora.”

    Harland levantou o queixo levemente, pensando em sua própria terra. Não era muito; apenas uma pequena cabana, o curral e um pedaço de terra difícil o suficiente para cultivar batatas em um ano bom. Não foi construído para companhia. Ele não o compartilhava com ninguém desde a noite em que seu primo morreu. E o silêncio daquele lugar tinha sido conforto e punição por anos.

    Trazer alguém para lá, especialmente alguém que havia sido maltratado por tanto tempo, mudaria tudo sobre como ele vivia.

    “Nós chegaremos à minha cabana ao amanhecer,” ele disse. “É tranquilo e longe da cidade.”

    Meera parou. “Você está me levando para lá?”

    “É o lugar mais seguro que eu tenho,” ele respondeu. “Você vai descansar e ter tempo para descobrir o que quer em seguida.”

    Ela olhou para seus pés machucados, os dedos se curvando levemente contra a terra, e uma respiração tensa escapou dela. “Eu não sei o que eu quero,” ela sussurrou. “Faz muito tempo que eu não tenho escolha.”

    Harland não se aproximou nem a tocou novamente. Ele apenas assentiu uma vez. “Você terá uma agora.”


    O cavalo bufou suavemente enquanto bebia do riacho, e o som se instalou na noite silenciosa. Meera observou a água se mover em pequenas ondulações e envolveu o casaco de Harland mais apertado em seu peito, o vestido rasgado se movendo levemente enquanto ela ajustava o aperto.

    A trilha atrás deles permaneceu vazia. Ninguém os seguiu de Dustwater, mas Harland não relaxou totalmente. Ele não confiava em pessoas que apostavam mulheres. Homens assim muitas vezes não largavam o que pensavam possuir. Ele olhou ao longo do cume, verificando se havia silhuetas distantes. Nada se moveu, exceto as pontas do mato de sálvia se dobrando ao vento.

    Depois de alguns minutos, ele guiou Meera de volta ao cavalo. Desta vez, ela não se encolheu quando ele a ajudou a subir. Ela se acomodou na sela mais devagar do que antes, cuidadosa para não forçar seus ferimentos, e Harland montou atrás dela com a mesma contenção medida que havia mostrado desde que deixaram o saloon.

    Eles cavalgaram para o norte novamente, mais longe de Dustwater, mais fundo na terra escura que se estendia entre a cidade e sua cabana isolada. A respiração de Meera ficou mais firme, embora de vez em quando ela inalasse bruscamente quando suas costelas protestavam.

    Harland manteve os olhos na trilha, mas não perdeu essas pequenas reações, e cada uma delas o puxava com uma urgência silenciosa que ele não esperava sentir por alguém que havia conhecido há menos de uma hora.

    Enquanto se moviam pelo campo vazio, Meera se inclinou para a frente, apoiando os antebraços levemente no pito da sela. O vento varreu seu rosto, afastando o cabelo o tempo suficiente para Harland ver sua expressão. Ela não estava chorando. Ela não estava em pânico. Ela parecia alguém tentando entender um mundo que não experimentava há anos. Um mundo onde ninguém estava gritando com ela, agarrando-a ou dizendo-lhe qual era o seu valor.

    Harland sentiu a mudança entre eles. Não confiança, ainda não, mas um pequeno passo nessa direção.


    O contorno fraco de distantes árvores de choupo marcou o início do vale onde sua cabana estava escondida em uma bacia rasa. A noite ao redor deles ficou mais silenciosa, e a estrada se estreitou até que parecesse que estavam deixando o mundo para trás pedaço por pedaço.

    Meera levantou o queixo levemente e perguntou, quase com medo de sua resposta. “Que tipo de homem você é, Harland?”

    Ele não virou a cabeça. Ele não queria assustá-la com movimentos repentinos. “Alguém que não pega o que não é meu,” ele disse. “Alguém que não deixa uma mulher em um lugar como aquele.”

    Ela soltou uma respiração longa e fina, como se algo dentro dela se soltasse pela primeira vez em anos.

    A trilha se estendeu à frente, levando-os em direção a um lugar que ela nunca tinha visto e que ele nunca tinha planejado compartilhar. Mas nenhum dos dois buscou distância. Eles continuaram cavalgando, deixando o silêncio se instalar, deixando a noite levá-los para a próxima parte da história que nenhum dos dois esperava começar juntos.


    O céu escureceu enquanto eles se moviam mais fundo no vale, e o ar esfriou o suficiente para que Meera puxasse o casaco de Harland até a gola, tentando cobrir o vestido rasgado sem chamar a atenção para a pele exposta que ela não conseguia esconder. Harland notou seus movimentos silenciosos e, sem interromper o passo, ele inclinou o cavalo para mais perto do caminho estreito entre dois cumes, onde o vento era mais fraco. Ela não o agradeceu em voz alta, mas ela baixou os ombros à medida que o frio diminuía, e isso foi o suficiente para ele.

    Eles cavalgaram por quase uma hora apenas com o som dos cascos no solo batido. Durante esse tempo, a respiração de Meera se firmou novamente, embora de vez em quando ela pressionasse a mão levemente contra as costelas, fazendo uma careta quando seu corpo se movia com o movimento do cavalo. Harland manteve o ritmo lento por causa dela. E embora ela não tenha comentado, ela observou suas mãos nas rédeas como se estivesse tentando entender o tipo de homem que ajustava suas escolhas por alguém que mal conhecia.


    Quando chegaram à base do vale, a terra se abriu em uma ampla extensão de grama quebrada por aglomerados de árvores de choupo. A fraca silhueta da cabana de Harland surgiu. Uma pequena forma sentada perto de um riacho estreito, distante o suficiente da trilha para que um estranho passasse sem nunca notá-la.

    Meera estudou o contorno, seus olhos se estreitando como se tentasse adivinhar a que tipo de lugar estava sendo levada, e Harland esperava que ela se encolhesse novamente. Em vez disso, ela se inclinou ligeiramente para o lado para ver melhor, sua curiosidade superando a exaustão.

    “Essa é a sua casa?” ela perguntou calmamente.

    “Sim,” ele disse. “É simples, mas é minha.”

    Ela assentiu lentamente, absorvendo a informação. “Você mora sozinho há anos?”

    “Eu não planejava que isso fosse verdade para sempre. Aconteceu assim.”

    A resposta a fez olhar para frente novamente, pensando nas perguntas não respondidas que ela carregava de um saloon. Ela se perguntava quem ele realmente era, que tipo de vida levava e se ele a havia trazido para cá porque tinha algum motivo oculto ou porque realmente pretendia dar-lhe espaço para respirar. A cabana ajudou a responder parte disso. Não era grande o suficiente para alguém tramando esquemas. E não foi construída como um lugar onde um homem recebia companhia. Parecia uma vida que ele mantinha longe de todos.


    À medida que se aproximavam, Meera se moveu levemente. “Se… se alguém vier me procurar,” ela perguntou cuidadosamente. “Eles encontrarão este lugar?”

    “Eles não deveriam,” disse Harland. “Apenas algumas pessoas sabem que existe. E os homens de Dustwater raramente cavalgam além do cume. Longe demais para uísque e mesas de jogo.”

    Ela soltou uma respiração que estava prendendo desde que deixaram a cidade. Quando o cavalo finalmente parou perto do pequeno curral ao lado da cabana, Harland desmontou primeiro. Ele se moveu lentamente, ciente de que ela não fazia uma longa viagem há muito tempo, e estendeu uma mão firme para ajudá-la a descer. Seus pés tocaram a terra fria, e ela cambaleou ligeiramente antes de recuperar o equilíbrio com um som suave entre dor e alívio. Harland observou atentamente, notando como ela tentava esconder o desconforto apertando a mandíbula.

    Ele acenou com a cabeça em direção à varanda. “Lá dentro está quente. Você pode descansar lá.”

    Meera deu um passo, mas parou no meio do caminho, olhando para os pés. “Eu não tenho sapatos,” ela disse, envergonhada por algo que ela nunca pediu.

    Harland não hesitou. “Eu vou pegar um par para você. Pode ser um pouco grande, mas é melhor do que nada.”

    Ele caminhou até o galpão de armazenamento próximo, deixando-a na varanda, onde ela passou os dedos sobre o corrimão áspero, tocando algo que não estava quebrado ou perigoso pela primeira vez em meses.


    Ele voltou com um par de botas de couro gastas. “Você pode usar estas até encontrarmos algo que sirva melhor,” ele disse.

    Meera as aceitou com as duas mãos, parecendo surpresa com a simples bondade. Ela se sentou na beira da varanda e deslizou os pés para dentro delas. As botas estavam soltas, mas protegiam sua pele. Ela se levantou novamente, testando o peso.

    “Você disse que não estava planejando viver sozinho para sempre,” disse Meera cuidadosamente, virando-se para ele. “O que o fez ficar aqui por tanto tempo então?”

    Harland olhou em direção ao vale, as mãos pousadas levemente no cinto. “Eu perdi alguém,” ele disse, não em um tom distante, mas em um que pertencia a um homem que havia aceitado a ferida, mas nunca a esqueceu. “Ele era mais jovem do que eu. Eu prometi ao pai dele que o traria de volta em segurança. Eu não trouxe.”

    Ele não tremeu, não desviou o olhar. Ele simplesmente disse a verdade.

    Meera baixou os olhos por um momento. “Sinto muito. Perder pessoas muda tudo.”

    “Muda,” ele disse.

    A voz dela se suavizou ainda mais. “Naquele saloon, eu não pertencia a lá. Eu não nasci naquela vida. Eu apenas acabei lá porque tentei confiar na pessoa errada.” Ela engoliu em seco, e a maneira como ela pressionou as pontas dos dedos no casaco mostrava que ela estava escolhendo suas palavras cuidadosamente. “Meu irmão nem sempre foi assim. Perder nossos pais o mudou. Ele jogou tudo. Ele começou a beber. Depois ele vendeu minhas coisas. Então…” Ela fez uma pausa, incapaz de dizer a última parte em voz alta. “Eu parei de ser uma pessoa para ele.”


    Harland não a interrompeu. Ele não ofereceu conforto vazio. Ele simplesmente ouviu, o silêncio entre eles, dando-lhe espaço para continuar.

    “Eu costurava vestidos,” ela disse. “Antes que tudo desmoronasse, eu fazia roupas para viajantes, esposas de mineiros, qualquer um que precisasse de algo remendado. Foi assim que eu vivi antes que as cartas arruinassem tudo.”

    Harland guardou o detalhe. Não apenas o fato de ela ter uma habilidade, mas que ela uma vez viveu uma vida onde criava coisas em vez de sobreviver pelo medo.

    A porta da cabana rangeu suavemente enquanto ele a empurrava para abrir. Lá dentro, a lanterna sobre a mesa lançava uma luz quente sobre o pequeno cômodo. Um fogão estava no canto, uma cama encostada na parede oposta, uma única prateleira com alguns pratos e dois livros antigos. Não havia nada de luxuoso lá dentro, mas o quarto parecia calmo, seguro de uma forma que sua vida não tinha sido por anos.

    “Você pode ficar com a cama,” disse Harland. “Eu durmo perto da lareira esta noite.”

    Meera entrou, o chão de madeira frio sob seus pés, mesmo através das botas emprestadas. Ela olhou em volta lentamente, absorvendo cada detalhe, seus olhos parando na janela onde o luar caía sobre o peitoril. Ela parecia sobrecarregada, mas não de medo, mais por entrar em um espaço onde ninguém a observava como propriedade.

    “Você não está esperando nada em troca?” Meera perguntou calmamente, ainda insegura das regras deste novo mundo.

    A resposta de Harland foi instantânea. “Não. Você está aqui porque precisava de uma saída, não porque eu queria algo de você.”

    Ela assentiu uma vez e exalou, como se aquela resposta libertasse um peso que ela não sabia que carregava. Ela apoiou a mão levemente contra o batente da porta para se firmar. O tecido rasgado de seu vestido se moveu levemente enquanto ela se movia, mas ela não se cobriu com tanta urgência como antes. Pela primeira vez, ela não estava cercada por mãos esperando para agarrá-la.


    Harland pendurou o chapéu na parede e mexeu no fogo. Meera observou o movimento constante das chamas, seu corpo finalmente baixando na beira da cama enquanto a exaustão a dominava. Ela puxou o casaco de Harland em torno de seus ombros e sentou-se quieta, deixando sua respiração cair em um ritmo lento.

    Harland sentou-se na cadeira perto do fogão, observando-a sem encará-la. Ele queria que ela soubesse que ele não era uma ameaça, e ele se certificou de que cada pequeno movimento refletisse isso.

    À medida que o quarto esquentava, Meera olhou para ele uma última vez antes de deixar seus olhos se fecharem. “Obrigada por não me deixar lá,” ela sussurrou.

    “Você está segura,” ele disse. “Descanse.”

    A respiração dela suavizou, seus ombros relaxaram, e o silêncio dentro da cabana se aprofundou enquanto ela caía no sono. Um sono que não veio apenas da exaustão, mas da primeira sensação de segurança que ela teve em anos.

    Lá fora, a noite se instalou sobre o vale, e Harland ouviu o vento roçar as paredes da cabana, sabendo que o verdadeiro trabalho de protegê-la começaria ao amanhecer.


    (O conto segue com a cura de Meera, a vigilância de Harland e o confronto final com os homens de Dustwater, culminando com o beijo e a aceitação mútua de um futuro juntos na cabana.)


    A fraca luz cinzenta do amanhecer infiltrou-se pela pequena janela da cabana enquanto Harland abria os olhos. O calor do fogo havia se transformado em um brilho silencioso. Ele não tinha dormido muito, optando por sentar na cadeira de madeira ainda com as botas calçadas, sua mente repassando as escolhas que fizera na noite anterior.

    Meera jazia na cama debaixo de seu casaco, virada levemente para a parede, respirando lenta e uniformemente. A tensão que ela trouxe para a cabana havia diminuído em algum momento durante a noite.

    Harland levantou-se com cuidado para que as tábuas do chão não rangesssem. Ele saiu e fechou a porta sem fazer barulho. O ar da manhã estava fresco, e uma fina camada de geada agarrava-se aos tufos de grama perto do riacho. Ele se ajoelhou ao lado da bomba perto da parede da cabana e lavou o rosto com água fria, deixando o choque da água acalmá-lo. Ele precisava de uma cabeça clara hoje porque havia muitas perguntas que ele não podia mais ignorar.


    Ele havia tirado Meera de um lugar perigoso, mas não sabia quem em Dustwater estaria zangado o suficiente para vir procurá-la. Ele não sabia se o irmão dela ainda estava vivo. Ele não sabia se aqueles homens a consideravam algo que mereciam recuperar. E homens que acreditam nisso raramente desistem facilmente.

    Ele alimentou o cavalo e verificou o perímetro da propriedade, procurando por rastros mais antigos que os seus. Não havia nada de novo, apenas as marcas deixadas por semanas vivendo sozinho. Isso trouxe uma pequena sensação de alívio, mas não o suficiente para aliviar a preocupação que permanecia perto de seus pensamentos.

    Dentro da cabana, Meera acordou com o som da porta se fechando novamente. Ela abriu os olhos lentamente, incerta a princípio de onde estava, mas depois se lembrou da varanda, das botas, do fogo e da quietude que não parecia perigosa. Ela se sentou com cuidado, uma mão se movendo automaticamente para os hematomas ao longo de suas costelas. Quando se levantou, suas pernas tremeram um pouco por causa da longa viagem e do choque de tudo que havia acontecido ontem. Ela notou o casaco de Harland ainda em seus ombros e o segurou mais apertado, sentindo o peso dele como algo que ela não estava acostumada a receber.


    Quando Harland voltou, ele a viu parada perto da mesa, com o cabelo despenteado do sono, o vestido ainda rasgado de maneiras que ela não conseguia esconder. Ela recuou um passo por instinto, mas se conteve antes que o medo a dominasse totalmente. Seus olhos encontraram os dele por um momento, buscando em sua expressão a confirmação de que nada havia mudado entre a noite passada e agora.

    “Bom dia,” disse Harland, mantendo o tom calmo. “Você dormiu?”

    “Um pouco,” ela respondeu. “Foi a primeira vez em muito tempo que não acordei assustada.”

    Ele colocou um copo de lata sobre a mesa. “Eu vou esquentar água. Você pode se lavar se quiser. Há um pano limpo no baú perto da cama.”

    Meera olhou para o baú, cautelosa, mas grata. Ela hesitou antes de falar novamente. “Você… você precisa voltar para a cidade hoje?”

    Harland balançou a cabeça. “Por enquanto, não.” Ele não disse o resto: que voltar tão cedo poderia dar a alguém a chance de segui-lo para casa. Em vez disso, ele acrescentou: “Eu vou cavalgar mais tarde para verificar o cume. Para ter certeza de que ninguém nos seguiu.”

    A garganta de Meera apertou com isso. Ela não tinha perguntado ontem, mas o medo persistia. E se os homens em Dustwater percebessem que ela havia sumido? E se a culpassem pela moeda que Harland lhes deu? E se eles viessem atrás dele também?

    Ela baixou o olhar. “Homens como eles costumam deixar alguém ir?”

    “Nem sempre,” disse Harland honestamente. “Mas Dustwater está cheia de homens que esquecem as coisas depois que bebem o suficiente. Isso joga a nosso favor.”


    Ela assentiu fracamente, aliviada, mas ainda fatigada. A pergunta que permanecia pesada em sua mente finalmente escapou. “O que acontece comigo agora? Eu não quero ser um fardo.”

    “Você não é um fardo,” ele disse. “Você é alguém que precisava de proteção, e agora você está aqui. É só isso.”

    Meera engoliu em seco, sem saber como responder. Ela nunca tinha ouvido alguém falar sobre ela de uma maneira que não a reduzisse ao que ela poderia ser usada. Suas mãos agarraram as bordas do casaco, puxando-o para mais perto até que o decote rasgado de seu vestido estivesse quase totalmente escondido.

    Harland acendeu o fogão e colocou uma panela com água em cima. A luz quente preencheu o canto do quarto, dando ao espaço uma sensação caseira que Meera não esperava experimentar novamente. Ela se aproximou do baú lentamente, levantou a tampa e encontrou uma camisa dobrada e um par de calças velhas lá dentro. Limpas, gastas, mas intocadas por anos. Elas pertenciam a alguém de constituição menor do que Harland, talvez um adolescente.

    Ela olhou por cima do ombro. “Essas roupas, eram dele?” ela perguntou, a voz suave, mas firme.

    Harland não respondeu imediatamente. Ele manteve os olhos na chama do fogão. “Sim,” ele finalmente disse. “Meu primo. Eu as guardei porque não conseguia jogá-las fora.”


    Meera passou os dedos suavemente sobre o tecido, reconhecendo o peso da memória ligada a elas. “Se for muito difícil deixar-me usá-las…”

    “Não é,” ele a interrompeu calmamente. “Elas ficam melhores com alguém que precisa delas do que paradas em uma caixa.”

    Ela segurou a camisa com cuidado, o gesto carregando um respeito não dito pelo garoto que ela nunca conheceria. Ela entrou no canto atrás do cobertor pendurado que Harland havia amarrado anos atrás para ter privacidade quando limpava feridas de longas viagens. Ele virou a cabeça e se ocupou com o fogão para dar-lhe espaço total.

    Quando ela reapareceu, a camisa grande a cobria mais completamente do que qualquer coisa que ela usara em meses, o tecido solto caindo sobre os quadris, escondendo o vestido rasgado por baixo. Ela cruzou os braços sobre o abdômen, testando a sensação do tecido contra seus hematomas. Ela se sentiu quase decente novamente.

    “Isso combina mais com você,” disse Harland, não como um elogio, mas como um reconhecimento de que ela finalmente parecia alguém com dignidade novamente.

    Meera sentou-se na cama, ajustando a gola. “Você disse que verificou o cume hoje. Você acha que estamos em perigo?”

    “Eu preciso saber se alguém deixou Dustwater na noite passada,” ele disse. “É a única maneira de nos adiantarmos ao problema, se o problema começar.”

    Ela assentiu lentamente, absorvendo a seriedade da situação. “O que devo fazer enquanto você estiver fora?”

    “Fique dentro,” ele disse. “Tranque a porta. Ninguém vem por aqui, mas eu não quero que você a abra a menos que me ouça chamar seu nome primeiro.”

    A mandíbula de Meera apertou ligeiramente com a ideia de estar sozinha novamente, mas ela entendeu a necessidade. “Eu vou esperar,” ela disse calmamente.


    Harland caminhou até a pequena prateleira e pegou uma faca de caça. Sua lâmina estava afiada, embora não polida. Ele a estendeu para ela, o cabo primeiro.

    “Fique com isto,” ele disse. “Se alguém tentar a porta ou a janela, você não hesite.”

    Meera olhou para a faca por um momento, incerta se o peso dela a assustava mais do que a confortava. Depois de uma longa pausa, ela envolveu os dedos em torno do cabo. “Eu não vou congelar,” ela disse, ecoando algo que ela precisava acreditar sobre si mesma.

    Harland assentiu uma vez, colocou o chapéu e saiu. Meera o observou selar o cavalo pela janela, os dedos apertados em torno do cabo da faca. Ela viu como ele examinava o horizonte por hábito, como se movia com a atenção que vinha de anos de perigo e como carregava responsabilidade mesmo quando não era pedida.

    Enquanto ele cavalgava em direção ao cume, Meera ficou na cabana silenciosa, a camisa grande roçando em seus joelhos, a faca apoiada na palma da mão, e sentiu o primeiro vislumbre de algo que não experimentava desde que sua vida desmoronou: uma pequena, incerta esperança de que alguém havia escolhido mantê-la segura sem esperar que ela pagasse por isso.


    (O conto prossegue com a fuga bem-sucedida de Harland, o retorno e o confronto emocional de Meera, e o final onde eles se beijam e ela decide ficar. O final aqui segue a parte crucial onde eles se escolhem mutuamente.)


    …O cavalo relinchou suavemente enquanto Harland terminava de colocar a sela, pronto para atrair os bandidos. Meera estava parada ao seu lado na varanda, a tensão em seu corpo era palpável.

    “Não desapareça lá fora,” ela sussurrou, a voz embargada. “Eu não posso fazer isso sozinha.”

    Harland pousou a mão suavemente ao longo de sua mandíbula, levantando o queixo dela. “Você não está sozinha,” ele disse. “Nem agora. Nem nunca.”

    A proximidade entre eles se intensificou, as respirações se misturando na penumbra da lamparina. Meera se moveu primeiro, levantando-se na ponta dos pés o suficiente para roçar os lábios nos dele. Ele não hesitou. Ele pressionou a boca na dela, lenta e firme, ancorando-a na única certeza que a noite havia deixado. Suas mãos apertaram a camisa dele com mais força, como se ela estivesse se prendendo a ele.

    Quando se separaram, a testa dela descansou contra o peito dele. “Por favor,” ela sussurrou. “Volte.”

    “Eu voltarei,” ele disse. E ela acreditou.

    Ele saiu, fechando a porta suavemente atrás de si. Meera a trancou, as mãos tremendo, e então pressionou o ouvido contra a madeira. Ela ouviu o ranger de suas botas, o suave clique metálico de seu rifle sendo preparado e, então, o silêncio.

    Minutos se passaram, lentos, pesados, insuportáveis. Então, um grito ecoou do cume, seguido pelo barulho de cascos. Meera prendeu a respiração. Ela ouviu um único assobio agudo, o sinal dele para o cavalo. Mais gritos seguiram, depois o som de cavaleiros virando rapidamente, perseguindo o movimento que não conseguiam ver claramente no escuro. O ruído diminuiu gradualmente até o nada.


    Meera caiu de joelhos, lágrimas escorrendo pelo rosto. Ela se levantou e esperou ao lado da janela.

    Finalmente, após o que pareceu horas, mas foi apenas uma, ela ouviu o ritmo suave e familiar do cavalo de Harland se aproximando. Não rápido, não frenético, firme.

    Ela correu para a porta, destrancou-a com dedos trêmulos e a abriu. Harland cavalgou pelas sombras, parando o cavalo perto da varanda. Ele desceu, as botas aterrissando firmemente no chão.

    Antes que ele pudesse falar, Meera correu até ele, jogando os braços em volta dele. Ele a pegou facilmente, puxando-a para perto sem hesitar. Ela pressionou o rosto em seu peito, chorando de alívio que ela não se preocupou em esconder.

    “Eu te disse,” ele murmurou em seu cabelo. “Eu voltei.”

    Ela se agarrou a ele. “Eles se foram?”

    “Eu os perdi perto do cume,” ele disse. “Eles não encontrarão o caminho de volta para cá.”

    Ela levantou o rosto para olhá-lo, as lágrimas ainda brilhando em seus olhos. “Então acabou.”

    “Acabou,” ele disse. “Você está segura. Nós estamos seguros.”

    Essas palavras se instalaram entre eles como a peça final de uma vida que nenhum dos dois esperava, mas que ambos precisavam. Harland afastou uma mecha de cabelo do rosto dela, e Meera se inclinou para o toque dele.

    “Fique,” ela sussurrou. “Fique comigo. Não porque você se sente responsável, mas porque você quer.”

    Harland segurou o rosto dela gentilmente. “Eu quis no momento em que você olhou para mim naquele saloon.”

    Meera engasgou e o beijou novamente, lento, deliberado, certo. Ele a levantou em seus braços sem esforço, carregando-a para dentro da cabana enquanto a noite se instalava pacificamente ao redor deles.

    Pela primeira vez em anos, Meera não estava fugindo de ninguém. Pela primeira vez em anos, Harland não estava vivendo em silêncio. Eles fecharam a porta juntos, deixando o perigo para trás, escolhendo um futuro construído sobre segurança, confiança e a promessa silenciosa de que nenhum dos dois jamais caminharia sozinho novamente.

  • O QUE NUNCA TE CONTARAM SOBRE A LIGAÇÃO DE TARCÍSIO COM A CORRUPÇÃO DO BANCO MASTER – AS CONEXÕES SECRETAS QUE ESTÃO SENDO ESCONDIDAS! ASSISTA ANTES QUE APAGUEM DO AR!

    O QUE NUNCA TE CONTARAM SOBRE A LIGAÇÃO DE TARCÍSIO COM A CORRUPÇÃO DO BANCO MASTER – AS CONEXÕES SECRETAS QUE ESTÃO SENDO ESCONDIDAS! ASSISTA ANTES QUE APAGUEM DO AR!

    CONEXÕES PROFUNDAS DE TARCÍSIO COM A CORRUPÇÃO DO BANCO MASTER! ASSISTA ANTES QUE TIREM DO AR

    O Brasil vive um cenário político conturbado, e novas revelações sobre o governo de Tarcísio de Freitas vêm à tona, colocando em xeque a sua imagem de “gestor eficiente” que tanto é exaltada pela Faria Lima. As conexões entre Tarcísio e o escândalo do Banco Master, envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, têm gerado grandes repercussões, principalmente com o avanço das investigações que podem atingir membros de seu círculo mais próximo.

    As Revelações Sobre Tarcísio e o Banco Master

    Tarcísio acredita em reorganização da direita e livrar Brasil do PT

    O nome de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, vem sendo citado em meio a uma série de investigações que apontam para conexões com a corrupção envolvendo o Banco Master, um dos maiores escândalos financeiros do Brasil nos últimos tempos. Essas conexões, até então desconhecidas por muitos, começam a ser desvendadas, revelando a proximidade de Tarcísio com figuras chave da política e do empresariado ligados ao esquema.

    Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso pela Polícia Federal, e o caso tem desdobramentos que podem atingir figuras poderosas como Tarcísio. A movimentação de recursos do Banco Master e as doações milionárias feitas para a campanha de Tarcísio indicam uma trama que envolve corrupção, dinheiro sujo e práticas ilícitas em pleno governo paulista.

    A Ligação de Tarcísio com Fabiano Zetel

     

    Tarcísio de Freitas não está sozinho nesse esquema. Fabiano Zetel, empresário e pastor, cunhado de Daniel Vorcaro, também aparece como figura central neste escândalo. Zetel foi o maior doador individual da campanha de Tarcísio, com uma contribuição milionária que levanta suspeitas sobre o uso de recursos não declarados. Zetel, além de ser o maior financiador político, também tem vínculos estreitos com o Banco Master, o que só aumenta as suspeitas de favorecimento e lavagem de dinheiro.

    Após a privatização da EMAI (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), no valor de R$ 1,04 bilhão, parte desse dinheiro foi investida em CDBs de um banco ligado ao conglomerado Master. Essa movimentação gerou uma série de dúvidas sobre a destinação dos recursos, colocando Tarcísio no centro de uma grande investigação.

    O Impacto da Privatização da EMAI

    Partido de Tarcísio declara apoio a Messias e tenta convencer bancada |  Blogs | CNN Brasil

    A privatização da EMAI, um dos maiores negócios feitos por Tarcísio durante seu mandato como governador, está sendo vista com desconfiança. A movimentação de R$ 60 milhões em CDBs do LetsBank, um banco ligado ao conglomerado Master, levantou ainda mais questões sobre o destino do dinheiro público. A operação “Compliance Zero” da Polícia Federal está investigando essas movimentações financeiras e apontando para uma possível ligação com organizações criminosas e até com o Primeiro Comando da Capital (PCC), uma facção criminosa conhecida no Brasil.

    A privatização da EMAI, que foi uma das principais ações de Tarcísio, agora se transforma em um dos pontos mais críticos de seu governo, com acusações de falta de transparência e corrupção em suas gestões financeiras. As conexões entre a venda da EMAI, as doações de Zetel e o Banco Master colocam em risco a imagem do governador, que se apresenta como um “gestor eficiente”, mas agora é questionado por sua ligação com um esquema de corrupção em grande escala.

    A Investigação e os Desdobramentos

     

    As investigações em torno do Banco Master estão se expandindo, e as delações podem ser a chave para desvendar a rede de corrupção que envolve não apenas o banqueiro Daniel Vorcaro, mas também figuras influentes como Ciro Nogueira, Cláudio Castro e até outros governadores como Ibanez Rocha. A Polícia Federal está cada vez mais perto de desvendar toda a trama que envolve o uso de recursos públicos em fundos suspeitos e a lavagem de dinheiro.

    Se as delações acontecerem, figuras como Tarcísio de Freitas podem ser puxadas para o centro das investigações. Isso coloca em risco não apenas sua carreira política, mas também a estabilidade do atual governo de São Paulo, já que muitas dessas investigações envolvem poderosos nomes da política brasileira, incluindo aliados próximos de Bolsonaro.

    As Implicações Políticas e a Repercussão Nacional

     

    O escândalo envolvendo Tarcísio e o Banco Master não é apenas um caso de corrupção local. Ele tem implicações nacionais, pois envolve figuras de destaque no governo de Jair Bolsonaro e na política do Rio de Janeiro e do Distrito Federal. A movimentação de recursos e as conexões entre políticos, empresários e criminosos colocam em risco a estabilidade política e a confiança da população nas instituições governamentais.

    Enquanto Tarcísio tenta manter sua imagem de gestor e político eficiente, ele está sendo cada vez mais pressionado pelas investigações que ligam seu nome a um esquema de corrupção de proporções bilionárias. A pressão sobre ele aumenta à medida que mais informações vazam sobre as doações de campanha, a privatização de empresas públicas e as conexões com figuras do crime organizado.

    O Futuro de Tarcísio: Como Isso Pode Afetar sua Carreira

     

    Com a Polícia Federal intensificando as investigações e o escândalo envolvendo o Banco Master ganhando mais atenção da mídia e do público, o futuro de Tarcísio de Freitas como governador de São Paulo está em risco. Caso as investigações revelem mais detalhes sobre sua participação no esquema de corrupção, ele poderá enfrentar uma crise política que pode comprometer sua carreira, além de sua imagem de “gestor eficiente”.

    A pergunta agora é: até onde vai a ligação entre Tarcísio e os envolvidos nesse escândalo? O tempo dirá, mas o fato é que as conexões entre ele, o Banco Master e figuras de seu círculo político estão se tornando cada vez mais difíceis de ignorar.

    Conclusão: O Escândalo Está Apenas Começando

    Tarcísio não é o líder de que precisamos agora

    As investigações sobre a corrupção envolvendo o Banco Master e Tarcísio de Freitas ainda estão no começo, mas as conexões e o dinheiro sujo começam a aparecer de forma cada vez mais clara. O que parecia ser um caso isolado agora está se transformando em um dos maiores escândalos políticos dos últimos tempos, envolvendo grandes nomes da política brasileira.

    Enquanto a Polícia Federal segue investigando, é importante que a população acompanhe de perto os desdobramentos desse caso, que promete ter implicações profundas para o futuro da política no Brasil. A verdade sobre as ligações de Tarcísio com o Banco Master pode ser mais devastadora do que qualquer um imaginava. Fique atento, porque o impacto desse escândalo pode atingir muito mais do que os envolvidos diretamente.

  • DEU RUIM PRA BOLSONARO! Manifestação fiasco de 130 pessoas

    DEU RUIM PRA BOLSONARO! Manifestação fiasco de 130 pessoas

    No final de semana aconteceu um ato em Brasília super esvaziado em favor de Bolsonaro. Não foi absolutamente ninguém. 130 pessoas e somente o deputado Marcos Polon esteve presente sendo um grande fiasco, mais um fiasco. Diziam que o país iria parar e o país não parou. O país continua muito bem. E eu aponto quatro razões para esses fiascos seguidos do bolsonarismo em favor de Bolsonaro.

    O primeiro motivo é justamente a prisão do Bolsonaro ter acontecido de modo gradual. A população se acostumou a ela. A própria saúde de Bolsonaro, muito fragilizada e exposta pelos filhos, tira a visão que Bolsonaro possa liderar alguma coisa. Também tem a falta de profissionalização do próprio PL, que não vai conseguir engajar e mobilizar como o PT fez quando o Lula foi preso.

    E também a falta de manifestação política em favor de Bolsonaro. O centrão não quer que Bolsonaro permaneça forte. E sinceramente eu vejo que a família Bolsonaro tá numa situação bem delicada. Porque o centrão teme ir para 2026 sem o apoio do Bolsonaro. Mas sinceramente não vejo que esse apoio é tão relevante assim, porque se a família Bolsonaro não apoiar o candidato de direita, os bolsonaristas vão anular o voto? Vão votar no Lula? Sinceramente, não vão.

    Tổng thống Brazil bị yêu cầu đeo khẩu trang nếu không sẽ bị phạt - Báo và  Phát thanh - Truyền hình Ninh Bình

    E qual a sua opinião sobre mais um fiasco bolsonarista? Quais são os motivos para essa falta de engajamento? E qual é o motivo principal? Eu acredito que a falta de posição ou de engajamento político. Você acha que o apoio da família Bolsonaro ao candidato do Centrão é algo decisivo? Vai mudar muita coisa? E qual você acha que vai ser o resultado da próxima pesquisa de intenção de votos para presidente da República? A prisão de Bolsonaro vai afetar o quadro? Na minha opinião, não vai. Deixa o like no vídeo se você

    considerou o ato em Brasília um fiasco e se inscreva no canal. Brasília teve no final de semana, no domingo, mais um ato em favor de Bolsonaro e foi um ato completamente esvaziado. O ato começou por volta das 2 da tarde, tinha previsão de terminar às 5 horas com uma grande caminhada até a Praça dos Três Poderes ou algum outro local lá em Brasília.

    A manifestação foi na praça, no Museu da República. Só que devido a baixa quantidade de pessoas, aproximadamente 130 pessoas, não houve caminhada. e nem a duração completa. O ato por volta das 4 da tarde já havia terminado. Baixo engajamento, baixa motivação e os organizadores do evento disseram que a população estava com medo de sair de casa.

    Ninguém estava com medo de sair de casa. A verdade é que o Bolsonaro já não engaja mais ninguém. E apenas um parlamentar esteve presente, o deputado Marcos Polon. E por mais que a gente saiba que quantidade de manifestantes não é algo que nós podemos considerar como sendo relevante, mas o ato de pessoas saírem de casa, irem às ruas, reivindicar uma pauta, só por só por isso já é já seria algo relevante.

    Nós não podemos desconsiderar que os bolsonaristas eles consideram e quantitativamente, ou seja, a quantidade de pessoas algo relevante. Mas mais do que isso, é notável a constante desmobilização da quantidade de pessoas ou a desmobilização bolsonarista em favor de Bolsonaro. Então, por mais que uma manifestação, ela precisa ser apreciada pela não pela quantidade, mas o pelo ato em si, no caso dos bolsonaristas chama a atenção pela desmobilização constante.

    E eu vejo que existem quatro motivos para esses fracassos bolsonaristas ou esses quatro quatro motivos para essa não comoção que os bolsonaristas tanto alardearam que haveria. Eles disseram que o país ia parar, mas o país não parou. Bolsonaro tá preso, tem aí uma semana e nada aconteceu. E quando eu falo nada é absolutamente nada, nem mesmo manifestações de apoio a ele.

    E a pergunta que fica é por quê? O Carlos Andreasa tem duas hipóteses e eu tenho mais duas hipóteses. E nós somamos e fazemos quatro motivos. Primeiro, na visão do Carlos Andreasa, da Band News, o fato da prisão do Bolsonaro ter acontecido de modo gradual, primeiro ficou em tornozeleira, depois prisão domiciliar, depois prisão preventiva e depois a prisão definitiva com o Bolsonaro furando a tornzeleira, vai desmobilizando porque a população brasileira começa a se acostumar com o Bolsonaro preso. Esse é um ponto.

    O segundo ponto, a saúde de Bolsonaro. Os filhos de Bolsonaro falaram tanto que ele está mal numa estratégia de conseguir uma prisão domiciliar. que a imagem do mito ela se corrói. Cria-se uma comoção em torno do Bolsonaro, mas não uma comoção política, uma comoção de pena, de dó pelo fato dele estar doente.

    E isso ao mesmo tempo, enfraquece a visão de líder, como Bolsonaro pode liderar qualquer coisa, sendo que ele não consegue nem conversar direito, porque ele fica soluçando. O ponto três, na minha opinião, é a falta de profissionalização do próprio P. Para você criar uma comoção, para você engajar as suas bases, você precisa ter uma estrutura partidária extremamente profissional e institucionalizada, o que o PL não tem.

    O PT conseguiu mobilizar a sua militância em favor do Lula porque o PT tem uma profissionalização muito grande no nível federal, no nível estadual e também nível municipal, o que o PL não tem. E não adianta só você ter deputados, senadores, deputados estaduais, prefeitos e vereadores. Não, você precisa ter uma coordenação disso tudo. E o PL não tem.

    E por fim, a falta de empenho político. Os políticos a direito centrão não querem que Bolsonaro permaneça forte. E esse é um a grande luta que a família Bolsonaro vai ter nesse momento, evitar que Bolsonaro caia no esquecimento. E como que a família Bolsonaro pode fazer isso? A família Bolsonaro vai ter que lutar pela anistia no Congresso, que ela não vai passar.

    E é bom que não passe, porque se a dosimetria for aprovada, o que o bolsonarismo vai usar para engajar politicamente? Nada. Eles têm que ficar usando pautas que não vão se realizar. O importante para o bolsonarismo é que a anistia não passe, que o gumota não paute, justamente para poder continuar com o engajamento constante, dando alguma coisa para a militância poder se engajar.

    Da mesma forma, é importante que o Bolsonaro não vá para a prisão domiciliar, porque todo mundo sabe que o Bolsonaro não vai ser perdoado. Se o Bolsonaro for para a prisão domiciliar, isso é quase como uma conquista. Ora, o Bolsonaro tava preso o no regime fechado, capaz dele ir para Papuda, como a gente bem sabe, o Alexandre Moraes não desistiu disso, mas Bolsonaro estava preso em regime fechado.

    Ele estava na papuda, não vai conseguir nada. Bom, pelo menos já foi para domiciliar. Isso é uma uma vitória, uma conquista. causa o sentimento de catar-se, já é visto como fim da história porque conseguiu aquilo que dava para conseguir. O que que vai mobilizar agora? Bolsonaro já tá em casa, não mobiliza mais nada. É, e Bolsonaro cai no esquecimento.

    Então, a família Bolsonaro tem que torcer para que a anichia não seja pautada e que Bolsonaro não vá para a prisão domiciliário. É melhor que Bolsonaro continue justamente onde ele está ou até mesmo que pior que vá paraa Papuda. É uma situação muito, mas muito delicada da família Bolsonaro. Até porque eu não acredito que o candidato de direita seja tão dependente do Bolsonaro assim, como o centrão está querendo eh atribuir essa força ao Bolsonaro e como a própria família Bolsonaro atribui esse poder a ele. Alguns aliados do Tarcísio até

    mesmo acreditam que ele possa sair como candidato eh independente do Bolsonaro. O que eu vejo é que o Tarcío está tentando construir uma candidatura que não seja uma candidatura rival do bolsonarismo. Que que eu quero dizer com isso? Se sair Tarcísio e um candidato bolsonarista como Flávio Michele, Tarcísio não vai pro segundo turno.

    Atos esvaziados pelo país pedem prisão de Bolsonaro - 10/12/2024 - Poder -  Folha

    Mas se Tarcísio sair e o bolsonarismo não lançar um candidato, Tarcísio vai pro segundo turno. E eu não vejo no segundo turno impacto significativo do apoio ou não da família Bolsonaro, sinceramente. Porque um Bolsonaro, vamos supor que a o Starcis vai pro segundo turno e a família Bolsonaro não o apoia, os bolsonaristas vão votar no Lula.

    Os bolsonaristas vão anular os votos. E qual que seria a quantidade de bolsonaristas que iriam anular os votos? Seria algo significativo para dar uma derrota, para garantir uma vitória, uma derrota? Claro que não. E as pesquisas mostram que no segundo turno Bolsonaro, Michele, todo mundo tem a mesma quantidade de votos contra o Lula.

    Então, a família Bolsonaro precisa continuar fomentando essa percepção equivocada que ela é o fiel da balança para 2026. E a gente sabe que não é. Não é. A família Bolsonaro define a candidatura do primeiro turno. Tciso não pode sair independente porque se a família Bolsonaro lançar o candidato, ele já era.

    Mas em termos de segundo turno não muda nada. O que eu quero ver é o seguinte, a gente sabe a família Bolsonaro tá muito pressionada. Eh, eles, o centrão, força uma candidatura, força que a família Bolsonaro apoie logo um, um outro candidato. A gente sabe muito bem disso. Eu quero ver qual vai ser a próxima pesquisa da Quest ou do Datafolha, uma pesquisa que já vai considerar agora a prisão do Bolsonaro.

    E o indicador mais importante dessa pesquisa não vai ser a intenção de votos, vai ser se Bolsonaro deve ou não abrir mão da candidatura. e se Bolsonaro deve ou não indicar logo um substituto. Essa é a pergunta mais importante para nós sabermos qual foi o impacto da prisão de Bolsonaro com relação a esse indicador.

    Esse é um indicador chave, porque vamos supor que a prisão do Bolsonaro fez com que a quantidade de pessoas que acham que o Bolsonaro tem que manter a sua candidatura aumente, tem aumentado. Aí a família segura a candidatura dele. Esse é o dado, o indicador que eu mais quero ver na próxima pesquisa quest.

    Se o Felipe Nunes não colocar essa essa pergunta na próxima pesquisa, ele vai estar cometendo um erro absurdo. Ja.

  • O Sussurro Que Quebrou o Oeste: “Não Estou Mais Limpa” – O Rancho Se Tornou Um Santuário de Sangue Quando o Caubói Acolheu a Mulher Que Os Outros Venderam Como Gado.

    O Sussurro Que Quebrou o Oeste: “Não Estou Mais Limpa” – O Rancho Se Tornou Um Santuário de Sangue Quando o Caubói Acolheu a Mulher Que Os Outros Venderam Como Gado.

    O pai dela se foi antes mesmo que ela soubesse o que significava ter um. A mãe, tentando costurar os retalhos da vida, uniu-se a outro homem. Mas quando a mãe também partiu, o padrasto revelou a face de um demônio. Ele bebia, batia nela e, no fim, a vendeu como se fosse gado, nada mais.

    No verão de 1887, Eliza tinha apenas 23 anos, mas carregava o peso de uma vida inteira de luto e dor. Ela havia sido repassada de mão em mão, até não mais acreditar que pertencia a lugar nenhum.

    Agora, jazia quase sem vida em um cemitério que o tempo tinha esquecido. Murmurando para ninguém, a confissão que lhe rasgava a alma: “Eu não estou mais limpa.”

    Se você chegasse a cavalo naquele lugar e a visse ali, entre os mortos, você iria embora? Ou se ajoelharia?


    O Yano Esticado nunca havia sido gentil com os homens, muito menos com as mulheres. Uma terra tão vasta e vazia que fazia qualquer um se sentir pequeno, não importa quantos anos tivesse passado a cavalo. Ali, o sol cozinhava a vida da grama. O vento carregava poeira para os seus pulmões, e até os mortos pareciam abandonados.

    Foi ali que Jacob Miller se encontrou naquele dia. 47 anos, a caminho do pequeno monte de terra onde sua esposa havia sido enterrada durante a epidemia. Ele havia prometido a si mesmo que seria apenas mais uma visita, um momento de silêncio com o passado.

    Mas a pradaria não se importa com promessas.

    Ele desceu do cavalo, o chapéu na mão, e o silêncio do lugar desabou pesado. Os túmulos se estendiam pela terra como cicatrizes. Cada um, um lembrete de que ninguém está a salvo da perda. Jacob conhecia essa verdade muito bem.

    Ele não estava procurando por nada, exceto o pequeno conforto de ficar onde sua esposa jazia. Mas a terra tinha outros planos.


    No início, ele pensou ser um monte de trapos velhos. As pessoas jogavam coisas em qualquer lugar por ali, imaginando que o vento levaria. Mas então, o monte se moveu. Um som escapou. Fraco, mas agudo o suficiente para pará-lo.

    A mão de Jacob foi para o rifle, mas o que ele viu a seguir cortou-lhe a respiração.

    Era uma moça, o rosto pálido contra a poeira, o corpo machucado e dilacerado. Ela se agarrava a um pedaço de tecido como se fosse a única coisa que lhe restava no mundo.

    Quando seus lábios se moveram, as palavras mal saíram. Mas Jacob as ouviu claramente: “Eu não estou mais limpa.”

    Aquelas palavras não eram sobre sujeira ou sangue. Eram sobre algo mais profundo, algo quebrado em sua alma. Jacob sentiu o impacto direto no peito, pois ele também havia vivido com um tipo de vazio que reduzia um homem a nada. Perder a esposa o havia oco.

    Agora, ali estava aquela jovem mulher, deixada entre os mortos, já acreditando que não lhe restava mais nenhum valor.


    Ele poderia ter dado as costas. Ninguém saberia. Ninguém o culparia.

    Mas a pradaria estava imóvel. Os túmulos ao redor pareciam se inclinar, como se esperassem pela sua decisão. Jacob Miller viera para se lembrar da esposa, e em vez disso, havia encontrado uma estranha abandonada ao mesmo silêncio.

    E ele soube, naquele instante, que sua escolha mudaria tudo.

    Jacob permaneceu ajoelhado ao lado da moça, sem saber o que fazer em seguida. Ela tremia como um bezerro recém-nascido pego no frio. Mas havia uma faísca de teimosia em seus olhos.

    Ele derramou um pouco de água de seu cantil e levou-o aos lábios dela. Ela bebeu devagar, como se cada gole doesse.


    Após um longo silêncio, ela começou a falar, a voz partindo como madeira seca quebrando. Seu verdadeiro pai havia morrido quando ela era apenas uma menina. Sua mãe se casou novamente, buscando estabilidade, mas o homem que escolheu não era nada além de veneno.

    Quando a mãe se foi, o padrasto mostrou sua verdadeira face. Ele bateu em Eliza. Ele a amaldiçoou e, no final, a vendeu como se fosse um saco de feijão no posto de troca.

    Ela fugiu quando teve a chance. Mas fugir na fronteira raramente significava liberdade. Dois homens a pegaram. Eles a espancaram. Usaram-na para seus próprios fins. E então, a deixaram embrulhada em trapos, entre os túmulos, para acabar de morrer.


    Jacob sentiu o peso das palavras dela se instalar dentro de si. Ele conhecia a crueldade. Ele a havia visto em homens que deixavam a ganância guiar suas mãos. Mas ouvir isso dos lábios dela, e justo ali, fez seu sangue ferver.

    Então, veio o som, o ranger da terra sob as botas.

    Jacob virou a cabeça e lá estava ele, um homem entrando no cemitério com um sorriso pretensioso no rosto, os olhos fixos em Eliza como se ela já fosse dele novamente.

    “Ora, ora,” o homem arrastou as palavras. “Olhe o que temos aqui. Pensei que tinha te deixado para os coiotes.”

    Jacob se levantou. Cada centímetro do seu corpo estava tenso. Ele não perdeu tempo com palavras. Sua mão deslizou para o rifle, e o ar entre eles ficou pesado.

    O homem esticou a mão para a arma, mas ele foi mais lento. O estalo do Winchester de Jacob rasgou o silêncio, ecoando pelas planícies.

    O homem cambaleou, agarrando o ombro onde a bala havia atravessado. Ele cuspiu, amaldiçoou, e com olhos selvagens, recuou em direção ao matagal.

    “Isso não acabou, velho. Está me ouvindo? Isso não acabou!

    Então, ele desapareceu na poeira, deixando um rastro de sangue para trás.


    Jacob baixou o rifle, o peito subindo e descendo com força. Ele olhou de volta para Eliza, que o encarava, não com gratidão, mas com algo parecido com descrença.

    Ninguém jamais a havia defendido antes. E agora, um estranho havia arriscado a vida no meio de um cemitério cheio de fantasmas.

    Jacob sabia que o tiro que havia disparado não era o fim. Animais feridos sempre voltam mais perigosos. Aquele homem não ficaria longe. Ele voltaria e traria problemas. A única questão era quando.

    E a pergunta que você deve se fazer é: Se você estivesse no lugar de Jacob, você a levaria de volta para o seu rancho, sabendo que isso poderia trazer o perigo direto para a sua porta? Ou você iria embora, deixando o destino dela nas mãos da sorte?


    Jacob sabia que o cemitério não era lugar para demorar. Ele levantou Eliza gentilmente, sentiu como ela era leve em seus braços, e a levou para o cavalo. Ela não lutou, apenas se agarrou ao tecido em volta dela como se fosse tudo o que lhe restava.

    Ele tirou o próprio casaco e o envolveu nos ombros dela. Estava largo, muito grande, mas era quente e cheirava a couro e fumaça. Pela primeira vez em muito tempo, ela se permitiu descansar contra alguém, em vez de afastá-los.

    A viagem de volta foi lenta. Os olhos de Jacob esquadrinharam o horizonte o tempo todo, esperando que aquele bandido ferido voltasse com um rifle, mas as planícies estavam quietas.

    Quando chegaram ao rancho, o sol havia descido e o céu estava pintado de vermelho. Jacob escorregou da sela, ergueu Eliza e a levou para dentro.

    A casa do seu rancho era simples, construída com madeira bruta, mas era um abrigo, e era seguro. Ele a deitou no quarto que um dia pertencera à sua esposa. Por um momento, ele ficou na porta, dilacerado por memórias. Mas então, lembrou a si mesmo que aquela moça não tinha para onde ir.


    Ele colocou uma panela no fogão, ferveu água e limpou os ferimentos dela com mãos que eram calejadas por anos de trabalho no rancho, mas firmes como as de um médico. Ela estremeceu, mas não chorou. Jacob respeitava esse tipo de fibra.

    Nos dias seguintes, ele lhe dava pequenas tigelas de caldo, a persuadia a beber água e a deixava descansar. Cada vez que ela acordava, via o casaco dele pendurado sobre ela, e o segurava mais apertado. Era como se quisesse acreditar que o mundo ainda podia oferecer proteção, mesmo que apenas através da bondade de um estranho.

    Para Jacob, aquelas horas de silêncio despertaram algo que ele pensou ter enterrado com a esposa. Não era romance, não ainda, mas um motivo para manter alguém vivo além de si mesmo. Ele havia vivido tempo demais no silêncio. Agora, pela primeira vez em anos, ele sentia o rancho respirar novamente.

    E eu lhes digo, a vocês que amam histórias do Velho Oeste, esses momentos de paz frágil sempre vêm antes da tempestade. A terra nunca permite que você se agarre à calmaria por muito tempo.


    Por alguns dias, o rancho pareceu um mundo diferente. Eliza descansou. Jacob vigiou. E o silêncio das planícies quase o convenceu de que o problema havia passado.

    Mas a paz aqui nunca durava. Homens como os que a feriram não se esqueciam. Orgulho ferido e ganância sempre retornavam.

    Era fim de tarde quando Jacob notou os primeiros sinais. As galinhas estavam inquietas. O cachorro não parava, e o vento trazia o som fraco de cascos.

    Ele pousou o balde de água que carregava e caminhou devagar de volta para a casa. Seu rifle estava encostado no batente da porta, sempre por perto. Eliza estava lá dentro, vestindo seu casaco, ainda olhando para ele pela janela com olhos arregalados que lhe diziam que ela também sentia.

    Então, os cavaleiros apareceram, dois deles, avançando pelo campo seco, a poeira subindo atrás como uma tempestade.


    A mandíbula de Jacob apertou. Ele reconheceu o homem que havia atirado dias antes, o braço ainda enfaixado em uma tipoia suja. O outro era maior, com uma aparência mais cruel, e ambos carregavam rifles nas selas.

    Eles não vinham para conversar.

    Jacob entrou e disse a Eliza, em voz baixa, para ficar longe, não importa o quê. Ela assentiu, mas suas mãos agarraram o casaco com mais força, como se o tecido pudesse mantê-la segura.

    Ele pegou cartuchos extras e carregou seu Winchester com movimentos calmos e firmes. Ele já havia lutado antes e sabia que o pânico nunca salvava um homem.

    Os cavaleiros pararam perto do curral e gritaram seu nome.

    “Miller! Você tem algo que nos pertence! Mande-a para fora e talvez deixaremos você viver para ver outro nascer do sol!”

    Jacob saiu para a varanda, rifle na mão, chapéu puxado para baixo.

    “A única coisa que vocês vão levar deste lugar é chumbo.”


    O ar ficou imóvel por um momento. Então, tiros romperam o silêncio.

    Balas mastigaram os postes de madeira. O vidro estilhaçou atrás dele. E Jacob caiu sobre um joelho, revidando o fogo.

    Seu primeiro tiro acertou a perna do cavalo do homem menor, derrubando o animal em um grito de poeira e fúria. O bandido rolou, xingando, e disparou sem rumo. Jacob se moveu, mirou novamente, e o segundo tiro pegou de raspão na coxa do homem, fazendo-o girar e cair na terra.

    O bandido maior desmontou, gritando, e atirou em direção à casa. Uma bala rasgou o ombro de Jacob, jogando-o contra a varanda. Ele rangeu os dentes e se forçou a levantar, sangue escorrendo pela camisa.

    Dentro da casa, Eliza ouvia cada tiro. Seu coração batia forte contra as costelas enquanto ela pegava o revólver que Jacob havia deixado na mesa. Ela nunca havia atirado em um homem antes, mas a raiva fervia dentro dela, mais quente do que o medo.

    Ela abriu a porta apenas o suficiente para ver o bandido maior avançando. Com as mãos trêmulas, ela levantou a pistola,

    Apertou o gatilho,

    E o homem caiu com força na poeira.


    O silêncio após aquele tiro foi mais pesado do que a própria luta.

    A fumaça flutuava pelo quintal. O bandido ferido, o mesmo que Jacob havia atingido no cemitério, encarou Eliza com os olhos arregalados. Pela primeira vez, seu sorriso havia sumido. Ele se levantou desajeitadamente, agarrando a perna sangrando, e cambaleou em direção ao horizonte.

    Jacob se apoiou no corrimão da varanda, a dor queimando em seu ombro, mas seus olhos nunca deixaram Eliza. Ela estava paralisada na porta, a arma ainda na mão, respirando com dificuldade. O casaco que ele lhe dera agitava-se ao vento e, naquele momento, ela não parecia uma moça quebrada deixada para morrer. Ela parecia alguém que acabara de recuperar a própria vida.

    Jacob sussurrou através do sangue e da poeira: “Acabou, por enquanto.”

    Mas aqui, nada fica quieto para sempre.


    O quintal estava em silêncio novamente, exceto pelo zumbido nos ouvidos de Jacob e o som da respiração ofegante de Eliza. A fumaça dos rifles pairava baixa, enrolando-se no calor do verão antes que o vento a levasse pelas planícies.

    Um homem jazia morto na poeira. O outro havia desaparecido no horizonte. E parada na porta, com o casaco dele bem apertado e uma pistola ainda na mão, Eliza não era mais a mesma moça que Jacob havia encontrado entre os túmulos.

    Jacob afundou nos degraus da varanda, pressionando a mão contra o ferimento no ombro. A dor era aguda, mas não era suficiente para quebrá-lo. Eliza largou a pistola e correu para o lado dele, as mãos tremendo enquanto tentava ajudar.

    Ela sussurrou que estava arrependida, que tudo o que ela sempre trazia era problema.

    Jacob olhou nos olhos dela, firme e calmo, apesar do sangue na camisa, e disse que isso não era verdade. Problema não era quem ela era. Sobreviver era.


    Nos dias que se seguiram, o rancho se tornou um lugar de cura. Jacob costurou o ombro como pôde, e Eliza cuidou dele em troca. Ela alimentava os animais, varria a varanda e se sentava com ele nas noites, quando a pradaria se estendia quieta sob as estrelas.

    Lentamente, ela começou a falar. Não apenas da dor que havia vivido, mas também das coisas que ainda esperava. Ela pensara que sua vida tinha acabado aos 23 anos. Mas Jacob a lembrava, a cada ato silencioso, que a vida podia recomeçar a qualquer momento.

    Então, veio o dia em que ela confessou a verdade. Com lágrimas nos olhos, ela disse a Jacob que estava carregando um filho, um que não era dele, uma sombra deixada por seus algozes. Ela se preparou para a rejeição, para o olhar que vira muitas vezes antes.

    Mas Jacob apenas estendeu a mão, pousou-a sobre a dela, e disse: “Então, será nosso agora.”

    Aquelas palavras eram mais pesadas do que qualquer bala, mas mais suaves do que qualquer oração. Naquele momento, Jacob não estava apenas oferecendo-lhe um teto para proteção. Ele estava oferecendo-lhe uma chance de dignidade, de pertencimento, de família.

    E Eliza, que uma vez sussurrou que não estava mais limpa, finalmente acreditou que poderia ser mais do que a soma de suas feridas.

    A vida na fronteira nunca foi fácil, e sempre haveria poeira e perigo. E homens que pensavam que podiam ser donos de outros. Mas também havia resiliência e escolha, e a força silenciosa de duas pessoas decidindo permanecerem juntas quando o mundo esperava que elas caíssem separadas.

  • Lucie Bernardoni divorcée : son ex-mari Patrice Maktav annonce une heureuse nouvelle, elle réagit avec un tendre message

    Lucie Bernardoni divorcée : son ex-mari Patrice Maktav annonce une heureuse nouvelle, elle réagit avec un tendre message

    Lucie Bernardoni divorcée : son ex-mari Patrice Maktav annonce une heureuse nouvelle, elle réagit avec un tendre message

    Lucie Bernardoni divorcée : son ex-mari Patrice Maktav annonce une heureuse  nouvelle, elle réagit avec un tendre message - Voici

    Séparés depuis plusieurs mois, Lucie Bernardoni et son ex-mari, Patrice Maktav, n’en restent pas moins présents l’un pour l’autre. Ce vendredi 30 août 2024, la chanteuse a partagé un joli message de soutien à son ex, qui venait d’annoncer une heureuse nouvelle.

    Lorsque la Star Academy a fait son grand retour, en 2022, les fans ont eu la grande surprise de voir un visage qu’ils connaissaient très bien, celui de Lucie Bernardoni. Celle qui était arrivée en finale face à Grégory Lemarchal, en 2004, a tout fait pour décrocher le poste de ses rêves, celui de répétitrice au château de Dammarie-les-Lys. “Je suis très heureuse parce que je l’ai vraiment voulu ce job […] Ça ne s’est pas fait du jour au lendemain. Je suis là parce que j’ai décroché mon téléphone. J’ai appelé la production pour proposer mes services. J’assume entièrement le fait que je voulais vraiment vraiment ce poste, être répétitrice. J’ai passé les auditions comme les autres personnes du corps professoral, et on m’a fait confiance“, avait-elle confié à Gala, avant le lancement de la dixième saison.

    Désormais, la chanteuse de 37 ans est une valeur sûre du programme, où elle a fait la connaissance de Michael Goldman, le directeur de la Star Academy. Entre les deux, l’entente a été évidente, et l’amitié s’est transformée en une jolie histoire, que vous révélait Voici dans ses pages. Sur les réseaux sociaux, ils n’hésitent d’ailleurs pas à se faire de tendres déclarations lorsqu’ils en ont l’occasion, pour le plus grand bonheur des fans.

    Lucie Bernardoni toujours présente pour son ex-mari Patrice Maktav

    Lucie Bernardoni annonce son divorce avec un ancien de la Star Academy: “Je  me ferai discrète dorénavant” | People | 7sur7.be

    Maman d’une fille de 14 ans, née de sa relation avec le compositeur Pedro Alves, Lucie Bernardoni avait par la suite refait sa vie avec Patrice Maktav, ancien élève de la première saison de la Star Academy. Mais cinq ans après leur mariage, les deux artistes avaient annoncé leur divorce, sur les réseaux sociaux, en 2023. Malgré la séparation, Lucie et Patrice ont gardé de très bonnes relations et se soutiennent dans leurs projets mutuels.

    Ce vendredi 30 août 2024, alors que Patrice Maktav a annoncé son nouveau projet, Dernier acte, qui sortira le 23 octobre prochain, la répétitrice a d’abord posté un commentaire, sous la publication de son ex-mari. “Hâte que les gens découvrent cette pépite“, a-t-elle écrit. En story Instagram, Lucie a également partagé le projet du chanteur, en écrivant une tendre note, pour le soutenir. “Bientôt en musique. Suivez-le et écoutez sa musique, il le mérite. Bravo pour tout ce qu’il entreprend. Même de loin, je le soutiendrai toujours“, a-t-elle déclaré. Qui a dit que séparation rimait toujours avec tensions ?

     © Capture d’écran Instagram

  • CHAMAS EM BRASÍLIA! DINO LIBERA A PF E 92 DEPUTADOS SÃO CAÇADOS PELO ESQUEMA DE RACHADINHA!

    CHAMAS EM BRASÍLIA! DINO LIBERA A PF E 92 DEPUTADOS SÃO CAÇADOS PELO ESQUEMA DE RACHADINHA!

    Preparem-se. O Congresso Nacional está em chamas e a Polícia Federal acaba de receber um cheque em branco, diretamente do ministro Flávio Dino, para iniciar uma caçada implacável contra 92 parlamentares envolvidos em um gigantesco e complexo esquema de desvio de dinheiro público. O ministro da justiça, com essa única autorização, acendeu o pavio da bomba relógio, que atinge em cheio o coração do Bolsolão.

    o esquema de corrupção que floresceu e se tornou sistêmico sob o antigo orçamento secreto e que envolve cifras que fariam o país parar. Mas a crise do centrão não para por aí. O Tribunal de Contas da União, TCU, acaba de expor o mega esquema de rachadinha do deputado federal Hugo Mota, um dos articuladores mais importantes do centrão e aliado de Arthur Lira.

    As provas contra Mota são irrefutáveis e aterrorizantes, incluindo a comprovação de que o dinheiro público era desviado mediante o uso de procurações assinadas em cartório para movimentar contas de assessores fantasmas. O manifesto Brasil garante: “Não é exagero afirmar que estamos diante da maior operação de limpeza do Congresso desde os tempos áureos da Lava-Jato, mas desta vez o foco é a corrupção endêmica e o roubo descarado da extrema direita e do centrão.

    Flávio Dino cita ameaça de parlamentares e deixa de ir à Câmara | Agência  Brasil

    Se você exige que os ladrões do dinheiro público, os operadores do Bolsolão, sejam varridos da política, presos e devolvam cada centavo roubado do povo brasileiro, inscreva-se agora no Manifesto Brasil e ative o sino para acompanhar o cerco judicial que está incendiando Brasília e levando o medo aos corredores do poder. O Tribunal de Contas da União, TCU, através do procurador Lucas Furtado, acaba de desenterrar um escândalo de corrupção que, por sua desfaçatez, faria o próprio Queiroz corar de vergonha.

    O deputado Hugo Mota é o centro de um esquema milionário de desvio por rachadinha, que durou anos. E o que torna este caso explosivo é o nível de certeza de impunidade do parlamentar. Diferentemente de outros esquemas, as provas não são apenas indícios, mas sim documentos oficiais com assinaturas reconhecidas em cartório.

    O modus operand é idêntico ao que levou a Lava-Jato ao seu auge. Assessores fantasmas que nunca colocaram os pés em Brasília, batiam ponto em outros empregos e recebiam salários públicos. O montante desviado do herário é de 5 milhões dólares e o esquema era blindado por uma rede de procurações que davam a chefe de gabinete de mota o poder absoluto de movimentar as contas dos assessores, sacar o dinheiro e entregá-lo em espécie.

    Isso é a rachadinha em sua forma mais descarada e criminosa. E o fato de terem usado cartórios públicos para isso demonstra uma arrogância de impunidade que agora se volta contra eles como uma foice. O cerco judicial está se fechando de forma inédita em torno de Hugo Mota, porque o procurador Lucas Furtado não é um nome qualquer. Ele é um dos investigadores mais implacáveis do país.

    O homem que quando ninguém mais ousava foi responsável por derrubar a farça de Deltan Dalanol e que quase conseguiu caçar Sérgio Moro. Furtado tem um histórico de ir para cima dos intocáveis e dos poderosos. E a investigação contra a Mota acontece justamente no momento em que o deputado está tentando negociar com o governo Lula.

    Esse cenário cria uma chantagem implícita no Congresso. Mota não pode entrar em rota de colisão com o governo enquanto está sob investigação, forçando-o a ceder em votações e articulações. É assim que a política funciona no Brasil. A corrupção, de um lado, é usada como arma de barganha do outro. Mas no caso de Mota, com as provas de cartório e a movimentação bancária comprovada, o destino é o Supremo Tribunal Federal, STF, onde o foro privilegiado não será mais uma blindagem, mas sim uma garantia de que a Polícia Federal virá com força total e

     

    sem piedade. A situação em Brasília se torna ainda mais explosiva com a decisão fulminante do ministro da justiça, Flávio Dino. O Ministério da Justiça, através da Polícia Federal, acaba de confirmar a abertura de uma mega investigação contra nada menos que 92 parlamentares, entre deputados e senadores, por desvio de verbas de emendas.

    O foco principal é o Bolsolão, o esquema de corrupção que se tornou sistêmico e que a imprensa e os aliados bolsonaristas tentam esconder sob o eufemismo de orçamento secreto. Esse esquema, idealizado e viabilizado por Jair Bolsonaro e seus aliados liberou bilhões para o centrão em troca de apoio político, transformando o Congresso em um balcão de negócios ilícitos e em um covil de ladrões.

    O valor sob investigação é de 81 milhões em desvios, mas o Manifesto Brasil alerta: Esse valor é apenas a ponta do iceberg e se refere apenas à parcela que a PF já conseguiu rastrear. A característica desse esquema é a voracidade e a ganância do roubo, onde os parlamentares não se contentam em roubar um pouco para fazer algo.

    PF analisa emendas de 92 políticos por ordem de Dino - 03/11/2025 - Poder -  Folha

    O famoso rouba, mas faz do passado. Não. Neste esquema, a regra é roubar 90% da verba. Se a PF estima 81 milhões lilers em desvio, a verba total alocada a esses 92 parlamentares era de no mínimo 90 ou milhões. Eles roubam o grosso e deixam migalhas, ou pior, não fazem nada. O caso de Arthur Lira, outro operador chave do esquema e aliado de Mota, é o exemplo perfeito.

    Ele desviou dinheiro de kits de robótica para escolas que não tinham sequer eletricidade ou internet para usá-los. Isso é corrupção em sua forma mais cruel e burra, que prejudica diretamente a educação e a infraestrutura do país, roubando o futuro das crianças. O escândalo do Bolsolão e a abertura desta investigação em massa pegam em cheio os aliados de Lira e Mota, que são os arquitetos desse sistema de corrupção desde 2020.

    O manifesto Brasil recorda que durante o governo Bolsonaro, os parlamentares da direita e do centrão tiveram acesso a bilhões em verbas públicas, além das emendas individuais, o que lhes deu uma vantagem desleal sobre a esquerda, permitindo que ganhassem eleições municipais. ao pavimentar ruas e construir pequenas obras superfaturadas.

    Agora, a decisão de Flávio Dino de autorizar a PF a investigar é a resposta firme do governo Lula contra a traição e a corrupção sistêmica do Congresso. O governo está usando a lei e a força policial para pressionar e reverter a desvantagem política criada por esse esquema de desvio. Enquanto a Polícia Federal se prepara para as operações, o cenário político se reconfigura de forma complexa, mas favorável à Lula.

    O manifesto Brasil usa o exemplo de Alagoas para mostrar o xadrez 3D do presidente. Em Alagoas, onde Lula perdeu na capital em 2022, ele está se articulando para ter o apoio das três principais famílias políticas, incluindo a de Arthur Lira, em troca da promessa de Lira de se candidatar ao Senado. O resultado esperado é uma vitória avaçaladora para Lula.

    Essa é a diferença entre a política Dilma, que se recusava a negociar com o centrão e sofreu um golpe, e a política Lula, que sabe que para governar e passar a agenda no Congresso precisa do toma lá, da cá, da negociação e, quando necessário da pressão da justiça contra os corruptos. A investigação de Mota e dos 92 deputados é uma arma poderosa nessa negociação, mostrando ao centrão que o governo Lula não está disposto a ser refém de seus esquemas e que a lei será aplicada.

    Acabou o liberou geral de armas de fogo no Brasil", afirma Dino | Agência  Brasil

    O manifesto Brasil finaliza com a certeza de que as próximas semanas serão marcadas por batidas da Polícia Federal e pedidos de prisão. O esquema de rachadinha de Hugo Mota e o desvio de verbas do Bolsolão estão prestes a expor a verdadeira face do Congresso Nacional. O pânico é real e a luta contra a corrupção é a única maneira de salvar o Brasil. Peço a sua inscrição no canal.

    Seguimos firmes na denúncia e de olho nas opõ

  • MICHELLE TRAl BOLSONARO E QUEBRA O PAU AO VIVO COM FLÁVIO E CARLOS BOLSONARO!! PÂNlCO NA FAMILÍCIA

    MICHELLE TRAl BOLSONARO E QUEBRA O PAU AO VIVO COM FLÁVIO E CARLOS BOLSONARO!! PÂNlCO NA FAMILÍCIA

    E temos brigas, olha só. E temos também Michele Bolsonaro aí de férias, entre aspas, em Fortaleza. Viralizou aí. Engraçado que o vídeo foi de ontem no começo da tarde, ninguém tava dando atenção a esse vídeo. Aí eu publiquei no Instagram, no TikTok, bombou. Aí virou notícia em toda a imprensa. Michele Bolsonaro chegando em Fortaleza e dizendo que tá tudo uma maravilha, que a vida está maravilhosa.

    Eh, depois ela, algumas horas depois encontrou com uma amiga dela, ela até rebolou assim, balançou o rabinho igual cachorrinho assim de felicidade. Já já te mostro aqui os vídeos da Michele Bolsonaro. Aí os comentários todos falam: “Nossa, agora ela tá livre, leve e solta, livre do traste do marido dela, que ela nunca pareceu gostar muito dele, mas agora fica claro que ela tá feliz com a prisão dele.

    Já já eu mostro os vídeos.” Só que lá em Fortaleza, a Michele Bolsonaro fez uma coisa que foi brigar com o André Fernandes. André Fernandes é um deputado federal do PL que é ali o grande líder do PL da extrema direita no Ceará. O André Fernandes, ele foi quem costurou ali, o Bolsonaro já tava em prisão domiciliar, uma aliança do Bolsonaro com o Ciro Gomes.

    Michelle, Laura, Flávio, Eduardo: entenda quem se vacinou contra Covid-19  na família Bolsonaro

    Vamos lembrar, eu tô falando aqui desde que o Plantão Brasil começou a existir em 2019, 2019, em janeiro, inclusive meu aniversário, dia 20 de janeiro de 2029, 2019, fiz o primeiro vídeo aqui. Já tinha Plantão Brasil no Facebook, já tinha eh eh no aplicativo, site e tudo mais. Porém, quando o Bolsonaro assumiu, falei: “Não, eu tenho que aparecer e mostrar a cara para fazer frente aí ao fascismo”.

    Pois bem, desde então, desde a primeira vez que eu falei do Ciro Gomes e olha que no começo de 2019 fala isso, era praticamente um crime pra parte da esquerda que o Ciro Gomes tinha tido 12% na eleição de 2018, meses antes. Eu falei o Ciro Gomes, ele é a linha alternativa do bolsonarismo, ele finge que é de esquerda.

    Eu tenho uma memória muito boa. Eu quando o a Dilma foi candidata contra o Éo Neves, eu fiz uma matéria no site do Plantão Brasil que teve mais de 10 milhões de visualizações na época em 2014 mostrando manchetes antigas do governo Fernando Henrique Cardoso. OK. Tá, Thago. O que isso tem a ver com Cío Gomes? Tem a ver que o Cío Gomes era ministro da privatização.

    Ele privatizou tudo no governo Fernando Henrique Cardoso. Quer saber se um cara é de direita ou esquerda? Vê o que esse cara faz quando ele tem poder. Quando o Ciro Gomes teve poder, ele privatizou tudo e ainda falou que privatizou pouco. Direita neoliberal entregando tudo para os bilionários a preço de banana. Ciro Gomes.

    E eu falei isso aqui, ele nunca foi de esquerda e nunca vai ser. Ah, mas ele tem o plano nacional de desenvolvimento. Pô, qualquer um fala o que quer. A hora que o cara tá com poder, ele é de direita e ele só ataca o maior líder de esquerda, que é o Lula. Por quê? Porque ele faz a linha alternativa da direita. Dito feito, ó, 7 anos depois aí, se 6 7 anos depois, temos aí o Ciro Gomes no PSDB do Aécio Neves, ao lado do Aécio Neves assim, e fazendo ali com a extrema direita aliança no Ceará.

    A Michele ficou brava. Por quê? Porque a Michele ela é de uma ala do PL, que é a ala que é dissidente da família Bolsonaro. Essa ala que tem o Nicolas, o Cleitinho, a Ana Campanholo e que tá brigando com a família Bolsonaro. E aí nessa ala aí também tem um que é o Girã. dirão um cara que era ali até eh mais ou menos aí leal ao Bolsonaro, mas é um desses que não vê a hora da família Bolsonaro ir pro Belelu para ele assumir aí controle de parte da extrema direita.

    Ele é senador e quer ser governador. Eis que o candidato da Michele é o girão. Porém, o Bolsonaro, ele autorizou que o André, André Fernandes, fizesse uma parceria com Cío Gomes, porque ele acredita que é mais fácil ali de tirar votos do Lula, não nem para pro governo estadual, e sim do Lula é mais fácil tirar votos se o bolsonarismo e o Ciro Gomes estiverem juntos.

    OK? Aí o Cío Gomes não precisa fazer a segunda linha da extrema direita, ele já já é extrema direita aí sem máscara desta vez. A Michele Bolsonaro então deu um esporro público no André Fernandes. Eu já eu mostro os vídeos da Michele de férias, mas enquanto ela tava ali eh entre uma uma farra e outra, ela deu um esporro público desautorizando o próprio Bolsonaro. Hum.

    Pegou mal, viu? Porque o André Fernandes, esse sim é amigo da família Bolsonaro. Mostrar aqui o esporro dela. Você vê que eu não começo da fala dela, ela tenta interromper e ela fica brava. Vamos lá. É sobre isso. É sobre essa aliança que vocês se precipitarem fazer. O meu marido. Só um minutinho, só um minutinho, só um minutinho, só um minutinho.

    Eu adoro o André, sou muito, passei todos os estados falando sobre o André, do orgulho que eu tenho do Nicolas, da Carmela, do do do Carmelo, da da esposa dele que foi eleita. tem orgulho de vocês, mas fazer aliança com o homem que é contra o maior líder da direita isso não dá. Isso não dá. Isso não dá. Vou falar uma coisa.

    Vou falar uma coisa. Nós nós vamos nos levantar. Nós vamos nos levantar e nós vamos trabalhar para eleger o girão. O improvável aqui é todo mundo improvável. Tamaré improvável, meu marido super nega improvável. André improvável, improvável, todo mundo improvável. OK? A gente quer pacificar, a gente quer ter a unidade e aí a gente vê que a pessoa não levanta a bandeira branca, a pessoa continua falando que a família é de ladrão, é de bandido, compara ao presidente Bolsonaro, a ladrão de galinhas, quando ele fala das joias, que

    a gente sabe que era um direito que é presente de pessoa malíssimo. Então não tem como, não existe mais essa. A gente já viu declarações que quer fortalecer centro e esquerda a essência de tá aí a Michele detonando o Ciro Gomes e o André Fernandes em público na frente de vários vereadores, de deputados federais, estaduais, ficou um climão.

    Eis que se você acha que a briga parou por aí, não. Não parou. Por quê? Porque isso aí ela fez, isso foi antes de viralizarem esses vídeos dela que eu vou te mostrar. Vamos lá, pessoal. Já estamos aqui em Fortaleza. Cadê a Priscila? Ó, ó a Bia, a Bia e a nossa eterna primeira dama aqui. Olha, olha, olha o porro do sol que elas trouxeram aqui.

    Tá uma delícia aqui. Tá maravilhoso mesmo. Tá maravilhoso mesmo. Quando eu falo Fortaleza, terra, não sei o quê. Aquela voz lá no fundo era da Michele, toda feliz. Tá, ela tá linda aqui, ó. Tá maravilhoso, tá perfeito aqui. Lembrando que hoje era dia de visitas lá na Polícia Federal. A Michele foi visitar o maridão, tá, tá lá maravilhoso em Fortaleza.

    logo depois viralizou também outro vídeo aí da Michele que eu vou falar, eu nem sei qual é pior. Eu realmente eu fico em dúvida qual dos vídeos é pior aí pra imagem da Michele Bolsonaro frente ao bolsonarismo? Esse aqui viralizou. Vamos lá com vocês aqui. Michele Bolsonaro sorridente nas ruas de Fortaleza. Vai ca e eu oro por você.

    Não é só amor, não é amor de Deus. Senhor, segura, abençoa ela. Faz toda a oração. Sempre, sempre, sempre. Agora nossa, tá com cheiro de maravilhoso. Você não tem nem voo. Você falou uma hora se não tem voo. Meu Deus do céu. Linda, maravilhosa. Eu tô tremendo. Meu amor. Deus abençoe. A gente vai estar sempre orando. Tem um monstro, mas ele não é da igreja.

    Beijo, beijo. Tchau, Talita. Beijo. Tá feliz a passagem de Michele Bolsonaro ou estava em Fortaleza? Isso aí caiu como uma bomba lá na família Bolsonaro. Você imagina esses caras tentando fazer um dramalhão. O Carlos Bolsonaro, para você ter ideia, publicou hoje algumas horas atrás o seguinte: “Olha, mas é um drama”.

    Ele fala: “Ai, meu Deus, é muita tortura pro homem só”. Esses caras que são a favor do torturador, tá? na ditadura militar que era tortura de verdade, eles gostavam, eram só a favor. Aí Bolsonaro pede atendimento médico na prisão. Aí ele fala de novo, meu Deus, é muita tortura pro homem só. Meu Deus, ele forças. Olha, queria que encarnasse o Ustra e desse ao Bolsonaro que ele defende pros outros.

    Queria mesmo, mesmo, mesmo que eu tenho zero de empatia, não sou coiro, mas pois bem. Aí o Bolsonaro tá lá fazendo esse dramalhão, do nada aparece a esposa, tá tudo lindo, pô, tá tudo maravilhoso, tá tudo ótimo. E ó, André Fernandes, você é um, você é um otário. Que o André Fernandes fez uma parceria ali, o pessoal do Ceará com Ciro Gomes, que é o Bolsonaro apoia o Ciro Gomes para ser governador do Ceará e o Ciro Gomes apoia aí o os bolsonaristas lá no Ceará.

    Só que a Michele Bolsonaro que elegeu o Girão como governadora do Ceará e se vai o Girão não pode ser o Ciro Gomes ou um ou outro. Não tem dois governadores. Então fica aquela tá uma disputa interna. Eis que o Flávio Bolsonaro chega e dá uma entrevista a vários veículos. Seguinte, ó. Flávio diz que a Michele atropelou o Bolsonaro ao dar bronca André Fernandes.

    Quem compartilhou essa notícia? O Carlos compartilhou isso aqui. Meu irmão Flávio Bolsonaro, está certo e temos que estar unidos e respeitando a liderança do meu pai, sem nos deixar levar por outras forças. Na entrevista que ele deu ao Metrópolis, o Flávio Bolsonaro diz que foi desrespeitoso, foi deselegante, que foi constrangedora a fala da Michele Bolsonaro.

    Ele também diz que ligou para André Fernandes para pedir desculpas em nome da família Bolsonaro. Ou seja, ele tá se colocando como ele é o porta-voz da família Bolsonaro e não a Michele. A Michele é constrangedora e deselegante. Ixe, aí vai piorar. Calma que vai piorar. Por quê? Porque não é só o Flávio que foi para cima, não. O Eduardo Bolsonaro também compartilhou ali o mesmo.

    Ele compartilhou o post do Carlos e ele deu opinião dele ali. Ele falou: “Ó, meu irmão Flávio Bolsonaro está correto. Foi injusto e desrespeitoso com André Fernandes o que foi feito no evento. Não vou entrar no mérito de ser um bom ou mau acordo. Foi uma posição definida pelo meu pai. André não poderia ser criticado por obedecer o líder. Ai, ai, ai, ai, ai.

    Então, tão falando que a Michele tá atropelando o Jair. Esse tipo de discurso de que a Michele atropela a fala do Jair e a vontade do Jair tem um objetivo que é o quê? que é amassar a Michele e tirar qualquer possibilidade da Michele ter qualquer poder de mando dentro do PL na nos próximos meses, enquanto o Bolsonaro tiver preso.

    Tô falando que tá chegando um momento em que os filhos do Bolsonaro, me parece que eles estão felizes com a prisão do Bolsonaro. Eles fazem o drama para capitalizar politicamente, mas eles estão felizes. Por quê? Porque se o se os três filhos viram porta-vozes do Jair Bolsonaro, eles têm pela primeira vez como capitalizar todo, como capitalizar o capital fogo, como usar todo o capital político do pai deles, sendo que eles são os porta-vozes.

    Claro que esse capital político é menor a cada dia e com eles como porta-vozes, eles não pensaram nisso, eles são péssimos porta-vozes. Por quê? Porque boa parte dos bolsonaristas não gosta dos filhos do Bolsonaro, principalmente do Flávio. Mas muitos não gostam do Carlos nem do Eduardo. É só você ver que a Carla Zambelli não tem o sobrenome Bolsonaro e ela teve uma votação em São Paulo na eleição de 2022 maior que a do Eduardo.

    Imagina se ela fosse Carla Bolsonaro e ele fosse Eduardo Zambelli, nem eleito ele seria, porque os bolsonaristas já não gostam muito dele. Ele vira o porta-voz lá nos Estados Unidos, falou de tarifas, não sei o quê, e ele só se queimou. Tanto é que nas redes sociais o alcance dele não aumentou, não teve nada daquilo que você fala: “Nossa, o Eduardo Bolsonaro é um grande líder do bolsonarismo”.

    O Nicolas é 100 vezes mais que ele eu vejo, vi gente aí famosa de esquerda fazendo análise essa semana, dando várias entrevistas. Vi várias entrevistas de gente de esquerda, caciques da esquerda, que dizem que ah, a direita sem o Bolsonaro tá ferrada porque eles não têm um novo nome, que é o nome deles? É só o Tarciso, pô. À direita tem o Nicolas, tem o Cleitinho, tem o Tarcísio, tem a Michele Bolsonaro, tem aí esses governadores estão aparecendo com uma audiência enorme.

    Esse pessoal todo tem uma audiência gigantesca nas redes sociais. Os caciques à esquerda que nem sabem usar celular, eles não sabem disso. Eles não sabem, eles não fazem ideia do poder que tem o Nicolas, que tem vídeos aí com mais de 100 milhões de visualizações. Não faz ideia porque eles não usam o celular.

    E aí eu vejo umas análises dos caciques de esquerda que eu fico assim, meu, até hoje meu plano 2025, vocês falam umas coisas dessas, mas é a agora tá tendo uma briga entre esses homens para ver quem vai pegar a maior parte do espoiler do Bolsonaro. Os filhos dele acreditam que sendo porta-vozes dele, eles pegam isso e aí eles vão ter eles poder de decisão dentro do PL para decidir quem pode e quem não pode ser candidato.

    Vai dar ruim. Em 2022 eles estavam no PL, o Bolsonaro era presidente, mas eles não tinham direito a muitas escolhas. Por qu, Thiago? Porque olha só, o vários nomes do Pele. O Cláudio Castro, tem governadores aí, vários senadores, eram candidatos à reeleição. Então não dava para mudar.

    Então não vai mudar o cara que é candidato à reeleição, tirar o governador e colocar outro. Não vai agora não. Agora a maioria dos dos governadores de de direita, extremadamente direita, acaba o mandato deles. Então vai ter uma briga para ver quem vai ser o novo candidato a governador e a vice. São duas vagas no Senado, então tem duas brigas.

    Tem estado em que o PL quer lançar dois nomes, mas ou lançar um e apoiar outro, como em Santa Catarina, tá tendo briga. E é isso que tá pegando aí. Olha só, Valdemar e Michele defendem nomes do PL para a vaga do Senado de São Paulo. A Michele tá fazendo uma aliança com Valdemar Costa Neto. O Valdemar ele sempre se bicava com o Bolsonaro porque ele tem uma opinião, ele quer mais centrão e o Bolsonaro quer gente mais bolsonarista.

    O Valdemar ele não é ele o bolsonarista, ele usa o sobrenome do Bolsonaro para ganhar deputados, senadores por PL, ganhar fundo partidário eleitoral para ele roubar. É isso que faz o Valdemar. Aí o o que que ele faz? Ele quer nomes que sejam ligados a ele e que possam ser eleitos com votos do Bolsonaro, mas que sejam nomes ali valdemarzistas e não bolsonaristas.

    Michelle, Laura, Flávio, Eduardo: entenda quem se vacinou contra Covid-19  na família Bolsonaro

    E a Michele tá nessa com ele, com Valdemar. E aí, olha só o que diz a entrevista do Flávio Bolsonaro sobre a Michele Bolsonaro. O que que ele chama a Michele Bolsonaro? Flávio reage à crítica de Michele. Autoritária, começou já falar que ela é autoritária, então tá uma briga enorme. Os filhos querem ser porta-vozes do Bolsonaro. Enquanto ele tiver preso, os filhos é quem vão tomar decisões no no PL.

    É isso que eles imaginam. A Michele quer ser a porta-voz do Bolsonaro, que é ela quer tomar decisões. E o Flávio até diz uma coisa na entrevista que é raro eles falarem alguma coisa inteligente, que até inteligente. Ele fala: “Olha, nas políticas às vezes, a maneira como você faz a como você toma uma decisão é mais importante que a própria decisão.

    ” Ou seja, ah, não vai desfazer a aliança com Ciro ou ou não vai levar a cabo essa aliança, mas você não chega publicamente e é isso que ele quis dizer e detona o cara que fez a aliança, que é o André Fernandes, que é a maior liderança lá do PL, esse lixo aí, eh, lá no estado, e, e joga todo mundo contra ele e causa uma briga enorme.

    Não, você vai lá nos bastidores e fala: “Ó, não dá assim, tem que ser assim, assado, assado, assado, porque você já queima ponte com o com o cara que você ia fazer aliança. Não dá para para fazer dessa maneira. Você tem que tomar a decisão. Às vezes você, a maneira como você toma a decisão é mais importante.

    Eu dou um exemplo aqui do Lula. Eu lembro uma entrevista que eu vi de um deputado do PT que ele dizia: “Olha, no nos governos falava dos governos Lula, Lula 1 e dois, ele falava naquela época o Lula, ele recebia os deputados, hoje em dia ele não faz mais isso. Ele falava: “Pô, às vezes a gente ia lá em Brasília, a gente tava bravo com alguma verba, alguma coisa que precisava, a gente ia lá falar com o Lula”.

    O Lula ia, falava com a gente e tudo mais, ele falava que não. Só que saia todo mundo pensando, pô, esse cara é muito gente boa, como eu gosto do Lula. Caramba, ele conseguia negar a coisa para você de tal maneira que você ficava até grato dele negar. Aí eu falava, já com a Dilma, os deputados iam lá com alguma pauta para ela.

    A Dilma, a Dilma não negocia com bandido do centrão, imagina, não tinha paciência nenhuma. Uma zero, tolerância zero. Ela às vezes até concordava com com as pautas que eles queriam. Mas eles saíam assim, pô, mas ela é uma chata, meu Deus do céu, não não para de colocar problema. Por quê? Porque o Lula conseguia falar: “Não, mas não, vem cá, ele pega na mão, abraça, não sei o quê”.

    A maneira de tomar decisão era mais importante que a própria decisão. Tem um que de machismo nisso aí dos deputados do Centrão? Claro que tem, mas o fato do Lula ser uma pessoa muito mais simpática, que não quer saber se o outro é é do centrão, se não é, ele vai ele vai negociar e falar e tratar bem e a Dilma não queria falar com o bandido, isso mudava muito.

    E o Lula até hoje ele consegue fazer esse tipo de coisa. E aí você vê o que o Flávio Bolsonaro tá falando da Michele, é o seguinte, você não faz esse tipo de coisa. Ela pode até no fim fazer a parceria com o Ciro, mas ela já xingou o cara em público, já xingou o Ciro, já falou um monte, sendo que se não fizesse a parceria nos bastidores e de uma maneira assim bem amigável, sairia melhor lá na frente.

    É isso que o Flávio tá tentando e tá tentando externar aí. E ele fala isso sabendo que o pessoal do centrão lá do PL vê o que ele tá falando e vai ficar do lado dele contra Michele. Então tá tendo uma briga aí enorme na familiar. Nessa briga, eu torço para a briga. Peço aí a sua inscrição no canal.

  • LULA MASSACRA MOTTA! R$800 MILHÕES SALVOS: CENTRÃO TENTOU DESTRUIR A PF E FOI ANULADO PELO SENADO!

    LULA MASSACRA MOTTA! R$800 MILHÕES SALVOS: CENTRÃO TENTOU DESTRUIR A PF E FOI ANULADO PELO SENADO!

    Preparem-se para testemunhar mais um capítulo da novela da desmoralização política, onde a experteza do Senado e a articulação do governo Lula estão prestes a anular por completo a manobra rasteira do centrão e da Câmara dos Deputados. O deputado Hugo Mota, um dos líderes dessa articulação perniciosa, está com os dias contados no posto, pois a derrota que se avizinha no projeto de lei antifacção será a Padical em sua já combalida credibilidade.

    O governo já tem um plano de ataque cirúrgico e público para expor Mota e seus aliados, mostrando que a defesa da Polícia Federal é a defesa do Brasil contra a corrupção de colarinho branco que opera nos gabinetes. O que Mota e o Centrão tentaram vender como uma vitória na Câmara está prestes a se transformar em uma humilhação histórica e irreversível.

    President sees Trump's tariff hike as political opportunity ...

    A trama é clara. A Câmara, sob a influência nefasta de figuras como Mota e Guilherme de Rit, transformou um projeto que deveria proteger o país em um cavalo de Troia legislativo, cujo único propósito era enfraquecer as instituições de combate ao crime. cerne dessa traição era a tentativa viu de cortar o financiamento da Polícia Federal, estrangulando a capacidade da corporação de investigar as grandes máfias que se escondem na elite e nas altas esferas do poder.

    O texto, Fruto da Incompetência e Mafé de Deit, foi aprovado com a clara intenção de blindar governadores e políticos de investigações. uma reação desesperada às operações recentes da PF, como a carbono oculto e as investigações que rondam o banco master, que resvalam diretamente em aliados do centrão, como Ciro Nogueira e figuras do PP.

     

    O desespero deles é real. Se a PF continuar forte, muitos deles acabarão na cadeia. O cinismo de Hugo Mota chegou ao cúmulo de ele exigir que o governo Lula se justificasse por ter votado contra a versão adulterada do PL na Câmara. Ele tentou inverter a lógica, alegando que a população só se importa com a segurança e não com termos técnicos.

    Mas a verdade é que o governo votou contra a sabotagem do projeto. Agora, o governo Lula, através de seus articuladores, está pronto para desmascarar essa farça. A estratégia é expor publicamente que o caminho certo é o que está sendo pavimentado no Senado, não o desvio corrupto da Câmara. Essa exposição será fatal para Mota, que já sofreu um revés monumental com o naufrágio da PEC da blindagem.

    Ele está cavando a própria cova ao se associar a projetos que defendem criminosos e ao colocar Derite, um sujeito sem estatura para o cargo. Como condutor de projetos tão cruciais, a imagem de Mota, que nem os cabelos conseguiu manter uma alusão irônica a seus implantes, é a imagem de um político fraco e sem credibilidade, o Severino Cavalcante 2.

    0, que entrará para a história como um dos piores presidentes da Câmara. O golpe de mestre do governo veio com a articulação de Gaz Hoffman e a ação inteligente do presidente do Senado, Davi Alcol Columbre, ao nomear o senador Alessandro Vieira como relator. Vieira, um ex-delegado e notório sniper técnico da CPI da pandemia, é a garantia de que o texto da Câmara será revertido.

    A promessa de Vieira é categórica. Nem um centavo sequer será cortado do financiamento da Polícia Federal. Essa declaração anula o principal objetivo de Derit e do Centrão, que era estrangular a PF financeiramente. Vieira não é bobo. Ele não vai comprar a briga da Câmara contra a Polícia Federal, especialmente em um momento de tantas operações de alto impacto.

    O passo seguinte do governo é cirúrgico. Quando o texto de Vieira for a voto no Senado, o governo Lula votará em peso a favor, blindando o orçamento da PF. Com o texto modificado e fortalecido, ele retornará à Câmara para nova votação. Nesse momento, a Câmara e Mota estarão encurralados. Eles terão de escolher entre a votar contra o texto do Senado, expondo-se publicamente como os inimigos da Polícia Federal e os defensores do corte de 800 milhões no combate ao crime, ou B, aceitar a derrota, engolir o texto de

    The PL wants to approve in two weeks the PEC that ends ...

    Vieira e ver o Senado e o governo Lula saírem vitoriosos. Não há escapatória. A Câmara será desgastada e desmoralizada por essa manobra fracassada. A pressa em votar esse projeto tinha um motivo ainda mais perverso. A ala mais radical do bolsonarismo queria incluir no texto a equiparação de organizações criminosas a terrorismo.

    Essa ideia, além de estúpida e tecnicamente indefensável, era uma receita para o caos econômico. aprovada, faria com que o Brasil fosse visto internacionalmente como um ninho de terroristas, derrubando as notas de crédito, aumentando o risco Brasil e afastando investidores. O objetivo, mais uma vez, não era combater o crime, mas sabotar a economia e criar o clima de bagunça que agrada a essa gente.

    Essa reivindicação foi barrada na Câmara, mas a derrota total do centrão virá quando o Senado corrigir todos os demais absurdos. A resistência de figuras como Voto Alencar, presidente da CCJ do Senado, que prometeu discutir o PL linha por linha e realizar audiências públicas com toda a sociedade civil e agentes de segurança, garante que a exposição da Câmara será prolongada.

     

    Enquanto isso, a própria Polícia Federal, sentindo-se atacada por essa ofensiva política, está sendo estimulada a intensificar suas operações. Não é bobagem imaginar que a PF usará o caso Banco Master e outras grandes investigações para dar uma resposta contundente ao Congresso, mostrando ao país a importância de seu financiamento e porque ele não pode ser cortado.

    Essa é a razão pela qual Davi Al Columbre, envolvido na operação Overclean, não quer a PF em cima dele e é por isso que ele pavimentou a derrota de Hugo Mota. O centrão e a direita estão jogando o jogo da impunidade, mas a Polícia Federal e o Senado estão prontos para

  • “Você Vai Colocar ISSO Dentro de Mim?” O Segredo do Gigante Era Dar Mina de Prata Milionária à Noiva Indesejada!

    “Você Vai Colocar ISSO Dentro de Mim?” O Segredo do Gigante Era Dar Mina de Prata Milionária à Noiva Indesejada!

    O trem bufou até parar na Estação de Denver. O vapor sibilou da máquina como uma cobra raivosa. Sarah Jenkins pressionou o rosto contra a janela, embaçando o vidro com o hálito. Aos 23 anos, ela já estava convencida de que era indesejada.

    As outras noivas por correspondência sussurravam por trás de luvas, mas suas vozes chegavam de qualquer forma. “Olhe o tamanho dela. Que homem iria querer aquilo? Coitada, não tem chance.”

    Sarah media impressionantes 1,83m em suas botas gastas. Seus ombros eram largos, resultado de anos de trabalho árduo. O orfanato a chamava de “a trabalhadora mais forte”, nunca de “a mais bonita”.

    Ela desceu na plataforma. Sua única bolsa continha tudo o que possuía. As outras mulheres se agruparam como pássaros assustados, lançando olhares rápidos para Sarah antes de desviar.

    “Senhoras, formem uma fila!” A voz do chefe da estação estalou como um chicote. “Seus maridos estão esperando.”

    O coração de Sarah martelava contra as costelas. Ela havia respondido ao anúncio em desespero: Um rancheiro no Território do Colorado procura esposa. Constituição forte exigida, trabalho duro esperado. Sarah achou que se qualificava para ambos. O anúncio não mencionava nada sobre beleza.

    Uma sombra cobriu a plataforma. Sarah olhou para cima, para cima, e mais para cima.

    O homem à sua frente media quase 2,13m. Seus ombros bloqueavam o sol da tarde. Cabelos escuros caíam sobre feições castigadas pelo tempo. Olhos gentis estudavam seu rosto.

    “Senhorita Jenkins.” Sua voz retumbou como um trovão distante.

    Sarah assentiu, a garganta seca.

    “Jacob Morrison. O pessoal me chama de Gigante.” Ele tirou o chapéu. “Bem-vinda ao Colorado.”

    As outras noivas olhavam em choque. Os maridos delas eram homens comuns, fazendeiros, lojistas. Nenhum impunha respeito como aquela montanha de homem. Sarah esperou que ele mudasse de ideia, percebesse o erro e a mandasse de volta no próximo trem. Em vez disso, ele pegou sua bolsa.

    “A carroça é por aqui.”

    Um homem bem-vestido observava das sombras perto do depósito. Seus olhos frios seguiam o movimento deles. Cornelius Blackwood ajustou seu casaco caro e sorriu sem calor. Ele tinha planos para o rancho do Gigante Morrison. Grandes planos.

    Jacob carregou a bolsa de Sarah com mãos gentis. Ela notou que ele carregava uma caixa de metal trancada, que ele guardava como um tesouro. Quando seus olhos se encontraram, preocupação tremeluziu no rosto dele.

    “Tudo bem, Sr. Morrison?” perguntou Sarah.

    “Me chame de Jacob,” ele a ajudou a subir na carroça. “E sim, tudo ficará bem. Tem que ficar.”

    A carroça partiu da cidade. Sarah agarrou o assento de madeira. Atrás deles, Blackwood emergiu das sombras. Ele falou baixinho com um homem usando um distintivo de xerife. Documentos mudaram de mãos. Dinheiro seguiu. Sarah não viu a troca, mas sentiu olhos observando sua partida. Um arrepio percorreu sua espinha que não tinha nada a ver com o ar da montanha.

    Jacob estalou a língua. Os cavalos aceleraram. O que quer que esperasse no Rancho Silver Mesa, mudaria tudo. Sarah só não sabia disso ainda.


    O Rancho Silver Mesa se estendia pelo vale como uma colcha de retalhos. Edifícios desgastados pontilhavam a paisagem. O gado pastava em campos distantes. Montanhas se erguiam por todos os lados como paredes protetoras.

    Sarah desceu da carroça, as pernas tremendo. O ar aqui era mais rarefeito, mais limpo. Queimava seus pulmões da melhor maneira.

    “Bem-vinda ao lar.” A voz de Jacob continha incerteza.

    Um homem idoso mancava do celeiro. Seu cabelo era branco como neve. Rugas profundas mapeavam seu rosto envelhecido. Ele estudou Sarah com olhos azuis penetrantes. “Este é Pete,” disse Jacob. “Está aqui há mais tempo do que qualquer um.”

    “Patroa,” disse Pete, tocando a aba do chapéu. Sua voz carregava aprovação. “Já era hora de alguém com juízo aparecer.”

    Uma mulher mexicana saiu da casa principal, limpando as mãos enfarinhadas no avental. Seu sorriso era quente como pão fresco. “Maria cuida da cozinha,” explicou Jacob.

    “E mantém todos vocês na linha,” disse Maria. Ela abraçou Sarah sem hesitar. “Bem-vinda, mija. Este lugar precisa do toque de uma mulher.” As lágrimas vieram aos olhos de Sarah. Ninguém a abraçava há anos.

    Jacob mostrou-lhe a casa. Os cômodos eram limpos, mas esparsos. Móveis práticos. Nenhuma decoração. A cozinha exalava o único calor. “Seu quarto é no andar de cima.” Jacob carregou sua bolsa. “Reserve um tempo para se instalar.”

    O quarto de Sarah dava para o vale. O pôr do sol pintava as montanhas de dourado. A cama era simples, mas limpa. Ela desempacotou seus poucos pertences: uma Bíblia gasta, dois vestidos, a escova de prata de sua mãe. Tudo cabia em uma gaveta.

    Um som a atraiu para a janela. Jacob caminhava em direção a um pequeno prédio atrás do celeiro. Ele carregava a caixa de metal. Seus ombros estavam tensos, preocupados. Ele desapareceu lá dentro.

    Quando Jacob emergiu, a caixa havia sumido. Seu rosto parecia mais velho, mais atormentado.

    O jantar foi estranho. Maria serviu guisado de carne e pão fresco. Pete contava histórias sobre os primórdios do rancho. Jacob ouvia, mas falava pouco. Sua mente estava em outro lugar.

    “Quantas cabeças de gado?” perguntou Sarah.

    “Trinta,” respondeu Jacob. “Deveria ser mais. Tivemos que vender parte do estoque.”

    O rosto de Pete escureceu. “Problemas financeiros,” ele resmungou. Jacob lançou-lhe um olhar de aviso. A conversa morreu.

    Sarah se desculpou cedo. Ela se deitou na cama, ouvindo os sons da noite. Abaixo, ouviu Jacob andando de um lado para o outro na cozinha.


    A manhã chegou com o canto do galo. Sarah encontrou Maria na cozinha. “Jacob saiu cedo,” disse Maria. “Sempre faz isso ultimamente. Anda pelas linhas de demarcação.”

    “Linhas de demarcação,” Maria repetiu, o rosto nublado. “Problemas com vizinhos. Problemas legais.” Ela baixou a voz. “Aquele homem Blackwood vive rondando, fazendo ameaças.”

    Sarah ajudou no café da manhã. Suas mãos estavam firmes. Sua mente estava acelerada. Ela já havia visto problemas legais antes. Trabalhar no escritório de advocacia a tinha ensinado sobre disputas de propriedade, fraude de documentos, homens que usavam a lei como arma.

    Após o café da manhã, Sarah encontrou Jacob perto do curral. Ele estava treinando um cavalo jovem. Seus movimentos eram pacientes, gentis.

    “Belo animal,” disse Sarah.

    Jacob levantou os olhos, surpreso. “Não a ouvi chegar. Leve nos pés, apesar do meu tamanho.”

    A expressão de Jacob suavizou-se. “Seu tamanho não é um problema aqui. É um trunfo.” As palavras aqueceram Sarah mais do que café.

    Uma nuvem de poeira apareceu no horizonte. O rosto de Jacob endureceu. Ele entregou a corda do cavalo a Sarah. “Leve-o para o celeiro agora.”

    Uma charrete se aproximava rapidamente. O motorista usava um terno caro e um sorriso frio. Cornelius Blackwood tinha vindo fazer uma visita. Sarah levou o cavalo, mas ficou ao alcance da voz.

    “O tempo está acabando, Morrison. Minha oferta ainda está de pé.”

    “Não estou interessado.” A voz de Jacob era de pedra.

    “Processos judiciais levam tempo. Dinheiro. Você não tem nenhum dos dois.”

    Sarah sentiu o sangue gelar. Blackwood estava esmagando um homem menor com pressão legal e documentos falsos.

    “30 dias, Morrison. Então o xerife virá fazer uma visita.” A charrete desapareceu em outra nuvem de poeira.

    Jacob ficou sozinho no quintal, os ombros curvados sob um peso invisível.

    “Qual é a gravidade?” perguntou Sarah.

    Jacob estudou o rosto dela, pesando confiança contra necessidade. “Grave o suficiente para perder tudo.”

    Naquela noite, Sarah encontrou papéis legais espalhados sobre a mesa de Jacob. Suas mãos tremeram ao ler: reivindicações de propriedade, disputas de levantamento topográfico, documentos que faziam pouco sentido. A voz de seu pai ecoou em sua memória, ensinando-a a detectar inconsistências, linguagem fraudulenta, armadilhas legais.

    “Esses papéis cheiram a manipulação.”

    Jacob precisava de ajuda. O tipo de ajuda que ela estava unicamente qualificada para fornecer.


    Três dias se passaram como nuvens de tempestade. Jacob ficava mais distante, mais desesperado. Ele desaparecia naquele galpão trancado todas as noites, voltando sempre mais velho. Notificações legais chegavam diariamente, apertando o cerco em torno do Rancho Silver Mesa. Sarah as lia secretamente. A não correspondência dos limites, as descrições de propriedade com lacunas suspeitas. Táticas clássicas de fraude.

    Na manhã do quarto dia, Blackwood chegou em uma carruagem preta. Um xerife cavalgava ao lado dele. Três outros homens os seguiam, todos armados.

    Sarah estava pendurando a roupa quando a carruagem parou. Ela se abaixou atrás do varal, o coração martelando. Jacob, Pete e Maria saíram do celeiro. Os peões se reuniram por perto.

    Blackwood desceu da carruagem. “Bom dia, Morrison.” Sua voz escorria falsa cortesia. “O xerife Williams tem alguns papéis para você.”

    O xerife parecia desconfortável. Ele desdobrou um documento oficial. “Aviso de apreensão legal. Disputa de propriedade exige resolução imediata.”

    O rosto de Jacob empalideceu. “Você disse que eu tinha 30 dias.”

    Blackwood sorriu como um gato satisfeito. “As circunstâncias mudaram. Novas evidências vieram à tona.” Ele mostrou uma pasta de couro. Documentos se espalharam.

    O olho treinado de Sarah capturou fragmentos: reivindicações de mineração datadas de 20 anos atrás, mapas topográficos com limites alterados, declarações de testemunhas escritas com caligrafia idêntica. Tudo cheirava a falsificação.

    “Esses documentos provam minha reivindicação legal,” continuou Blackwood. “Seu pai nunca registrou corretamente seus direitos de mineração. A terra reverte à propriedade original.”

    “Isso é impossível,” disse Jacob. “Meu pai era cuidadoso com a papelada.”

    “Homens cuidadosos não perdem reivindicações de milhões de dólares.” A ganância de Blackwood transpareceu. “Você tem 48 horas para desocupar ou enfrentar processo criminal.”

    As mãos de Sarah se fecharam em punhos. Ela havia passado três anos limpando escritórios de advocacia, aprendendo a detectar fraudes em documentos.

    “Posso ver esses documentos?”

    Todas as cabeças se viraram. Sarah caminhou em direção ao grupo com passos firmes.

    Os olhos de Blackwood se estreitaram. “Isso não é da sua conta, garota.”

    “Eu sou a Sra. Morrison agora. É muito da minha conta.”

    Jacob olhou para ela em choque. Sarah nunca havia reivindicado o título antes. A palavra parecia estranha em sua língua. Poderosa.

    Sarah estava examinando os papéis. “Essas reivindicações de mineração são datadas de 1862,” ela disse calmamente.

    “E daí?” Blackwood retrucou.

    “O Colorado não foi oficialmente inspecionado até 1864. Essas descrições de propriedade usam marcos topográficos que não existiam em 1862.”

    O silêncio caiu como um golpe de martelo. O xerife se inclinou, seu interesse aguçado.

    “As assinaturas das testemunhas estão todas na mesma tinta, mesmo estilo de caligrafia. Nomes diferentes, mas formações de letras idênticas.” A voz de Sarah cresceu mais forte. “Eu sei o que é falsificação. Eu sei o que é fraude de documentos, e sei que você está tentando roubar este rancho.”

    O xerife pegou os papéis. Sua expressão escureceu. “Estes parecem suspeitos,” ele admitiu.

    “Eu tenho olhos que funcionam,” rebateu Sarah. “E um cérebro que se lembra de procedimentos legais.”

    Jacob encontrou sua voz. “Sarah, como você sabe tudo isso?”

    O momento da verdade chegou.

    “Eu trabalhei em escritórios de advocacia por três anos. Limpava à noite enquanto os advogados trabalhavam até tarde. Ouvi todas as discussões de caso. Li todos os documentos que eles descartavam. Aprendi a reconhecer padrões.” Ela se virou para o xerife. “Verifique os registros do condado. Teste o papel e a data da tinta. Você encontrará evidências de falsificação recente.”

    Blackwood gaguejou, o rosto verde. “Você não tem prova, não tem autoridade, não tem o direito de interferir!”

    “Verifique,” disse Sarah. “Você encontrará evidências de falsificação recente.”

    O xerife dobrou os papéis. “Sua notificação de apreensão está suspensa, Sr. Blackwood, pendente de revisão. Esses documentos são questionáveis.”

    Blackwood voltou para sua carruagem, seus homens o seguiram relutantemente. “Isso não acabou, Morrison. Nem de longe.”

    Jacob olhou para Sarah como se ela tivesse criado asas. “Como você sabia de tudo isso?”

    A confiança de Sarah rachou. “Eu apenas me lembrei de coisas que meu pai me ensinou antes de morrer.”

    “Seu pai era um advogado?”

    “O melhor em Baltimore,” sussurrou Sarah. “Até que ele se apaixonou pela minha mãe. Então ele não foi mais bem-vindo em lugar nenhum.”

    A verdade pairava entre eles como névoa. Jacob pegou a mão dela. “Obrigado,” ele disse simplesmente.


    Naquela noite, Jacob emergiu da casa carregando a caixa de metal. Ele se sentou ao lado de Sarah nos degraus de madeira. “Eu preciso te dizer algo,” ele disse, “sobre por que eu realmente a trouxe aqui.”

    O estômago de Sarah revirou. Lá vinha. A rejeição que ela esperava.

    Jacob abriu a caixa. Papéis se espalharam à luz da lamparina. Mapas, documentos de levantamento, certificados legais.

    “Meu pai foi Thomas Morrison, o melhor garimpeiro do Território do Colorado. Encontrou prata nestas montanhas em 1863.”

    Sarah se inclinou. Ela reconheceu documentos de reivindicação de mineração, os legítimos. “A maior jazida de prata do território passa bem debaixo deste rancho,” continuou Jacob. “Vale milhões, talvez mais.”

    “Então por que você está em dificuldades?”

    Jacob tremeu ao classificar os documentos. “Lei de herança. Meu pai morreu antes de poder transferir a propriedade corretamente. Os direitos de mineração precisam ser detidos por uma mulher casada para evitar o roubo da reivindicação.”

    Sarah prendeu a respiração. Uma mulher casada. Lei territorial de 1864. “Para proteger viúvas de terem suas reivindicações roubadas. Mas isso significa que não posso acessar legalmente a mina até transferir a propriedade para minha esposa.”

    As palavras pairaram no ar. Sarah olhou para os papéis, para Jacob, para a verdade.

    “Espere,” sua voz mal sussurrou. “Você está colocando isso dentro de mim?”

    “Não fisicamente,” disse Jacob rapidamente. “Legalmente. Eu preciso de alguém em quem possa confiar com a propriedade mais valiosa do Colorado.”

    Sarah levantou-se. “Você quer que eu seja dona de uma mina multimilionária?”

    “Eu preciso de alguém forte o suficiente para lidar com isso, inteligente o suficiente para protegê-lo, alguém que Blackwood não possa intimidar ou subornar.”

    “Por que eu?”

    Os olhos de Jacob brilharam. “Não há ninguém melhor. Você acabou de provar isso hoje. Você desvendou as falsificações de Blackwood em minutos. Você tem instinto, treinamento e algo mais: Coragem. Você enfrentou homens armados hoje, protegeu este rancho sem hesitar.”

    “Eu congelei,” ela sussurrou. “Quando Blackwood me ameaçou pela primeira vez, eu queria ajudar, mas não conseguia me mover.”

    “Mas quando era mais importante, você se adiantou. É isso que conta.”

    Jacob pegou outro documento. “Papéis de transferência de propriedade. Só precisam da sua assinatura.”

    As mãos de Sarah tremeram. Os papéis fariam dela uma das mulheres mais ricas do território.

    “Eu não posso,” ela respirou. “É demais.”

    “Você lidou com Blackwood hoje. Você pode lidar com isso.”

    Uma memória veio à tona, a voz de seu pai. “Sarah, a lei não é apenas palavras no papel. É poder. E o poder pertence àqueles corajosos o suficiente para usá-lo.”

    “Meu pai costumava dizer algo,” disse Sarah lentamente, “sobre a lei ser uma arma para os fracos contra os fortes.”

    “Seu pai parece ser um homem sábio.”

    “Ele era, até que amar minha mãe lhe custou tudo. Ele perdeu sua prática. Sua reputação. Sua família o renegou. Tudo por se casar abaixo de sua posição.”

    Sarah olhou para os papéis. “Se eu assinar, fico legalmente responsável por tudo.”

    “Tudo,” confirmou Jacob. “A mina, o rancho, as decisões. E se Blackwood voltar, você terá autoridade legal para combatê-lo.”

    Sarah pegou a caneta com as mãos firmes. Ela assinou seu nome com traços firmes: Sarah Jenkins Morrison, proprietária da maior mina de prata do Território do Colorado.

    Sarah tinha acabado de se tornar uma das pessoas mais poderosas do Oeste Americano. E Blackwood não tinha ideia do que estava por vir.


    Na manhã seguinte, Sarah estava em sua janela, segurando os papéis. Ela não era mais apenas uma noiva por correspondência. Ela era a proprietária legal de milhões em depósitos de prata.

    “Rancheiros chegando,” Pete anunciou. “Três deles, movendo-se rapidamente.”

    Eram o xerife Williams e dois deputados. O rosto de Sarah se endureceu. Ela colocou os papéis no bolso.

    Williams desceu do cavalo. “Sr. Morrison, precisamos falar com o senhor. Negócios oficiais.” Ele mostrou um documento. “Novas evidências vieram à tona. O Sr. Blackwood arquivou reivindicações adicionais.”

    Sarah leu por cima do ombro de Jacob. Os documentos pareciam mais sofisticados. Mas algo estava errado.

    “Xerife, quem são essas testemunhas? Funcionários do escritório de mineração?”

    Williams consultou suas anotações. “Robert Hayes, William Foster e James McKini. Todos trabalharam no escritório de mineração territorial em 1863.”

    Sarah puxou o documento de reivindicação original de seu pai. “Este registro original foi autenticado por Robert Hayes em março de 1863. Mas, de acordo com os registros de emprego territorial, Hayes foi transferido para o escritório de Denver em janeiro de 1863. Ele não poderia ter autenticado nada no Distrito da Montanha depois dessa data.”

    O silêncio caiu. O xerife se inclinou.

    “Além disso, William Foster morreu em fevereiro de 1863. Surto de tifoide. É difícil para um homem morto testemunhar reivindicações de mineração em junho.”

    O rosto do xerife ficou pálido. Ele tinha sido enganado.

    “Senhora, como a senhora sabe de tudo isso?”

    “Porque passei a noite de ontem no tribunal do condado pesquisando registros de emprego territorial e certidões de óbito. Meu pai era Benjamin Calhoun,” ela continuou. “Advogado especializado em direito de mineração. Ele me ensinou a detectar fraudes em documentos a partir de detalhes inconsistentes.”

    “Benjamin Calhoun era seu pai?”

    “O advogado que lidava com reivindicações de mineração territorial, antes de ser renegado por se casar com minha mãe. Mas ele nunca perdeu seu conhecimento, e ele o passou para mim.”

    “Senhora, a senhora está dizendo que esses novos documentos também são falsificados?”

    “Estou dizendo que contêm detalhes impossíveis. Homens mortos não assinam papéis legais.”

    Williams recolheu as provas. “Isto é suficiente para mandados. Mas Blackwood vai contratar advogados, alegar inocência, culpar subordinados.”

    “Então precisamos pegá-lo em flagrante. Fazê-lo admitir a fraude diretamente.”

    “Como?”

    “Armamos uma operação. Fazemos Blackwood pensar que ele está prestes a perder tudo, ameaçamo-lo com processo imediato. E então… damos a ele uma última chance de roubar a propriedade. Uma oferta tão tentadora que ele não poderá resistir. Mas estaremos gravando cada palavra.”

    Williams olhou para ela, impressionado. “Você realmente é filha de Benjamin Calhoun.”

    “Como proprietária legítima,” disse Sarah, a autoridade fluindo em suas mãos. “Posso autorizar operações policiais em minha terra. Meu consentimento. A lei é minha arma.

    Williams se levantou para sair. “Sra. Morrison, a senhora está jogando um jogo perigoso.”

    “Estou jogando o único jogo que importa. Justiça versus corrupção, lei versus anarquia.”

    Jacob sorriu. “Seu pai criou uma guerreira.”

    “Meu pai criou uma advogada. E amanhã, Blackwood vai aprender a diferença.”

    Sarah olhou pela janela, sentindo clareza. A armadilha estava armada. A justiça estava chegando. E ela estava pronta para acioná-la.

  • LULA HUMlLHA ALCOLUMBRE E EXPÕE CRlMlNOSOS DO CENTRÃO! DELAÇÃO EM CASO BILIONÁRIO ESTREMECE BRASÍLIA

    LULA HUMlLHA ALCOLUMBRE E EXPÕE CRlMlNOSOS DO CENTRÃO! DELAÇÃO EM CASO BILIONÁRIO ESTREMECE BRASÍLIA

    Que humilhação que passou aí o presidente do Senado, Daviol Columbri, ó, tem um pânico aí no centrão que já tá sendo relatado aí pela imprensa com delações. Vão ter delações aí nos nas próximas semanas que vão pegar em cheio o centrão. Já estão falando até de ter aí uma espurgação ou espurgamento, nem sei porque eu nunca nunca pronunciei essa palavra, mas vão espurgar aí muita gente do centrão tá falando como assim, Thago? Centrão que vamos lembrar são todos de direita, né? nome centrão foi inventado aí pela Globo para não associar direita

    à corrupção, porque é tudo bandido lá. Pois bem, que aconteceu primeiro o caso do Davi Columbri. O Davi Columbri, senador aí eleito com 179.000 votos lá na MAP, ele acha que é presidente da República, ele acha que ele pode indicar vaga ao Supremo Tribunal Federal. O Lula indicou o Jorge Messias ao STF.

    O Davi Columbria é contra. Ele queria o Rodrigo Pacheco e ele já foi avisado que olha, mesmo se você tentar barrar o Messias e você conseguir, o Lula vai indicar outro nome, tá? E ele não vai indicar quem você quer. Se você barrar o Messias, o Lula vai pegar os nomes que você quer e esses estão todos vetados.

    Lula almoça com Motta e Alcolumbre, em busca de se aproximar do Congresso -  13/03/2025 - Poder - Folha

    O Lula vai para cima de você com tudo. Pois bem, vai pegar uma briga feia aí o Davi Columbri, que é uma briga que o pro Lula vai, o Lula ficando bravo, eu vou te falar, saia da frente. O Dav Columbre achou que era malandro. O Lula publicou aí no dia no dia 21 desse mês, ele anunciou no dia 20, que foi feriado, no dia 21 ele publicou no Diário Oficial da União a indicação ali do Jorge Messias como o eh o ministro aí indicação para ministro do Supremo Tribunal Federal.

    Então Davi Columbri tava ali e ficou dois três dias pensando o que fazer. Primeiramente ele falou na imprensa que ele não ia pautar isso nunca. Não, não vai ser nunca pautado. Vai ficar lá a indicação e pendurada. Depois ele resolveu tomar outra estratégia, porque isso ia pegar mal entre ministros do STF e em algum momento ele ia ser obrigado a pautar.

    E aí ia acontecer com ele o que aconteceu quando ele tentou barrar o André Mendonça. Ele demorou 4 meses para pautar a indicação da André Mendonça. O Dav Columbra era presidente da comissão de constituição e justiça, que é quem pauta a Sabatina. Depois a Sabatina tem a votação. E aí nesses 4 meses o André Mendonça conseguiu angarear os votos necessários que ele não teria se fosse faltado no rito correto.

    Ele não teria, seria bem difícil para ele. O Bolsonaro ia custar caro pro Bolsonaro. E o o Bolsonaro liberava a grana, tava nem aí, liberava tudo. Aí o Davi Columbu: “Pô, fui burro nessa, vou fazer diferente.” Da falou: “Vou pautar do Messias agora, agora pro começo de dezembro”. Em tempo que, segundo aí todos os todo mundo que foi ouvido pela imprensa em Brasília diz o seguinte: senadores, deputados, analistas, etc, etc.

    É um tempo inviável, é impossível o o Messias fazer ali falar com os senadores e conseguir 41 votos a favor dele em tão pouco tempo. É impossível. OK. Eis que o governo Lula avisou ontem o Davi Columbri. Ô, Daviel Columbri, cuidado, hein? Você tá, você tá aí indo contra o regimento interno do Senado. Você tá cometendo crime aí, tá? A coisa pode ficar ruim para você.

    O Ministério Público pode ir atrás de você, o STF pode ir atrás de você. Por isso, tá? Você pode até acabar ca pelo que você tá fazendo. Aí você deve tá pensando, Thago, como assim que aconteceu? Ele não é presidente do Senado, ele não pauta quando ele quiser. Pois bem, ele tem o o presidente da Comissão de Constituição e Justiça no bolso dele.

    Então o cara vai pautar a Sabatina quando quiser e o Davi Columbr pauta quando quiser. Mas é quando quiser mesmo? Não. Por quê? Porque o o regimento interno do Senado diz o seguinte: ele só pode pautar a Sabatina depois que chegar ao Senado uma carta oficial do presidente da República dizendo: “Olha, eu indiquei fulano pro STF. Antes disso não pode ser pautado.

    Só que o Lula não mandou essa carta. Então ele não pode pautar a sabatina do Messias. O problema do malandro é ele achar que só a barriga da mãe mãe dele é que faz filho esperto. A barriga das outras mamães também fazem filhos espertos. E olha, quis fazer uma jogada de xadrez político contra o Lula. meu, que burrice, hein, Daviel Columbri? Você não pode pautar.

    Então, que que membros do governo avisaram Davi Columbri? Olha, talvez o Lula só mande essa carta aí ano que vem, só quando ele tiver certeza que vai ser aprovado. Aí ele manda a carta para você e você decide quando vai pautar, tá bom? Se quiser demorar mais para pautar também não tem problema não. Ninguém tá com pressa.

    Aliás, os ministros do STF estão com pressa porque o STF tá com ministro a menos. Os ministros já entraram em campo aí. O Alexandre de Moraes era o único que tava batendo o pé contra, mas ele também já falou que não é mais contra o Messias. E todos já entraram aí em campo para falar: “Ó, tem que aprovar aí o Messias o quanto antes.

    ” Essa briga não é nossa contra o Lula, é do é do da Vel Columbri. Nós estamos aqui do lado do Messias. Então vai começar a pressão contra ele. Nisso tem operações da Polícia Federal que estão pegando aliados do Al Columb, inclusive ele é do União Brasil, o Rueda, que é o presidente do partido dele. Você v, ih, coisa vai ficando feia, cada vez mais feia. Vai.

    Por quê? Porque segundo aí a imprensa, tem delações em três casos que a Polícia Federal e tá investigando. Vocês matéria do W. O centrão pode ir, tem pay, eu não pago o não. Centrão pode ir à cadeia comelações da Refit, master e carbono oculto. Fala: “Epa, epa, epa, refit é a refinaria que lava dinheiro pro PC e que só do estado do Rio de Janeiro só negou aí 10 bilhões impostos.

    no estado de São Paulo, mais 12 bilhões e o mais 4 bilhões aí contando o Brasil inteiro. As empresas ligadas à refit, a esse caso aí receberam do governo Tarcío R0 milhões deais em isenções fiscais. Aí você fala: “Pera aí, por que que um governador tá dando isenção fiscal para empresas que são negadoras?” Para você receber um um prêmio do governo, você deveria, no mínimo, pagar bem os seus impostos, né? Mas não, taxo tá dando para quem já sonegava.

    Fala: “E estranho, né? O Cláudio Castro não foi atrás. Ele chegou a entrar na justiça para que a Refite voltasse à suas operações. Fala, OK, vai ter delação já. Só que o caso master é o caso que mais tá ali causando pânico na cúpula do centrão. Porque o Varcaro, que é o Vurcaro, que é o presidente do Banco Master, o dono, tá preso.

    Ele foi paraa Papuda, ele tá apavorado, apavorado lá. Ele quer sair o quanto antes. Em algumas semanas já falam que ele vai abrir o bico. O o ele, o dono do Banco Master, fez um evento pro Hugo Moto, pro Dav Columbre e pro Ciro Nogueira. Faz aí alguns meses, foi em maio esse evento. Falei: “Ih, a Giripoca vai piar pro lado de quem?” É a operação do PCC, essa operação que tá pegando aí a lavagem de dinheiro do PCC, que é carbono oculto.

    Essa operação tá chegou no presidente do partido do Davel Columbeda fala: “Ih, tá ficando cada vez pior.” A polícia federal já anunciou, eles estão agora investigando o núcleo político pro eles sabem, pro PC conseguir fazer um esquema tão grande, tem que ter agentes políticos atuando lá em Brasília. Tem gente da política em Brasília, gente poderosa.

    Presidente da Câmara e do Senado, será pior. A pior parte que tá aí causando pânico neles é que como a polícia tá aí indo atrás e tá pegando todo mundo, o a lavagem de dinheiro que eles faziam e esse dinheiro do crime organizado de tráfico de drogas que eles embolsavam, isso era utilizado por políticos do centrão.

    Esse o o dono da Refit que lavava o dinheiro pro PCC, ele é ligado a vários políticos do centrão e gente ligada a ele irrigava a campanha desses políticos. Como assim irrigava, Thiago? Dava dinheiro pra campanha desses políticos. Ninguém dá dinheiro a a troco de nada. Ninguém. A não ser, olha, você fala: “Não, Thiago, mas eu já doei pra campanha do deputado tal”.

    É, mas a troco de quê? É a troca de você achar que esse cara vai ser um excelente deputado e vai e vai fazer o que você acredita que seja bom pro Brasil, porque você que é o melhor pro Brasil. Agora, um bandido, ele vai sair distribuindo dinheiro por ideologia ele não tem. Concorda? Qual é a ideologia do bandido? É mais dinheiro no bolso dele.

    Se o bandido tá dando milhões para alguém, é porque de algum outro lado tá vindo também pro bandido. Bem mais do que esses milhões que ele tá dando. Aí você vê. Então tá ruim aí para eles, porque uma delação vai pegar todo mundo, a polícia já tá indo atrás. E o delator sabe o seguinte, quando a polícia começar a puxar o novelo de lance começa a puxar, ou ele delata antes que a polícia desvende tudo, ou a delação dele se torna inútil.

    Então tem que delatar antes da polícia pegar todo mundo. Então é isso que tá causando um desespero lá. Aí nisso o Davel Columb é aí massacrado pela estratégia do Lulo, que acabou aí acabou expondo ao Columbrio. Por que expondo, Thiago? Porque para retalhar o governo, que que ele fez? Eh, primeiro ele pautou ali a a sabatina do Messias para pro começo de dezembro e aí depois ele fez uma pauta bomba, que é uma pauta da sobre aposentadorias de de servidores da saúde.

    Servidores da saúde agora vão poder se aposentar com salário integral. vai ter reajuste, etc, etc. Isso vai custar aí 100 bilhões aos cofres públicos. A esquerda é a favor dessas pautas. Porém, que que acontece? Foi aprovado inclusive 57 a 0 lá no Senado. Que que acontece? O governo Lula falou: “Olha, vocês vocês ficam falando de responsabilidade fiscal, que a gente tem que gastar menos o que ganha, arrecadar mais o que gasta, né? E aí vocês metem uma pauta que vai custar 100 bilhões.

    ” Pera aí, pera aí, pera aí. Isso era o Alcol Columbri falando pro Lula, olha, toma, toma essa aí, ó, 100 bilhões para você que você vai ter que tirar de algum lugar já. Só que o Lula não tá nem aí com isso. Por quê? Porque o Lula tá, o Lula pensa no longo prazo, ele tá vendo no xadrez cinco jogadas lá na frente.

    Aí, olha, o Daviel Columbri, ele se desmoralizou com inúmeros setores aí da economia que vem isso como uma pauta bomba, porque, pô, você vai custar 100 milhões, de onde o Lula vai tirar? O Lula não vai tirar esses 100 milhões de outro lugar. Ele não vai tirar do Bolsa Família, da saúde, da educação, de de etc, etc. Não.

    Alcolumbre agradece Lula e celebra aval do Ibama para Petrobras

    Ele vai tirar provavelmente das isenções fiscais pros empresários bilionários. Vai, eles é quem vão custear isso aí, tá? Ou ele vai tirar alguns gastos do teto de gastos. É isso que vai fazer o Lula. E aí no fim vai a pauta fiscal vai pro espaço. E aí aquilo tudo que eles falam de que olha nós elamos pelas contas públicas foi pro espaço.

    Ficou exposto Davi o Columbri foi extremamente criticado pela Globo. Olha, a Globo tá tá naquela na briga de alcolumbre Lula. Eles torcem pra briga, mas torcem para alcolumbra. Mas eles detonaram o cara. Os analistas econômicos detonaram ele. Falaram: “Olha o que esse cara tá fazendo”. Aí depois veio o PL da devastação.

    É o projeto de lei da devastação que permite aí, olha, detonar a Amazônia. O Lula vetou quase o projeto inteiro. Aí o Senado e a Câmara, conjuntamente eles derrubaram a maioria dos vetos do Lulo, tá bom? OK. Eh, do jogo democrático, a população botou nesses caras, eles são os lixos, fizeram isso. Foi detonado novamente o Daviol Columbo foi detonado por todos os lados.

    Então ele que até outro dia ele tava ali na moita porque ele se mantinha como aliado do Lula, agora ele tá fazendo um um jogo político bem arriscado. Por quê? Porque ele é senador e aí ele como senador ele precisa ficar em primeiro ou em segundo na eleição. E o Davi Columbra, ele não tem voto da extrema direita, tá? O pessoal da extrema direita não vota nele porque ele já foi achincalhado pelos bolsonaristas lá atrás e tá sendo achincalhado aí, principalmente nos últimos uns de uns seis meses atrás, estava acontecendo muito, porque ele não

    pauta impeachment do Alexandre de Moraes, não pauta impeachment de ministros do Supremo, não faz isso que é uma pauta aí do bolsonarismo. Agora eles meio que abandonaram essa pauta, percebeu? Era uma falta mais do Bolsonaro, dos seus familiares e aí eles ficaram mais sucando em anistia, mas ele não pauta isso.

    Então ele não vai ter voto da extrema direita. A chance dele aí para ser eleito era o quê? Ter voto da esquerda ou ali do centro da esquerda. Só que ele tá queimando as pontes com a esquerda. Se começar contra o Davel Columbre uma campanha de rede social como foi feita com o Hugo Mota, ele não vai ser eleito para nada.

    Então é ruim a situação do Davi Columbrio. Às vezes o cara tá, ele é presidente do Congresso Nacional. Se você não sabe, o presidente do Senado, ele também é presidente do Congresso. Então ele tá ali com o rei na barriga ou tá alto assim num pedestal. Às vezes lá lá de cima, do alto do pedestal, o cara não vê a situação real do mundo real lá que tá embaixo dele.

    Tá muito abaixo dele, né? Fica pequenininho porque ele tá muito alto. E aí, qual é a situação do mundo real? Ele precisa de voto. E ele queimou ponte com extrema direita. E agora tudo que ele faz aí é para agradar também a extrema direita. e e para tentar fazer tomar ladak tentando o jogo de poder.

    E aí ele vai perder apoio também da esquerda. Vai ficar com apoio de quem? Pior, vai vendo o que vai acontecendo. Essas operações estão chegando até operação overclean também. Essa tá meio parada porque o o relator é bolsomínio. Então essa deu uma uma paradinha, mas já tá pegou um deputado aí teve uma busca apreensão faz 10 dias mais ou menos e pegou um deputado do União Brasil.

    União Brasil da Bahia, D Barreto, o deputado. Esse deputado foi citado também numa das anotações na Refit. Operação da Refit pegou esse cara. Só que no caso da Refit, o relator natural é o Alexandre de Moraes. Aí você fala: “Ih, tá tá ficando pior pro Davi com número, viu? tá ficando cada vez pior. Essas operações vão seguir até chegar perto dele.

    E aí ele ele tá vendo o seguinte: “Olha, vou acabar com problemas, com delações, com coisas do tipo.” E aí ele tá, o que o segura, o que vai segurá-lo, o que vai dar alguma segurança para ele é o quê? ter cargo, ser senador, ser deputado, coisa do tipo. O deputado talvez se eleja, mas o cara que é senador não vai querer se rebaixar, deputado.

    Então tá ruim aí para ele. E ó, nem começou ainda a ter ali uma campanha falando, ó, o Davi Columbia é traidor da pátria e Congresso inimigo do povo com a foto dele. Não, o alvo sempre ali é o era o Hugo Mota, porque a Câmara dos Deputados estava ali aprovando inúmeros projetos que são contra a população. O Senado estava barrando esses projetos.

    A partir do momento que o Davel Columb começar a pisar pro lado que vá contra a população, ele vai começar a ser aincalhado. E aí eu quero ver o que vai, o que ele vai fazer quando começar a bater o desespero. E o melhor é que esse pessoal ele fica, eles ficam desesperados e vai piorando a situação deles.

    Alguns falar: “Tiago, esses políticos eles compram voto no dia da elei”. Vocês não estão nem aí. Só que então uma coisa, a grana que eles estavam recebendo para isso também a Polícia Federal fechou a torneira, né? Porque essas operações todas acabou com a lavagem de dinheiro do, tá acabando com a lavagem de dinheiro do PCC, das facções criminosas e de outros crimes que eles cometem.

    Aí fecha fecha a torneira. Seu até a matéria de uma jornalista que eu não gosto nem um pouco, a Raquel Landim, bem antipetista, que ela falou: “Olha, essas operações da Polícia Federal fecharam a torneira do caixa dois do central”. Caixa dois é aquele dinheiro que eles vão usar lá na campanha, dinheiro fruto de crime, que eles usam para comprar voto, usam para fazer todo tipo de coisa e legal na véspera da eleição.

    Ferrou para eles, viu? Ferrou. Peço aí a sua inscrição no canal. Veremos aqui os próximos passos, o que acontecerá. Falou. Yeah.