Month: July 2025

  • Ela era apenas sua funcionária, até que uma descoberta surpreendente mudou tudo. Quando o milionário encontrou sua empregada amamentando seu filho, o que ele fez a seguir deixou todos sem palavras

    Ela era apenas sua funcionária, até que uma descoberta surpreendente mudou tudo. Quando o milionário encontrou sua empregada amamentando seu filho, o que ele fez a seguir deixou todos sem palavras

    Parte 1: O Encontro Surpreendente

    Alejandro Mendoza era um homem de negócios imbatível. Um milionário, sempre impecavelmente vestido, com um olhar calculista e uma mente voltada para os negócios. Aos 34 anos, ele havia construído um império de importações do nada, transformando as conexões de sua família com o café em Chiapas em um negócio multinacional de sucesso. Ele sabia exatamente como navegar por crises financeiras e como manter tudo sob controle.

    Em sua mansão no bairro da Zona Rosa, a tranquilidade era sua constante companhia. O apartamento imaculado refletia a perfeição que ele exigia do mundo ao seu redor. O único ser que parecia trazer algo de humano à casa era seu filho de 8 anos, Oliver. O garoto, que sofria de uma rara doença neurológica, permanecia confinado à cama, com seus olhos grandes e profundos que pareciam dizer tudo, mas sem palavras. Para Alejandro, dar-lhe recursos era o suficiente.

    Camila Vázquez, a empregada da casa, era uma mulher discreta, sempre com um uniforme simples de limpeza. Ela tinha seus próprios mistérios, mas estava sempre ali, cumprindo com seu trabalho sem reclamar. A relação entre ela e Alejandro se limitava a palavras formais e rotineiras. Camila cuidava da casa com dedicação, mas Alejandro nunca havia notado verdadeiramente sua vida fora das paredes da mansão.

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    Em uma tarde qualquer, quando Alejandro retornou inesperadamente mais cedo de um viagem de negócios, algo mudou.

    Parte 2: A Revelação

    Ao entrar na mansão, seus passos ecoaram no mármore frio do hall de entrada. Ele não estava preparado para o que veria. Caminhando em direção à sala, viu Camila sentada no sofá de veludo, com uma pequena bebê em seus braços. A imagem foi um choque imediato.

    A bebê, com um cobertor rosa, estava tranquilamente mamando, com a expressão serena de quem se sente seguro. Camila, com luvas de limpeza ainda presas aos pulsos, parecia completamente absorvida no momento. A tensão entre os dois ficou palpável.

    “Senhor Mendoza, não esperava que voltasse tão cedo de São Paulo”, disse Camila, sua voz trêmula, enquanto abraçava ainda mais forte a criança.

    Aquele era um momento de pura vulnerabilidade, algo que Alejandro jamais tinha visto em sua casa. Ele havia dedicado sua vida ao trabalho e ao sucesso financeiro, mas agora se via diante de algo que não podia controlar. Uma criança, tão pequena e vulnerável, sendo amparada por uma mulher que ele mal conhecia. A cena foi desconcertante.

    “Você tem uma bebê?”, ele perguntou, sua voz rouca. Não era uma pergunta curiosa, mas uma constatação que ele não conseguia processar de imediato.

    “Ela se chama Isabela”, respondeu Camila com dignidade, levantando a cabeça com um olhar resoluto que Alejandro nunca tinha visto antes. “Ela tem três semanas.”

    O silêncio que se seguiu foi profundo e pesado. Alejandro olhou ao redor. O apartamento, normalmente perfeito e sem vida, agora exibia sinais de uma rotina mais humana: uma bolsa de fraldas estava sobre a mesa de centro e uma pequena cama portátil estava discretamente posicionada no canto, atrás do piano que Alejandro nunca tocava.

    “Por que você não me disse que estava grávida?”, Alejandro perguntou, já sentindo o peso da culpa. Camila fechou os olhos por um momento, como se estivesse buscando forças para responder.

    “Porque eu preciso deste trabalho, senhor. Minha família em Oaxaca depende do que eu mando. Meu pai já não pode trabalhar na milpa como antes e os remédios para minha mãe custam cada vez mais”, disse Camila, sua voz firme apesar da situação.

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    Aquelas palavras atingiram Alejandro como um soco no estômago. Durante os dois anos em que ela trabalhara para ele, Camila mantivera sua casa funcionando como um relógio. Mas ele nunca tinha se dado conta de sua vida fora daquela casa.

    Ele estava no controle do mundo dos negócios, mas Camila, com sua coragem e dignidade, estava criando uma vida fora dos olhos dele. Ele se sentiu impotente diante dessa realidade que ele ignorava.

    Parte 3: A Decisão de Alejandro

    Alejandro, de repente, se viu dividido entre suas responsabilidades e o que estava acontecendo diante dele. Ele pensava que já tinha visto tudo, que sua riqueza e poder eram o suficiente para manter a ordem em sua vida e na de seu filho. Mas aquele momento o forçou a ver algo muito maior.

    Camila, com sua sinceridade e bravura, havia jogado a verdade nua e crua em sua cara. Ela estava criando Isabela com um trabalho mal pago, sem os benefícios de uma empregada formal, sem qualquer direito de licença maternidade, sem seguro de saúde. Ela não tinha apoio, exceto pela força que ela mesma tinha.

    Mas a situação não era simples, e Alejandro sabia disso. Ele, que até então havia vivido sua vida de maneira distante e controlada, agora se via diante de uma mulher que não se importava com sua posição social, que não queria sua ajuda por compaixão, mas por necessidade. E ele não sabia como lidar com isso.

    “Você tem direito a licença maternidade”, ele disse lentamente, lembrando-se de algo que lera uma vez. Mas a risada amarga de Camila fez seu coração apertar.

    “Licença, senhor? Eu sou contratada apenas por dias. Não tenho um contrato formal, não tenho seguro, e se eu me ausentar por 18 semanas, logo haverá outra mulher limpando sua casa.”

    A realidade bateu forte em Alejandro. Ele nunca tinha pensado nos detalhes, nas leis que regiam a vida de pessoas como Camila. Ele estava acostumado a pagar por serviços, mas agora ele entendia que o dinheiro, embora importante, não podia resolver tudo.

    E então, em um impulso, Alejandro tomou uma decisão drástica. Ele sabia que precisava fazer algo para corrigir essa situação.

    Parte 4: A Proposta Inesperada

    No dia seguinte, Alejandro fez uma proposta. “Você e Isabela podem ficar no quarto de hóspedes. Eu nunca uso aquele espaço.”

    Camila o olhou surpresa, mas ele não deixou espaço para objeções. “Não é uma imposição. É prático. Você não terá que viajar todos os dias e Isabela estará segura aqui.”

    A ideia de que uma mulher que ele via apenas como empregada fosse viver sob seu teto, em uma situação mais igualitária, mexeu com os dois. Mas, para Alejandro, isso representava um ponto de virada em sua vida.

    À medida que os dias passavam, o relacionamento deles mudava lentamente. Alejandro se via mais envolvido, se perguntava como havia chegado até ali, e mais do que isso, como uma mulher tão simples, que ele nunca havia notado verdadeiramente, estava fazendo sua casa parecer um lar.

    Parte 2:

    Camila, por outro lado, vivia uma vida simples, mas cheia de responsabilidades. Quando aceitou o trabalho de empregada na casa de Alejandro, jamais imaginou que sua vida tomaria um rumo tão inesperado. Ela não tinha grandes ambições de se tornar rica ou poderosa, mas sim de dar o melhor para sua filha, Isabela. Seu trabalho, que era fisicamente cansativo e muitas vezes solitário, era sua única fonte de sustento. Mas com a chegada de Isabela, ela passou a ver a vida com uma nova perspectiva. Ser mãe solteira, sem apoio financeiro ou emocional, tornou-se um fardo pesado, mas ela sempre lutou para manter sua filha segura e saudável.

    A mudança de postura de Alejandro foi repentina e inesperada. No início, ele só via Camila como sua funcionária, alguém que ele contratou para cuidar de sua casa. Mas conforme os dias passavam, algo mudava entre eles. Ela, com sua calma e dedicação inabaláveis, e ele, com seu mundo de negócios e responsabilidades. Mesmo em momentos de dificuldade, como quando a saúde de Isabela estava fragilizada, Camila nunca deixou de lado sua força e determinação. Alejandro começou a perceber que a mulher que ele via como simples funcionária tinha algo que ele, de certa forma, nunca havia tido: a habilidade de construir um verdadeiro lar, não com riquezas materiais, mas com amor e compromisso.

    Camila, por sua vez, havia se tornado muito mais do que apenas uma funcionária para Alejandro. Ela estava sendo a mãe que ele nunca conseguiu ser para Isabela, cuidando da filha dele com mais zelo e dedicação do que ele jamais imaginara. Quando ele viu o carinho com que ela tratava Isabela, se sentiu envergonhado de sua própria negligência. Ele pensava em como gastava tanto tempo em seu império e se distanciava de sua própria família.

    Foi nesse momento que o vínculo entre eles começou a se aprofundar de maneiras inesperadas. Alejandro começou a visitar mais a casa, não por dever, mas para estar perto de Camila e Isabela. Ele se pegava perguntando como poderia ajudar, como poderia proporcionar uma vida mais digna para Camila e para sua filha. Camila, por sua vez, desconfiava das intenções de Alejandro. Ela sempre acreditou que ele era apenas uma pessoa rica e poderosa que sentia um senso de obrigação social, mas ela não sabia até que ponto esse interesse se estendia.

    Os dias se passaram, e a tensão entre eles começou a se dissipar. Não era mais apenas um patrão e sua empregada, mas algo muito mais complexo, algo que começava a se formar entre eles, algo que nenhum dos dois havia planejado. Camila começou a ver Alejandro de uma maneira diferente. Ele não era mais o homem que comandava impiedosamente o mundo dos negócios, mas alguém que começava a entender o que realmente importava na vida. E ele, por sua vez, começou a ver Camila não apenas como sua funcionária, mas como uma mulher forte, determinada e cheia de vida, alguém com quem ele queria passar mais tempo.

    Mas o verdadeiro teste viria com a chegada de Ricardo Sandoval. O homem que havia desaparecido quando Camila ficou grávida e que, agora, voltava com um pedido exigente: a paternidade de Isabela. Ele não aparecera durante todo o processo da gravidez, mas agora queria ter direitos sobre a filha, inclusive, de forma gananciosa, exigindo uma pensão alimentícia absurda. Para ele, era uma oportunidade de tirar proveito da situação, de explorar a fragilidade de Camila.

    Alejandro, ao perceber o retorno de Ricardo, soube que o jogo estava prestes a mudar. Ele não sabia exatamente o que fazer, mas sabia que tinha que agir. Não poderia permitir que Ricardo, um homem que nunca havia demonstrado interesse em Isabela, agora tentasse se aproveitar dela para obter benefícios financeiros. Para ele, essa era mais do que uma questão legal; era uma questão de proteger sua família, ainda que essa família fosse algo que ele tivesse começado a construir recentemente.

    Enquanto isso, Camila lutava com seus próprios sentimentos. Ela sabia que a situação com Ricardo estava ficando cada vez mais difícil. Ela não tinha o poder financeiro ou jurídico para lutar sozinha. O que ela mais temia era perder Isabela, a única coisa que realmente importava em sua vida. Ela sabia que, se o caso fosse a tribunal, teria dificuldades. Ela não tinha o apoio que precisava para enfrentar Ricardo e sua riqueza, mas também sabia que não poderia permitir que a filha fosse usada por um homem egoísta que só pensava em dinheiro.

    Alejandro, por sua vez, sabia que sua posição financeira e sua influência poderiam ajudá-los a enfrentar a batalha legal contra Ricardo, mas ele também sabia que não era suficiente. Ele precisava de mais, precisava que Camila confiasse nele e o aceitasse como parte da solução. Ele não queria mais ser apenas o homem rico e distante; ele queria ser alguém que realmente fizesse diferença na vida dela e de Isabela.

    A batalha estava apenas começando, mas algo tinha mudado dentro de Alejandro. Ele sabia que não poderia mais agir como antes. Não podia mais tratar Camila como uma simples empregada, nem Isabela como uma criança que ele apenas via de vez em quando. Ele precisava agir, precisava provar que ele estava disposto a ir além das expectativas de ser um bom patrão. E, de alguma forma, Camila também sabia disso. Ela não queria que ele fosse apenas o homem que a salvava. Ela queria que ele fosse parte de sua vida, parte de sua luta.

    Naquele momento, os dois estavam prontos para enfrentar juntos a batalha que se aproximava. Eles sabiam que a luta não seria fácil, mas também sabiam que estavam mais fortes juntos do que separados. A história deles estava longe de ser simples, mas era real. Era uma história de superação, de confiança e, principalmente, de amor. Um amor que havia nascido de uma situação complicada, mas que se mostrava mais forte do que qualquer obstáculo que a vida pudesse colocar no caminho.

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    A batalha legal contra Ricardo ainda estava longe de ser resolvida, mas algo já havia mudado. Camila já não era mais a mulher vulnerável que Alejandro conhecera. Ela era uma mulher forte, que sabia o que queria e o que precisava para garantir um futuro melhor para Isabela. Alejandro, por sua vez, havia aprendido mais do que qualquer prêmio ou conquista empresarial poderia oferecer. Ele havia aprendido o valor do amor, da responsabilidade e do sacrifício. Juntos, eles estavam prontos para enfrentar qualquer coisa que o destino lhes reservasse.

  • “Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado”: confira a trilha sonora

    “Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado”: confira a trilha sonora

    “Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado”: Descubra a trilha sonora imperdível do filme

    O novo remake do clássico filme de terror dos anos 1990 já está nos cinemas. A nova versão de “Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado“, que estreou nessa quinta-feira (17), traz de volta o clima de suspense, vingança e, claro, uma trilha sonora para lá de especial.

    A trama original conta a história de quatro amigos que atropelam um pescador e jogam seu corpo no mar. Um ano depois, eles voltam a se encontrar quando um deles recebe uma carta ameaçadora dizendo: “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”.

    A partir daí, o que parecia ser uma simples chantagem se transforma em uma sequência de assassinatos, quando um misterioso homem com um gancho começa a persegui-los.

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    Trilha sonora: Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado, por Chanda Dancy

    A franquia é composta pelo primeiro filme lançado em 1997, seguido por “Eu Ainda Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” (1998). Em 2006, “Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” foi lançado. Em 2021, uma série de TV chegou a ser produzida, mas foi cancelada após a primeira temporada.

    O novo filme não reconhece os eventos do terceiro longa, nem a série de televisão da Amazon Prime Video.

    A trilha sonora original de “Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado” é de Chanda Dancy, que é conhecida por seu trabalho em “Pisque Duas Vezes” e ” I Wanna Dance With Somebody – A História de Whitney Houston”. Artistas como The 1975 e Addison Rae marcam presença com suas músicas.

    Confira a trilha sonora completa:

    Chloe Slater – “Tiny Screens”
    Ravyn Lenae – “Love Me Not”
    The Knocks & Dragonette – “Revelation”
    The 1975 – “People”
    The Haunted Youth – “Teen Rebel”
    Renee Rapp – “Leave Me Alone”
    Christian Lee Hutson – “Carousel Horses”
    Fickle Friend – “Swoon”
    Charlie Houston – “Lewps”
    The Marias – “Hush”
    Sammy Vaughn & The Star Marks – “Come Back Home”
    Daniel Johnston – “Devil Town”
    Alicia Bognanno – “Days Move Slow”
    Addison Rae – “Summer Forever”

  • Preta Gil morou no Copacabana Palace? Artista contou história divertida em autobiografia

    Preta Gil morou no Copacabana Palace? Artista contou história divertida em autobiografia

    Preta Gil: Os primeiros 50′ foi publicada em 2024 pela Globo Livros

    Preta Gil já morou no Copacabana PalacePreta Gil já morou no Copacabana Palace 

    Imagina morar no Copacabana Palace, um dos hotéis mais glamourosos do Rio de Janeiro? Preta Gil, que morreu aos 50 anos no último domingo, teve esse privilégio, mas nem tudo era luxo na vida dela nesta época. Numa das passagens mais curiosas e divertidas de sua autobiografia, “Preta Gil: Os primeiros 50”, publicada em 2024 pela Globo Livros, a filha de Gil contou como foi parar lá.

    Preta Gil teve apenas um filho, que a homenageou com música e se inspirou nela para mudança de vida
    Último post de Preta Gil nas redes sociais mostrou ‘domingo de gaiatice’ com amigos

    Na época, Preta era casada com Otávio Müller, com quem teve, meses depois, seu único filho, Francisco. Recém-chegada de São Paulo, ela foi morar com Otávio num apartamento que ele sublocava, mas a dona pediu o imóvel de volta três meses depois. E agora?

    Carreira musical de Preta Gil foi marcada por coragem, amor e Carnaval |  Metrópoles

    Como a peça que ele fazia tinha o apoio do hotel Copacabana Palace, fomos morar lá. Sem um tostão no bolso e vivendo no Copa!”, escrebeu Preta. “A gente não podia tomar uma água do frigobar, pois não podia pagar, mas morava no Copa”.

    Os dois ficaram ali por alguns meses até se mudaram para um pequeno apartamento na Gávea, presente de Gil e Flora, mulher de Gil desde 1980.

    Preta e Otávio ficaram casados de 1994 a 1995, ano em que Francisco nasceu. No livro, ela fala sobre a separação. “Nesse meio-tempo, eu e Otávio fomos nos tornando cada vez mais amigos e menos marido e mulher. O amor se transformou. Se transformou numa coisa linda, de amizade. Mas o casamento acabou.”

  • Fazendeiro Solitário Recebe Esposa de Homem Moribundo – O Que Aconteceu a Seguir Revelou Segredos Que Mudaram Sua Vida Para Sempre!

    Garrett Thorne era um homem de poucas palavras e menos ainda de afetos. Há oito anos vivia sozinho em sua cabana nas montanhas, cercado apenas por cavalos, silêncios e a rotina metódica do campo. Foi ali, numa manhã seca e silenciosa, que o destino bateu à sua porta – ou, mais precisamente, caiu diante dela.

    Um cavaleiro estranho, ensanguentado, mal conseguia se manter na sela. Garrett correu quando ouviu o som do tombo. O homem, ofegante, agarrou sua camisa com força surpreendente.

    — Por favor… minha esposa, Celeste… é tudo o que tenho… — sussurrou, quase sem voz.
    — Onde ela está? — Garrett perguntou, olhando ao redor. Mas não havia mais ninguém, só rochas e vento.
    — Vem atrás de mim… prometa… cuide dela… — implorou, o sangue manchando a terra.

    Garrett hesitou. Não era homem de promessas, muito menos à beira da morte. Mas algo no olhar do forasteiro, uma urgência crua, o fez ceder.

    — Eu prometo — murmurou, aceitando o pequeno bornal de couro que o homem estendeu antes de exalar o último suspiro.

    Dentro do bornal, Garrett sentiu algo rígido, metálico. Um segredo, talvez. Uma chave. E um pedido: “Não a deixe abrir até que esteja pronta para contar a verdade.”

    Cerca de uma hora depois, ela chegou. Celeste. Cabelos negros soltos ao vento, um vestido rasgado, poeira no rosto e uma firmeza nos olhos que fez Garrett colocar a mão no cabo da arma instintivamente.

    — Ele morreu? — perguntou, desmontando com frieza.
    — Há cerca de dez minutos — respondeu Garrett.

    Ela se ajoelhou junto ao corpo e murmurou algo inaudível. Sem lágrimas. Sem histeria. Apenas silêncio. Então se levantou e olhou Garrett nos olhos.

    — Ele contou sobre mim?
    — Disse que era sua esposa. E que pessoas querem machucá-la por causa do que você sabe.
    — Ele disse que eu era perigosa?

    Garrett assentiu. Ela soltou uma risada curta e sem humor.

    — Henry sempre foi direto, mas não direto o suficiente.

    Atrás dela, uma nuvem de poeira subia no horizonte. Cavaleiros se aproximavam.

    — Quantos homens você consegue enfrentar, senhor Thorne?

    Garrett não respondeu. Mas quando Celeste sacou um rifle do cavalo e se posicionou, ele entendeu que havia acabado de assumir uma guerra que não era sua.

    — Eles vão querer negociar — disse ela. — Prometer dinheiro para que você me entregue. E se eu não quiser?

    — Então veremos que tipo de homem você é, Garrett Thorne.

    Os cavaleiros chegaram. O líder, um homem de cabelos grisalhos e cicatriz na face, anunciou-se como Marshall Clayton Morse. Procuravam por Celeste, acusada de múltiplos assassinatos — incluindo um juiz em Santa Fé.

    — Cinco mil dólares de recompensa. Viva ou morta.

    Garrett ficou em silêncio. A quantia era tentadora. Mais do que ele veria em anos. Mas algo em Celeste – talvez a firmeza, talvez o cansaço que ela escondia por trás do olhar duro – o impediu de responder.

    — O juiz vendia sentenças — sussurrou ela. — Tentei fazer justiça pelo sistema. Fui ignorada. Então fiz do meu jeito.

    Justiça pelas próprias mãos. Garrett não sabia se ela era heroína ou criminosa. Talvez fosse os dois.

    Quando Morse exigiu a entrega, Garrett respondeu com firmeza:

    — Ela não está aqui. Seguiu viagem.

    A mentira pairou no ar como pólvora prestes a explodir. E explodiu. Balas cruzaram o campo, o chão da cabana virou trincheira. Celeste atirava com precisão, defendendo não só a própria vida, mas agora também a de Garrett. Eles resistiram até que um novo grupo de cavaleiros chegou — com distintivos legítimos.

    — Marshall Davidson, por ordem do governador territorial. Morse, você está preso.

    Os federais desmantelaram a operação. O conteúdo do bornal, o livro de registros de subornos e julgamentos manipulados, foi suficiente para derrubar toda a rede de corrupção. Celeste, finalmente, foi inocentada. Garrett, no entanto, viu sua casa destruída. Sua vida reduzida a cinzas.

    Celeste montou o cavalo para partir.

    — Obrigada por cumprir a promessa — disse ela, o olhar vulnerável pela primeira vez.

    Garrett a segurou pelo braço.

    — Fique. Não como viúva. Como Celeste. Apenas você.

    Ela hesitou. O medo de confiar, de recomeçar, ainda era maior do que qualquer ameaça externa. Mas algo em Garrett – talvez sua calma, talvez sua solidão parecida com a dela – a fez descer do cavalo.

    — Então vamos começar a reconstruir.

    Meses depois, a nova casa estava de pé. Maior, mais iluminada. Celeste aprendera a sorrir novamente. Garrett voltara a sonhar. Sentados na varanda ao pôr do sol, ele apertou sua mão.

    — Você acha que Henry aprovaria?

    Celeste sorriu.

    — Acho que ele esperava exatamente isso. Não que você cuidasse de mim. Mas que aprendêssemos a cuidar um do outro.

    https://www.youtube.com/watch?v=u0b-jXTTQQk

    E naquele silêncio dourado do entardecer, entre montanhas e promessas cumpridas, eles entenderam que justiça e amor, quando caminhavam juntos, podiam realmente construir algo eterno.

  • Nicki Minaj x SZA: entenda o que causou conflito entre as artistas

    Nicki Minaj x SZA: entenda o que causou conflito entre as artistas

    Nicki Minaj e SZA compraram uma briga sem fim na internet nos últimos dias. Pelos respectivos perfis das artistas no X (antigo Twitter), as estrelas começaram, na última terça-feira (15), a trocar farpas.

    Tudo começou quando a britânica escreveu no X: “Mercúrio retrógrado… não caia nessa, bobinha”, publicou.

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    O post de SZA veio logo depois que Minaj enviou fotos pela primeira vez para o presidente da gravadora Top Dawg Entertainment, Terrence “Punch” Henderson, onde escreveu:

    “Vocês se lembram daquele homem da tde que continuou me intimidando no Twitter sem motivo? Nós temos os recibos. Haha. Eu nunca sequer respondi a ele. Qual era o nome dele mesmo, vocês? Vou dar um apelido a ele. Eu vou chamá-lo de ‘Menos 30 milhões’ a partir de agora. #JustiçaParaDemoree.”

    No entanto, a rapper acabou respondendo à publicação da dona de “Kill Bill”. No post, a estrela disse: “Vai desenhar suas sardas de volta… mentirosa […] você tá parecendo um cachorro morto”, disse.

    SZA, então, respondeu dizendo que não se importava com nada que Minaj vinha dizendo nos últimos dias em suas redes socais.

    A confusão continuou se estendendo e, em seguida, a vencedora do Grammy desabafou nas redes sociais sobre as críticas que recebe online, destacando também o carinho que recebe do público nos shows.

    No caso da rapper, as hashtags usadas estão se referindo à CEO da Roc NationDesiree Perez, e sua filha Demoree Hadley, que alegou em um processo recente que sua mãe a internou ilegalmente em instituições de saúde mental por quase duas semanas.

    O motivo da briga entre as estrelas ainda não ficou claro, mas problemas nos bastidores e em produções musicais foram destacados pelas artistas.

    Em um dado momento, a rapper duvidou da habilidade musical de SZA e como “a indústria da música nem sentiria falta” dela.

    “Espere. Sza acha que ela é mais bem-sucedida do que eu?” Nicki começou. “Sza, se todas as músicas que você já fez desaparecessem agora, os fãs nem sentiria sua falta. Já estive em países que nunca ouviram falar de você. Eu sei que você não é TÃO estúpida, é? Estádios? Você olhou para os locais em que toquei na minha PRÓPRIA turnê de FESTIVAL fora do país no ano passado? Você já encabeçou 80 mil pessoas?

    “Sza, se todas as músicas que você já fez desaparecessem agora, os fãs nem sentiria sua falta. Já estive em países que nunca ouviram falar de você. Eu sei que você não é TÃO estúpida, é? Estádios? Você olhou para os locais em que toquei na minha PRÓPRIA turnê de FESTIVAL fora do país no ano passado? Você já encabeçou 80 mil pessoas?”, completou.

    Até o momento, não está claro qual é a raiz do problema entre as duas. Rumores apontam que Loren Lorosa, do The Breakfast Club, supostamente falou com Punch, presidente da gravadora de SZA, para que Nicki participasse de uma música da britânica em 2020, mas a oportunidade não foi possível depois que a cantora recusou.

  • Milionário instala câmera escondida para vigiar empregada, mas o que descobre muda sua vida para sempre: Ela não era só uma funcionária — era o coração que ele havia perdido.

    Milionário instala câmera escondida para vigiar empregada, mas o que descobre muda sua vida para sempre: Ela não era só uma funcionária — era o coração que ele havia perdido.

    A mansão Kessler era silenciosa como uma catedral. Fria, impecável, cheia de mármore e obras de arte modernas. Para muitos, era símbolo de sucesso. Para Jonathan Kessler, era apenas uma extensão do seu império: funcional, cara e estéril. Desde a morte de sua esposa, ele havia se jogado no trabalho, afastando qualquer sentimento que ameaçasse sua produtividade.

    What Being a Millionaire Means Today

    Jonathan acreditava que amar era fornecer. Que dar os melhores tratamentos médicos ao filho era suficiente. Oliver, seu menino de oito anos, vivia preso a uma cama hospitalar dentro de casa, vítima de uma rara doença neurológica. Pálido, frágil, quase imóvel — era cuidado por enfermeiros e médicos, mas raramente pelo próprio pai.

    E então havia Grace.

    A nova empregada. Mulher negra, jovem, silenciosa, sempre de uniforme cinza e avental branco. Jonathan quase não notava sua presença, exceto pelo fato de que, misteriosamente, Oliver estava diferente. Começara a sorrir. A comer melhor. A emitir sons e até a cantarolar.

    Curioso — ou talvez desconfiado — Jonathan instalou câmeras para “verificar” o que acontecia. O que descobriu o deixou sem chão.

    Grace não apenas limpava. Ela se sentava ao lado do menino, segurava sua mão, contava histórias, cantava para ele. Ajoelhava-se ao lado da cama quando ele estava com febre, dormia em uma poltrona improvisada para não deixá-lo sozinho. Um vídeo mostrava ela trazendo um pequeno ursinho de pelúcia. Não fazia parte da casa. Era dela.

    Jonathan não entendeu.

    Suspeitou.

    E instalou outra câmera. Desta vez, no próprio quarto de Oliver.

    Foi então que viu — e ouviu — algo que nunca esqueceria.

    — “Te trouxe suas bolachinhas favoritas. Não conta pra enfermeira, tá?”

    Oliver sorriu.

    — “Sinto falta da mamãe.”

    Grace respondeu baixinho, com uma ternura que Jonathan não recordava mais:

    — “Eu também sinto falta da minha. Mas enquanto eu estiver aqui, nada vai te acontecer, meu amor.”

    E então ela beijou sua testa.

    Naquela noite, Jonathan não dormiu.

    Assistiu a todas as gravações antigas.

    Viu Grace desafiando enfermeiras ríspidas. Debatendo com médicos sobre tratamentos. Protegendo Oliver como se fosse dela.

    E então veio o dia da convulsão.

    Jonathan assistiu impotente enquanto Oliver se contorcia na cama. O som das máquinas aumentando. A equipe médica demorava… mas Grace correu. Segurou a cabeça do menino, acalmou-o com palavras doces, chorou ao final como se ele fosse sua vida inteira.

    Naquela noite, Jonathan foi até o hospital onde Oliver havia sido transferido. Ficou parado à porta. Viu Grace segurando a mão de Oliver, rezando em silêncio, com lágrimas que não secava.

    Aquela mulher, invisível até então, havia mostrado a ele o que era amor de verdade.

    Entrou devagar.

    Grace se levantou, surpresa.

    — “Senhor, eu… não sabia que estava aqui.”

    Jonathan respirou fundo.

    — “Vi tudo. As câmeras… Eu instalei.”

    Grace se enrijeceu.

    — “Eu só queria cuidar dele.”

    — “E você cuidou… como eu nunca soube fazer.”

    Então ela lhe contou sobre seu filho.

    — “Ele morreu de leucemia, com seis anos. Eu tinha dois empregos. Não consegui pagar o tratamento. Quando vi Oliver, jurei a mim mesma que não deixaria outro menino ir embora sem amor.”

    Jonathan chorou em silêncio. Pela primeira vez em anos.

    Tomou a mão do filho e a segurou.

    — “Achei que o dinheiro bastava. Mas o amor… é o que dá sentido.”

    Naquela noite, a câmera foi desligada.

    Dias depois, Grace foi chamada ao escritório. Achou que seria demitida.

    Mas Jonathan, de olhos marejados, disse:

    — “Você não é mais a empregada desta casa. Quero que seja parte da nossa família.”

    Ela não acreditou. Mas aceitou.

    Meses depois, a mansão estava diferente.

    Não pelas paredes, mas pelas risadas.

    Grace lia livros com Oliver no terraço.

    Jonathan cozinhava (mal, mas com esforço).

    E Oliver… sorria.

    Ele, o menino pálido e imóvel, agora ria alto.

    Jonathan deixou de ser apenas CEO. Tornou-se pai.

    Não por obrigação. Mas por amor.

    Tudo isso, porque uma mulher que ninguém via decidiu amar alguém que ninguém ouvia.

  • Fazendeiro encontra quatro mulheres grávidas cavando freneticamente em seu milharal — nenhuma sabe quem é, de onde veio ou por que algo as obrigava a cavar ali

    Fazendeiro encontra quatro mulheres grávidas cavando freneticamente em seu milharal — nenhuma sabe quem é, de onde veio ou por que algo as obrigava a cavar ali

    Na manhã em que Silas Almeida saiu de casa com sua caneca de café, ele esperava apenas mais um dia calmo na fazenda. O sol mal havia nascido quando ele avistou algo que o fez deixar a caneca cair no chão, estilhaçando-se nos degraus da varanda: quatro mulheres, todas visivelmente grávidas, ajoelhadas entre as fileiras do seu milharal, cavando a terra com as próprias mãos.

    Os vestidos estavam rasgados, cobertos de lama. Os rostos marcados pelo cansaço e sujeira. Silas correu até elas, confuso e preocupado. Ao se aproximar, percebeu o desespero nos olhos de cada uma. A primeira, de cabelos ruivos colados ao rosto suado, recuou assustada. “Por favor… nós não sabemos o que está acontecendo,” sussurrou, ofegante.

    Silas manteve a calma. “Vocês sabem como chegaram aqui?”

    A segunda, mais jovem e loira, começou a chorar. “Acordamos aqui. Na terra. Não lembramos de nada. Nem de onde viemos.”

    Silas sentiu um nó na garganta. As mulheres pareciam vindas de famílias com recursos, mas seus rostos famintos contavam outra história. A terceira, morena e mais velha, se levantou com dificuldade. “Não queremos confusão, senhor. Sentimos que precisávamos cavar aqui. Era como se algo nos chamasse.”

    “E o que vocês lembram por último?” Silas perguntou, ajoelhando-se para nivelar a conversa. Elas se entreolharam, confusas.

    “Havia um homem… um pastor. Chamava-se Padre Gabriel,” disse a ruiva. “Ele nos ofereceu abrigo.”

    A quarta mulher, até então em silêncio, murmurou: “Eu lembro do chá. Tinha um gosto estranho…”

    Silas sentiu um arrepio na espinha. Quatro mulheres, grávidas, sem memória, com imagens vagas de um suposto líder religioso e chá misterioso. Ele as levou até a varanda e ofereceu pão, água e carne seca que restava na despensa. Elas comeram com uma fome desesperada.

    Durante a refeição, Clara (a ruiva), Mercy (a loira), Ruth (a mais velha) e Abigail (a quieta) contaram suas histórias fragmentadas. Todas tinham em comum um passado de vulnerabilidade: viúvas, desempregadas, sozinhas. Padre Gabriel oferecera abrigo, propósito… e depois, tudo ficou em branco.

    Clara rompeu o silêncio com uma revelação arrepiante: “Ele dizia que nossos bebês nasceriam juntos, quando fosse a hora certa. Que éramos escolhidas.” O nome “Padre Gabriel” acendeu um alerta em Silas. Ele já ouvira rumores sobre cultos disfarçados de missões religiosas.

    As mulheres não sabiam por que estavam cavando, mas indicaram um ponto específico no milharal onde sentiam um chamado inexplicável. Silas, curioso e inquieto, pegou uma pá no celeiro e começou a cavar. O solo estava compactado demais, como se tivesse sido mexido recentemente. Após alguns minutos, sua pá bateu em algo sólido: madeira.

    As mulheres o observavam em silêncio, ansiosas. Silas desenterrou o objeto — uma caixa de madeira, grande, lacrada. Forçando a tampa com esforço, ele revelou seu conteúdo: certidões de nascimento, escrituras, fotos antigas… todas ligadas a mulheres que pareciam versões anteriores das quatro sentadas em sua varanda.

    Clara encontrou um documento com seu nome, datado de três anos atrás. Nele constava sua morte durante o parto.

    “Isso é impossível,” ela balbuciou. “Eu estou viva. Eu sou Clara.”

    Silas viu o padrão: Padre Gabriel recolhia mulheres grávidas, vulneráveis, apagava suas memórias com drogas disfarçadas de chá e, após o parto, vendia os recém-nascidos e se apropriava dos bens das mães, que morriam sem deixar rastros — apenas substituídas por outras com aparência similar.

    Mas algo havia dado errado com essas quatro. Elas resistiram ao controle químico, sonharam com a caixa, cavaram e encontraram a verdade.

    Enquanto ainda processavam os fatos, o som de cavalos aproximando-se cortou o silêncio. Três homens surgiram, liderados por um com aparência mansa e fala doce. Padre Gabriel.

    “Essas mulheres estão sob meus cuidados espirituais,” disse ele, sorrindo.

    Silas apontou a espingarda. “Elas não pertencem a ninguém.”

    Uma mulher montada chegou logo depois: Elizabeth, ex-membro do culto, dada como morta. Fora ela quem escondera os documentos na esperança de que um dia alguém os encontrasse. E esse dia havia chegado.

    Quando Gabriel tentou avançar, Elizabeth disparou um tiro para o alto. “Mais um passo e o próximo vai no coração,” avisou.

    Com coragem e provas nas mãos, Silas e Elizabeth enfrentaram Gabriel e seus capangas. Diante da resistência, Gabriel recuou, mas não sem antes prometer vingança.

    Semanas depois, as mulheres começaram a recuperar suas memórias. Abigail lembrou da fazenda herdada do pai, Clara de seu casamento e das terras registradas em seu nome. Ruth recordou sua antiga escola e Mercy, do dinheiro que possuía. Gabriel foi preso ao tentar fugir. As provas enterradas o condenaram.

    Silas, que por anos vivera sozinho após a morte da esposa, olhou para sua casa agora cheia de vida — risos, choro de bebês, cheiros de comida no ar. As mulheres decidiram ficar, construir juntas uma nova vida, criar seus filhos com dignidade.

    https://www.youtube.com/watch?v=NuJKrHMPTqc

    Clara resumiu o sentimento de todas: “Agora sabemos quem somos. E ninguém vai tirar isso de novo de nós.”

  • Drag Race Brasil: veja data de estreia e participantes da 2ª temporada

    Drag Race Brasil: veja data de estreia e participantes da 2ª temporada

    Drag Race Brasil: confira a data de estreia e as queens confirmadas para a 2ª temporada

    Meet the queens of Drag Race Brasil season 1 and their promo looks

    A 2ª temporada de Drag Race Brasil já tem data marcada para estrear — e o elenco foi revelado com pompa, purpurina e representatividade. Com um time plural e promissor, a nova edição do reality promete performances icônicas, narrativas potentes e muita emoção no palco.

    Se a primeira edição foi o grito de “sashay, away” que o Brasil precisava, a segunda chega para consolidar de vez a versão nacional de RuPaul’s Drag Race como uma das mais relevantes da franquia global.

    Exibida pela primeira vez em agosto de 2023, a temporada de estreia contou com 12 drag queens disputando o título de Drag Superstar e um grande prêmio em dinheiro. Ao longo dos episódios, as participantes enfrentaram desafios que envolveram canto, dança, passarela, maquiagem e muito carão.

    A apresentação ficou por conta de Grag Queen — vencedora da primeira edição do Queen of the Universe —, enquanto o time de jurados incluiu nomes como Gretchen, Flávio Verne, Hugo Gloss, Bruna Linzmeyer, Bruno Alcântara, Raphael Dumaresq, Esse Menino e Kéfera Buchmann. A grande campeã foi Organzza, que conquistou o público com carisma e talento.

    Conheça as participantes e veja quando estreia a 2ª temporada de Drag Race Brasil

    A nova temporada estreia no dia 10 de julho de 2025, na WOW Presents Plus. A principal novidade deste ano é a exibição dos episódios com dublagem em 12 idiomas, disponível em fase de testes na versão web da plataforma.

    A apresentação segue nas mãos (e saltos) de Grag Queen, que retorna ao lado dos jurados Bruna Braga e Dudu Bertholini. Ao todo, dez drags queens foram selecionadas para disputar o título de nova Drag Superstar do Brasil. Conheça o elenco completo:

    ADORA BLACK
    Drag Race Brasil' Season 2 Cast Photos: Meet All The Queens Competing

    Natural de Brasília e conhecida por suas performances cativantes e seu inegável ‘sex appeal’, o nome de Adora carrega um significado importante. Ela escolheu ‘Adora’ para garantir que sempre fosse a primeira nas listas, enquanto ‘Black’ celebra com orgulho sua identidade negra. Juntas, as palavras formam inclusive um trocadilho inteligente que traduzido para português diz: ‘adora preto’.

    Adora não é apenas uma performer, mas também uma artista, já que cria e confecciona cada um de seus looks, onde cada ponto de costura, miçanga e lantejoula colocada reflete seu trabalho manual. Suas criações são tão ousadas e sedutoras quanto sua persona drag. Preparada para qualquer desafio que exija habilidades manuais, como exemplo costura ou desenho, Adora quer se destacar nas provas com o uso de materiais não convencionais, sendo a criatividade uma de suas maiores forças.

    BHELCHI
    Drag Race Brasil' Season 2 Cast Photos: Meet All The Queens Competing

    Natural de São Paulo, Bhelchi nasceu durante o período pandêmico, onde descobriu sua veia artística ao participar de um workshop de maquiagem. Seu nome é uma homenagem ao icônico músico brasileiro Belchior, onde reflete seu espírito transformador e a poesia profunda traduzida no álbum Alucinação. Com raízes na dança, sua trajetória como drag queen começou como ato de auto descoberta e exploração criativa em meio aos desafios do isolamento social. Suas performances canalizam a essência do amor, da reinvenção e da expressão da alma, incorporando ainda a resiliência que molda a sua arte.

    Além de ser uma costureira talentosa, Belchi já foi destaque em competições de dança nacionais e internacionais. E agora, a artista quer usar essas habilidades e sua criatividade para brilhar e se destacar no palco de Drag Race Brasil, onde segue determinada a impulsionar sua carreira como drag, honrar os nomes que construíram a história Drag no Brasil, além de inspirar o público com sua história e impulsionar novas queens.

    CHANEL
    'Drag Race Brasil' Season 2 Cast Photos

    Nascida em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, Chanel é uma caixinha de surpresas. Em um momento se apresenta como uma grande diva como Diana Ross, em outro viraliza ao incorporar a make da garota possuída de O Exorcista. Seja como uma bruxa do mar ou uma vampira, Chanel adora ser sexy e assustadora. Orgulhosa de seu sucesso, construiu uma carreira sólida em um curto espaço de tempo.

    Conhecida por seu estilo ousado, criativo e impecável, a queen é celebrada por suas performances elaboradas. Ela se inspira em vários ícones, sendo a principal a personagem Chanel Oberlin, da série Scream Queens. A influência da icônica personagem de Emma Roberts transparece em sua drag, que é dominante, glamourosa, exuberante e sempre pronta para dominar o palco.

    DESRIRÉE BECK
    'Drag Race Brasil' Season 2 Cast Photos

    Como uma boa baiana, DesiRée Beck é uma queen ousada, conhecida por sua presença de palco e performances impecáveis e arrebatadoras. O estilo de sua drag é marcado pela estética ‘perua’, onde mescla atitude e extravagância, que é um reflexo direto de sua personalidade vibrante.

    Durante a pandemia, Desirée brilhou com a criação do TNT Drag, competição nacional que revelou nomes como Organzza, Tristan Soledade e Aquarela. Com um humor afiado, versatilidade e elegância, já foi uma das apresentadoras do Festival Realness e do Gongada Drag. Pronta para gongar no ‘reading challenge’, a queen promete risadas, looks e muita presença na Werk Room.

    MELINA BLLEY
    'Drag Race Brasil' Season 2 Cast Photos

    Melina Blley é uma drag carismática, e uma presença marcante e aclamada na cena vibrante e noturna do Rio de Janeiro. Com sete anos de carreira, se destaca pelo domínio em design de figurinos, perucaria e por suas performances. Deixou a faculdade de Publicidade e sua vida pessoal para se dedicar integralmente a arte drag, sendo hoje um dos ícones da cidade maravilhosa.

    O nome ‘Melina’ une doçura e sedução, enquanto ‘Blley’ faz referência a Beyblade (série de Mangás), simbolizando a energia entregue em suas apresentações, que se unem ao seu senso de humor afiado. Dona de um corpo tipicamente brasileiro, Melina exibe suas curvas em figurinos ousados e cheios de atitude.

    Melina, que deseja conquistar o Brasil, se consagrar como um verdadeiro tesouro artístico nacional e se tornar apresentadore da TV, reforça ainda a conscientização sobre as drags que não se encaixam em padrões estéticos adotados socialmente, se mostrarem não apenas como comediantes, mas também belas em todas as vertentes que formam sua persona drag.

    MELLODY QUEEN

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    Mellody Queen é uma artista de Belo Horizonte que vem se destacando como uma drag trans com a missão de quebrar estereótipos e desafiar as normas sociais. Em sua carreira, já foi reconhecida com prêmios como Drag Sunset BH 2024, Drag Star, Drag Mais Gis e Drag Mais Gise Rainha do Bate Cabelo de MG em 2018 — este último, reflexo direto de suas performances intensas, marcadas pelo famoso bate cabelo.

    Sua trajetória no mundo drag começou no grupo de dança Devassa, onde foi carinhosamente apelidada de Mellody, em referência à integrante do Pussycat Dolls — uma homenagem ao seu profundo amor pela música. Já o sobrenome Queen carrega duplo significado: além da admiração pela rapper Nicki Minaj, é uma declaração de poder e protagonismo das mulheres trans no universo drag.

    MERCEDEZ VULCÃO

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    Natural de São Paulo, Mercedez Vulcão é uma potência teatral da cena drag brasileira. Antes de se tornar drag, Pedro Machitte atuou por anos no teatro, mas nunca se encaixou nos padrões de masculinidade que lhe eram impostos, pois sempre se enxergava nas personagens femininas. Em 2015, ao entrar no universo drag, encontrou sua tão sonhada liberdade para expressar e aflorar esse lado — o que lhe permitiu romper essas barreiras de gênero.

    Com um estilo refinado e imprevisível, alterna suas performances entre baladas emocionais e hits latinos animados. Considerada uma lipsync assassin, Mercedez é movida por comédia, improviso e um intenso drama. Inspirada pelos filmes de Almodóvar, moldou sua estética e nome drag com referências à paixão, exagero e emoção. Mercedez é pura arte em movimento.

    PAOLA HOFFMANN VAN CARTIER

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    Vila-velhense, Paola Hoffmann Van Cartier é uma pageant queen versátil que exala beleza, elegância e carisma em suas apresentações. Seu nome homenageia suas raízes italianas, sua drag mother Vanessa Van Cartier (ganhadora da 2ª temporada do Drag Race Holland) e a House of Hoffmann, que fundou junto a Elaysa Hoffmann.

    Com 20 anos de carreira, brilhou como performer residente de casas noturnas da Itália e da Irlanda do Norte. Nos últimos seis anos, conquistou seus maiores marcos como drag, sendo um deles a participação no Miss Continental 2023. Paola quer usar a plataforma de Drag Race Brasil para inspirar, empoderar e transformar a comunidade LGBTQIA+ com representatividade e propósito.

    POSEIDON DRAG

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    Poseidon Drag é uma queen cômica, criativa e deslumbrante que brilha na cena drag carioca. Natural de Recife, atua como drag há 13 anos. Ser reconhecida como uma drag superstar seria a maior validação de seu trabalho — e seu maior sonho é deixar de ser uma queen de destaque estadual para se tornar uma artista de relevância internacional.

    Formada em teatro, Poseidon combina atuação e arte drag com versatilidade, humor afiado e lipsyncs impressionantes. Inspirada por Suzy Brasil, Jeison Wallace e Paulo Gustavo, encanta com carisma e presença. Fora dos palcos é mais discreta, mas em drag, é falante, divertida e direta quando precisa ser.

    RUBY NOX

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    Ruby Nox é uma queen sensual, versátil e fascinante. Natural do sertão pernambucano, da cidade de Carnaíba, ela brilha na cena drag de Recife há mais de uma década. Com formação em teatro e paixão pela arte burlesca, promove shows envolventes com elementos circenses, marcados por graça, força e autenticidade.

    Sua drag é um reflexo de sua identidade de gênero — que é fluida — permitindo interpretações poderosas que rompem padrões. Inspirada por Raven (participante da 2ª temporada de RuPaul’s Drag Race e 1ª temporada de All Stars) e Dita Von Teese, ela hipnotiza o público com elegância, presença e um toque de mistério. Orgulhosa de suas raízes, Ruby quer levar o talento e a cultura de Pernambuco para o mundo e se tornar a próxima Drag Superstar do Brasil.

  • Você é meu pai?” — A Pergunta de Uma Menina Que Parou o Baile e Revelou o Segredo Mais Bem Guardado de um Bilionário

    Você é meu pai?” — A Pergunta de Uma Menina Que Parou o Baile e Revelou o Segredo Mais Bem Guardado de um Bilionário

    Era para ser apenas mais uma conferência. Lana Nuion, uma jovem pediatra dedicada e mãe solteira, jamais imaginou que o passado que tanto tentou enterrar viria à tona ali, no palco do prestigiado Grand Horizon Conference Center. Ao lado da filha Emma, de cinco anos, Lana participava como voluntária em um evento médico, sem saber que o homem prestes a discursar era Ethan Blake — o amor que ela abandonara há seis anos, sem explicações.

    Ethan, agora um poderoso CEO, parecia inabalável. Mas por trás da aparência fria, carregava o trauma de ter perdido Lana no altar para outro homem. Enquanto discursava sobre inovações médicas, foi surpreendido por uma voz infantil: “Mamãe, aquele é o homem da foto. Ele é meu pai?” Emma havia reconhecido Ethan entre centenas de rostos. O salão silenciou, o passado e o presente colidiram, e a pergunta inocente de uma criança que nunca conheceu o pai biológico mudou tudo.

    Seis anos antes, Lana e Ethan viveram um amor intenso durante suas jornadas no hospital St. Clair. Ela, uma jovem idealista. Ele, o herdeiro sensível de um império empresarial. Sonhavam com uma vida simples, juntos. Mas o destino foi cruel. A mãe de Lana adoeceu gravemente e, desesperada, ela aceitou um acordo: casaria com Henry, filho de um influente empresário, que pagaria pelo tratamento. Um casamento sem amor. Ethan nunca entendeu o motivo do rompimento. No dia do casamento, escondido entre os convidados, viu a mulher que amava se unir a outro homem.

    O casamento foi frio e solitário. Após a morte da mãe e o falecimento de Henry meses depois, Lana desapareceu com um segredo: Emma era filha de Ethan, fruto da última noite de amor entre eles. Com medo de destruir o coração de Ethan e temendo que ele tirasse sua filha, Lana escolheu o silêncio.

    Mas o reencontro forçado na conferência abriu feridas. Ethan começou a aparecer discretamente em eventos comunitários onde Lana trabalhava, tentando se reaproximar. Cada gesto da pequena Emma — desde o hábito de tirar o creme dos biscoitos até o desprezo por sementes de morango — aumentava sua suspeita: ela era sua filha. Um teste de DNA confirmou: 99,9% de compatibilidade. O mundo de Ethan desabou. Ele não apenas havia perdido o amor de sua vida, mas também cinco anos da vida da filha que nunca soube que existia.

    O confronto com Lana foi doloroso. Ethan sentia-se traído, mas Lana estava despedaçada. Ela revelou toda a verdade, em lágrimas. Apesar da raiva, Ethan não se afastou. Queria fazer parte da vida de Emma, mesmo que Lana ainda não estivesse pronta para deixá-lo entrar novamente em seu coração.

    Foi Emma quem uniu os dois. Após um grave acidente em que foi atropelada, precisando urgentemente de transfusão, Ethan descobriu que tinha o mesmo tipo sanguíneo raro e doou seu sangue sem hesitar. Nos dias que se seguiram no hospital, ele permaneceu ao lado da filha, cuidando, lendo histórias e prometendo que nunca mais a deixaria.

    Aos poucos, o coração de Lana começou a amolecer. Viu o homem frio que abandonara se transformar em um pai amoroso, presente, paciente. A culpa ainda pesava, mas a força do amor de Ethan por Emma era inegável. Emma, por sua vez, passou a chamá-lo de “daddy” com naturalidade e orgulho.

    Um ano após o acidente, Ethan preparou um piquenique especial no mesmo jardim onde, seis anos antes, os dois haviam se despedido. Ali, com Emma ao seu lado, ele se ajoelhou diante de Lana com um anel nas mãos. “Quero que sejamos uma família”, disse. Emma, com seus olhos azuis brilhando, gritou: “Mamãe, casa com o papai!”.

    Lana, emocionada, finalmente aceitou. Depois de anos de dor e separações, ali, no entardecer dourado de um jardim repleto de memórias, eles se reencontraram. Não como os jovens apaixonados de antes, mas como duas almas marcadas que, com a ajuda de uma criança de olhos azuis e coração puro, ousaram acreditar novamente no amor.

  • Novo Superman voa alto e fatura mais de R$ 1,2 bilhão em um fim de semana

    Novo Superman voa alto e fatura mais de R$ 1,2 bilhão em um fim de semana

    DIVULGAÇÃO/WARNER BROS

    David Corenswet voa vestido como Superman em cena do filme homônimo

    David Corenswet é o Homem de Aço na nova versão de Superman, em cartaz nos cinemas

    Principal estreia da semana nos cinemas, Superman conseguiu driblar a fadiga de super-heróis que assola o público mundial e estreou com o pé direito. O longa protagonizado por David Corenswet arrecadou US$ 217 milhões (R$ 1,2 bilhão,na cotação atual) em seu primeiro fim de semana em cartaz nos cinemas.

    É a segunda melhor estreia de um filme dirigido por James Gunn –atrás de Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017). Segundo o site Deadline, a maior parte do valor veio dos Estados Unidos e do Canadá, onde o filme conseguiu US$ 122 milhões (R$ 676,8 milhões) nas bilheterias.

    O Brasil foi o quarto maior mercado estrangeiro para a superprodução, com US$ 5,9 milhões (R$ 32,7 milhões). Ficou atrás do Reino Unido, do México e da China, mas bateu países importantes como Austrália, França, Coreia do Sul, Índia, Espanha e Japão.

    Parte do bom desempenho do filme em território nacional se deve à campanha de divulgação que a Warner Bros. bolou para o super-herói. O cineasta James Gunn e os atores David Corenswet e Rachel Brosnahan visitaram o Rio de Janeirono fim de junho –e deram até entrevista para Maisa exibida no Fantástico em pleno horário nobre da Globo.

    Confira o trailer de Superman, já em cartaz nos cinemas brasileiros: